Caros leitores, também sou assíduo freqüentador destas páginas. Eu, Felipe, juntamente com minha esposa Fátima, adoro aquecer minha libido com os relatos extremamente excitantes, principalmente aqueles contendo fantasias, fetiches e orgias. Claro que tanta leitura começou a provocar em nós a vontade de passar de meros espectadores a protagonistas dessas estórias. Contudo a dificuldade era grande, família, cidade pequena, e tantos outros empecilhos comuns à maioria das pessoas. Chegamos a visitar boates de streap, ruas nada familiares, mas nada além disso. Somos profissionais liberais e temos uma vida confortável, gostamos muito de receber os amigos em nossa casa, que por possuir churrasqueira, piscina e sauna, propicia boas festas, sempre regadas por muita bebida e carne. No último sábado, depois de diversos fins de semana chuvosos o sol resolveu prevalecer. Bem cedo liguei para o pessoal e de pronto organizamos um churrasco. Desci para limpar a piscina e fiquei esperando a galera com os comes e bebes. Tomando a primeira gelada da manhã fiquei admirando minha esposa deitada de bruços, bronzeando sua deliciosa bunda, totalmente exposta no sumário biquíni florido. A bunda de Fátima não é grande, é proporcional com o restante de seu corpo de pouco mais de 1,50 e 47 kg, contudo seus seios são fartos e o rosto angelical de pele aveludada e longos cabelos castanhos. Bunda mesmo tem minha cunhada, Rebeca, uma deusa da luxúria, a primeira a chegar com o namorado Roberto a tiracolo. Chegou e já foi se estatelar ao lado da irmã mais velha, para meu deleite e de meu futuro concunhado. O pessoal foi chegando, e a festa ferveu. Caipirinha, batidas, cerveja, carne pra comer e pra olhar não faltaram. Os homens cuidando do churrasco e das bebidas e a mulherada só desfilando com biquíni e copo na mão. Todo mundo pra lá de alegre. Eu com o tesão na lua, vendo aquele monte de gostosas, sim, pois é mulher de amigo, mas continua sendo gostosa, nada de hipocrisia. O pessoal já conhece minha fama de tarado, com o maior respeito é claro. No final tarde o tempo deu aquela tradicional fechada, liguei a sauna e convidei a turma, alguns aderiram outros preferiram jogar truco. Tudo dentro dos conformes. Fui dar um bodinho com minha esposa no quarto e acabei rodando. Lá pelas 11h00min da noite acordei e o pessoal acostumado com minha casa, já tinha ajeitado as coisas e ido embora. Meio amuado lembrei da sauna ligada e fui desligar. Ao me aproximar ouvi uns gemidos característicos. Olhei pela janelinha e vi o Roberto dando um trato na buceta de minha deliciosa cunhadinha. Com o pau duro e o coração palpitando, corri chamar minha esposa. Para conseguir olhar, ela subiu num banquinho e segurou a risada. Com a bundinha na minha cara não resisti e comecei a lamber sua buceta e seu cuzinho, percorria essa trilha com a língua e apertava meu pau que já doía de tanta excitação, com as cenas que se repetiam dentro da sauna escaldante. Trocamos de posição e de joelhos a Fa abocanhou meu cacete enquanto eu apreciava a Re de quatro com o Ro atolando os dedos em seus buracos, era um geme-geme só. Fomos trocar de posição novamente e a Fa se desequilibrou do banquinho e acabou batendo na porta. Os dois se assustaram, nós nos entreolhamos e sem titubear invadimos a sauna já sem roupa. A Re olhou para a Fa, sorriu e emendou. É hoje. Rimos e passamos a nos acariciar mutuamente, foi inexplicável, só quem passou por tamanha sensação sabe o que significa. A Re segurava meu pau, eu chupava os seios da Fa, enquanto ela segurava o pau do Ro que enfiava os dedos na Re. Isso num rodízio de mãos e bocas interminável. Beijei minha cunhada como se fosse a última mulher do mundo, esqueci de tudo, apertando sua bunda desejada, lambendo seu corpo suado até atingir a bucetinha mais linda do mundo. Chupei, lambi me lambuzei, a fazendo gozar gritando: Chupa cunhado gostoso, chupa que eu to gozando. E caiu de lado no primeiro banco da sauna. Só então olhei pra cima e me dei conta que minha mulher estava levando vara do Roberto, e que vara meus amigos. Um cacete não muito comprido (uns 19 cm), mas grosso como uma long neck. E a Fa de quatro já engolia metade com cara de quero mais. Olhou pra minha cara e disparou: Ta gostando de ver sua mulherzinha gemer numa pica grossa, ta? Meu tesão explodiu, avancei sobre Rebeca que recuperada agarrou meu pau e enfiou inteiro na boca engasgando e melando ele de saliva. Quase gozo de cara, mas me segurei, a botei de quatro e soquei de uma vez em sua buceta encharcada. Ela gritou, mas não recuou, pediu pra socar mais forte e foi o que eu fiz, olhando minha esposa receber o mesmo tratamento. Já me preparava pra gozar, quando a Re sem aviso, num solavanco pra frente, tira meu pau da xana. Já ia reclamar quando ela me olha languidamente e pede: Come meu cuzinho Fé? O pau do Ro é muito grosso e eu ainda sou virgem atrás. Quase morri. Olhei