Olá pessoal como já contei em outros contos, sou um negro que gosto de cuidar do meu corpo e andar bem vestido, sempre quando vou à praia ou saio na noite, sou bastante paquerado por mulheres de várias idades.
Estava a fim de viajar e curtir umas férias logo assim que terminou o carnaval, Consultei um catálogo de agências e resolvi ir até uma agência q ficava perto do catete aqui no Rio.
Chegando lá fui atendido por uma mulher simplesmente linda, loira, cabelos encaracolados, 1,65, seios médios, bunda na proporção que eu adoro…não aparentava mais de 35 anos….ela cuidava de pacotes de viagens…conversa vai e vem……disse a ela sem pretensão alguma que gostaria de tomar um refrigerante, pois o calor tava de matar….ela disse : bom poderíamos sim…estou na minha hora de almoço .
Fomos ao restaurante q ficava perto da agência….em vez de tomarmos um refrigerante, acabamos almoçando juntos .
Começamos a bater um papo, ela disse que tinha uma hora e meia de almoço, falamos da nossa vida, disse a ela q passei o carnaval fazendo shows e que não tive tempo de curtir……. Ela disse que era separada e que tinha passado o carnaval sozinha……então resolvi convidá-la pra sair em outro dia.
Trocamos tel. e tal ……passou uns dois dias recebo uma ligação no meu celular ….era a loira maravilhosa perguntando se o convite estava de pé….prontamente disse está sim…..combinamos o local e lá estávamos juntos outra vez….bebemos, rimos , falamos das nossas carências, quando percebi q a conversa já estava tomando um rumo diferente …..perguntei a ela se gostaria de ir para um lugar mais reservado e tal…..prontamente ela aceitou…..pude ver em seus olhos que aquele dia seria um dia legal pra nós dois.
Acabamos indo pra um motel, assim q entramos no quarto segurei ela pelo braço e tasquei um beijo delicioso
Ela beijava divinamente , lentamente fui tirando a roupa dela, deixando-a apenas de calcinha e sutiã, quando encostei meu corpo junto ao dela, ela não resistiu e rapidamente tirou a minha roupa me deixando apenas de cueca, estava usando uma cueca apertada e quando ela viu o volume ficou enlouquecida e ficou implorando para chupá-lo, mas resisti e disse que primeiro iríamos brincar…..para você ter uma idéia de como gosto de chupar, só nas preliminares ficamos quase 2 horas…
O grelo era minúsculo mas muito sensível, comecei a passar a língua avidamente e com muita volúpia, ela empurrava minha cabeça cada vez mais pra dentro de suas pernas. Senti que ela estava muito molhada, e nessa hora comecei a enfiar um dedinho dentro daquela xaninha apertada, era línguada e dedo ao mesmo tempo! Ela gritava me xingando de vários nomes imundos.
Ofereci-lhe meu cacete, que a essa altura estava duro que nem uma tora, ela calmamente começou lambendo meu peito e punhetando meu pau ao mesmo tempo, era muito gostoso sentir aquela língua quente no meu tórax e aquela mão macia massageando com técnica minha rola.
Ela foi descendo e com calma ajoelhou-se na minha frente e começou a cheirar minha pica, dizia que adorava aquele cheiro de macho com cheiro de rola fresca. Ela puxou a pele deixando a cabeça do meu pau toda à mostra e introduziu apenas a cabeça em sua boca. Chupou como se fosse uma puta profissional, lambia, mamava e com muita técnica dava leves mordidas no corpo do meu membro. Toda vez que ela sentia que eu ia gozar, parava e ficava lambendo minhas bolas.
Estávamos com sede um do outro… Aquela loira tinha um corpo fascinante… Uma bunda espetacular… Uma xotinha com poucos pelos dourados… Ela não parava de pegar no meu pau… Chupava, sugava… Lambia meu saco… Embalado por aquele clima de prazer, eu gemia alto.
Ela dizia: Quero ser fodida por você agora meu garanhão negro… Coloquei-a deitada e abri suas pernas, e fui aos poucos pincelando meu pau naquela vulva úmida, ela delirava de prazer… Sentia que estava dando leves gozadas enquanto pincelava meu pau em sua xana(tenho uma técnica infalível p/ pincelar o pau)
Levemente eu fui adentrando aquele buraco apertado e muito úmido, aos pouco fui aumentando o ritmo, enquanto ela agarrava nas minhas nádegas forçando um movimento mais intenso, atendi seu pedido e comecei a dar várias estocadas…..até invadir profundamente aquela gruta do prazer….ela se contorcia, chegava a ter espasmos……eu metia com gosto, rebolava com a vara toda enterrada lá dentro,
Quando ela disse que iria gozar, aumentei a socada enfiando meu pau até os pêlos tocarem seu corpo, ela gozou como uma égua, deixando meu pau bastante lambuzado.
Também estava louco pra gozar, foi quando ela veio por cima e pediu para eu apontar meu mastro pro céu, e aos poucos ela veio descendo e rebolando na vara, mesmo estando úmida ela se contorcia com o tamanho da rola que estava quase toda dentro de sua xota. Ela me socava com força, e dizia: Come essa puta, come! Isso me excitava ainda mais.
Ela foi ao meu ouvido e sussurrou baixinho: Quer meter no meu cú?
Claro que respondi que sim, quando fui me levantar para enfiar, ela disse: Fique deitado e deixa comigo!
Meu estava muito duro e bastante lubrificado, ela tentou uma, duas… E na terceira vez conseguiu enfiar a cabeça dentro do seu rabo… Que rabo delicioso, ela de costas pra mim exibia aquela marquinha irresistível de biquíni… Começou a fazer um entra e sai tão gostoso que não demorei a encher todo aquele rabo de porra…
Gozei loucamente!
Quando ela retirou o pau do cú, senti que meu saco estava dolorido, ela não se fez de rogada, abocanhou minha pica e deu uma mamada espetacular ao mesmo pedia leite quente dizendo: Me da leite fresco!
Senti que o leite estava vindo e comecei a estocar sua boca como se fosse uma boceta, explodi em um gozo intenso, jogando leite no fundo de sua garganta…
Nunca imaginei que uma loira pudesse foder tão gostoso assim.
Beijos
***Conto enviado pelo leitor Blackbarra do Rio de Janeiro***
Este episódio ocorreu há muitos anos atrás, eu era adolescente e fazia faculdade numa cidade do interior paulista. Estava se não me engano no primeiro ou segundo ano e tudo era alegria, pois era uma cidade de estudantes, tinha muita gente jovem e sempre tínhamos varias festas para escolher. Eu me lembro que foi numa festa de uma republica de garotas que eu a conheci. Começamos a sair juntos para ir ao cinema, ou simplesmente passear, ir a outras festas e começamos a namorar… Ela se chamava Rosana, tinha a pele bem clara, cabelos castanhos lisos e longos, não era a beleza do seu rosto que chamava a atenção, mas tinha um corpo muito bonito, as mãos delicadas e um sorriso que me encantou. Ela era de uma cidadezinha também do interior, porém distante e morava num apartamento que dividia com seu irmão mais velho, que também estudava lá. Eu morava em uma republica com mais uma porção de amigos, naquela época os namoros, ainda mais no interior, eram mais inocentes e transar mesmo só quando se conhecia muito bem ou quando já era noivo e olhe lá. Também não existiam essas coisas de motel e drive in que vim a conhecer depois de casado (pasmem). Namorávamos no escurinho do cinema e dávamos aqueles famosos amassos, ela era muito carinhosa e passados alguns meses, o irmão que era mais velho e já estava quase se formando, começou a viajar mais no fim de semana para ir ajudando seu pai a tocar os negócios. Começamos então a ter mais privacidade. Primeiramente com beijos mais ousados, depois caricias nos seios para só depois de algumas vezes nos tocarmos o sexo, ainda por cima da roupa. Com o passar das vezes, as caricias e o desejo foram ficando mais intensos e comecei a acaricia-la na sua bucetinha por cima da calcinha. Ela por sua vez chegava a tirar o meu pau para fora e me masturbava. Chegava até a dar alguns beijinhos nele, ainda que timidamente. Eu percebia que ela ficava excitada, chegando a molhar a calcinha, mas quando eu tentava colocar a mão por dentro, ela se retraía e o clima se desfazia. Inicialmente ela dizia que era virgem, mas ela tinha contado que já tinha sido noiva por um ano e também pelas caricias que ela me fazia, eu percebia que ela não era tão inexperiente assim.
