Aninha era morena, 1.65 55kg cab lisos e olhos castanhos. Seios médios, firmes e bundinha empinada. Muito gostosinha com seus 18 anos. Eu ja tinha 27, ohos verdes branco e 1.83 e bonito. Ficamos a 1 vez no carnaval, levei ela pra uma rua mais afastada e rolou vários amassos. Depois liguei pra ela e marcamos pra sair. Covenci ela a ir assistir um video no meu ap. Ja estavamos num clima de muito tesão, e sabia que podia comer ela nesse dia. Ela tava de sainha curtinha e blusa branca colada desenhando os peitos. Escolhi um filme que tinha bastante cenas de sexo, pra deixar ela bem excitada. Depois de alguns beijos senti ela suspirando com minhas mordidas na nuca e beijos na orelha. Pegava nos peitinhos por cima da blusa e sentei ela no meu colo, ela sentiu minha rola dura e ficou envergonhada mas não saiu de cima. Tirei a blusa e comecei a mamar nos peitos lindos dela, ela gemia com uma voz de deixar a rola ainda mais dura. Enfiei a mão dentro da saia dela e pegava na xoxotinha que ja estava bem molhada, fazendo caricias no grelinho e na entrada da buceta. Ninguém se importava mais com filme nenhum, e fomos para minha cama. Tirei minha roupa e ela ficou vidrada no meu pau, falei pra ela pegar ela não se fez de rogada. Pegou e foi logo punhetando, sabia fazer aquilo bem. Mandei ela chupar, ai ela ficou meio sem querer, mas botei bem na frente da cara dela e fui puxando a cabeça até ela receber a rola e lamber. Aquela boquinha quente estava me deixando louco. Apesar de meio sem jeito ela foi me levando ao delirio. Eu tentava enfiar a rola mais dentro possivel, mas ja não dava pra entrar mais nada. Sao 18cm. Ai quis comer a xota e ela disse que era virgem. Parecia que tudo ia acabar por ali, mas eu ja estava louco de tesão. Falei que a gente ia fazer outra coisa então e la ficou calada. Virei ela de costas, afastei a calcinha e fui brincando no cuzinho dela com um dedo. Ela não reclamou e eu fui indo, até que consegui enfiar o dedo todinho no cuzinho. Meu polegar porque é mais grosso, ja pensando no depois fui alargando o cu dela. Ela fazia uns sons abafados mas não pediu para parar. Depois de um tempo enfiando e tirando o dedo aproveitei e fui colocando a rola no lugar, consegui enfiar a acabeça com alguma dificuldade, ela deu um gritinho, ai meti de vez. Ela gritou bem alto e eu parei com a rola dentro. Sentia aquele cuzinho apertando minha rola, era uma maravilha aquela gatinha ali me dando o rabo sem reclamar. Comecei a bombar no cu dela com cuidado, sentindo ela relaxar mais, até que comecei a meter forte e ela gemendo feito uma cadelinha ali deitadinha de costas. Aninha se masturbava enquanto recebia minha pica grossa, mordia o travesseiro e senti ela gozar tremendo o corpo todo. Ai meti forte até sentir que não aguentava mais e gozei dentro do cu dela chamando ela de putinha safada e varias sacanagens. Depois vi um pouco de sangue misturado com porra descendo. Disse a ela que aquela buceta ia ser minha da próxima vez e ela deu uma risadinha safada dizendo que não sabia, mas essa depois eu conto….
Aline era uma ninfeta de 18 anos de idade, irmã de um amigo, que me concedeu o privilégio de iniciá-la no sexo anal antes deste relato. Depois de iniciá-la no sexo anal e mesmo tendo começado a namorar, Aline e eu ficávamos sempre teclando pelo msn. Durante quase um ano, tentei convencê-la a tirar seu cabacinho, mas ela insistia em se guardar, conseguindo apenas comer sua bundinha uma meia dúzia de vezes. Em abril de 2003 em uma festa na casa de um amigo, me deparei com Aline mais gostosa do que nunca. Ela então namorava há um ano, porém o cara estava em viagem. Levei-a para um canto e perguntei se ela havia pensado nos emails que mandei, onde relatava como tiraria sua virgindade. Para minha surpresa, ela me disse que havia adorado receber meus emails de sacanagem e que estava louca de tesão para transar comigo novamente. Forcei a barra dizendo que não abria mão da bucetinha dela dessa vez. Ela me deu um beijo molhado e pediu para que fossemos para um lugar mais reservado. Aline é loirinha, de olhos azuis, descendente de italianos, estilo “cavalona” pois mede 1.73m, e tem um corpão bem definido.
No carro ela disse que iria liberar sua bucetinha, contanto que eu fosse tão delicado quanto eu fui no dia em que inaugurei seu rabinho. Abri um sorriso malicioso e a levei para um motel super luxuoso para desfrutar daquela ocasião tão especial. Mesmo já tendo dado o rabinho algumas vezes para mim e também para seu namoradinho, seu nervosismo era visível. Me deitei na cama e pedi a ela que tirasse toda a roupa bem lentamente, como se estivesse dançando para vários homens. Quando ela começou a rebolar, tentando acompanhar a música do som ambiente, pude sentir um forte desejo em seus olhos. Ao tirar a blusa, os seus seios durinhos saltaram com os bicos intumescidos. A cada peça de roupa liberada, o tesão crescia e meu pau ficava cada vez mais rijo. Aline logo percebeu, tanto que já não sabia mais se tirava a roupa ou observava meu pau ereto. Um tanto confusa ela acabou tirando a calça e depois a calcinha bem apertada. Em seguida, meio que hipnotizada pelo volume na minha cueca, ela se aproximou lentamente e passou a esfregar seu rostinho na minha vara dura. Aline a esta altura já estava tomada pelo tesão. Seu rosto indicava um forte desejo de ser possuída. Ela desceu a cueca e fez saltar na sua frente minha ferramenta. Com aquele sorriso safado, ela exclamou: “Senti muita falta dele! Acho que eu não vou agüentar isso tudo dentro da minha bucetinha”. Segurei-a pelos cabelos e puxei sua cabeça. Aline então abocanhou todo meu cacete, passando a movimentar sua língua quente por toda a extensão dele, todo molhado de saliva. Senti o cacete latejar e descarreguei minha porra naquela boquinha gostosa. Ela levou um susto, pois nunca haviam feito isso com ela e tentou fugir, porém minha força prevaleceu e Aline se viu obrigada a beber todo o meu leite cremoso. E gostou muito, pois a cada jato que saía, ela gemia com tesão, pressionando os bagos para extrair mais porra.
