Esta é a primeira vez que relato esses fatos. Inicialmente gostaria de me apresentar: meu nome é Rafael, sou de BH, sou mulato, tenho 25 anos, 1,81 de altura, 92 kg (um pouquinho fora de forma), olhos e cabelos pretos, peludo, muito safado e amante de muita sacanagem, sem frescuras. Há algum tempo despertou dentro de mim uns desejos meio bizarros. Sonhava e me imaginava sempre transando com um cão. Tinha um cachorro “basset” e pra dar vazão a esses desejos sempre que dava eu masturbava o meu cãozinho e mamava gostoso no seu pau, que não era nada pequeno. Mas meu sonho mesmo era ser enrabado por um cão, teria que arranjar outro porque o meu era muito pequeno e não conseguiria montar em mim. Tenho um vizinho chamado André que tem um casal de “akitas” e que sempre que viaja deixa a casa para eu tomar conta, limpar a piscina, tratar dos cães, etc. Já tinha me imaginado transando com o macho, mas não sabia como nem quando ia rolar. No mês de julho desse ano meu vizinho viajou para Curitiba e me deixou tomando conta da casa, como sempre. Aí acendeu uma luzinha dentro da minha cabeça e vi a oportunidade que eu esperava. E pra minha felicidade, a Tina, a cadela estava no cio e o Michel, o macho estava louco de tesão e uivava o dia inteiro. Uma tarde saí de casa e disse que ia dar uma limpeza na piscina e banho nos cachorros e iria demorar. Aí coloquei meu plano em ação. Dei um banho no Michel e enquanto isso aproveitei pra ir pegando no pau dele e começando a bater uma pra ele. Acho que ele entendeu logo, porque ficou doido e já queria montar em mim, mas ainda não era hora. Quando ele já estava cheiroso, levei-o pra varanda, fiquei só de calcinha, uma calcinha vermelha e enfiada no rego (isso também faz parte de minhas taras) e comecei a pegar no pau dele. Ele deitou-se, eu me agachei e quando vi aquela jeba vermelhona pra fora, não resisti e caí de boca. O cachorro ficou louco, começou a chorar baixinho de tesão e o seu pau ficou ainda maior, saindo todo pra fora, só aí pude realmente ver o tamanho da pistola que ia me comer. Não demorou muito senti um gosto meio doce na boca e minha boca encheu de um líquido ralo, o Michel havia gozado na minha boca. Ele havia gozado, mas eu não. Então fui até a Tina, e com um pedaço de pano limpo, esfreguei-o bastante em sua buceta que estava até inchada. Em seguida voltei até o Michel, me coloquei de quatro e esfreguei o pano no meu rabão todinho. O cachorro ficou louco e já veio montando em cima de mim com aquele cacetão de fora. Nessa hora ele estava até salivando e tremendo. Ele deu uma primeira estocada, que quase acertou a porta do meu cu, mas como eu estava de calcinha ainda não conseguiu acertar meu buraquinho direito. Arredei a calcinha pro lado, peguei um pouco do shampoo dos cachorros, passei no meu cu e chamei o Michel, na mesma hora ele veio pulando em cima de mim e começando a bombar, sem conseguir acertar direito. Pra lhe dar uma forcinha segurei sua pistola e mirei bem na portinha. Pronto! O resto foi só alegria. Na mesma hora senti aquela pistolona me rasgando, senti muita dor, mas o tesão era maior. Já tinha dado algumas vezes, apesar de não curtir muito dar, principalmente pra pau grande. Comecei a sentir um tesão danado com a pistola daquele cão atolada no meu rabo e comecei a rebolar muito, enquanto isso o Michel bombava bastante, como se fosse um macho me comendo mesmo. Cara, nunca senti tanto tesão na minha vida. Minhas pernas estavam até bambas, meu pau babava e eu nem sentia mais dor. De repente, comecei a sentir as unhas do cão nas minhas costas quase me furando, e sentir sua pistola crescendo dentro do meu cuzinho. Cara, aí sim começou a doer. Uma mistura de dor e tesão deliciosa. Lembrei-me que devia ser o tal do nó do pau do Michel que estava pra fora e parecia que ia me rasgar ao meio. Quando tentei sair dele vi que estava agarrado com ele. Nessa hora meu coração foi a mil e eu quase morri de tanto medo. Ficamos engatados, cada um virado para um lado e eu com aquela tora dentro de mim, me rasgando. Tentava puxar, mas o cachorro dava uns gritos e logo desisti e resolvi curtir, já que não dava pra fazer muito naquele momento mesmo. Ele se virou montou novamente em mim, cravou suas unhas nas minhas costas e bombou de novo, depois de uns cinco minutos, senti o Michel estremecer e logo em seguida senti meu cuzinho se enchendo ainda mais. Começou a escorrer na minha bunda uma porra ralinha e quente. Nessa hora confesso que eu gozei também e fiquei de joelhos, aí escutei um barulho e vi que o Michel havia descido de cima de mim e tava lambendo a porra que escorria do meu cu. Passei a mão no meu rabo e não acreditei o tamanho que tava meu buraco, saía uma mistura de porra e sangue que o cão lambia avidamente. Cara custei a ter forças pra me levantar e ir até o banheiro tomar uma ducha. O estrago foi grande, um cu arrombado e minhas costas todas arranhadas. Agora felicidade igual àquela que eu estava sentindo, macho nenhum nunca havia me dado. Depois disso ainda não tive outra oportunidade de transar com meu novo macho, mas sempre que posso pego no seu pau e começo a bater uma pra ele. Acho que ele já sabe o que eu gosto porque imediatamente ele começa a cheirar o meu rabo.
Depois de algum tempo, volto a narrar mais uma das minha aventuras. Desta vez para contar como comi a minha cadela Fila, nem precisa dizer que é uma delicia de cachorra.
Em minha aventuras zoofilica, já devo ter comido pelo menos uma dezena de cadelas, mas nada se equipara com a minha Dany, esse é o nome da minha Fila.