Num determinado fim de semana, o irmão ia viajar e finalmente o teríamos todo pra nós. Resolvi realmente ataca-la de todas as formas. Saímos na sexta à noite bebemos até ela ficar de pilequinho (sei que é um golpe baixo, mas era questão de vida ou morte). Quando chegamos de volta ao seu apartamento, começamos a nos beijar e a nos acariciar, fui despindo-a lentamente, beijando seus lábios, orelhas (era o seu ponto fraco), desci sem pressa as alcinhas do seu sutiã, beijei muito seu peitinhos que tinham os biquinhos cor de rosa, quase do tom da pele, senti que eles estavam arrepiados, durinhos e enrugados como se fossem ameixas secas; ela estava molinha e de olhos fechados não demonstrava que iria resistir. A tática era beijá-la muito, especialmente a sua bucetinha e no auge da excitação, com ela gozando na minha boca eu iria penetrá-la finalmente. Tudo correu bem, depois dos seios fui para a sua barriga, umbigo, terminei de tirar o seu vestido e ela estava só de calcinha, já com uma manchinha úmida de tesão, acariciei-a por sobre a calcinha, senti o seu grelinho durinho como um feijãozinho, ela respirava com rapidez e gemia quando a tocava. Quando fui abaixar a sua calcinha, ela resistiu, eu insisti e consegui finalmente retira-la. Deliciei-me… Beijei, lambi, chupei, bebi do suquinho adocicado da sua bucetinha, que tinha os lábios delicados, o grelinho durinho e escorria de tanto tesão… Percebi que o tão esperado momento estava próximo, senti que ela contraía a musculatura das coxas me apertando de encontro a sua bucetinha, senti que o liquido se tornava mais abundante, foi quando subi e me encaixei no meio dos seus quadris, a beijei, meu pau parecia que ia estourar de tanto tesão e já estava encaixadinho na portinha da sua bucetinha, foi quando eu disse que eu queria muito senti-la por dentro. Ela, entre gemidos implorou para que não colocasse, ela tentou fechar as pernas, mas não dava, pois o encaixe era perfeito, ela estava toda aberta para mim, com uma pequena pressão eu estaria dentro dela em um instante, ela quase desfalecida me pedia para não penetra-la e eu também implorava que eu queria muito fazer amor com ela, que gostaria de experimentar a sensação de estar dentro dela. Foi quando ela me disse que poderíamos fazer de outra maneira, no inicio eu não entendi, achei que ela me masturbaria, ou me chuparia até gozar. Eu argumentava que queria penetrá-la, então ela disse que me daria o cuzinho. Fiquei perplexo no começo, nunca tinha feito daquela maneira, mas o tesão era tão grande que resolvi aceitar. Ela levantou-se foi até a cozinha e pegou uma lata de azeite, deitou-se de bruços com a barriga sobre duas almofadas, empinando bem a bundinha e pediu para que eu lubrificasse bem o seu cuzinho. Assim eu fiz. Primeiro em torno e depois fui pressionando com o dedo e ela rebolando até que entrou a pontinha, ela continuou o movimento cada vez mais rápido e logo ele estava todo dentro e eu percebi que ela estava adorando e ela me disse então com a voz cheia de tesão: Vem comer a minha bundinha… Coloquei-me então por trás dela, lubrifiquei bem o meu pau e o guiei para aquele buraquinho e afoitamente forcei para dentro a cabecinha que estava latejando de tanto tesão, ela se contraiu bruscamente e disse que desse jeito ia doer muito. Ela me afastou um pouquinho dobrou mais os quadris ficando de joelhos. Apenas com o peito apoiado nas almofadas, com uma das mãos pegou o meu pau e com a outra afastou uma das nádegas, pincelou bem a cabecinha inchada no seu cuzinho e disse: Vem agora bem devagar… Fui lentamente forçando e maravilhado vi quando a cabecinha do meu pau desapareceu dentro de seu cuzinho muito apertado… Ela retesou o corpo e ficou imóvel pedindo para eu parar um instante. Senti que ele foi se acomodando aos poucos e então ela me pediu para não me mexer e ela começou a movimentar seus quadris, inicialmente rebolando com movimentos circulares e a cada volta eu sentia que ele entrava alguns milímetros a mais e assim foi com essa sensação maravilhosa sentindo a pressão do seu anelzinho percorrer toda a extensão do meu pau, engolindo-o centímetro por centímetro, até finalmente estar todo dentro dela. Então ela começou um movimento de vai e vem dos quadris, onde eu sentia que ele entrava todo para depois quase sair totalmente e pela primeira vez realmente eu senti que ela gozava, pois ela me apertava o pau em espasmos do seu cu. Não consegui também resistir e gozei de uma forma tão intensa como eu nunca tinha experimentado antes. Sentia o meu corpo inteiro tremer, as pernas bambas, o rosto latejar… Naquele fim de semana parecíamos dois coelhos no cio. Repetimos diversas vezes, sempre que podíamos… Mas a primeira vez a gente nunca esquece… E me marcou para sempre.
Terminamos o namoro no fim do ano, pois ela teve que mudar-se com o irmão… O pai, muito severo, não permitia que ela morasse sozinha… Então entendi que se ela perdesse a virgindade ou engravidasse antes de se casar o pai não aceitaria e a expulsaria de casa…
Gostaria muito de receber comentários sobre meu relato.
Sou a Paula e quero dividir com vocês minhas aventuras. Essa diz respeito ao inicio das minhas experiências com outras mulheres. Na época da faculdade haviam poucos rapazes na minha sala e na maioria das vezes em que fazíamos trabalhos em grupo só haviam mulheres em nosso grupo. Estávamos em final de semestre e tínhamos um trabalho muito longo pra fazer. Éramos em cinco mulheres e resolvemos dividir as tarefas para conseguirmos entregar o trabalho dentro do prazo dado pela professora. Numa tarde de sábado resolvemos nos encontrar para finalizarmos tudo, pois a apresentação seria na semana seguinte. Era quase fim de ano e fazia muito calor naqueles dias. Eu estava com uma minissaia, uma calcinha minúscula e um top que deixava minha barriguinha a mostra. Nos encontramos no apartamento de uma das meninas do grupo que morava sozinha, a Renata, uma loira escultural, muito bonita, cortejada por todos os rapazes da faculdade. Fui a primeira a chegar e vi que Renata também estava bem à vontade com um shortinho e uma camiseta regata. Logo em seguida chegaram as outras meninas: A Lu que estava com um vestido florido, a Carlinha, que chegou muito cheirosa e por fim a Andréia que estava com uma saia e uma camisete. Todas estavam vestidas de acordo com a estação, porém eu e a Renata estávamos mais à vontade. Iniciamos nossas atividades e conversavamos sobre muitas coisas, sobre a formatura que se aproximava, sobre as matérias que ainda teríamos prova e coisas do tipo. A hora passou bastante rápido e logo as meninas tinham terminado suas partes e só faltava eu concluir a minha. Notei Renata conversando com as meninas enquanto eu estava no computador finalizando minha parte. Renata voltou para a sala e logo as outras também voltaram. Andréia disse que teria que ir embora e com um sorriso maroto se despediu de nós. A Carlinha e a Lu olharam para Renata, piscaram para ela e trataram de inventar uma desculpa qualquer e saíram sem mais justificativas. Achei normal, afinal elas já tinham terminado suas partes no trabalho, só não estava entendendo aqueles olhares maliciosos. Enfim ficamos eu e Renata. Ela disse que iria tomar um banho e que era para eu ficar à vontade pois logo voltaria. De onde eu estava era possível ver o banheiro. Renata fez questão de deixar a porta aberta e continuava conversando comigo enquanto tirava a roupa. Sem que eu percebesse comecei a acompanhar seus movimentos enquanto ela se despia. Nunca tinha estado com uma mulher e até então meu negócio era homem. Aliás eu gozava muito com meu ex-namorado. Mas aquela situação estava realmente mexendo comigo e comecei a fantasiar coisas. Quando ela terminou seu banho, se enrolou em uma toalha e se aproximou de mim. Tentei disfarçar mas ela percebeu minha inquietação. Eu já havia terminado meu trabalho e ela perguntou se eu não gostaria de tomar um banho também. Eu estava muito cansada e achei que seria uma boa idéia tomar um banho para relaxar um pouco. Enquanto eu tomava meu banho, Renata providenciou uma roupa limpa para mim. Só que percebi que ela trouxe apenas uma calcinha e mais nada. Vesti a calcinha e fui procura-la para que ela me desse algo mais para vestir, mas ela disse que estava muito calor e se eu não gostaria de permanecer daquele jeito. E eu sem perceber acabei aceitando sua sugestão. Então Renata foi até a cozinha e voltou com uma garrafa de champagne e duas taças nas mãos. Ela abriu a garrafa e encheu as duas taças. Nos sentamos no sofá e começamos a conversar. Eu estava confusa em meus pensamentos sem saber se era fantasia da minha cabeça ou se realmente estava rolando algo entre nós. Eu perguntei a Renata como ela se sentia sendo desejada por todos os rapazes da faculdade e ela me revelou que não gostava da situação pois na verdade ela preferia estar com uma mulher. Diante daquela