Com o tesão a mil, deitei-a na cama abrindo bem as suas pernas. Ajeitei-me no meio delas e comecei a chupar sua bucetinha rosada coberta por poucos pêlos loiros e lisinhos, mordiscando também seu grelinho. Quando enfiei a língua em sua gruta doce, ela gemeu incontrolavelmente. Aline estava no mundo da lua e eu no paraíso, degustando aquela buceta selada e apertadinha prestes a ser inaugurada. Ela levantava as ancas, forçando minha cabeça contra sua bucetinha cheirosa, que gozava como nunca. Aproveitando a situação, coloquei-a de bruços, abrindo bem sua nádegas, e passei a brincar com a língua no rabinho, que piscava de prazer. A cada bolinação da minha língua, Aline erguia e me oferecia mais e mais sua bundinha para facilitar meus movimentos. Mordisquei sua bundinha e fui avançando minha língua pelo seu corpo, passando pelas costas até chegar na nuca.
Aline virou-se para mim e ofereceu-me os seios, cujos bicos ficaram duros ao contato com os pêlos do meu peito. Abocanhei gulosamente seus montes afrodisíacos, para em seguida começar a mamar e a morde-los. Ela chorava e delirava. Aproveitei para levar minha mão por trás e introduzir o dedo médio em seu cuzinho quentinho. Minha ninfeta putinha chegou a um orgasmo estonteante. Incapaz de se controlar, ela virou seu corpo e se atirou sobre mim, caindo de boca no meu mastro. Aline me chupou com tanta determinação e habilidade, usando as mãos para me punhetar, que por pouco eu não gozo novamente em sua boquinha.
Afastei-a de mim e coloquei-a de novo de costas para enrabá-la. Aline fez um charminho dizendo que estava ali para inaugurar sua bucetinha, no que eu apenas respondi que teria a noite toda para fuder sua bucetinha, mas que eu estava com saudades mesmo, era de fuder seu cuzinho que fora inaugurado por mim, e que de tanto dar para seu namorado já estava bem alargado. Nisso meti a língua no cuzinho para lubrificar, e com o gozo que escorria de sua bucetinha, introduzi um e depois dois dedos.
Aline gemia e respirava de forma bem ofegante. Coloquei-a de quatro e fiquei de joelhos atrás dela. Ao encostar a cabeçorra no anelzinho, Aline dominada pela ansiedade e pela saudade do meu caralho em seu cuzinho, pediu que a fodesse de vez, sem dó, e com toda a força. “Vai meu macho, empurra esse pau gostoso para dentro de mim. Me enraba, me fode de uma só vez. Meu cuzinho sentiu muito a sua falta”.
Segurei suas ancas e pressionei com violência, metendo meu caralho até o talo. A cada estocada, Aline gritava para que eu fosse mais rápido, que tirasse e enfiasse até o fundo. Ela gostava de levar umas boas palmadas e não demorou muito para pedir. Bati forte nas nádegas. Seu cuzinho piscava a cada tapa e aquilo foi pressionando meu cacete. Senti sua mão por baixo procurando seu clitóris. Aline rebolava e empurrava a bunda para trás, fazendo meu cacete desaparecer dentro dela. Realmente estávamos no auge de nosso tesão. Ela que só conhecia o sexo anal sabia curtir cada momento e gozava alucinadamente com um bom caralho enfiado em seu pequeno cu rosado. Eu com bastante experiência nesta área, comia aquele cuzinho em um ritmo bem envolvente, alternando para algumas estocadas somado as palmadas para relaxar seus músculos, abrigando assim todo o meu membro.
Era muito bom poder estar comendo aquele cuzinho especial, que eu havia deflorado com todo cuidado e que agora dilatado pelo tempo, recebia meu caralho sem maiores riscos de dor ou de travamento. Meu pau deslizava, como se estivesse comendo uma buceta bem lubrificada, e por isso controlei meu desejo louco de gozar para curtir o máximo possível seu rabinho. Sabia que com a bucetinha a história seria outra. Mesmo ela sendo despachada e safadinha, iria passar pelo nervosismo de sentir o cabacinho sendo estourado e da sensação de abrigar um pauzão pela primeira vez sua bucetinha minúscula e apertada. Coloquei-a de lado (posição preferida dela) e continuei a comer seu cuzinho massageando sua bucetinha. No momento em que ela gritou que estava gozando, Aline sentiu um jato de porra quente inundar seu rabo. Ela me pediu que ficasse alguns minutos agarrado nela com meu pau atolado no cu. Em seguida ela foi se afastando e meu pau foi deixando aquela grutinha arrombada. Quando meu pau saiu por completo, minha porra começou a sair pelo burraquinho, me deixando com um puta tesão.
Fomos para o banheiro tomar uma ducha. Aline ainda tomada pelo tesão, pegou o sabonete e começou a esfregá-lo em meu corpo, como se fosse uma massagem. Segurou o meu pinto todo ensaboado e iniciou uma gostosa punheta. Meu tesão foi aumentando e vendo aquele corpo maravilhoso à minha disposição, tive uma atitude impetuosa. Desliguei o chuveiro e levei Aline ao quarto com nossos corpos ainda cheios de espuma. Nos deitamos na cama e ficamos roçando nossos corpos um no outro. A mão mimosa de Aline procurava insistentemente meu caralho, tentando encaminhá-lo até a buceta virgem. Eu sabia claramente o que ela queria. Então decidi realizar seu desejo. Abri suas pernas, e no meio delas, estava uma rosa prestes a desabrochar. Dei um banho de língua gostoso e fui invadindo aquele templo sagrado, rompendo seus portões. Aline chorava, mas eu sabia que era de felicidade. Ela implorava para que não parasse. De repente num movimento mais brusco, meu membro alcançou o fundo da sua alma. Misturado a espuma, suor e tesão, vi um filete de sangue escorrer por suas pernas. Aline se transformava em mulher. Fiz com que ela gozasse sem parar e sentisse o quanto é bom um orgasmo brotado na penetração. Ao vê-la gemendo, sussurrando, também soltei meu liquido denso em sua vagina. Aline pode sentir o calor da minha porra invadindo seu interior. Não suportando tanto prazer, ela desmaiou num sono profundo. Tirei meu peso de cima dela e me acomodei ao seu lado.
Só fui me dar conta de tudo no dia seguinte, quando despertei com Aline chupando meu pênis, silenciosa e carinhosamente. Não existe surpresa melhor para um homem do que isso. Coloquei minhas mãos entre os cachos loiros, acariciando seus cabelos. Ela olhou para mim e disse: “Acordei você? Desculpe, eu devia me controlar, mas não pude…”
Quando dei por mim, ela havia montado em cima de mim e começou a esfregar sua bucetinha no meu caralho. Me beijou, e sussurrou no meu ouvido que estava louca para cavalgar na minha vara. Eu respondi maliciosamente que ela já sabia, mas ela retrucou: “Só sentei com meu rabinho, mas agora quero que seja com minha bucetinha”.