O ano passado após a morte da minha cadela Doberman, ganhei de presente uma linda cadela, já estava com 4 meses, de grande porte e logo deu para perceber que tinha uma linda buceta, nem precisa dizer que logo fiquei de pau duro, já imaginando quando poderia comer aquele delicia! a cadela sempre recebeu um trato especial, quando ela chegou aos 8 meses, já estava enorme, então comecei a brincar com a bucetinha dela, passava a mão, alisava e de vez em quando enfiava a pontinha do dedo, e aos poucos ela foi se a costumando, logo já enfiava o dedo todo e ela levantava o rabo, como se estivesse permitindo.
Não estava com pressa, quando ela chegou aos 10 meses, aí comecei a bulinar com mais frequencia, já enfiava dois dedos e não demorou comecei a colocar a cabeça do pau, mas percebia que era muito apertada, sempre fazia isso com muito cuidado para não machucá-la.
Agora ela já esta com um ano e sua buceta já esta ficando grande, mas toda vez que enfiava o pau encontrava o anel que fica logo apos a entrada, esse anel dificulta a entrada do pau. Na semana passada resolvi que iria comer ela pra valer. Num dia de sábado fiquei só em casa e logo parti para o ataque, primeiro dei um belo banho, fiz uma boa higienização. Lambuzei a sua bucetinha com gel e tambem a cabeça do pau, coloquei a cabeça e forcei um pouco, mas quando chegou no anel, foi a mesma dificuldade. Como não tinha pressa, tornei lambuzar o pau com gel e fui colocando bem de vagar, como ela ficou quieta e levantou o rabo, empurrei com vontade, o anel cedeu e o pau entrou tudo, nem acreditei, fiquei um pouco parado sentindo a pulsação da buceta dela. Mas logo não me contive e comecei a bombar aumentando a velocidade, fiquei assim uns 20 minutos até não agunetar mais e gozei loucamente.
Tirei o pau e ela veio lamber, logo o tesão voltou e não tive duvidas comi ela novamente.
Agora estou em lua de mel com a minha dany, não passo mais que dois dias sem meter com ela. Estou aguardando ela entrar no cio, ai sim vou mete mais gostoso ainda.
Minha esposa é uma mulher culta, bonita e tipo gostosona, os caras ficam de olho nela quando passa e eu gosto ,ela sabe e se insinua para eles , um dia eu disse a ela para pegar qualquer e quantos caras ela podesse ,ela me respondeu que gostaria de ser livre sexualmente para fazer o que quizer,concordei e ela vibrou, e assim foi feito, ela trepou um cara e depois outro e dpois uma gata ,e me disse não esta sastifeita queria mais e mais ,foi quando ao passar pelas ruas do centro de Salvador ela viu uns camelos vendendo filmes PORNOR e resolveu comprar uns de zoofilia , achei estranho mais não falei nada ,ao chegar em casa ela foi para o quarto e assistiu todos um atrás do outro ,no final de semana tive uma surpressa ela diss ter entrado em contato com um grupo de pessoas pela internet, eles eram praticante de zoofilia, fomos ao encontro secreto era um sitio distante ,lá ao chegarmos fomos recebidos por um casal, bonitos e elegantes ,falavam como a se conhece-se de logo tempo, lá tinha CAVALOS ,CACHORROS, JEGUES,E OUTROS. A tarde eles serviram bebidas e foi anunciado que a nova praticante já estava pronta para ser trepada, eles vieram até minha esposa e disseram Vc. vai ser trepada agora na frente de todos ela sorriu e disse estou pronta, o cara tirou as roupas dela e mostrou a todos aquele corpo gostoso e chupou os seios dela em minha frente e a colocou de quatro passou gel em seu CÚ e outros homens se aproximaram trazendo os cachorros que já brigavam para possui-la ,uma cara disse vou colocar o mellhor para Vc. CADELA ,era um cachorro grande ,que logo montou em sua cintura e procurou penetra-la, na primeira estocada ela gritou e na sengunda o cachorrro já tinha entrado todo seu pau ela delirou de prazer ,e em dado momento notei que estava grudada como uma CADELA, eles a deixaram a mercer do cão que puxava de um lado para o outro ,ao ir socorre-la um dos casais disse ,deixe a cachorra GOZAR ,ela nesse momento não é sua mulher e sim do cachorro, espere ele terminar de fode-la, depois de uns cincos minutos ela desgrudou e vei até a mim sorrindo e feliz e disse é isto que quero, troxeram um banco largo e alto e colocaram no centro, e dessa vez um cavalo ,o animal já viciado estava de pau duro ,ela correu e o enfiou na boca ,o cavalo queria montar ,os cara pegaram ela e colocaram no banco na posição de penetração ,era uma apropriado forrado e com cheiro diferete ,acho que era perfume de cio animal passaram nela e ele ficou locou e montou no banco o paua estava quase na xana da vagabundo e uma mulher segurou o cacete e o cavalo a penetrou a mulhere segurava para nã entrar tudo mais ela pedia mais e deixaram ele a penetrar mais um pouco ele deu umas duas ou três etocadas e ví o esperma do animal derramar entre suas pernas, ai notei homens e mulheres se masturbando com cena fiquei excitado e comecei a fode-la ali mesmo ,os caras tambem a queriam e treparam ela pelo ao menos uns 6 caras, gahamos um cão da raça dog alemão já grande e manso e nos disseram esse é para brinca em casa,quando quizerem mais veham para cá , ela disse ter se sastifeito e encotrado o que sempre quiz,
Bem meu nome é Carlos, esta historia aconteceu quando eu tinha 18 anos, e minha prima 19, morávamos no sitio e já transávamos a um ano, eu foi quem tirei sua virgindade da xoxota porque do cu eu bem que tentava mas ela não liberava nem a pau.
Bom como eu desse já fazia um ano que nos aprontávamos, mas ela tinha um grande desejo de dar para um cachorro, já tinha tentado fazer meu cão comer ela mas em sucesso, não passava de uma chupeta no cão e eu era quem acabava comendo a safada, um belo dia tinha uma cachorra no cio e vcs sabem como é cadela no cio junta uma cachorrada danada, então ela me chamou para transar fomos pro meio de uns eucaliptos que tinha perto de nossas casas, quando já estava nas preliminares vem aquele bando de cachorros com a cadela no cio, minha prima ficou doida ela estava toda nua com sua bucetinha toda raspadinha coisa linda eu chupava e passava a língua no seu cuzinha que piscava feito louca, pensei comigo hoje eu como.