resposta tive certeza de que não era fantasia da minha parte. Tomamos quase toda a champagne e estávamos muito alegres, rindo de tudo. Ela se aproximou de mim e disse que eu era muito bonita. Fiquei um pouco sem graça e retribui o elogio dizendo que ela também era linda. Ela passou a mão pelos meus cabelos, me acariciou no rosto e foi se aproximando falando coisas no meu ouvido. Eu estava toda arrepiada e um tesão incontrolável percorria meu corpo. Ela tocou meus lábios suavemente e depois me beijou com muita paixão. Eu correspondi a seus beijos enquanto dizia que aquilo tudo era loucura. Renata me tranqüilizou e disse para nos entregarmos as nossas sensações e foi o que fizemos. Renata levantou-se e desenrolou a toalha de seu corpo. Pela primeira vez na vida tinha uma mulher nua tão próxima de mim. Ela me deitou no sofá, tirou minha calcinha e ficou me beijando e dizendo que meu corpo era lindo. Beijou meus seios e foi descendo por minha barriga, até chegar na minha bucetinha. Ela afastou um pouco minhas pernas e começou a me chupar. Sua língua era deliciosa e aquela sensação de ter uma mulher me chupando era indescritível. Ela chupava com muito tesão, enfiava toda sua língua em minha xaninha e eu me derretia de prazer. Quando ela introduziu seu dedo em mim e continuou chupando meu grelinho não agüentei e gemi muito gostoso. Percebendo que eu gozaria logo, Renata intensificou os movimentos e logo eu estava gozando na boca de outra mulher. Foi o orgasmo mais gostoso da minha vida até então. Diante de tudo aquilo fiquei interessada em saber como seria chupar uma buceta e Renata me deu a chance de saber. Eu queria muito retribuir a ela todo aquele prazer que eu acabara de ter. Fomos para o tapete e comecei a beijar Renata. Ainda podia sentir o gosto do meu gozo em sua boca. Fui beijando seus seios que eram lindos, uma perfeição. Desci por sua barriguinha, beijei seu umbigo e fui seguindo aqueles pelinhos loiros que me conduziram até aquela buceta maravilhosa. Ela era muito cheirosa. Seu perfume se misturava com o cheiro inconfundível de uma buceta sedenta por sexo. Comecei lambendo seu grelinho e seus lábios. Que sabor delicioso tinha aquela xaninha e eu sem conhecer aquilo tudo. Suguei seu clitóris com força e ela começou a gemer me pedindo para continuar. Percebi que ali era o ponto onde eu deveria me concentrar e tratei de fazer com muita vontade. Abri sua bucetinha com as duas mãos e enfiei minha língua bem fundo nela. Renata gemia como louca. Eu não via a hora daquela mulher gozar na minha boca. Ela me pediu para enfiar o dedo em seu cuzinho pois ela queria gozar. Assim que enfiei meu dedo em seu cu ela começou a rebolar e gritar. Ela segurava em meus cabelos dizendo para não parar. Eu podia sentir que ela estava prestes a gozar então pedi que ela gozasse em minha boca pois queria que ela fosse a primeira mulher de quem eu sentiria o gozo. Ela me brindou com seu néctar maravilhoso. Minha cabeça estava a mil e a sensação de ter uma outra mulher gozando na minha boca me fez gozar novamente. Estávamos exaustas no chão. Nos abraçamos e tiramos um breve sono. Ao acordar beijei novamente aquela boca deliciosa e agradeci por tudo. Ela disse que não precisava agradecer e com um sorriso no rosto disse que em breve teríamos mais noites como aquela, afinal nossas amigas também iriam me provar. Finalmente entendi porque elas tinham saído tão apressadamente. Estava tudo combinado entre elas. Renata me revelou que ela e nossas amigas se amavam regularmente e que apostaram para ver quem me pegaria primeiro. Depois dessa noite tivemos outras na companhia das demais, mas isso eu conto depois. Espero que tenham gostado. Beijos meninas.
Sou clara, com os cabelos castanhos, seios médios, e um quadril que sempre me deixou encabulada quando passo nas ruas perto de grupos de homens, pois o meu traseiro arrebitado e enorme é de chamar a atenção. Nunca fui dada a fantasias, estou com 27 anos, prático academia e estou com tudo no lugar. Meu marido e eu resolvemos não ter filhos até que ele se estabilize no emprego e eu depois de me formar não consegui emprego e fico fazendo as tarefas do lar. Recentemente resolvemos fazer uma reforma em nossa casa, que estamos acabando de pagar e colocar alguns detalhes nossos: Uma sauna, uma churrasqueira, armários embutidos, enfim essas coisas que a gente só faz na casa própria. Meu marido contratou um construtor que trabalha há bastante tempo no bairro. Tem fama de ser muito caprichoso, competente e já tem uma certa idade. Na segunda-feira passada ele iniciou o serviço e trouxe consigo um ajudante para as tarefas mais pesadas. Trata-se de um rapaz moreno, cabelos curtos e muito forte, certamente pelos exercícios que faz no seu trabalho. No primeiro dia, meu marido explicou os serviços e eles foram se trocar num quartinho dos fundos que será ampliado para ser a sauna e a churrasqueira. Trabalharam o dia inteiro, quando o empreiteiro disse que sairia mais cedo para encomendar alguns materiais e que seu ajudante continuaria fazendo a limpeza e depois iria embora. Eu, fazendo minhas tarefas de casa fui arrumando aqui e ali, quando cheguei para fechar a janela do quarto de TV, no segundo andar, que da para os fundos, que susto. O ajudante tinha acabado de se lavar e estava nu se enxugando, deixando aparecer dentro do quartinho aquele imenso cacete, que molhado e mole, devia medir uns 20cm, além de grosso. Me assustei e sai do quarto, mas senti que algo estava acontecendo comigo. Fui ao banheiro e vi minha calcinha inundada. Me repreendi pela reação, pois nunca havia traído meu marido, nem em pensamento. Aquela noite foi um tormento, não consegui dormir direito, pois sempre vinha à mente aquela cena. No outro dia, querendo afugentar o pensamento, olhei pela janela e vi quando os dois estavam medindo a altura do telhado para fazer a churrasqueira. O empreiteiro embaixo e o rapaz em cima. Trajando um short largo, sem cueca, a qualquer movimento dele dava para ver aquela imensidão. Coloquei-me atrás da cortina e fiquei olhando. Quando dei por mim estava com a mão dentro da calcinha tocando frenéticamente uma siririca. No final do dia, pedi ao empreiteiro que passasse na loja de materiais e encomendasse alguma coisa que inventei na hora, só para poder ficar olhando meu Apolo se enxugar. Dito e feito, me coloquei estratégicamente no quarto e através da cortina pude vê-lo novamente pelado se enxugar e lentamente enxugando aquele bastão grosso e mole. Não deu outra, quando vi, estava sem calcinha e tocando a maior siririca. Mais uma noite de agonia, eu revirava na cama prometendo que aquela situação iria acabar. No outro dia, precisei mexer num armário alto (duplex) e quando fui subir, me veio a tentação. Tomei um banho, me perfumei e coloquei uma calcinha fio-dental, que de tão pequena só aparecia um triângulo na frente e as cordinhas do lado, um vestidinho de malha e fui até a porta do quintal e pedi para o Sr. João, esse era o nome do empreiteiro, se ele podia me ceder o Ari, o nome do Deus Grego, pra me ajudar a guardar umas coisas no armário. Sr. João prontamente mandou o Ari me servir e aproveitaria para ir na loja trocar um material que veio errado. Eu tremia de tanta emoção. Pedi ao Ari para segurar a escada enquanto subia para abrir a porta do armário. Senti pela sua respiração que ele ficou doido, pois o vestido era curto e ao subir, ficou aparecendo minhas coxas, minha bunda e minha calcinha. Fingi que estava com medo e pedi a ele para segurar em minhas pernas. Quase gozei de tesão quando ele botou aquelas mãos grandes e firmes em minhas coxas. Novamente simulei que o que eu procurava estava no fundo e, fiquei na ponta dos pés, arrebitando bem minha bundinha para que ele pudesse ter a visão. Nisto, senti que meu rego abriu e a tanguinha escorregou para o lado, deixando meu anelzinho do cu e minha xoxota totalmente expostas para aquele peão. Ele aumentando a respiração nada falava, mas apertava as mãos em minhas coxas parecendo que iria fura-las. Quando fui descer da escada, ele malandramente deixou a mão escorregar, tocando de leve meu cuzinho e minha buceta, que a esta altura já estava ensopada. Agradeci e fui para o banheiro bater outra siririca. No final do dia o Sr. João me avisou que iria chegar mais tarde no outro dia pois o Ari iria cavar uns buracos e ele chegaria para colocar a ferragem. Aquelas palavras de cavar buraco e colocar ferragem me fizeram voar. No outro dia, levantei cedo, tomei um banho, depilei minha bucetinha todinha, deixando-a lisinha e carequinha e sabendo que o Ari já estava trabalhando, dei um grito e pedi por sua ajuda. Ele subiu rapidamente ao banheiro da suíte e aí eu disse a ele que tinha tomado um choque e que estava com medo de desligar. Ele meio atordoado em me ver peladinha, colocou a mão no registro e fechou para mim. Eu fingindo pavor falei que não tinha acabado