Meu pau pulsava sem parar, Aline foi sentando vagarosamente enquanto meu cacete começava o arrombamento daquela bucetinha recém inaugurada. Ela cavalgou com maestria, rebolando e com fortes estocadas exatamente como fazia, quando sentava com seu cuzinho rosa estraçalhando meu caralho. O Suor escorria pelo seu corpo, porém ela não diminuía o ritmo. Ela enterrava meu pau em sua bucetinha, seguido de esfregadas e reboladas, me deixando cada vez mais louco. Gozou aos gritos e atirou todo seu corpo em cima do meu.
Coloquei-a de quatro e pela primeira vez ela usou essa posição para levar na buceta. Meti meu cacete com força, enquanto enfiava um dedo em seu cuzinho. Quando meu tesão tornou-se incontrolável, segurei-a pela cintura e me posicionei colado atrás dela na posição de cachorrinho. Agarrei firme seus peitos e meti gostoso até o fundo bombando com rapidez. Aline chegou novamente ao gozo e sua buceta piscava no meu pau. Quando reparei naquela bunda deliciosa na minha frente, decidi variar um pouco. Puxei meu pau molhado com liquido vaginal, separei suas nádegas e mirei na porta de seu cuzinho. Ela se derreteu inteira e relaxou o anelzinho, aprovando a minha iniciativa.
Quando sentiu a cabeça entrar, Aline estava bem relaxada e gemeu de prazer começando a rebolar. Fui metendo cada vez mais fundo, e levei minha mão a sua buceta, enfiando dois dedos naquela gruta lambuzada. Com poucos movimentos de entra e sai, acabei gozando junto com ela. Tomamos uma ducha deliciosa e um big café da manhã. Ela confidenciou que adorou inaugurar sua bucetinha, mas que o sexo anal é muito prazeroso para ela. Sorte minha, pensei: enquanto o corninho do namorado ficava com um buraquinho, eu tinha todos a minha disposição, e por mais de um ano a gente transou vivendo momentos inesquecíveis
Me chamo Andréia, atualmente tenho 23, recém formada em ciências contábeis, tenho 1,68m, 53kg, tenho um bumbum que me rendem muitos elogios, seios médios, e gosto sempre de deixar minha marquinha de biquini. O conto que vou relatar, aconteceu quando eu tinha 18 anos. De férias, fui visitar minha tia que mora em Salvador. Ela era viúva e morava só com minha prima Renata de 20 anos na época. Cheguei lá na terça e até sexta nada demais havia acontecido. Quando chega sexta-feira, Rê me fala que iría a um churrasco no sábado e se eu quisesse poderia ir com ela, claro que aceitei. A noite como nos outros dias, formos passear e ela sempre me deixava chupando dedo. Saia com seu namorado e me deixava sozinha, pois ainda não tinha encontrado ninguém interessante. Chegando no sábado formos ao churrasco por volta de umas 11:30 da manhã. Eu vestia uma calça bem justa e um tomara que caia, deixando minha barriguinha para o povo ver. Rê por sua vez, vestia uma sainha minúscula e uma camiseta. Iría sem o namorado, por isso vestia asim. Chegamos na festa, fomos bem recebidas por Lucas. Rê me apresentou a ele, e pude perceber que não tirava o olho de minha marquinha. Fingi não perceber e fui aproveitar a festa com minha prima. Depois de umas 3 horas regada a cerveja, Rê já se encontrava bem alegre e dançava muito. Como usava uma saia muito pequena, ao rebolar até o chão mostrava a todos sua calcinha minúscula vermelha. Com aquilo, ela foi cercada por uns sete caras e eu sai. Fui tomar cerveja em outro local. Um rapaz chegou perto de mim e se apresentou com o nome de Victor, começamos a conversar e pude perceber seu interesse em meu corpo. Depois de mais de meia hora de conversa, resolvemos dar uns amassamos. Ficamos ali por mais de uma hora nos amassando bem gostoso. Já estava bem meladinha, sentindo o pau dele roçar em mim por cima da calça. Depois resolvemos dar um tempo e fui procurar por Rê, acabei encontrando ela na lavanderia engolindo um cacete. Achei melhor não incomodar e sai logo. Voltei para beber mais e como também já estava muito legal, fui dançar para suar um pouco. Fiquei dançando e sendo encochada por mais de duas horas. Avistei Rê e fui ao encontro dela, me contou o que havia acontecido. Fingi não saber de nada. Conversamos muito, ela me falou que foi maravilhosos e que até o final da brincadeira iria ter mais. Voltamos a dançar, Victor veio por trás e me beijou a nuca, me arrepiei todinha nessa hora. Ele me chamou para irmos a um canto mais aconchegante, me levou para um fundinho onde tinha pouca luz, mas quando chegamos lá tivemos azar pois no local já havia um casal. Ficamos procurando outro lugar, mas estava difícil. Então ele me levou para fora da casa e formos para uma praça perto dali. Procuramos um local bem escurinho e ficamos em um batente meio alto. Assim que chegamos me beijou e foi alisando todo meu corpo. Forçava seu corpo no meu, e eu sentia seu pau roçando mais uma vez no meu corpo. Ele então baixou meu tomara que caia e mamou para valer em meus peitos. Eu como estava gostando muito da brincadeira, resolvi colocar a mão no pau dele ainda por cima da bermuda e apertava muito. Então abriu minha calça, colocou a mão dentro e começou a alisar minha xaninha, que já estava totalmente encharcada. Primeiro por cima da calcinha e depois por dentro. Minha xota piscava de tanto tesão, parecia implorar para receber aquele cacete duro que eu tinha na mão. Coloquei o pau dele para fora e comecei a punhetar, enquanto ele descia mais minha calça e colocava dois dedos em mim. Depois abaixei e comecei a chupar ele com gosto, até gozar em minha boca. Não deixei cair nenhuma gota. Depois que engoli tudinho, continuei a chupar para reanimá-lo, o que não demorou muito. Levantei e pedi para que ele enterrasse tudo em mim. Ele me virou e começou a botar bem devagar, sentia aquela pica deslizando em minha xana toda molhada. Começou um vai e vem cada vez mais frenético. Nesse momento fui às nuvens de tanto tesão, e sem demora gozei junto com ele, em um gozo bem demorado. Quando nos reanimamos, percebemos que estávamos sendo observado por dois garotos. Senti um enorme susto na hora, mas depois relaxei. Vi que eles gostavam do que viram e abaixei de novo para chupar mais uma vez Victor. Foi quando passou um senhor com cabelos já brancos olhando. Me levantei e voltamos para a casa. Rê disse que me procurava ha muito tempo e já era hora de ir para casa. Me despedi de Victor e fui para casa. Depois daquele dia trepei mais duas vezes com Victor antes de voltar das férias.