Bom depois de muita chupação eu falei para ela vc quer tentar com um dos cachorros? Ela aceito na hora, ai eu para favorecer o meu cão ajudei outro cachorro trepar com a cadela a cadela de verdade para o meu trepar com a cadela da minha prima, foi muito difícil porque eram bastantes cachorros e era briga para todos os lados, quando o outro cão trepou e meteu a pica minha prima ficou louca chupava o pau do cachorro que comia a cadela ali por baixo, ai eu passei a mão na buceta da cadela que estava sendo fudida pelo cão e passei na chucetinha da minha prima e na bundinha dela, quando eu chamei o meu cão para pero dela o danado ficou louco acho que ele sabia que aquele dia ele iria ser meu sócio, bem fiz tudo certinho pedi para minha prima ficar de quatro pincelei minha pica que estava dura como um ferro na sua bucetinha e depois tentei forçar seu cuzinho, mas ela deu um pulo para frente, ai eu chamei meu cão dei um tapinha nas costas da minha prima ele subiu na hora, fazendo movimentos rápidos mas não acertava o buraco, minha prima já gemia de vontade de ser fodida pelo meu cão, ela me disse vai Carlos ajuda ele coloca este cacete na minha buceta vai, quando eu fui com a mão por baixo para colocar a pica na direção certa minha prima deu um grito e tentou sai para frente, mas o cão agarrou ela pela cintura que nada tirava, ai a cadela começou a gritar tira, tira titiitira tiiiira, fique um pouco apavorado com medo de machucar minha prima, foi quando vi que o cão tinha acertado não a buceta dela, mas sim o cuzinho aquele mesmo que ela preservava tanto, mas para minha surpresa quando eu tentei tira ela disse não deixa, deixa, agora ta gostoso, fique passando a mão na sua bucetinha e no seus peitinhos e ela rebolando e gemendo dizia vai meu macho fode deu cu fode vc não preferiu ele? Agora fode, quando vi que o cão deu aquela fincada de patas traseira no chão, e minha prima virando os olhos e dizendo aiiiiiiiii uiiiiiiiiii meti meti coloca tudo esta pica no meu cu ai vi que o nó tinha entrado e o cuzinho dela estava totalmente cheio, mas o cão não parava de bombar e ela não parava de gritar vou gozar, vou gozar vi que o cachorro também estava gozando no cuzinho de minha prima porque estava diminuindo o intervalo das estocadas, ai eu pensei quando ele gozar vai sair de cima eu vou comer a buceta dela porque vendo aquela cena toda eu já não agüentava mais, mas para minha surpresa ele desceu das costas dela e virou de bunda os dois estava grudados, e doido de tesão, vendo que minha vês ia demorar coloquei meu pau na boquinha dela que foi generosa comigo fez um boquete muito gostoso até eu jorrar minha porra na sua boca, nessas alturas o nó já tinha murchado um pouco e numa forçada um pouco mais forte saiu, fez um barulho e a cadelinha caiu no chão seu cu estava um tanto largo e saindo sangue, esperei ela se recuperar colocamos a roupa e fomos embora, depois deste dia eu comi o cuzinho dela varias vezes, ate que ela casou, hoje ela é casada mão de dois filhos e ate mudou de religião.
O que vou escrever aqui e um relato real que eu precenciei,meu avô joão possui um rancho numa cidade de interior.neste local ele aluga baias e cuida de cavalos para pessoas que tem o animal e não tem onde deixar.
Vamos ao assunto ha duas garotas que cursão veterinaria,a maiza e a magali,elas tem um cavalo de nome fumaça,e um belo animal,e paga para meu avô cuidar ,eu de vez enquando passo para dar um alo para meu avô para ver como andam as coisas,neste dia que passei meu avô tinha ido para o centro resolver umas coisas,la so estava meus tios o ernesto e o ailton que trabalham junto com meu avô.e conversando com eles na varanda da casa pude ver as duas garotas muito belas por sinal meu tio dizia as filinhas de papai.cuidavam do animal uma escovava e a outra jogava água.ate ai tudo bem nada de mais neste dia fui embora normalmente.
passando la um outro dia pude ver que a pick up das meninas estava no local parada mas nâo as vi por canto algum estacionei meu carro atras da casa.meu avô e um de meus tios não estavam ,so um deles que descansava numa rede proximo ao trator perguntei pelas garotas ,ele me disse deve de ta na cocheira onde fica os cavalos delas la no fundo.
fui procura-las ,quando por uma fresta numa tabua da cocheira pude velas alisando o animal,fui ver mais de perto bem devagar para não fazer barulho e para eu poder ouvir o que elas falavam.cheguei bem perto sem que ela me notasem,e pude ver que a maiza alizava o pau do cavalo que ja estava com a picona preta dura que nem ferro,ela alizava com gosto,ouvi ela dizer para magali vc trouxe o gel,ela responde ih deixei no carro,vou buscar.