e se ele me ajudaria, ficando ali e, abrindo e fechando a torneira quando eu terminasse. Ele nem respondeu de tão hipnotizado que estava em meus peitos, minha xoxota lisinha e minha enorme bunda. Então pedi a ale para abrir e ficar ali esperando. Fiz um show de exibicionismo, me ensaboando, lavando meu rabão, minha xoxota, meus seios. Nisso vejo que o short dele estava igual a um circo e molhado, certamente já tinha gozado. Aí então pedi a ele para fechar e, como o Box é apertado ele relou a mão em meus peitos, o que me fez arrepiar. Disse a ele que estava tremendo do susto, se ele poderia me ajudar a me secar. Ele prontamente pegou a toalha e com gestos firmes começou a enxugar meus cabelos, meu pescoço, minhas costas, meus seios, que nesta hora já estavam tão durinhos que pareciam que iam furar a toalha. Em seguida levantou minhas pernas e lentamente enxugou meu pé, não tirando o olho de minha buceta. No outro pé, ele já mais desinibido, deu uma ligeira abertura, fazendo meu grelinho ficar exposto para ele. Num só golpe ele me rodopiou e me virou, demorando alguns instantes admirando minha bunda. Com os dedos, afastou minhas nádegas e com a tolha no dedo indicador passou a enxugar o meu cuzinho. Que delícia. Já estava pingando de tanto tesão. Nisto ele me vira de frente, abre minhas pernas e do mesmo jeito começa a enxugar minha xoxota e quase gaguejando disse: Não da para secar não, ta saindo muita água lá de dentro.Tomada de tesão e de uma força que veio não sei de onde disse para ele: Enxuga com a língua. Ele pálido disse: Pode? Eu com a cabeça consenti e ao mesmo tempo abri as pernas. Aquela cabeça selvagem me invadiu as pernas e uma língua fervente lambia do meu grelo até a entrada, separando os lábios. Não consegui segurar e gozei na boca dele como nunca tinha gozado. Em seguida, puxando-o pela mão me dirigi a minha cama e me prostrei de quatro, arreganhando meu cu para aquele monstro. Ele meio assustado olhando fez que eu gritasse com ele: O que você ta olhando? Não quer me enrabar? Pode comer que é todo seu. Não deu outra, ele tirou a bermuda e com aquele, agora duro, poste de nervos, deu uma socada em minha xana que de tão molhada foi até o saco, me dilacerando as entranhas num misto de dor e prazer. Tão excitada eu estava que virei e dei-lhe um tapa no rosto. Você não sabe que enrabar é enfiar no cu? Quem mandou comer minha buceta? Ele assustado e ofendido, tirou aquela vara de mim, fazendo um vácuo imenso e apontou aquela tora no meu anelzinho que piscava tanto que parecia um vagalume. Forçou e com violência enfiou aquele caralhão, arrebentando minhas pregas e me fazendo dar um grito de dor. Bombou algumas vezes, quando senti aquela tora retrair, senti que ia gozar. Num só golpe tirei aquilo do meu rabo e abocanhei até a metade de tão grande que era, no justo instante que uma saraivada de jatos batiam em minha garganta. Gozamos juntos e chupei tudo até ficar limpinho, devendo ter tomado um copo daquela porra quente. Em seguida mandei ele tomar banho e fiquei admirando, quando ele acabou eu enxuguei-o com a toalha, exceto o caralho que fiz com a boca, fazendo-o crescer de novo. Depois disso ele voltou ao trabalho e até hoje, todos os dias fazemos nossas horas extras.
Olá.
Meu nome é Thamires, tenho 18 anos, sou loira, olhos verdes, 1,68m e 45 kg. E o que vou contar a vocês aconteceu em janeiro nas minhas férias.
Moramos no litoral, onde o ano inteiro meu pai tem negócios e minha mãe trabalha em um órgão federal.
Um dos negócios de meu pai é uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul onde tem algumas cabeças de gado de corte.
Tenho um namorado de 19 anos, lindo, gosta de mim, namoramos há dois anos e até acho que pode dar certo, mas o que aconteceu me balançou muito.
Quando meus pais decidiram entrar em férias e passar uns dias na fazenda, eu torci o nariz na hora. Queria ficar em casa e curtir a praia. Mas meus pais não deixaram eu ficar sozinha em casa por 10 dias. Meu namorado trabalha e iria aos fins de semana pra lá.
Acabei indo contra a vontade.
Meu pai recém tinha contratado um capataz de estância e um peão ajudante (ambos com suas famílias e filhos também trabalhariam na fazenda.
O capataz, Chico tinha um filho de 19 anos e o peão Valmir tinha um filho de 18 anos. Mas isso tudo só fiquei sabendo e conhecendo esses pessoas lá mesmo.
Na chegada, fomos recebidos com festa pelo pessoal. Minha mãe, minha irmã e eu não íamos na fazenda tinha quase um ano.
Depois de alguns minutos, chegam os dois garotos a cavalo.
Fiquei paralisada quando vi aqueles garotos de jeans sujo e rasgado, sem camisa e de chapéu. Seus corpos bem bronzeados e depiladinhos. Nossa!!! A barriga deles era um verdadeiro tanque. Bem melhor que a gurizada de academia.
Não falei nada. Apenas cumprimentos.
À noite teve um churrasco na campeira e todos participaram e a essas alturas eu já pensava neles…nos dois…vê se pode.
Vesti uma bermuda legging branca bem curtinha e coloquei uma blusinha regata. Minha mãe nem me falou nada porque o ambiente era familiar mesmo. Mas minha idéia era provocar eles.
Não deu outra. Passou um tempo no churrasco e eles se sumiram. Mais uns minutos e o churrasco ficou pronto. Junto com a irmã de um deles, fomos chamá-los para jantar.
Quando chegamos perto de onde eles estavam eu ouvi claramente um comentar com o outro de como eu era gostosa. Mas me fiz de boba.
O churrasco estava animado com músicas e tal. Fomos dançando uns com os outros e conversando. Foi então que os meninos me convidaram para no outro dia andar a cavalo e ir até a cachoeira. No outro dia meu pai foi a cidade com os peões, minha mãe ficou fofocando com as mulheres deles e eu e a irmã de um deles fomos passear pelo campo.
Mesma roupa, só que com biquíni por baixo. Chegamos ao rio e fui logo apresentando o corpinho com tudo em cima que tenho.
Os olhares deles vinham direto em minha bunda e peitos. Mas eu estava pra provocar mesmo. Excitada com aquilo tudo, mas transar seria demais.
Deu 5 horas e a Lucia, irmã do Rodrigo foi pra casa ajudar a mãe com algumas tarefas. Os dois disseram que lá pelas seis iriam e eu fiquei na cachoeira.
Eu não queria nada com eles, mesmo porque nem tinha como escolher um deles. Foi quando começamos com brincadeiras na água de empurrar o outro. Rodrigo me pegou no colo e me jogou na água e Mateus veio e me agarrou por trás pra me levantar. Neste exato momento senti bem certinho no meio da minha bunda o seu pau duro. Só que eles ficavam mais dentro da água e não dava pra perceber direito. Gostei da brincadeira e fui pegar eles também. Mateus (18 anos) se afastou um pouco e Rodrigo me disse que o Mateus estava afim de mim. Eu dei uma risada e disse que estava era afim dele e não do Mateus. Daí Rodrigo me disse que também estava afim de mim, mas não queria por causa do Mateus que tinha dito antes. Eu sei que foi bem rápido e nem sei o que se passou na minha cabeça, o fato é que chamei o Mateus e o beijei, depois beijei o Rodrigo. Sei lá, pensei que ia ficar só nisso. Mas não. As brincadeiras não eram mais de se empurrar, eram de se agarrar. Os dois me agarravam; eu beijava um, depois o outro. Um me agarrava por trás e me beijava as costas, a orelha e o pescoço e o outro me agarrava pela frente me beijando e passando as mãos em mim. Estava maravilhoso tudo aquilo. Era demais.
Mateus por trás começou a passar a mão na minha bunda por dentro do biquíni e Rodrigo na minha xaninha. Fui deixando e gostando até que nos abaixamos para dar a água pelo peito. Sem perder tempo, apenas senti o pau do Mateus entre as minhas pernas. Já com o biquíni arredado, ele meteu. Entrou a seco e rasgando aquele pau. E segui beijando o Rodrigo. Estava ajoelhada dentro da água e levando pau por trás. E pela frente um homem me tratando com todo o carinho.
Chupou-me os peitos bem gostoso. Daí o Mateus tirou o pau, Rodrigo sentou e eu fui de frente no seu colo. Não tinha visto ainda o tamanho do mastro dele. Minha xana já estava pronta porque o Mateus já havia metido, mas quando sentei no pau do Rodrigo, aquela cabeçona emperrou custando a entrar. Eu gemia e ela ia entrando. Mateus tapava minha boca por trás até que ele levantou e me deu seu pau pra chupar. Foi demais. Mexendo numa pica enorme e chupando outra. Mexi, mexi e gozei muito naquele pau.
Bem louca e cheia de tesão, deixei Mateus bater uma punheta e gozar na minha cara. Gozei novamente. Rodrigo começou a gemer e gostando da idéia do Mateus, me tirou do colo, levantou, deu umas 3 punhetadas na minha cara e jorrou aquele leite quente em meu rosto, pegando na minha boca. Mas não senti nojo. Nos refizemos e fomos pra casa conversando. Os dois me disseram que faziam isso sempre com a irmã de Rodrigo. Numa boa me disseram isso. Os dois comem ela quase todos os dias e ela fazia de tudo, até dupla penetração. Eu dava o cuzinho pro meu namorado, mas era raro e bem devagar.