Meu nome é D.G. e moro em Manaus – AM. Sou aspirante do exercito e tenho uma ótima forma física. Tenho muitos contatos na internet, e um deles é uma garotinha de 18 anos, muito sexy e com carinha de bebê, só que muito tarada. Ela sempre me contava as suas fantasias e desejos sexuais, por msn. Até que um dia eu resolvi convidá-la pra vir aqui na minha casa. Quando eu estava arrumando a minha cama ao sair do banheiro escutei a campainha tocar, e era ela. Quando abri a porta eu estava só de toalha e ela já ficou apreciando o meu corpo e me perguntou o que eu andava fazendo pra ter aquela saúde. Também reparei no corpo dela e ela estava 100% top, muito saradinha e toda empinada, não resisti e comecei a beijá-la, pulei logo no pescoço dela e ela foi ficando toda arrepiada, morrendo de tesão. Quando eu levantei aquela minissaia que ela estava usando já senti a sua bucetinha toda melada e pedindo pra ser fodida. Ela não resistiu e me empurrou no sofá. Começou a arrancar a minha toalha. Foi logo descendo a boca e começou um boquete maravilhoso, chupou meu pau todo parecia que já tinha me chupado milhares de vezes, eu não agüentei mais. Arranquei com muita força a camisa que ela estava usando e abri seu sutiã pela frente comecei a chupar aqueles peitinhos e dar umas mordidinhas de leve e ela já estava suando frio. Abaixei minha cabeça, encostei no sofá e mandei ela sentar na minha cara, ela não perdeu tempo. Começou a rebolar na minha língua e gritar de tesão. O meu pau já tava parecendo uma rocha de tão duro. Quando ela tava pra gozar pediu pra eu enfiar na boceta dela. Nem pensei duas vezes, coloquei só a cabecinha e ela já foi gemendo bem gostoso. Percebi que ela ainda era bem apertada, mas mesmo assim entrou muito delicioso, e em menos de 15 minutos eu já estava querendo gozar louco de tesão. Ela pediu pra eu gozar nos seios dela, e quando gozei ela começou a chupar minha rola e lamber meus ovos como ninguém jamais tinha feito. Tomamos um banho e fui deixá-la em casa cedo, pois tinha trabalho no dia seguinte. Nunca mais marcamos nada, por falta de tempo, mas sempre que converso com ela lembro daquela noite louca de sexo ardente. Combinamos que assim que entrarmos de férias, vamos programar alguma coisa parecida.
Olá pessoal, vou relatar uma história que aconteceu ao acaso…
Como já disse, sou mulato, 1.70cm, corpo na medida. Tenho um pênis grande, porém não muito grosso, mas o suficiente para fazer volume dentro da calça.
Era uma sexta-feira e estava a fim de relaxar, peguei minha moto e fui sozinho pra uma praia aqui no Litoral do Rio de Janeiro
Convidei um casal de amigos para ir a minha casa na praia tomar uma cervejinha e acompanhar as eleições que ocorreram no dia 06… Eles chegaram por volta de 12h30min e trouxeram uma amiga, devia ter um 18 ou 19 anos, mas tinha um corpo maravilhoso, se chamava Gabriela (Gaby)… Quando bati o olho logo fiquei doido!
Ficamos conversando, rindo e falando sobre política.
Quando deu umas 4 da tarde o casal entrou no banheiro pra tomar banho, fiquei sozinho com aquela ninfeta gostosa… Falei umas coisinhas salientes pra ela e logo vi que tinha ficado excitada, me levantei da cadeira e fui ao seu encontro, dei um beijo em sua boca, daqueles de tirar o fôlego!
Estávamos do lado de fora da casa, como estava esfriando levei ela pra sala, e quando passamos pela porta do banheiro, ouvimos o casal trepando!
Percebi que ela tinha ficado agitada com aquela situação…
Aproveitei aquele momento e comecei a esfregar meu pau em sua bunda, ela quando sentiu aquele rolo de carne na bunda, logo foi se empinando e se remexendo aos poucos, em seguida me ofereceu o pescoço para que eu chupasse…
Comecei a lamber e dar mordidinhas na orelha… Ela se virou de frente me deu um abraço apertado e foi logo roçando a xota no meu pau… Estava com um tesão danado!
E mesmo depois de algum tempo, ainda ouvíamos o casal gemendo alto no banheiro…
Tirei a parte de cima do biquini dela e comecei a mordiscar! Ela jogava a cabeça pra trás e me oferecia mais e mais aqueles peitinhos pequenos, mas com bicos grandes…
Fiquei um bom tempo ali, até que desci e retirei o biquíni sem tirar a canga que ela usava, e lentamente fui entrando por baixo da canga e quando achei aquele grelo, não perdi tempo e chupei com força! Ela gritava e me xingava!
Ela mesma tirou a canga e se sentou no sofá, me ajoelhei aos seus pés e comecei a lamber sua xana como se fosse um cachorro… Ela rapidamente gozou me dando um néctar saboroso!
Ela se posicionou de quatro e me ofereceu a xana e o cú!
Mas disse que seu cuzinho era só pra eu pincelar o pau… Logo estava eu pincelando meu pau da ponta da xota até o final do rêgo dela… Ela delirava e pedia pra ser comida!
Ajeitei minha rola e enfiei a cabeça naquela xotinha… Fiquei brincando só de enfiar a cabecinha… Ela deu uma empinada pra trás e fez com que meu pau entrasse totalmente de uma vez só… Eu delirei… Ela rebolava como uma dançarina de funk.
Eu ficava parado olhando aquela bunda redondinha e aquela xaninha com poucos pêlos rebolando num vai e vem sensacional…
Avisei que ia gozar, ela se virou e disse que queria que eu gozasse em todo seu corpo… Foi o que fiz… Ela se deitou de barriga pra cima e começou a se masturbar, introduzindo dois dedos em sua vulva… Lancei um jato de porra consistente em seus seios, barriga, buceta, coxas… Ela delirava com meus jatos e logo ela gozou se masturbando, chupei cada dedinho que estava dentro da buça!
Terminamos e ficamos esperando o casal terminar de usar o banheiro para que tomássemos banho… Claro que embaixo do chuveiro nos chupamos novamente!