foi e voltou correndo ,e a maiza pergunta tudo quieto nada de anormal la fora,magali responde , ta o ernesto , ta dormindo na rede,e o seu joão nem chegou ainda.ela toda euforica começou a tirar toda a roupa ficando as duas peladinhas e eu ali so olhando ,como são gostosas,essa hora ja não aguentava mais minha pica parecia que ia estourar de tão dura.e as meninas ali alizando a pica daquele animal,a maiza com muito jeito abocanha a pica do bicho que ja estava ate acostumado com tudo aquilo , e começa a mamar que e uma loca a outra ja pega o tubo do gel e começa a passar na irmãque chupava com gosto.ela tira a pica da boca e começa,a passala na bucetinha num vai e vem alucinante, eu pensei essas duas são loucas .ela começa a enfiar aquela pica na chana,eu vendo tudo aquilo não acreditava no que estava precensiando
nossa o cavalo ja estava inquieto e mechia as patas trazeiras copulando a buceta daquela gulosa ,a outra so olhava e alisava a chaninha,esperando a vez,quando derrepente ela tira a pica do cavalo da buça e vira de costas para o bicho,ela com o cu ja todo melecado de gel que a outra passou começa enfiar aquela lapa de pica no cú,eu não estava acreditando no que via, a magali começa a segurar apica do cavalo para que não saise do rumoe para o bicho não entra com tudo no rabo da irmã,que rebolava com aquela pica enfiada no rabo gemendo e dizendo vai cavalinho goza para sua dona vai,o
cavalo ja bufava anunciando que ja ia gozar quando ela começa a gritar ai to gozando pelo cú,hum que pica gostosa aaai esse gel e bom mesmo nem ta doedo so to sentindo tesão aaaai o bicho começa a gozar no cú daquela biscate que so porra saindo pa tudo que e lado.eu ja tinha gozado umas par de vez so de olhar.ela tira o pau do rabo e a magali diz nossa que buraco da pra ver la dentro,quero ver a hora que passar o efeito desse gel o que vai acontecer vc não vai nem sentar.agora e minha vez num quero nem saber,o cavalo ja esta va muchando a pica e a magali caiu de boca no bicho dizendo guenta ai fumaça que agora e minha vez.
o animal cada vez mais inquieto a maiza começa a alisalo com uma escova para acalmalo e derrepente a pica do bicho endurece de novo na boca da magali que chupa que e uma doida ai tira a chapeleta da boca e começa a esfregar na buceta que eu pensei que era apertadinha engole metade daquela pica de uma so vez ,eu pensando nossa essa ja ta arrombada e o cavalo ali firme e ela se movimentando pra frente para traz,hora chegava ate a ponta da pica na portinha e enfiava com tudo,o fumaça deu ate uma relinchada nunca tinha presenciado uma transa igual aquela eu achava que ja tinha visto de tudo mero engano,ela gemia e gemia e dizia vai cavalinho vai ja gozei umas dez vesesvai meu bichinho,nossa disse a maiza esse gel e bom pra caramba vc ta parecendo uma doida .magali diz pra irmã pega o tubo de gel e passa no meu cuzinho que quero essa pica enfiada toda no meu rabo,essa altura eu ja não aguentava mais não podia sair dali se não elas iriam me ver,a magali tira a pica do animal da buça vira de costas e começa a esfregalo na porta do rabo e dizia ai que tezão loco que eu to sentindo ai nunca fiquei assim.e mete a pica do cavalo no rabo de uma vez so ,eu pensei nossa esse gel deve de amortce tudo essa meninas vão ficar descadeiradas depois que eu quero so ver e ela ali num vai e vem frenetico com a rola enfiada no rabo,gemendo gostoso e tirava ate a portinha e enfiava tudo para dentro e o cavalo ali o bicho ja tava todo suado bufando e a menina querendo rola ,aquilo ali so podia ser o efeito do tal gel,nunca vi um negocio daquele aqelas duas eram insaciaveispois a outra ja passava gel no rabo de novo para enfiar aquela pica no rabo de novo,e a magali alipuxava ate a portinha e enfiava tudo pra dentro de novo gemendo e rebolando naquele pausão,aquilo era um coisa de outro mundoderrepente o cavalo começa a relinchar e se movimentar que a menina que tava embacho deu um grito ai foi la no meu estomago agora o bicho começou a se bater de uma forma que a magali caiu longeomeçou a dar coises e pular feito um loucosai correndo da onde eu estava fechando a calça so deu tempo de eu abrir o portão da baia pro bicho sair empinando e dando coises pratudo que e lado,quando terminei de fechar a calça vi as duas deitadas no chão com o rosto voltado para baixo .pensei o cavalo matou as duas depravadas chamei elas pelo nome elas olhão para mine dizem o que aconteceu,eu voces quase matam o faisca suas depravadas nem o cavalo aguentou vcs.seu desgraçado onde que voce estava que apareceu tão rapido diz a maiza.
Eu estava escondido todo esse tempo ali ao lado de voces vi tudinho.as duas caem de joelho na minha frente pedindo por favor que eu não falasse para ninguem o que eu tinha visto ali que eu seria bem recompensado,pensei nossa tenho as duas na minha mão.so foi eu vacilar que as duas abrem o meu ziper e começa a chupar minha pica uma empurrando a outra diziam fale qual das duas voce prefere, e eu as duas ,sem brigas meninas vamos entrar num acordo hoje eu não aguento mais nada de tanto que eu ja gozei de ver voces com o fumaça.as duas vestem as roupas e saem de cabeça baixa ,eu falei animo meninas a gente fez um trato eu não vou falar pra ninguem o que eu vi aqui hoje.amanhã a gente se fala.
no outro dia fui la ver se via as duas no rancho.que nada nem deram as caras,falei com meu av^0 se ele tinha o numero do telefone das meninas,e ele disse da marcado num papel na porta da geladeira.fui la correndo peguei o numero e liguei para as duas.magali atendeu com um voz estranha ,e ai não vam ver o cavalo hoje,nem fale em cavalo disse ele a gente ta que não aguentamos nem andar ,estou toda dolorida depois que passou o efeito daquele negocio não aguento nem ficar de pe. e disse o fumaça ta que não deixa nem chegar perto de tão arisco.so quando estivermos melhores a gente vai ai nem na facudade a gente vai que não da nem para sentar,eu imagino .
a gente se fala outro dia então desliguei o telefone e fui velas uns dois messes depois.hoje elas são formadas compraram um sitio e levaram os animais para la e pois eram dois cavalos o faisca e o fumaça,não fazem mais tudo aquilo pois sempre estou la eu e meu irmão,ai ja começa outra estoria que outro dia conto para voces
Eu e minha esposa gostamos muito de sexo e ambos somos descendentes de orientais.
Era um mês de férias e estavamos em uma fazenda do meu sogro e minha sogra, que haviam viajado.
Estavamos só eu e minha mulher na fazenda, além dos empregados que cuidavam do gado e de alguns cavalos de raça, que meu sogro adorava.