Marcamos outro passeio no dia seguinte.
Chegamos em casa, fui pro banho e à noite fui falar com a Lucia. Nem precisou eu dizer que sabia, ela mesma já sabia e também me contou deles. Rodrigo disse pra ela ir junto no dia seguinte pra gente brincar.
O dia chegou e lá estávamos nós, na maior loucura. Depois de ter chupado dois paus, dar para os dois e ver a Lucia dar o cuzinho pro Mateus e o irmão dela, chegou a tão esperada dupla penetração. E Rodrigo não perdoou o cuzinho de sua irmã. Fizeram-na gemer de dor e tesão.
Depois foi a minha vez de ser currada. O pau do Rodrigo tinha uns 21 cm e era bem grosso. O do Mateus, uns 17 cm, mas grosso também.
Escolhi o Rodrigo para comer meu cuzinho primeiro, pois já estava me apaixonando.
Colocou-me de quatro e lambeu meu cu. Meteu um dedo, depois 2 e 3….se ajeitou e me enrabou sem dó.
Mateus não se agüentou e enrabou a Lucia do meu lado também de quatro.
Me sentia em um filme pornô. Nunca imaginei aquilo tudo e estava fazendo.
Levei pau no cuzinho gritando de dor e urrando, mas agüentei até as bolas batendo na minha xana.
Mateus saiu da Lucia e entrou em baixo de mim. Deu uma ajeitada e seu pau entrou em minha xana apertada do pau do Rodrigo no meu cuzinho.
Gozei duas vezes e eles estavam urrando. Mateus saiu de baixo e meteu sua porra na minha boca. Lambi e engoli tudo.
Rodrigo meteu tudo até as bolas e deu um urro. Gozou dentro do meu cu e eu senti 2 jatos fortes de leite quente lá dentro.
Tirou o pau sujo de lá e me ofereceu ele pra chupar. Com nojo eu não quis e ele deu pra irmã dele chupar todo.
Ela chupava. Os dois já eram amantes naquela fazenda.
A orgia entre nós quatro durou todos aqueles dias. Foram seis encontros. Meu namorado veio no sábado e foi num domingo e eu nem dei pra ele.
Thamy
Olá! Este relato é o mais difícil, porque não se trata de apenas uma noite, um caso ou somente sexo. É fácil relatar momentos, mais quando tem amor ai tudo muda. Em janeiro, foi quando comecei a teclar com a Linda. Uma menina mulher de 18 anos, não imaginava que aos 20 anos poderia me apaixonar loucamente por uma pessoa que nunca havia visto, mais aconteceu. Por varias vezes nos declaramos e também fizemos amor pelo MSN. Não suportava mais continuar da forma que estava. Queria sentir o gosto dos seus beijos, seu cheiro, sua pele, seu toque e seu sexo. Moramos muito distante, mais não era o grande problema. Decidi e prometia a Linda que ia passar uns dias em sua cidade, marquei uma data e não deu. Linda chegou a dizer que estava enrolando e que já tinha perdido a vontade de me conhecer pessoalmente. Marquei uma nova data e essa não falhou, tinha que ir ver e mostrar a ela que estava sendo verdadeira. Fui e logo na chegada, vi que nem tudo estava acontecendo da forma que havíamos combinado. Cheguei à rodoviária e ela não estava me esperando e mesmo assim não desisti de tê-la. Fui pro hotel e mais tarde sai pra conhecer a cidade. Apenas na parte da noite que nos falamos. Linda me ligou umas três vezes, dizendo que só no outro dia poderíamos nos ver. Nossa na hora o meu peito gelou, em outra ligação disse a ela que estava frio e ela disse que se estivesse lá ia me esquentar. Uma doce provocação… Não dormi durante a noite, não parava de imaginar nós duas cara a cara. A hora demorou á passar e quando foi umas cinco horas da tarde, Linda me ligou dizendo que estava a caminho. Fui ao encontro dela e de sua tia. Cheguei primeiro no local, de repente escuto um assobio e quem era? Linda e sua Tia. Levantei-me e fui em sua direção, estava nervosa e muito feliz em vê-la. Fomos as três a um barzinho. Sua tia tomou uma cerveja e nós duas refrigerante. Tomei refrigerante a pedido da própria Linda. Batemos papo e depois de um tempo a Tia disse que tinha que ir, mais que Linda poderia ficar e até mesmo passar a noite comigo. Linda disse que ia embora só que mais tarde. Fomos para o hotel e no caminho conversamos, estava nervosa, não sabia o que dizer e nem o que fazer. Chegando ao hotel brinquei passando a mão sobre a cama, ela estava um pouco tensa. Afobada fui logo beijá-la e nada, fiquei sem graça. Deitei na cama e começamos a conversar. Ela ficou em pé, depois sentou na cama e depois de um tempo, disse que tinha que ir embora. Havia dito que a levaria então me levantei e foi quando Linda disse que ia passar a noite comigo. Fiquei tão feliz que imediatamente corri e a abracei, mesmo assim saímos para andar um pouco. Voltamos para o hotel e depois de um tempo fui tomar um banho, por varias vezes tentei beijá-la e nada. Depois de um tempo ganhei um selinho, que por sinal delicioso. Linda tem uma boca, que nunca vi de tão linda e gostosa. Ela é sincera, engraçada, tem opinião própria, é carinhosa, meiga e é Linda. Linda estava dividida entre três pessoas e falamos sobre isso. Disse a ela tudo que sentia e o quanto a amava. Estávamos uma fazendo carinho na outra, não resisti e tentei beijá-la e desta vez fui correspondida. Cheguei a pensar que não ganharia um beijo e ela disse que estava esperando parar de ficar pedindo. Não acreditava e a cada beijo e carinho recebido, mais e mais ficava excitada. Parti para o ataque, mas percebi que ela estava travada e não insisti. Novamente nos beijamos, peguei a sua mão e coloquei no meu peito fazendo com que Linda os acariciasse e me levasse ao delírio. Depois de um tempo, peguei a sua mão e a coloquei no meu intimo. Como imaginei, ela me tocou como ninguém havia me tocado. Amor, paixão e muito tesão me fazia com que tivesse iniciativa de sentir tudo que sentia. Gemi e rebolei muito, uma coisa que nunca havia acontecido e que não foi legal, é que falei uns palavrões, mais tudo bem, já ta feito. Passamos a noite em claro. Outro momento que me marcou, foi Linda fazendo carinho e me beijando. Não quero e nem vou relatar muitas intimidades, porque pessoas e momentos como estes não tem como relatar. Linda ficara marcada em mim, pro resto da minha vida. Vim embora marcada por ela em todos os sentidos. Não posso deixar de falar dos arranhões. Gostaria de ir novamente ao seu encontro e viver tudo novamente, com menos afobação, nervosismo e medo. Infelizmente parece que tudo isso teve um fim. Meu amor continua e a cada dia aumenta mais. Decidi ser apenas amiga dela, pelo fato da mesma estar dividida. Não quero ser uma duvida mais sim a certeza dela. Sinto também que ela ama uma outra pessoa, de uma forma que queria que me amasse. Sei e não tenho duvidas do carinho dela por mim, é isso que me deixa um pouco feliz. Infelizmente não mandamos em nossos corações, mais mandamos e mudamos as nossas atitudes. Linda é a mulher mais sincera que conheci e que tem muitas qualidades, quero muito que ela seja minha por completo. Defeitos ela tem, mas as suas qualidades os superam. Amo você amor. Isso não é um relato sexual e sim de alguém que te ama e te venera a cada dia. Pode ser que nunca mais nos encontremos, mas pode ter certeza que te encontro todas as noites em meus sonhos. Estarei aqui sempre e desejo que você ame alguém e que esse alguém te ame da mesma forma. Jamais vou dizer que uma pessoa vai te amar da forma que a amo, porque sei que ninguém vai te amar como eu.
Oi pessoal, este é meu primeiro conto neste site. Me chamo Gabriela ou simplesmente Gabi, sou morena, bronzeada, peitos médios, durinhos e bicudinhos, cabelo curto, 1,65m e 52kg, e 18 anos.