***Conto enviado pelo leitor Blackbarra do Rio de Janeiro***
Olá, meu nome é Angélica, sou morena clara, 1,62 e 54 kg. Sempre tive uma vida muito controlada, pois meus pais eram muito rigorosos. Isso não impediu que eu tivesse um tesão incontrolável. Desde cedo já tocava siririca e ficava imaginando mil coisas. Aos dezoito anos perdi meu cabacinho e como moro em uma cidade pequena todo mundo ficou sabendo. Inclusive meus pais, que resolveram me mandar pra casa do meu tio que morava longe até os comentários passarem. Esse meu tio tinha fama de durão e pra piorar morava em prédio. Assim era mais fácil controlar minhas saídas que na verdade nem existiam, pois ele deixou avisado na portaria que eu só sairia com autorização dele. Fiquei p da vida mais não tinha jeito, com o passar do tempo a vontade de dar foi crescendo. E eu não via uma saída, já estava ficando desesperada louca de tesão. Já se passara um ano e nada, só na siririca. Imaginem eu com 18 aninhos, todo fogo e nem um pinto pra me satisfazer, tinha que dar um jeito nisso. Foi quando apareceu um porteiro novo no prédio. Wilson era o nome daquele safado. Era um tesão de homem. Mais ainda faltava o jeitinho pra dar pra ele, afinal meu tio não dava um tempo e sair eu não podia. Pra minha felicidade, um mês depois meu tio teve que viajar a trabalho. Nossa que maravilha. Era tudo que eu queria. Quinze dias sozinha, eu daria um jeito e dei. No outro dia já comecei meu plano. Falei para o Wilson que precisava dele para me ajudar a arrastar um móvel pesado, pois eu tinha que tirar um tapete e sozinha não dava. Ele disse que saia às 14 horas e passava lá. Fiquei super molhada só de pensar. A hora não passava e eu estava ansiosa, tomei um banho me perfumei e coloquei um shortinho bem curto e uma calcinha ainda menor. O short era meio transparente, bem fininho e dava pra ver tudo. Queria deixar ele doidão. Tinha que aproveitar as férias de qualquer jeito, afinal já estava subindo pelas paredes. Tudo estava correndo conforme o planejado. Ele chegou, ficou babando, ofereci uma bebida e ficamos conversando bastante e bebendo mais ainda. Foi quando tudo começou a acontecer. Beijamos-nos, ele tirou minha roupa e me comeu como se eu fosse a ultima das mulheres. Tomamos um banho e ele pediu pra eu chupar o pau dele. Coisa que fiz com muito prazer, e que mudou toda história, pois o safado gravou no celular e eu com os olhos fechados não vi nada. No outro dia ele subiu de novo sem eu chamar. Achei estranho mais o atendi com o maior prazer. Foi quando ele disse: Hoje quero comer seu cuzinho. Fiquei besta com a atitude dele, mas logo veio a explicação em forma de ameaça: Ou você da ou eu ponho na net. Não acreditei que aquilo estava acontecendo, foi ai que ele mostrou o vídeo e disse que tinha salvo no computador dele. Fiquei apavorada, pois nunca tinha dado o cu e era a coisa que eu tinha mais medo. Nunca me imaginei fazendo isso. É caros amigos, não tinha pra onde correr. Se minha família visse aquilo eu tava perdida, ainda tentei convence-lo, mas ele foi ficando mais agressivo, me deu um tapa na cara e começou falar que eu agora seria a vadia dele, seria sua escrava e ele meu dono. Tive que satisfazer todos seus caprichos, e como ele tava doido pelo meu cuzinho tive de dar. Ele disse: Vai vadia, fica ali na cama de quatro com a bundinha bem empinadinha. Fiquei com as pernas bambas, mas obedeci. Não tinha outro jeito. Quando ele colocou aquela cabeçona na entradinha, senti que tudo estava perdido. Ele foi empurrando devagarzinho e me xingando de vadia, cadela safada e que eu era a putinha dele. Comecei a sentir tesão misturado com dor, foi quando ele empurrou tudo. As lágrimas desceram na hora e eu gritei. Ele tirou o pau do meu cu, enfiou na minha boca e gozou. Segurou minha cabeça e fui obrigada a engolir a porra dele todinha, até a ultima gota. Nunca vou esquecer esses quinze dias, pois foram dias de escravidão total. Sentia-me a pior das putas. No fim ele cumpriu com a parte dele. Não pos na net, mais meu cuzinho hoje ta arrombado e eu até acostumei a ser tratada como vadia. Da mais tesão. Hoje sou independente e moro sozinha, mas nunca mais achei um tarado daquele. Quem sabe um dia?
Moro em um prédio enorme com vários blocos e play intercalando-os. Como passo sempre o dia inteiro fora, mal tenho tempo para aproveitar as mordomias do meu condomínio, mas na ultima semana tive uma folga e como meus filhos estavam pra casa da avó, resolvi aproveitar a piscina. Chegando lá ela estava deserta e me estiquei ao sol. Um pouco depois vejo uma adolescente bonita entrar na piscina, continuou a tomar meu sol quando de repente senti pingos de água em minhas costas, virando a cabeça deparei-me com um par de coxas roliças e de pelinhos loirinhos. Levantando um pouco os olho,s vi aquele rostinho me olhando atentamente. Dei um oi e ela foi logo me perguntando se eu era a psicóloga da cobertura. Disse-lhe que sim e vi que na mesma hora ela se sentiu a vontade. Pedindo licença se esparramou do meu lado e me disse que precisava muito conversar com alguém. Começamos a falar, eu lhe disse que faria o que fosse possível para ajudá-la. Ela meio titubeante começou a me dizer que estava com 18 anos e sentia coisas estranhas, mas que não conseguia falar com a mãe sobre o assunto. Achando que era mais uma adolescente com duvidas sobre sexo me senti a vontade para realmente ajuda-la. Ela começou a me contar que já tinha tido alguns contatos com o sexo oposto. Sem, no entanto nunca chegar aos finalmente, me deixando claro que era uma menina preocupada e que sabia se cuidar e mesmo sendo virgem tomava anticoncepcionais. Falei que nos dias de hoje isso só não bastava, que era muito importante o uso de preservativos. Ela fez um sinal afirmativo com a cabeça e deixou seus olhos deslizarem sobre o meu corpo. Confesso