Estávamos há uma semana e não havia nada para fazer além de comer, dormir e trepar.
Em uma bela tarde com o sol se pondo no horizonte, eu e minha esposa resolvemos dar uma volta pelas redondezas.
Fomos até o estábulo onde ficavam os cavalos de raça. Ouvimos uns relinchos e gritos de um empregado. Chegamos mais perto para ver e entramos no estábulo.
O peão estava ajudando o garanhão a cobrir a égua.
Minha esposa olhou o cavalo com a pica enorme e dura tentando foder a égua e ficou excitada.
Ficamos lá observando a tentativa, até que o garanhão penetrou a potranca. Logo o animal gozou e sossegou.
O peão ficou meio sem graça mas minha mulher o tranquilizou, dizendo que aquilo não era nada demais. O rapaz era um negro alto e magro.
Minha mulher me puxou e fomos para a casa trepar. Fodemos deliciosamente a noite inteira.
Depois que terminamos, ela me confessou que havia ficado excitada com o cacete do cavalo e que queria tocar no membro do animal, só para sentir. Eu disse que ela estava louca, mas que faria o desejo dela no dia seguinte.
Fui falar com o peão, o rapaz negro, que se chamava Hélio. Eu estava com vergonha de falar para ele e apenas disse que minha esposa queria ver o garanhão de perto, e o rapaz disse que tudo bem.
Fui chamar minha esposa, Suely, que veio toda alegre. Ela vestia uma minissaia curtissima com blusa regata e sandálias. Estava toda perfumada. Achei estranho.
Descemos até o estábulo.
Ao chegarmos, o Hélio olhou disfarçadamente para minha mulher de cima a baixo.
Ela o cumprimentou e se apresentou: – Suely, muito prazer !
O rapaz nem imaginava o que ela queria fazer ali.
Suely então pediu ao rapaz para levá-la para dentro do estábulo onde ficava o garanhão.
Hélio achou meio arriscado mas minha mulher insistiu e o convenceu.
Os 2 entraram e eu fiquei do lado de fora, olhando.
O rapaz segurou o cavalo, enorme e musculoso, e Suely chegou bem perto sem medo e começou a alisar o animal. O garanhão era dócil e ficou quieto, mesmo com a presença de uma estranha.
Minha mulher foi andando até chegar no ponto onde queria, perto do membro do animal.
Ela começou a alisar a barriga do cavalo. O animal relinchou e Suely se assustou um pouco, mas não desisitiu porque ela estava decidida e excitada.
Voltou a acariciar o animal que agora estava mais calmo. Suely foi indo devagarinho com a mão até chegar no pau do cavalo.
O Hélio fez uma cara de quem não estava entendendo nada.
Suely alisou a glande do pinto do cavalo e o membro começou a crescer na mão dela. Ela vibrou com aquilo. O cacete do garanhão ficou enorme.
Minha mulher começou a masturbá-lo. Os movimentos eram longos pois a pica do cavalo era enorme.
Suely foi ficando excitada. Hélio não sabia se olhava ou disfarçava.
Ela começou a se masturbar também. Então ela pediu para o Hélio segurar o cavalo e amarrá-lo. Ele o fez de modo que o animal não pudesse dar um coice nela.
Minha mulher se agachou e a saia levantou. A bunda branquinha e deliciosa dela ficou toda a mostra e Hélio arregalou os olhos.
Percebi que ele estava se ajeitando tentando esconder o pau que devia estar duro.
Minha mulher pegou o cacetão do cavalo e começou a lamber. Fiquei atônito com a cena.
Hélio já não demonstrava vergonha e alisava o pau por cima da calça.
Suely abriu a boca e tentou engolir a cabeça do membro enorme do cavalo. Ela mal conseguia eengolir a ponta do pau do animal.
Ela chupava o pau do bicho e punhetava com as 2 mãos. O animal relinchou e gozou na boca da minha mulher, que engasgou com tanta porra que o cavalo ejaculou. A porra do bicho a lambuzou todinha.
Suely se despiu e ficou nua na frente de Hélio.
O rapaz não se conteve e nem ligou que eu estava lá. Foi em direção a minha mulher e tirou o pau para fora.
Hélio tinha uma piroca muito grande e negra como carvão. Suely ainda estava se limpando da porra do cavalo e o rapaz enfiou a pica na boca dela. A segurou pelo cabelo e socou a piroca na boca dela. Minha mulher embalou e fez uma bela chupeta no rapaz, que não demorou a gozar dentro da boca dela, que engoliu todo o esperma dele.
Hélio ainda estava de pau duro. Colocou Suely de quatro e enfiou a pica enorme na buceta dela.
Minha mulher gozou de tesão. O rapaz negro enfiava e tirava todo o membro enorme bem devagar, fazendo Suely ter gozos multiplos.
Logo o Hélio gozou dentro da buceta da minha mulher. Ele ainda estava insaciado. Tirou o pinto que ainda permanecia ereto e pegou Suely novamente para fazer um boquete nele.
Ele se deitou e pediu para ela sentar nele e cavalgar. Minha mulher obedeceu.
Eu vi o pauzão do Hélio entrando até o talo na xoxota dela, que estava arreganhada.
Suely rebolava como um égua no cio.
Hélio então tirou o cacete dela e se levantou. A colocou de 4 novamente, cuspiu no cuzinho de Suely que tentou se esquivar mas o rapaz a segurou pela cintura e a penetrou no rabinho. Minha mulher berrou e vi o cuzinho apertadinho dela ser arrombado pela enorme piroca negra.
Hélio deu umas bombadas e gozou dentro do cú da Suely. Quando ele tirou o membro, pude ver o estrago, o cuzinho dela estava inchado e arreganhado.
Minha mulher estava extasiada e ia se levantando, mas Hélio a segurou pegou um banco e a fez deitar de pernas abertas.
O rapaz trouxe o cavalo que estava com o cacete duro, e direcionou para a entrada da xoxota de Suely. Devarinho ele foi fazendo a penetração do membro do garanhão na buceta dela.
A pica do animal foi entrando bem devagar e arrombando a buceta de minha esposa. Ela gemia de tesão por ser penetrada por um pau gigante.