Desde que perdi minha virgindade tenho dando muito, mas sempre para um apenas. No último sábado, estava eu de rolé na praça de minha cidade e encontro um amigo, Lucas, que tem 18 anos, já fiquei algumas vezes com ele, mas pra ele nunca havia dado. Ele estava com mais dois amigos, e me apresentou. Um chamava Julio, era muito bonito, e o outro que era mais ou menos, se chamava Robson. Conversamos bastante sobre diversos assuntos, até que Lucas me disse que queria beijar na minha boca, dei uma risadinha e respondi que era pra ele me atacar então. Nos beijamos por muito tempo ali na praça, com os amigos deles ao lado. Certa hora, Lucas se atreveu e disse para mim: Gabi, você é muito gostosa, ah como queria te comer. Fiquei envergonhada, mas respondi bem baixinho pra ele, também quero dar pra você mas onde? Robson ao ouvir aquilo disse na hora, na casa da minha avó. Ela não está lá mesmo, mas eu também quero! Topei, seria minha primeira vez com dois homem ao mesmo tempo, Júlio só observava! Chegamos e ja foram logo me agarrando. Robson passava a lingua em minhas buchechas, em meu pescoço, enquanto Lucas já me lambia as costas e dava beijos em meu bumbum. Deitei na cama e Lucas tirou o cacete dele pra fora, pra falar a verdade até me decepcionei, deveria ter uns 15 cm, e não era muito grosso, mas chupei, lambia a cabeça, chupava as bolas dele, dava um trato naquele cacete pequeno, mas bem gostosinho, momentâneamente Robson deliciava-se com minha buceta, e meu cuzinho, sentia aquela lingua quentinha me foder vagarozamente, Julio só assistia sentado no sofá do quarto. Mudamos, Lucas colocou o cacete dele pra cima, e eu sentei naquela vara, estava bom, subia e descia, bem rapidamente e as vezes maneirava o ritmo, rebolava naquela rola e chupava o pau de Robson, que era bem maior do que o do Lucas, deveria ter uns 20cm e era grosso. Aquele estava bão de chupar, chegava engasgar. Os dois gozaram quase junto, um melecou minha buceta, e o outro a minha cara. Enquanto os dois recuperavam as energias, corri e sentei no colo de Julio. Ele sorriu e me abaixou, arrancou a pica dele pra fora e me fodeu, sem dó, de quatro. Aí lá veio o Lucas socando a pica dele em minha boca, e Robson se pôs a dividir a minha boca com ele.
Então Lucas disse, deite-se Julio, sentei naquela vara, era mediana e ele veio com seu pau no meu cu, forçou e entrou com uma certa facilidade, pois sempre dou meu cu, quando faço sexo. Era uma DP maravilhosa. Enquanto isso chupava Robson. Julio gozou na minha buceta, mas continuei com aquela pica nela, mesmo mole, Robson gozou de novo, agora engoliria tudinho sua porra, e então finalmente Lucas jorrou porra no meu cu.
Nunca tinha feito sexo a não ser com um, mas adorei e sempre dou pra mais de dois, já dei até pra cinco, mas isso é outra história.
Quem nunca teve vontade de sair com uma vizinha gostosa? Essa sempre foi minha vontade, desde que me entendo por bissexual. O desejo de ter uma vizinha em meus braços sempre me deixou curiosa. Eu nunca fui uma mulher que se vestisse como um homem, sempre tive minha feminilidade definida. Vestindo-me como mulher com sensualidade, usando brincos, salto alto e batom, de preferência que chamasse a atenção de homens e, principalmente, de mulheres. Afinal, uma mulher chama atenção de outra, sempre reparando a outra mais que o homem e gosto muito disto, pois elas não desconfiam que eu as reparo, mas de outra forma: na intenção de devorá-las. Observo principalmente seus seios e suas bundas, por diversas vezes Ramon me flagrou olhando uma mulher e chamando a atenção dele para que olhasse também.
Sempre esbarrava com Laura no elevador e sempre nos cumprimentávamos de forma rápida e objetiva. Quando ela dava as costas, eu olhava aquele imenso traseiro. Laura é uma loira com seus 40 anos, baixinha de um corpo de causar inveja para qualquer mulher de 20.
Certa vez ao sair do elevador, ela puxou papo comigo. Tive a impressão que ela notou que dei uma olhada para o decote que ela usava. Sempre fui fascinada por bicos de seios, não importava se eram seios durinhos ou caidinhos, o que me importava era como eles ficavam salientes em uma blusa decotada. Notei que ela estava sem sutiã tornando-os mais aparentes. A partir daquele dia, sempre parávamos na portaria de meu prédio para conversar.
Tinha confiança em Laura, ainda mais sabendo por alguns porteiros que era louca por sexo, inclusive tendo dado para um deles e que tinha um fogo que nenhuma água apagava. Adorava dar o cuzinho, segundo soube. Toda vez que eu parava para conversar com ela, eu recordava o que o porteiro de meu prédio havia falado sobre aquela gostosa, e dava mais atenção. Tínhamos muito em comum, “adorávamos sexo”, só não sabia como tocar no assunto de nossa sexualidade. Então, chamei-a para umas cervejinhas, depois de duas garrafas de cerveja, comentei com Laura sobre minha opção sexual. Surpreendi-me quando ela disse que ela nunca teria algo com outra mulher, não era dela sair com uma mulher, que até tinha amigas que gostavam e que em sua adolescência beijou uma menina de faculdade, nada, além disto.
Ela adorava ser enrabada por um homem. Comentou que aquela época ela estava saindo com um homem casado, que ele a comia muito, não havia cobranças e eles trepavam como ninguém. Animei-me com o papo, ela estava ali, desabafando comigo. Quando dei conta, já estávamos na quinta ou sexta cerveja não lembro muito bem. Recordo-me apenas que não tínhamos mais dinheiro, e ela me chamou para tomar um vinho em seu apartamento. Laura era uma mulher que qualquer homem gostaria de ter, independente tinha sua vida estabilizada e morava sozinha. Não recusei seu convite mesmo sabendo que ela não curtia mulher. Acabei vendo Laura com outros olhos e sempre atenta as suas histórias que me chamavam atenção. Fomos tomar um vinho e comer queijo na casa dela. Não pretendia demorar-me, afinal não queria constrangê-la pelo fato de ser bissexual.
Ela colocou vinho apenas no meu copo, dizendo que já havia bebido muito. Sentou-se diante de mim, e olhava-me fixamente nos olhos. Não tínhamos mais o que dizer, e pedi para ver seu sutiã. Ela permitiu que eu tocasse em seu colo, e em seguida, ela segurou em minha nuca e me deu um beijo à força pegando-me desprevenida.
Arrastei-a para o sofá da sala e passei a beijá-la intensamente, ela me abraçava como se tivesse abraçando um de seus machos, em uma carência incrível, eu me coloquei na posição que ela queria protegendo aquela fêmea e devorando-a como desejava. Passei a representar um macho, coisa que eu nunca sonhara fazer antes.
Sentei-a no sofá e arranquei-lhe a saia, em seguida, a camisa. Logo estava arrancando a calcinha com a boca. Laura exalava um cheiro maravilhoso e eu adorava aquele cheiro de xota. Eu estava certa sobre o quanto àquela mulher de 40 anos era gostosa. O corpo maravilhoso, toda depilada e com uma xoxota rosinha. Abri suas pernas, coloquei minha cabeça entre elas, na tentativa de ter minha língua cada vez mais dentro de si, ela me prendia com as mãos. Devotada a seu grelo e metendo meu dedo dentro de seu buraquinho apertadinho, eu possuía minha fêmea.
Ela ficou de quatro, pedindo que eu lambesse seu imenso rabo, encostada e segurando firme o encosto do sofá, pedia que eu lambesse devagar seu cuzinho e metesse o dedo em sua xana deliciosa e toda melada. A safada estava a ponto de gozar, mas era muito difícil chegar a um orgasmo assim. Fiquei por vários minutos com minha língua em seu rabo na tentativa de proporcionar prazer a Laura que se negava a gozar em minha boca.
Logo, ela levantou-se e segurando-me pela mão, levou-me para a cama dela. Não esperava que ela fosse fazer algo comigo, afinal existe algumas regrinhas para a homossexualidade. Acreditava que estava iniciando uma mulher. Os termos passivo e ativo eram adequados para aquele momento de professora e aluna. Eu julgava-me a ativa, e Laura, a passiva.
Não esperava dela uma reação quanto a fazer algo comigo. No entanto, entendi que quando duas mulheres se desejam, não existe hierarquia no prazer. Eu ainda estava vestida. Ela fez questão de despir-me e me dizia baixinho que sempre desejou os meus seios imensos, e que sempre sentiu tesão por mim. Isto me surpreendeu, afinal ela me dissera que não desejava uma mulher na cama.
Deitou-me na cama e passou a me devorar de tal forma que eu nunca senti antes. Parecia experiente naquilo, nunca imaginei que aquela mulher pudesse me fazer gozar, o que de fato ela fez muito bem. Éramos apenas nós duas ali na cama, ela poderia fazer o que quisesse comigo. Levava sua língua por todos os cantos de minha xota, melando minha rosinha todinha com sua quente saliva, metendo um dedo no meu cuzinho e o outro na xoxota e, com perícia, lambia meu grelo rapidamente, sugando-o puxando para dentro de sua boca e mordiscando-o de vez em quando, bem devagar. Gozei muito e demoradamente, mas, ainda não estava satisfeita.
Joguei meu corpo contra o dela e encostei meus seios no dela, bico com bico, ambos estavam durinhos e começamos um longo beijo, roçando xoxota com xoxota. Manifestávamos ali o desejo uma pela outra e caímos em uma breve paixão dedicando-nos uma a outra. Mais uma vez passei a chupar sua xota na tentativa de fazê-la gozar em minha boca. De professora, passei a aluna e tentei fazer o que ela fez comigo minutos antes. Laura demorava a gozar, mas em certo momento senti em minha boca o seu mel, o seu gozo. Ela gemia bem baixinho para não despertar suspeitas nos vizinhos. Ficamos ali deitadas olhando para cara uma da outra por um bom tempo. Levantei tomei um banho. Estávamos em silêncio as duas, ela me levou até a porta, e me perguntou se eu não gostaria de dormir aquela noite com ela. Respondi que não. Na porta, me deu um beijo de despedida, ela estava enrolada no lençol, eu parecia um de seus amantes que tinha que ir para casa e fuder com a esposa, o que não era verdade. Pela manhã, eu tinha que trabalhar.