que adorei aquilo. Senti na mesma hora um formigamento em minha xana, mas sacudindo a cabeça firmemente tirei a idéia da cabeça. A menina estava ali para me pedir conselhos e não era a hora de eu ficar fantasiando em como seria gostoso lamber aquele corpo todinho. Ela me disse que eu era linda e modéstia parte apesar dos meus 41 anos sou uma mulher muito atraente. Ficamos ali de papo sobre meninos e comportamentos, quando nos avisaram que estava na hora de deixarmos o local, pois naquele dia seria feito a manutenção da piscina. Ela fez um muxoxo e disse que era uma pena que estava adorando conversar comigo. Chamei-a para subir em minha cobertura, onde poderíamos conversar um pouco mais já que tinha a tarde livre. Ela prontamente aceitou e fomos para meu apartamento, fomos para o terraço, aonde tenho por baixo de um telhado ornando por sempre-vivas um colchão grande cheio de almofadas. Ela se jogou ali, antes dando uma paradinha para retirar a canga. Seu corpo delgado me despertou um tesão enorme e novamente espantei meus pensamentos, retirando minha saída também. Peguei uma vodka para mim e lhe ofereci um refrigerante. Ela aceitou mais me pediu que colocasse um pouco de vodka no seu também, o que não vi nada demais já que ela tinha 18 aninhos. Começamos a falar novamente sobre sexo e talvez liberada pela bebida ela confidenciou-me que nunca tinha chegado aos finalmente com nenhum menino porque eles não a excitavam direito e que ela ficava muito mais molhadinha vendo os filmes pornôs de seu pai quando duas mulheres se amavam. Aquilo na mesma hora mexeu com meus hormônios e lhe perguntei se ela gostava de admirar mulheres. Ela disse que sim e um pouco envergonhada afirmou que sempre ficava me olhando quando entrava e saia do prédio. Perguntei se ela queria experimentar comigo uma relação e que se ela não gostasse pararia no mesmo instante. Ela fez uma carinha de duvida que só me acendeu mais e disse que sim. Fui me chegando devagarzinho e dando-lhe pequenos beijinhos em seu rosto. Com extrema delicadeza comecei a lhe afagar os peitinhos que cabiam todinhos em minhas mãos. Ela deu um suspiro gostoso e se aconchegou mais a mim. Incentivada pela reação dela fui abaixando a cabeça e segurando seu ceio na mão comecei a mamá-lo, entremeava as mamadas com pequenas lambidas e mordidinhas. Ela sacudia a cabeça de um lado para o outro dizendo como aquilo era bom, que eu fazia muito melhor que os garotos do condomínio. Continuei a mamá-la e desci minha mão até adentrar pela calcinha do biquíni. Na mesma hora ela se abriu em flor, forçando sua bucetinha em minha mão. Tentei enfiar meu dedo médio, mas a xaninha era tão apertada e com a calcinha atrapalhando resolvi despi-la. Ela já fazia movimentos de vai e vem com o corpo tentando alcançar alguma coisa, sem saber o que. Abaixei meu corpo, tirei-lhe o biquíni e dirigi minha cabeça para o meio de suas pernas. Ela ficou meio assustada e quis recuar. Eu lhe disse que se não gostasse eu pararia. Ela recostou novamente e se abriu para mim, coloquei minha boca naquela xaninha quente e comecei a lambê-la, primeiro nas laterais de seus lábios vaginais até alcançar seu grilinho. Quando comecei a sugá-lo ela dava gritinhos até que finalmente teve seu primeiro orgasmo. Largando aquela xaninha molhada de prazer voltei a beijá-la, alternando sua boca e seus peitinhos. Voltei a manipulá-la com as mãos e ela se esfregava com força se arreganhando toda. Comecei novamente a enfiar-lhe o dedo e ela se contorceu mais ainda querendo que eu fosse mais fundo. Em determinado momento pude sentir seu celinho na ponta de meu dedo. Forcei um pouquinho, ela se queixou de dor, mas pediu que eu não parasse. Voltei a masturbá-la tirando e enfiando meu dedo repetidamente até que a fiz gozar de novo. Tirando o dedo de sua buceta levei-o aos lábios e senti o prazer de lamber seu melzinho. Ela continuava esparramada em minha frente toda alargadinha. Eu fui me esticando por cima daquele corpo novinho e comecei a fode-la gostoso friccionando meu corpo ao dela. Eu estava enlouquecida. Sentia minha buceta piscando e toda melada, mas como era o primeiro contato da menina não podia pedi-la que me satisfizesse também. Ela gozou novamente com aquele roça roça e puxando minha cabeça disse-me em meus ouvidos que queria ser deflorada por mim. Perguntei se ela tinha certeza e sacudindo a cabeça ela confirmou. Deixei-a deitada e desci novamente o corpo me encaixando entre suas pernas, às dobrei e voltei a chupá-la e suga-la com força. Ela gemia e pedia mais, forçando a xana em minha boca. Sem parar de chupá-la comecei a enfiar-lhe o dedo devagarzinho até chegar ao seu selinho. Estiquei um braço até os seus ombros e a segurei firmemente para que não conseguisse escapar na hora que eu exercesse a pressão para romper o lacre. Comecei a forçar, ela choramingou dizendo que estava doendo e eu lhe disse que já iria ficar gostoso. Finquei com força na xaninha dela rompendo aquela barreira, ela deu um grito e tentou fugir, mas a segurei firmemente. Comecei a enfiar e tirar cada vez mais rápido sentindo o calor gostoso do mel e do sangue do seu cabaçinho recém estourado. Chupava seu grelo com força e ritimadamente até que ela finalmente gozou. Toda feliz disse que tinha sido uma experiência maravilhosa e que no dia seguinte seria seu aniversário e queria comemorar comigo. Perguntei-lhe se poderia trazer meu marido junto naquela comemoração, deixando-lhe claro que ele só participaria se assim ela quisesse, mas que seria interessante ela ter uma experiência com um homem maduro e experiente. Ela aceitou. Marcamos de jantar e depois irmos a um lugar gostoso e discreto. Dei-lhe um beijo na boca na porta de meu apartamento e nos despedimos. Eu corri na mesma hora ao celular para contar ao meu marido o programa gostoso que tínhamos para a noite seguinte.