O cavalo a penetrou até a metade da piroca que era muito. Hélio controlava para que Suely não fosse arregaçada.
O animal então relinchou e gozou dentro da buceta de Suely. A quantidade de esperma do cavalo era enorme que escorreu para fora da buceta dela.
Ao tirar o cacete do cavalo, uma enxurrada de porra saiu da buceta da minha mulher. A xoxota dela estava toda aberta e os lábios inchados. Suely estava realizada e satisfeita.
Nos levantamos e agradecemos ao Hélio e retornamos à casa.
No dia seguinte, meu sogro e sogra voltaram. Ficamos mais uma semana, e nem sequer transamos mais pois Suely estava com a buceta se recuperando, e depois fomos embora.
Eu e minha mulher tinhamos um dog alemão chamado Apolo, e queriamos adestra-lo devido a bagunça que ele fazia. Procuramos um adestrador e fomos ao local que era numa cidade afastada proximo a SP.
Chegamos ao local e fomos recebidos por Lauro, um rapaz negro, que nos mostrou a chácara onde funcionava o adestramento.
Combinamos o adestramento e o rapaz disse que um de nós deveria acomompanhar todo o treinamento do dia.
Como estava atrapalhado no serviço, minha esposa Suzana decidiu levá-lo.
O processo levaria um mês. Notei que o comportamento de Apolo estava melhorando e depois de um mês ia terminar, mas Suzana disse que Lauro achava melhor continuar por mais um mês, para ficar tudo certo. Concordei e contratei por mais um mês.
Nos dias do adestramento, comecei a perceber que Apolo chegava ouriçado e se esfregando em Suzana. Perguntei a ela o que estava acontecendo e ela dizia que era normal, que Apolo havia se apegado a ela devido ao constante treino.
Realmente ele estava bem comportado mas só obedecia Suzana.
Enfim o treinamento ia acabar, mas minha mulher veio e disse que era necessário mais algumas semanas. Fiquei desconfiado e disse que Lauro estava nos enrolando, mas ela me convenceu que não.
Não acreditei muito, mas resolvi continuar.
Em um dos dias do adestramento, eu resolvi ir ao lugar para ver o que rolava pois eu achava que estava demorando muito para acabar.
Cheguei de surpresa, fui entrando e vi o carro de Suzana estacionado.
Estava meio quieto e não havia nenhum outro cão ali como de costume. Achei estranho e continuei.
Ao entra na casa ouvi uns gemidos. Fui bem devagar para não fazer barulho e quando cheguei no escritório de Lauro, a porta estava levemente aberta e aí vi uma coisa que não acreditei.
Minha mulher estava nua de pernas abertas em uma poltrona e Apolo chupava a buceta dela.
Enquanto isso Lauro estava em pé com o cacete duro enfiado na boca de Suzana.
Pensei entrar lá chutando tudo mas fiquei travado. E resolvi assistir.
O cão estava com a piroca dura e enorme. Lauro estava revirando os olhos, pois estava recebendo um oral de minha mulher, que era habilidosa com a lingua.
O rapaz negro também tinha um caralhão que enchia a boca da minha mulher.
Lauro então ordenou Apolo:- Vem cá Apolo, a tua dona vai te dar um trato.
Fiquei atônito com o que escutei e com o que vi.
Minha mulher se ajoelhou, enquanto Lauro segurava Apolo pelas patas de maneira que ele ficasse de pé, com a pica direcionada para o rosto de Suzana.
Suzana abocanhou o cacete do nosso cão e começou a mamá-lo. Não acreditei.
Lauro dizia:- Vai sua puta ! Engole a piroca do cachorro, sua cadela !! Faz do jeito que te adestrei.
Minha mulher engolia o membro enorme de Apolo.
Lauro então pôs Apolo no chão e ordenou Suzana a ficar de 4. Assim que ela se pôs na posição, nosso cão veio por trás e encaixou as patas na cintura dela e enfiou a pica na buceta dela.
Suzana gemeu de tesão ao ser penetrada pelo próprio cão.
Enquanto isso, Lauro veio pela frente e fez minha mulher engolir a piroca dele. Ela mamava o cacetão negro do adestrador enquanto era penetrada por trás.
Apolo ofegava e socava a pica em Suzana. Lauro segurava minha mulher pelo cabelo e enfiava a pirocona negra até a garganta dela.
O rapaz começou a fuder mais rápido a boca da minha mulher até que gozou nela. Suzana engoliu toda a porra do adestrador.
Logo Apolo começou a bombar mais rápido e também gozou dentro da xoxota de Suzana. Depois de gozar, Apolo ficou grudado na buceta de Suzana, pois tinha que esperar o pau amolecer e desinchar.
Logo que o nosso cão tirou o cacete da buceta dela, um monte de porra saiu e escorreu pelas pernas de Suzana.
Os 3 ficaram deitados se recuperando. Sai de fininho bem rápido para não me perceberem.
Cheguei em casa antes e fiquei esperando os 2.
Ao chegar logo depois, Suzana disse que o adestramento havia encerrado e que Apolo havia aprendido direitinho os deveres de cão de guarda.
Muito por acaso encontrei um cara no parque da cidade, enquanto fazia caminhada. Não posso dizer que é meu amigo, mas a gente sempre tromba por aí e leva umas idéias. Levou consigo uma linda cadela, pelagem negra e brilhante, fofíssima. Nada entendo de raças, mas é um animal forte e dócil, porte médio se comparado a um pastor alemão, por exemplo, única raça cujo nome me vem à cabeça.
Não tinha como não notar a cadela e puxar papo a respeito. Além de saudável e bonita, ela é simpática, gosta de gente, é receptiva. A certa altura da conversa, olhando o traseiro dela, bem fornido, redondinha, charuto inchado, perguntei ao cara se havia cruzado ela recentemente. Minha pergunta foi mal formulada, mas eu queria saber se ele havia levado ela para cruzar com um cão recentemente. Ele, muito natural e sem rodeios, respondeu-me: amigo, o que a gente mais apronta. Essa cadela é uma doçura, minha companheira, adora levar uma pua. O pessoal lá de casa está viajando e a gente apronta sempre. Quando chego do trabalho, ela me espera no portão, vem me lambendo, me cheirando e, como vou direto ao banheiro para uma ducha gostosa, ela entra junto e mal espera eu baixar a calça. Lambe o meu pau até babar.