Por algumas vezes nos encontramos no elevador, mas nunca mais comentamos sobre o ocorrido. Sinto que até hoje ela quer mais uma foda, no entanto, não abro brecha, deixo no ar aquela vontade de irmos mais uma vez ao delírio. No fundo, tenho medo de me apaixonar de verdade por Laura. Ela é uma mulher fantástica e tem tudo que uma mulher e um homem desejam: a experiência de uma mulher de 40 anos que me fez gozar como louca aquele dia, e a simplicidade de uma mulher que quer ser amada.
Penso às vezes em chamá-la para sair, porém no fundo gostaria de vê-la dando aquele rabo maravilhoso para o Ramon. Creio que ele adoraria, se lambuzaria e desejaria sempre mais. Penso em chamar Laura para mais uma cervejinha, quem sabe ela ficaria mais solta e faríamos tudo e muito mais, outra vez? Quem sabe não assisto Ramon fuder minha doce Laurinha?
***Conto enviado pela leitora Aline Mendes do Rio de Janeiro***
Aline era uma ninfeta de 18 anos de idade, irmã de um amigo, que me concedeu o privilégio de iniciá-la no sexo anal antes deste relato. Depois de iniciá-la no sexo anal e mesmo tendo começado a namorar, Aline e eu ficávamos sempre teclando pelo msn. Durante quase um ano, tentei convencê-la a tirar seu cabacinho, mas ela insistia em se guardar, conseguindo apenas comer sua bundinha uma meia dúzia de vezes. Em abril de 2003 em uma festa na casa de um amigo, me deparei com Aline mais gostosa do que nunca. Ela então namorava há um ano, porém o cara estava em viagem. Levei-a para um canto e perguntei se ela havia pensado nos emails que mandei, onde relatava como tiraria sua virgindade. Para minha surpresa, ela me disse que havia adorado receber meus emails de sacanagem e que estava louca de tesão para transar comigo novamente. Forcei a barra dizendo que não abria mão da bucetinha dela dessa vez. Ela me deu um beijo molhado e pediu para que fossemos para um lugar mais reservado. Aline é loirinha, de olhos azuis, descendente de italianos, estilo “cavalona” pois mede 1.73m, e tem um corpão bem definido.
No carro ela disse que iria liberar sua bucetinha, contanto que eu fosse tão delicado quanto eu fui no dia em que inaugurei seu rabinho. Abri um sorriso malicioso e a levei para um motel super luxuoso para desfrutar daquela ocasião tão especial. Mesmo já tendo dado o rabinho algumas vezes para mim e também para seu namoradinho, seu nervosismo era visível. Me deitei na cama e pedi a ela que tirasse toda a roupa bem lentamente, como se estivesse dançando para vários homens. Quando ela começou a rebolar, tentando acompanhar a música do som ambiente, pude sentir um forte desejo em seus olhos. Ao tirar a blusa, os seus seios durinhos saltaram com os bicos intumescidos. A cada peça de roupa liberada, o tesão crescia e meu pau ficava cada vez mais rijo. Aline logo percebeu, tanto que já não sabia mais se tirava a roupa ou observava meu pau ereto. Um tanto confusa ela acabou tirando a calça e depois a calcinha bem apertada. Em seguida, meio que hipnotizada pelo volume na minha cueca, ela se aproximou lentamente e passou a esfregar seu rostinho na minha vara dura. Aline a esta altura já estava tomada pelo tesão. Seu rosto indicava um forte desejo de ser possuída. Ela desceu a cueca e fez saltar na sua frente minha ferramenta. Com aquele sorriso safado, ela exclamou: “Senti muita falta dele! Acho que eu não vou agüentar isso tudo dentro da minha bucetinha”. Segurei-a pelos cabelos e puxei sua cabeça. Aline então abocanhou todo meu cacete, passando a movimentar sua língua quente por toda a extensão dele, todo molhado de saliva. Senti o cacete latejar e descarreguei minha porra naquela boquinha gostosa. Ela levou um susto, pois nunca haviam feito isso com ela e tentou fugir, porém minha força prevaleceu e Aline se viu obrigada a beber todo o meu leite cremoso. E gostou muito, pois a cada jato que saía, ela gemia com tesão, pressionando os bagos para extrair mais porra.
Com o tesão a mil, deitei-a na cama abrindo bem as suas pernas. Ajeitei-me no meio delas e comecei a chupar sua bucetinha rosada coberta por poucos pêlos loiros e lisinhos, mordiscando também seu grelinho. Quando enfiei a língua em sua gruta doce, ela gemeu incontrolavelmente. Aline estava no mundo da lua e eu no paraíso, degustando aquela buceta selada e apertadinha prestes a ser inaugurada. Ela levantava as ancas, forçando minha cabeça contra sua bucetinha cheirosa, que gozava como nunca. Aproveitando a situação, coloquei-a de bruços, abrindo bem sua nádegas, e passei a brincar com a língua no rabinho, que piscava de prazer. A cada bolinação da minha língua, Aline erguia e me oferecia mais e mais sua bundinha para facilitar meus movimentos. Mordisquei sua bundinha e fui avançando minha língua pelo seu corpo, passando pelas costas até chegar na nuca.
Aline virou-se para mim e ofereceu-me os seios, cujos bicos ficaram duros ao contato com os pêlos do meu peito. Abocanhei gulosamente seus montes afrodisíacos, para em seguida começar a mamar e a morde-los. Ela chorava e delirava. Aproveitei para levar minha mão por trás e introduzir o dedo médio em seu cuzinho quentinho. Minha ninfeta putinha chegou a um orgasmo estonteante. Incapaz de se controlar, ela virou seu corpo e se atirou sobre mim, caindo de boca no meu mastro. Aline me chupou com tanta determinação e habilidade, usando as mãos para me punhetar, que por pouco eu não gozo novamente em sua boquinha.
Afastei-a de mim e coloquei-a de novo de costas para enrabá-la. Aline fez um charminho dizendo que estava ali para inaugurar sua bucetinha, no que eu apenas respondi que teria a noite toda para fuder sua bucetinha, mas que eu estava com saudades mesmo, era de fuder seu cuzinho que fora inaugurado por mim, e que de tanto dar para seu namorado já estava bem alargado. Nisso meti a língua no cuzinho para lubrificar, e com o gozo que escorria de sua bucetinha, introduzi um e depois dois dedos.
Aline gemia e respirava de forma bem ofegante. Coloquei-a de quatro e fiquei de joelhos atrás dela. Ao encostar a cabeçorra no anelzinho, Aline dominada pela ansiedade e pela saudade do meu caralho em seu cuzinho, pediu que a fodesse de vez, sem dó, e com toda a força. “Vai meu macho, empurra esse pau gostoso para dentro de mim. Me enraba, me fode de uma só vez. Meu cuzinho sentiu muito a sua falta”.
Segurei suas ancas e pressionei com violência, metendo meu caralho até o talo. A cada estocada, Aline gritava para que eu fosse mais rápido, que tirasse e enfiasse até o fundo. Ela gostava de levar umas boas palmadas e não demorou muito para pedir. Bati forte nas nádegas. Seu cuzinho piscava a cada tapa e aquilo foi pressionando meu cacete. Senti sua mão por baixo procurando seu clitóris. Aline rebolava e empurrava a bunda para trás, fazendo meu cacete desaparecer dentro dela. Realmente estávamos no auge de nosso tesão. Ela que só conhecia o sexo anal sabia curtir cada momento e gozava alucinadamente com um bom caralho enfiado em seu pequeno cu rosado. Eu com bastante experiência nesta área, comia aquele cuzinho em um ritmo bem envolvente, alternando para algumas estocadas somado as palmadas para relaxar seus músculos, abrigando assim todo o meu membro.
Era muito bom poder estar comendo aquele cuzinho especial, que eu havia deflorado com todo cuidado e que agora dilatado pelo tempo, recebia meu caralho sem maiores riscos de dor ou de travamento. Meu pau deslizava, como se estivesse comendo uma buceta bem lubrificada, e por isso controlei meu desejo louco de gozar para curtir o máximo possível seu rabinho. Sabia que com a bucetinha a história seria outra. Mesmo ela sendo despachada e safadinha, iria passar pelo nervosismo de sentir o cabacinho sendo estourado e da sensação de abrigar um pauzão pela primeira vez sua bucetinha minúscula e apertada. Coloquei-a de lado (posição preferida dela) e continuei a comer seu cuzinho massageando sua bucetinha. No momento em que ela gritou que estava gozando, Aline sentiu um jato de porra quente inundar seu rabo. Ela me pediu que ficasse alguns minutos agarrado nela com meu pau atolado no cu. Em seguida ela foi se afastando e meu pau foi deixando aquela grutinha arrombada. Quando meu pau saiu por completo, minha porra começou a sair pelo burraquinho, me deixando com um puta tesão.