Dizem que toda mulher tem fixação no Pai, como todo homem na Mãe, isso é o que diz a psiquiatria. Sentada no colo do Sr. Zíder, podia sentir a pressão, bem maior agora, em minhas nádegas. Ele arriou as alças do meu vestido, com um movimento só, libertou meus seios e começou a lamber os bicos vermelhinhos. Numa pausa para tomar fôlego, ele me olhou com os olhos dilatados de desejo. Deslizei para o chão, me ajoelhei diante dele e com movimentos resolutos, abri a parte da frente da sua calça. Tive um pouco de dificuldade para libertar o pau inquieto que ansiava por carinho. Por alguns instantes contemplei o pau pujante, que palpitava entre os meus dedos. Nunca vira um tão grosso como aquele. Minhas mãos subiram para as primeiras carícias, a pele era cheia de veias saltadas, a ponta lustrosa brilhava, coberta por uma gosma. Ele pousou as mãos em meus cabelos e fez pressão em minha cabeça. Por favor, Ayeska, seja boazinha comigo… Atendendo à pressão dos dedos em minha cabeça, avancei o rosto, um beijo rápido, e comecei a roçar a língua na pele lustrosa. A grossura me excitava e assustava ao mesmo tempo. Não querida só isso, não. Foi preciso escancarar minha boca, senti dores na articulação dos meus maxilares, o Sr. Zíder, o diretor moveu os quadris para frente e só parou quando seu membro atingiu a minha garganta. Tossi engasgada, mas ele não recuou. Lambe querida, bote essa língua rosada e gostosa para funcionar. Aos poucos eu percebi que o Diretor perdia a camada de civilização. Assustei-me com suas estocadas indo e vindo dentro da minha boca. Mas fiz o que podia, girei a língua em volta daquele colosso de carne e mamei como se fosse uma mamadeira. Esperei receosa que ele gozasse dentro da minha garganta, mas, ele não o fez. Quando estava próximo ao clímax retirou seu pau da minha boca. Venha cá, minha querida. Arrastou-me até o sofá mais próximo que tinha na sua sala, colocou-me de joelhos no chão e os cotovelos sobre a almofada. A posição era sugestiva e ao entender sua intenção, gelei por dentro. O seu pau era grosso demais e minha buceta apertada. Não, assim não. Ele me segurou pelos quadris e não permitiu que me levantasse. Ajoelhou-se por trás de mim, fazendo-me sentir a cabeça do seu pau roçar em minhas coxas. Por favor… Vamos tentar, se doer muito, eu juro que paro. Senti seus dedos deslizarem entre as minhas pernas, da minha xoxota melada de excitação, trouxeram uma boa quantidade de secreção e seus dedos espalharam no orifício apertado do meu cu. O senhor vai me machucar. Vai me arrebentar toda. Deixe de ser medrosa querida. E deixe pra lá esse negócio de senhor. Para que tanta formalidade depois do que está havendo entre nós? Quando senti a chapeleta do seu membro se alojar nas curvas internas das minhas nádegas, tive um sobressalto e tentei me levantar. Calma… Prometo que vai gostar e serei gentil…Implacável ele começou a penetrar meu cuzinho, meu anelzinho se dilatou devagar, como um grosso elástico sendo arreganhado. Comecei a gemer, enquanto sua glande se alojava dentro de mim, dilacerando minha carne. Costumava dar o cuzinho, mas nunca para um pau tão grosso como aquele. O Sr, Zíder, deu um tapinha na minha bunda e começou seus movimentos de vai vem. A minha sorte, foi que ele já estava duro e com vontade de gozar e sua resistência ao fim, fazendo-o gozar, inundando meu cuzinho com seus jatos quentes. Devagar senti seu membro diminuir de espessura e só então ele saiu de dentro de mim. Meu cuzinho piscava e o seu gozo escorria de dentro dele. Movi-me com dificuldade e fui apanhar meu vestido. Ele me fitava embevecido. Sem suspensão querida. Apenas os minutos que passou aqui serão levados em conta. Ah Sr. Zíder, valeu… Valeu mesmo. Então ele disse: Só tem um, porém, quero me encontrar mais vezes com você. Logo se acostumará e fuderei seu cuzinho sem problemas e sua bucetinha também. Minha alegria em saber que não seria suspensa foi tão grande e afinal havia sentido prazer e até gozado em companhia do Diretor e pai do meu namorado. Antes de sair de sua sala, passei os braços em torno do seu pescoço, enchendo-lhe a boca de beijos. Esfreguei-me sensualmente em seu corpo, prometendo uma próxima vez.
Quando eu estava cursando o colegial, namorei o filho do Diretor do Colégio. Na época tinhamos 18 anos. Fazíamos muitas peraltices juntos, mas eu queria mesmo era fazer peraltice com o pai do meu namorado. Um homem de 48 anos, cabelos louros com fios grisalhos, olhos azuis, alto e magro. Às vezes quando o via em sua casa ou no colégio, notava a protuberância na frente da sua calça social. Ele era muito sério, mas sempre eu notava seus olhares maliciosos em minha direção. Um dia após ter sido surprendida pela professora de Francês passando cola para uma colega, fui mandada para a diretoria. Era a última aula. Trajava um vestido solto e lilás, sem sutiã e calcinha. Abri a porta da sala do diretor depois de duas batidinhas. Posso entrar ou vou atrapalhá-lo? A professora Sônia mandou me apresentar ao senhor. Estendi o bilhete que a professora havia mandado entregar para o Sr. Zíder. O Sr. Zíder interrompeu a leitura de um livro, tirou os óculos e me olhou. Você querida, nunca me atrapalha. Feche a porta e entre. Com passos curtos e estudados, me aproximei da escrivaninha de mogno, dando tempo para que o diretor do colégio e pai do meu namorado lesse o bilhete que lhe estendi. Passando cola para colega de classe, Ayeska? Com um sorriso fez sinal para que me aproximasse mais. Sorri e me encostei em sua escrivaninha, a poucos centímetros de distância. Os olhos do Sr. Zíder não se afastaram dos meus seios, e diante do seu olhar os biquinhos se dilataram formando um alto-relevo no tecido do vestido que eu usava. Ah Sr. Zíder, ela não é muito boa em Francês. Sabe, sempre passei cola para ela, mas como eu falava em francês e ela escrevia em português tirava zero. Passei a escrever em um papel e passar para ela. Respondi fazendo biquinho. Ah Sim… Bom o pessoal está saindo do colégio e por alguns minutos ficaremos a sós até chegar os outros professores e alunos. Falou ao ouvir o sinal. Ayeska, a professora Sônia está pedindo para que eu a suspenda por dois dias. O que me diz em sua defesa além do que já me falou? Sr. Zíder não posso pegar dois dias de suspensão. Tenho prova nesses dois dias e estou fechando todas as matérias. Isso não seria nada bom para mim. Ter que vir nas férias fazer as provas. Respondi me aproximando e passando suavemente a mão no rosto do Sr. Zíder. Posso ser indiscreta com o senhor? O senhor é um homem muito charmoso e poderia me deixar apenas de castigo aqui em sua companhia. E você é a garota mais tentadora que já conheci em todos esses anos como Diretor. Devagar, alisei seu rosto barbeado e cheirando a uma