Fiquei meio sem ar no começo, mas passei a gostar do assunto. Confesso que já fiz alguns ensaios do gênero quando adolescente, mas nada tão aprofundado. Então botei lenha na fogueira: “cara, eu não acredito que uma cadela tipo essa agüente uma jeba na raxa”. Ele ficou entusiasmado e prosseguiu:
E não agüenta mesmo se for na marra, amigão. Tem manhas, tipo você transa uma garota legal. Você vai devagar: enquanto ela lambe a tua pistola, você vai fazendo massagem com o dedão do pé na bucetinha dela. Depois, quando ela começa entrar no clima, você traz ela para o colo e vai massageando com os dedos da mão, penetrando bem devagar, respeitando o tempo dela. Eu nunca insisto com uma cadela se ela não estiver pronta ou se ela não estiver a fim de meter comigo. Você tem de ver que solta na natureza, ela entra no cio mas não é de uma vez que as coisas acontecem. Ela vai agitando o macho, ele cheira qui, lambe ali, tenta trepar com ela, ela vai esquentando e, só no momento propício, os dois se atracam naquela fodona que você certamente já viu. Por isso é que você tem de ir abrindo o cachimbo dela até o momento em que a chota se mostra bem lubrificada. Aí você mete a cabeça do ferro e vai firmando, entrando milímetro por milímetro, quando vê atolou até o cabo. Eu meto nela sentada agasalhando a pica no meu colo, tipo de frente e abraçando. Meto deitado, enrabando ela pro trás ou pela frente; e faço papai e mamãe também. Você tem de experimentar o que é melhor no momento. Qual que é, cara? Aquele dia te falei para aparecer lá pra gente transar as duas e você não foi. Pinta lá amanhã, é sábado, todo o mundo à toa.
Ele praticou um ato falho. Depois percebi que ele havia convidado alguém que não era eu, mas deixei como se fosse comigo aquela armação toda. Peguei o endereço dele, pintei lá no dia seguinte. Não é que ele tem duas cadelas? Ele meteu com a Naja, a que ele me apresentou no parque. Eu meti com a Princesa, a outra. Claro que não foi um descontração total. Mas depois de meia hora eu já era do meio. E tomamos um grauzinho logo que cheguei, o que me ajudou a descontrair. Depois vou relatar aqui como foi minha primeira vez com a Princesa. Estou me tornando freguês. De vez em quando o cara liga e a gente apronta juntos.
Sou divorciado, moro e trabalho numa cidade pequena e tenho uma pequena chácara perto.
Tenho um cachorro pastor belga que é meu companheiro, pois nos fins de semana vou ao sitio para cuidar dos meus animais e de algumas plantas que cultivo lá.
Outro dia meu amigo disse que tinha uma cadela vira lata e estava no cio e queria cruzar com meu cachorro para conseguir uma bela ninhada de filhotes e daria um casalzinho para mim.
Na sexta feira passei na casa dele para pegar a cadela e levar para o sitio e cruzar com o Bob meu Pastor capa preta. Quando a vi fiquei surpreso, era novinha grande e linda quase do tamanho de um pastor alemão mas sem os pelos longos.
Coloquei a na caminhonete e fui para o sitio. Chegando lá Bob ficou doido, querendo dar uma trepada na “Nega”, é o nome dela. Para não stressar a cachorra que ainda era virgem e não deixar cruzar logo de cara, prendi o Bob no canil e levei a Nega dentro de casa. Sem querer vi a xana dela e notei que estava inchada e vermelha. Como fazia tempo que não “trocava o óleo” fiquei com tesão vendo aquela bucetinha virgem e bonita. Passei a mão e parece que ela gostou. Aí enfiei o dedo na xana dela e senti uma forte contração no meu dedo. Fiquei de pau duro na hora, mas como ela não tinha tomada banho levei no meu banheiro onde tenho uma banheira grande e dei lhe um belo de um banho com meu xampu , sequei a direitinho com secador de cabelo e passei um creme cheiroso que sempre tenho no sitio para quando trago umas amigas para passar um fim de semana, mas são raras as vezes que isso acontece.
Fechei bem a casa e levei a para um quartinho que tenho nos fundos, onde reservo para visitas, sempre dando uns biscoitinhos de agrado para ela comecei a coçar a barriga dela e ela deitou em cima da cama. Vishi, agora estava demais, a bucetinha estava vermelhinha, limpinha e cheirosinha. Enquanto coçava a barriga dela ela ficou deitada de costas com as patinhas para cima, cai de língua naquela xaninha deliciosa e sentia as contrações da xana dela pressionando minha língua. Nessas alturas o pau estava igual uma peroba de duro comecei a esfregar o pau na beirada da xana dela e enfiei a cabeça. Ela tentou fugir mas nessas alturas eu estava com a situação sob controle e segurei a. Quando quis enfiar tudo o pau encontrou um anel que impedia a entrada. Com uma mão segurando a cadela com a outra mão peguei o gel lubrificante e lambuzei meu pau e a xana dela. Tentei de novo, mas o anel impedia a entrada total, mas mesmo na entrada eu sentia a contração dos músculos da bucetinha dela . . . Devagar fui bombando, bombando até que senti que a cabeça do cacete atravessou o anel. Ai continuei bombando devagar até que senti que pau entrou tudo.
Que coisa deliciosa, falar verdade achei muito mais gostosa que comer umas amigas que de vez em quando levo na chacara. O anel que impedia a entrada agora contraia meu pau e eu parei de bombar, fiquei paradinho sentindo aquelas contrações por mais de uma hora . . . sempre colocando uns agradinhos na boca dela. De vez em quando ela tentava escapar mas quando ela se mexia dava a impressão que mexia de prazer e aquilo dava mais tesão. Depois de mais de uma hora não agüentei e gozei . . . deixando o pau dentro da buceta dela… mas gozar e sentir aquelas contrações é uma verdadeira delicia.