Fomos para o banheiro tomar uma ducha. Aline ainda tomada pelo tesão, pegou o sabonete e começou a esfregá-lo em meu corpo, como se fosse uma massagem. Segurou o meu pinto todo ensaboado e iniciou uma gostosa punheta. Meu tesão foi aumentando e vendo aquele corpo maravilhoso à minha disposição, tive uma atitude impetuosa. Desliguei o chuveiro e levei Aline ao quarto com nossos corpos ainda cheios de espuma. Nos deitamos na cama e ficamos roçando nossos corpos um no outro. A mão mimosa de Aline procurava insistentemente meu caralho, tentando encaminhá-lo até a buceta virgem. Eu sabia claramente o que ela queria. Então decidi realizar seu desejo. Abri suas pernas, e no meio delas, estava uma rosa prestes a desabrochar. Dei um banho de língua gostoso e fui invadindo aquele templo sagrado, rompendo seus portões. Aline chorava, mas eu sabia que era de felicidade. Ela implorava para que não parasse. De repente num movimento mais brusco, meu membro alcançou o fundo da sua alma. Misturado a espuma, suor e tesão, vi um filete de sangue escorrer por suas pernas. Aline se transformava em mulher. Fiz com que ela gozasse sem parar e sentisse o quanto é bom um orgasmo brotado na penetração. Ao vê-la gemendo, sussurrando, também soltei meu liquido denso em sua vagina. Aline pode sentir o calor da minha porra invadindo seu interior. Não suportando tanto prazer, ela desmaiou num sono profundo. Tirei meu peso de cima dela e me acomodei ao seu lado.
Só fui me dar conta de tudo no dia seguinte, quando despertei com Aline chupando meu pênis, silenciosa e carinhosamente. Não existe surpresa melhor para um homem do que isso. Coloquei minhas mãos entre os cachos loiros, acariciando seus cabelos. Ela olhou para mim e disse: “Acordei você? Desculpe, eu devia me controlar, mas não pude…”
Quando dei por mim, ela havia montado em cima de mim e começou a esfregar sua bucetinha no meu caralho. Me beijou, e sussurrou no meu ouvido que estava louca para cavalgar na minha vara. Eu respondi maliciosamente que ela já sabia, mas ela retrucou: “Só sentei com meu rabinho, mas agora quero que seja com minha bucetinha”.
Meu pau pulsava sem parar, Aline foi sentando vagarosamente enquanto meu cacete começava o arrombamento daquela bucetinha recém inaugurada. Ela cavalgou com maestria, rebolando e com fortes estocadas exatamente como fazia, quando sentava com seu cuzinho rosa estraçalhando meu caralho. O Suor escorria pelo seu corpo, porém ela não diminuía o ritmo. Ela enterrava meu pau em sua bucetinha, seguido de esfregadas e reboladas, me deixando cada vez mais louco. Gozou aos gritos e atirou todo seu corpo em cima do meu.
Coloquei-a de quatro e pela primeira vez ela usou essa posição para levar na buceta. Meti meu cacete com força, enquanto enfiava um dedo em seu cuzinho. Quando meu tesão tornou-se incontrolável, segurei-a pela cintura e me posicionei colado atrás dela na posição de cachorrinho. Agarrei firme seus peitos e meti gostoso até o fundo bombando com rapidez. Aline chegou novamente ao gozo e sua buceta piscava no meu pau. Quando reparei naquela bunda deliciosa na minha frente, decidi variar um pouco. Puxei meu pau molhado com liquido vaginal, separei suas nádegas e mirei na porta de seu cuzinho. Ela se derreteu inteira e relaxou o anelzinho, aprovando a minha iniciativa.
Quando sentiu a cabeça entrar, Aline estava bem relaxada e gemeu de prazer começando a rebolar. Fui metendo cada vez mais fundo, e levei minha mão a sua buceta, enfiando dois dedos naquela gruta lambuzada. Com poucos movimentos de entra e sai, acabei gozando junto com ela. Tomamos uma ducha deliciosa e um big café da manhã. Ela confidenciou que adorou inaugurar sua bucetinha, mas que o sexo anal é muito prazeroso para ela. Sorte minha, pensei: enquanto o corninho do namorado ficava com um buraquinho, eu tinha todos a minha disposição, e por mais de um ano a gente transou vivendo momentos inesquecíveis
Me chamo Andréia, atualmente tenho 23, recém formada em ciências contábeis, tenho 1,68m, 53kg, tenho um bumbum que me rendem muitos elogios, seios médios, e gosto sempre de deixar minha marquinha de biquini. O conto que vou relatar, aconteceu quando eu tinha 18 anos. De férias, fui visitar minha tia que mora em Salvador. Ela era viúva e morava só com minha prima Renata de 20 anos na época. Cheguei lá na terça e até sexta nada demais havia acontecido. Quando chega sexta-feira, Rê me fala que iría a um churrasco no sábado e se eu quisesse poderia ir com ela, claro que aceitei. A noite como nos outros dias, formos passear e ela sempre me deixava chupando dedo. Saia com seu namorado e me deixava sozinha, pois ainda não tinha encontrado ninguém interessante. Chegando no sábado formos ao churrasco por volta de umas 11:30 da manhã. Eu vestia uma calça bem justa e um tomara que caia, deixando minha barriguinha para o povo ver. Rê por sua vez, vestia uma sainha minúscula e uma camiseta. Iría sem o namorado, por isso vestia asim. Chegamos na festa, fomos bem recebidas por Lucas. Rê me apresentou a ele, e pude perceber que não tirava o olho de minha marquinha. Fingi não perceber e fui aproveitar a festa com minha prima. Depois de umas 3 horas regada a cerveja, Rê já se encontrava bem alegre e dançava muito. Como usava uma saia muito pequena, ao rebolar até o chão mostrava a todos sua calcinha minúscula vermelha. Com aquilo, ela foi cercada por uns sete caras e eu sai. Fui tomar cerveja em outro local. Um rapaz chegou perto de mim e se apresentou com o nome de Victor, começamos a conversar e pude perceber seu interesse em meu corpo. Depois de mais de meia hora de conversa, resolvemos dar uns amassamos. Ficamos ali por mais de uma hora nos amassando bem gostoso. Já estava bem meladinha, sentindo o pau dele roçar em mim por cima da calça. Depois resolvemos dar um tempo e fui procurar por Rê, acabei encontrando ela na lavanderia engolindo um cacete. Achei melhor não incomodar e sai logo. Voltei para beber mais e como também já estava muito legal, fui dançar para suar um pouco. Fiquei dançando e sendo encochada por mais de duas horas. Avistei Rê e fui ao encontro dela, me contou o que havia acontecido. Fingi não saber de nada. Conversamos muito, ela me falou que foi maravilhosos e que até o final da brincadeira iria ter mais. Voltamos a dançar, Victor veio por trás e me beijou a nuca, me arrepiei todinha nessa hora. Ele me chamou para irmos a um canto mais aconchegante, me levou para um fundinho onde tinha pouca luz, mas quando chegamos lá tivemos azar pois no local já havia um casal. Ficamos procurando outro lugar, mas estava difícil. Então ele me levou para fora da casa e formos para uma praça perto dali. Procuramos um local bem escurinho e ficamos em um batente meio alto. Assim que chegamos me beijou e foi alisando todo meu corpo. Forçava seu corpo no meu, e eu sentia seu pau roçando mais uma vez no meu corpo. Ele então baixou meu tomara que caia e mamou para valer em meus peitos. Eu como estava gostando muito da brincadeira, resolvi colocar a mão no pau dele ainda por cima da bermuda e apertava muito. Então abriu minha calça, colocou a mão dentro e começou a alisar minha xaninha, que já estava totalmente encharcada. Primeiro por cima da calcinha e depois por dentro. Minha xota piscava de tanto tesão, parecia implorar para receber aquele cacete duro que eu tinha na mão. Coloquei o pau dele para fora e comecei a punhetar, enquanto ele descia mais minha calça e colocava dois dedos em mim. Depois abaixei e comecei a chupar ele com gosto, até gozar em minha boca. Não deixei cair nenhuma gota. Depois que engoli tudinho, continuei a chupar para reanimá-lo, o que não demorou muito. Levantei e pedi para que ele enterrasse tudo em mim. Ele me virou e começou a botar bem devagar, sentia aquela pica deslizando em minha xana toda molhada. Começou um vai e vem cada vez mais frenético. Nesse momento fui às nuvens de tanto tesão, e sem demora gozei junto com ele, em um gozo bem demorado. Quando nos reanimamos, percebemos que estávamos sendo observado por dois garotos. Senti um enorme susto na hora, mas depois relaxei. Vi que eles gostavam do que viram e abaixei de novo para chupar mais uma vez Victor. Foi quando passou um senhor com cabelos já brancos olhando. Me levantei e voltamos para a casa. Rê disse que me procurava ha muito tempo e já era hora de ir para casa. Me despedi de Victor e fui para casa. Depois daquele dia trepei mais duas vezes com Victor antes de voltar das férias.