deliciosa colônia pós-barba. As pontas dos meus dedos tocaram sua boca. Puxei suavemente seu queixo para baixo, e quando seus lábios se entreabriram, o beijei sem pressa. Ele afagou meus ombros e foi logo enfiando a mão dentro do meu vestido e alisando a carne macia dos meus seios. Quando recuei o rosto, percebi sua respiração ofegante e seus olhos dilatados de tesão. Pelo jeito, suas ações são as mais recomendáveis para eu não dar a suspensão pedida pela sua professora. Sorrindo sentei sobre as pernas do diretor, tomando cuidado para que a pressão das minhas nádegas redondas ocorresse no lugar certo. Já tinha experiência em tesar homens mais velhos. E os preferia namorando os novos para não chamar atenção dos outros. E tendo meus rolos com homens mais velhos, por baixo dos panos. O Diretor passou a mão ao redor da minha cintura. Beijamos-nos e logo depois senti sua língua lamber minha orelha e pescoço. Com a mão livre, enfiou por baixo do meu vestido e quando tocou minha xoxota lisinha e úmida, teve um sobressalto. Parando as mordidinhas no meu pescoço. Ayeska, você sempre anda tão à vontade? Perguntou-me fitando meus olhos com seus olhos azuis da cor do céu em um dia de verão. Eu ri. Costumo dispensar o que é dispensável em determinadas ocasiões. Hoje está muito quente. E não é só lá fora não, Sr. Zíder, aqui na sua sala a temperatura também está elevada. Rindo o diretor ficou empolgado sentindo minha lubrificação. Larguei a cabeça para trás e gemi suavemente. Sr. Zíder me ergueu e colocou-me sentada na beira da escrivaninha. Percebendo sua intenção, me deitei de costas, pousando graciosamente os meus calcanhares na borda da escrivaninha, um bem afastado do outro. Ele empurrou meu vestido para cima e fitou tocando minha xoxota lisinha e rosadinha. Você é virgem? Perguntou com a voz rouca, cheia de excitação. Hum o que o senhor acha? Namoro seu filho. Sem responder ele moveu sua cabeça em direção da minha xoxota. Gemi alto ao toque de sua língua arisca e experimentada. Contorci-me toda, mal conseguindo me agüentar, e meus movimentos quase espasmódicos, pareciam funcionar como incentivo para ele que trabalhava em minha boceta com sua língua áspera, me dando prazeres inesperados. Espere, por favor, espere. Assim eu vou gozar logo. Ele diminuiu o ritmo de sua língua já ensopada das minhas secreções. Devagar beijou meus lábios vaginais rosados e melados. Depois de me acariciar, senti suas mãos em minhas nádegas. Senti seu dedo no meu minúsculo orifício entranhado no meu bumbum. Ele tocou-o, me contraí toda, ele então tocou de novo com maior delicadeza. Ai como você faz gostoso Diretor. Falei com os olhos fechados, saboreando a carícia íntima daquele coroa experiente e pai do meu namorado. Com extrema habilidade ele introduziu seu grosso polegar no meu cuzinho estreito. Gemi alto e lancei os quadris para cima e para baixo. Meu segundo gemido, repleto de prazer. Você gosta, não é? Sim, dá uma sensação eletrizante. Ele sorriu e moveu mais o dedo. Eu movia os quadris, sugando seu dedo para dentro de mim e então o dedo se enterrou até o final. Com grande habilidade, ele girava o dedo no interior do meu cu, me tirando gemidos de prazer. Há uma maneira mais deliciosa de fazer isso, Ayeska. Ele disse com o rosto próximo ao meu. O senhor é um danado. Você chame-me de você. Nunca imaginei que teria a chance de me deliciar com você, aluna do colégio e namoradinha do meu filho. E eu jamais pensei que iria me deliciar tanto. Você é um expert. Com o polegar ainda enterrado em meu cuzinho, ele aproximou o rosto entre minhas coxas e lambeu minha vulva e sugou os lábios úmidos da minha buceta. Quando o senti lambendo meu clitóris, senti também o movimento de vai vém do seu polegar. Recomecei a corcovear meus quadris. Espere, assim, eu não vou me agüentar por muito tempo. Ele nem quis saber, retomou as carícias com o mesmo furor, o que me levou a um orgasmo. Meus quadris corcovearam como o dorso de uma égua selvagem, eu contraía meus músculos pélvicos de forma alucinante. Apertei as coxas na cabeça do Diretor, gemi, e lentamente fui me acalmando. Após ter me refeito do orgasmo, deslizei da mesa e novamente no colo do Diretor o beijei na boca, apreciando a oportunidade de sentir meu gosto nos lábios dele. Suguei seus lábios, passando a língua entre seus dentes. Minhas mãos em volta do seu pescoço e minha boca devorando a dele. De repente a sensação de estar beijando e tendo intimidades com um homem que poderia ser meu pai e pai do meu namorado, aumentaram mais o meu tesão. Quero fazer você feliz… Será um dia inesquecível esse castigo na sua sala, Diretor.
Oi gente. Hoje vou contar da minha primeira vez com um desconhecido. Era um sábado e minha amiga ligou dizendo que uma bandinha de rock iria tocar num clube perto da casa dela. Eu adoro rock e nem pensei duas vezes. Chegando lá, o show havia começado, mas conseguimos ir até a frente do palco. Quando olhei pra o baixista fiquei de boca aberta. Era lindo. Eu sempre tive queda por baixista de bandas, mas ele estava ali, na minha frente. Fiquei jogando charminho e ele sorria para mim. Quando o show acabou fui até o camarim. Eles não eram conhecidos, estavam no começo da carreira. Então ele me convidou para ir até onde ele se trocava para conversarmos. Foi ai que tudo começou. Isso foi a uns três anos atrás. Eu tinha 18, mas como sempre com corpo de mais velha. Ele trancou a porta, eu arregalei os olhos fingindo estar assustada. Ele sorriu e disse: Agora somos só eu e você. Eu respondi: Então faça valer esse momento. Ele não agüentou quando eu falei tal coisa. Puxou-me e começou a me beijar. Como beijava bem. Eu pulei no seu colo e ficamos nesse amasso por pouco tempo. Ele tirou minha blusa e começou a beijar e chupar meus seios feito um bebê. Fiquei super excitada. Ele me jogou no chão e num frango assado me comeu ali mesmo. O ritmo era rápido e depois devagar. Aquele entra e sai maravilhoso só me fazia me sentir mais e mais excitada. Gozei rapidinho, mas ele quando viu que ia gozar pediu para trocarmos de posição. Ele se deitou e eu sentei por cima dele. Cavalguei naquele pinto másculo, groso e gostoso. Era maravilhosa a sensação, pois nunca havia transado com um estranho, mas ele me fazia sentir como se o conhecesse a tempos. Depois fiz um boquete muito bem feito, sem as mãos, só a boca. Ele preferia assim. Eu chupava até o cassete dele chegar na garganta. Agüentei tudo na minha boquinha. foi muito bom o sexo com ele. Quando ele gozou bateram na porta e tivemos que terminar a foda logo. Ele tinha que ir embora e eu também. Foi meu melhor show de rock. Bom, se passaram os anos e hoje ele toca numa banda bem famosa de rock e às vezes nos falamos por msn, mas nunca mais rolou sexo. Quem sabe um dia.