No dia seguinte, levei a ao canil e o Bob não perdeu tempo, cheirou a xana dela e num mesmo instante subiu nela e enfiou o cacete nela . . . até senti um pouco de ciúmes mas me conformei pois tinha trazido para cruzar com o meu cachorro. Ficaram engatados por uma hora mais ou menos.
Deixei a com Bob e fui cuidar de outras coisas na chácara. A tarde fui no canil e vi o Bob arrebentado de cansado de tanto fuder.
No dia seguinte, como era Domingo, trabalhei até a hora do almoço e a tarde fui dar umas voltas com a Nega e com o Bob. Vendo aquela xaninha deliciosa resolvi fazer uma parceria com o Bob. Voltei para casa, levei o Bob para o canil e trouxe a Nega para casa de novo. Dei outro banho nela e fiquei assistindo um jogo de Futebol. Assim que terminou o jogo peguei a Nega e levei a de novo para o quartinho, arrumei um banquinho que sentado meu pau dava direitinho na altura da xana da Nega. Dei umas esfregadas na beirada da xana dela durante uns 10 minutos, passei o gel lubrificante e coloquei a cabeça do pau e desta vez só com uma forçadinha entrou até o talo. Fiquei novamente mais de uma hora parado dentro da xana dela sentindo as gostosas contrações até gozar. Fui dormir super cansado e com as pernas bambas. Ufa ! que fim de semana. É uma pena que depois de uma semana tive que levar a Nega para o meu amigo. Passei outro dia na casa dele e vi a Nega que já esta prenha. Acho que os cachorrinhos vão nascer parecendo comigo . . . será? rs . . .
Hoje tenho 51 anos, minha esposa 35 e 30 anos de casado. Sempre tive fantasias sexuais, mas foi difícil convencer minha esposa. Somente com 10 anos de casados, é que consegui convencê-la de transar zoofilia.
Tudo começou com um cachorro de nosso vizinho, um cachorro mestiço de rotweiler com doberman (BUGG), todo negro e um pau enorme, que quando soltavam-no na rua para fazer as necessidades, chegava a impessionar minha esposa que me chamava para ver o tamanho do pau do cachorro. Mas, o que levou minha esposa a aceitar zoofilia foi o próprio Bugg, que tinha uma tara (pasmem) pela minha esposa (loira, magra, 1,75m). Não podia vê-la na rua que ficava irado, corria para lambê-la e tentava atracar em suas pernas.
Um dia, estava de férias, lendo no quarto, e ela chegou no quarto e disse: -Vem ver o Bugg, tá lá na porta querendo entrar pela grade para me atacar, chega até a gemer. Daí, falei pra ela: Por que vc não deixa ele entrar pra ver o que ele faz? Ela falou que eu estava louco, que iriam ver, e o que ela falaria? Disse a ela que estava garoando e não tinha ninguém na rua e nem iriam ver nada.
Ela falou-me: – Tu és responsável pelo o que acontecer aqui, vê bem!
Como era o que eu queria, não perdi tempo. – Traga ele para nosso quarto e vamos ver o que dá.
De repente minha esposa apareceu com Bugg pela coleira na porta de nosso quarto, dizendo: – Pronto, te vira! Falei: – Pode deixar. Vá lá no outro quarto e tire essa roupa e volte só de calcinha.
Ao seu retorno, como ela já estava excitada, disse: – Só de imaginar o que esse cachorro poderá fazer já estou toda melada. E eu disse: – Ótimo, já facilita as coisas, fique de 4 e se debruce na cama e coloque um travesseiro no chão para não machucar seus joelhos. Nessa altura, eu já havia preparado Bugg com meias nas pontas de suas patas para não arranhar minha esposa. E ele já estava alterado, pois sentia o cheiro de sexo exalado da calcinha de minha mulher.
Quando ela se posicionou, soltei Bugg e não deu outra, ele foi direto para minha esposa, lambendo sua calcinha quase furando. Não sabia se lambia ou se montava nela, quando ela o empurrou para tirar a calcinha e se arreganhar toda para a penetração. Bugg, enlouquecido, tornou a investir sobre ela, lambendo seu cú e boceta, e imediatamente, montou sobre ela tentando penetrá-la, mas errava todas as vezes que tentava. Tentei me aproximar para dirigir seu pau, mas ele rosnava, daí me afastei e disse à ela para dirigir seu pau. E ela respondeu: – Não dá ele é muito pesado, não consigo! Falei: – Empurre ele que não estranha vc. Daí ela conseguiu afastá-lo um pouco, e, com a mão livre, ajeitou seu mastro para sua boceta, e não deu outra. Bugg, de uma única estocada, acertou sua gruta, e, depois bombou violentamente até o nó entrar nela, passou a perna e ficaram engatados durante uns 15 minutos. Fiquei assistindo a cena totalmente maravilhado. Ela ia me relatando tudo que estvava acontecendo e sentindo. De imediato, ela gozou. Depois, já grudada, sentia as papitações de seu pau, dizendo que era indescritível sentir aquilo. Depois gozou novamente. Pouco antes de desgrudarem, falou que ele havia gozado, apesar que não precisava, pois estava transbordando esperma por toda a sua chana. Perguntei: – Como é depois que goza? – É fantástico, fica latejando seu pau, como se fosse uma bomba de sucção e já está diminuindo a pressão. Depois de 5 minutos, ele foi se ajeitando para desgrudar, e, quando saiu, derramou mais uma enorme quantidade de líquido, lambeu ela todinha, que me falou que havia gozado umas 3 vezes. Ficou na mesma posição, debruçada na cama por uns 5 minutos se refazendo, dizendo que havia sido muito forte.
Deixei-o deitar no canto do quarto, se lambendo, até recolher seu membro. Quando vi que ele estava todo refeito, fui até o pátio, observar o movimento, ainda estava garoando e abri a grade para que ele saisse. Voltei, para socorrer minha safada esposa, que estava idêntica à uma cadela depois de cruzar, toda lânguida e preguiçosa.