pra Fa, que sorriu para meu cunhado perplexo e fui preparar o terreno. Sou um especialista na arte de saborear um traseiro apetitoso. Comecei o ritual lambendo e beijando aquele monumento, elogiando minha cunhada com todos os adjetivos que lembrei: Gostosa, maravilhosa, tesão de mulher, sempre sonhei em comer essa bunda deliciosa. Ia falando e enterrando a língua, depois um dedo, e outro e mais outro. Dilacerando aquele buraquinho apertado. Ela só gemendo e pedindo mais. Quando ela já implorava por um pau no rabo, me posicionei e forcei a entrada. Ela deu um grito e minha esposa correu em seu auxílio, abrindo sua bunda e instruindo-a a fazer força pra fora. Investi novamente e desta vez a cabeça de meu pau deslizou pra dentro, que maravilha. Esperei ela se acostumar e lentamente fui enterrando. Cada dois cm que entrava eu voltava um. Curti cada momento desse desvirginamento sublime, quando me dei conta minhas bolas já estavam batendo em sua bucetinha carnuda. Aí foi um festival de palavrões e palavras sem nexo. Vai putinha, rebola esse rabo pro seu cunhadinho, rebola. Isso FDP soca o cacete na Resinha, arrebenta minhas pregas. Ao lado a Fa já cavalgava o Roberto como uma desvairada, subindo e descendo numa velocidade incrível já acostumada com o calibre do pau que arregaçava suas entranhas. Com meu gozo se aproximando, passei a dedilhar o clitóris da Re e comecei a berrar. Goza biscatinha, goza que eu vou encher esse teu cu de porra. Foi uma sinfonia, motivado por nossos gritos, meu cunhado enfiou dois dedos no rabo da minha Fa cerrou os dentes e anunciou também seu gozo, seguido pelas mulheres que quase choraram de tanto prazer. Sentia as contrações do esfíncter de minha cunhadinha ordenhando meu pau e sabia que Roberto estava sentindo o mesmo, pois conheço a capacidade incrível que minha querida tem de contrair os músculos vaginais. Gozei, gozei e não me lembro de ter ejaculado tanto, chegou a doer, uma queimação gostosa no pau. Todos gozaram. Trocamos os parceiros e trocando beijos agradecemos aqueles momentos mágicos que experimentamos. Saímos da sauna e eufóricos mergulhamos na piscina. O choque térmico, os corpos nus, e minha esposa provoca: Sempre fantasiei ter dois paus dentro de mim. Sempre sonhei com uma DP. Falou e mergulhou ofertando a bunda para nós que rimos, mas essa depois eu conto… Ou quem sabe ela mesma.
Bem, me chamo Larissa e sou casada com Marcus. Sou morena, adoro malhar e atualmente consegui adquirir meus seios siliconados… Marcus adorou. Ele é um gato, moreno, alto, freqüenta a academia comigo e tem olhos verdes bem destacados. Resolvemos em fevereiro de 2008 viajar para o Nordeste no carnaval. Eu tinha muita curiosidade e pelas fotos tudo era muito lindo. Tiramos uma semana de férias juntos. No terceiro dia fomos ambos a um bar da cidade fazer um happy hour. Era um bar de forró com muita gente bonita. Sentamos em uma mesa próxima ao bar e começamos logo pedindo uma bem gelada pra refrescar. Pedi ao Marcus que dançasse comigo, pois sou apaixonada por dança e forró me deixa muito solta, principalmente depois de um copo de cerveja. Fomos logo pra pista. O Marcus me segurava firme e de vez em quando descia aquela mão deliciosa entre minhas coxas e, eu que estava de saia fazia questão de rebolar bastante só pra sentir aquela mão deslizando devagar. Percebi que um casal ao lado ficava nos admirando e sem que ele percebesse passei a corresponder aos olhares. Meu coração disparava, pois isso nunca tinha acontecido comigo. Então aproveitei e comecei a provocar também, roubei um beijo de língua bem safado do Marcus e abrindo meus olhos mirava o casal convidando-os a participar. O clima foi esquentando e eu não conseguia mais imaginar aquela noite somente eu e o Marcus, mas eu, Marcus e o casal. Foi então que resolvemos sentar. Cochichei no ouvido do meu marido o que tinha acontecido e ele espantado resolveu ver quem era a garota e se ele se interessava. Não deu outra, ela era linda e gostosa. Convidamos os dois de imediato a sentarem em nossa mesa e pedimos mais uma bebida. Ficamos horas conversando como se já nos conhecêssemos, foi então que coloquei o pé por debaixo da mesa entre as pernas de Ricardo massageando aquele pau que por sinal já estava duro. Mirava os olhos dele pedindo “me possua” passando a língua nos dentes. Marcus observando aquilo pediu logo a conta e nos convidou para irmos à pousada. Já estávamos todos excitados e começamos a nos agarrar. Marcus agarrou a Ana pela bunda e a encoxou roubando um beijo super ardente daqueles lábios carnudos. Não agüentei, tirei minha calcinha, sentei na mesa, abri as pernas e o Ricardo caiu logo de boca. Fazia movimentos repetitivos deliciosos e com muita voracidade. Foi então que Ana se aproximou e disse: “ta gostando do meu bofe?” Tirou minha blusa e começou a devorar meus mamilos. Marcus não agüentou, pôs a Ana de quatro, tirou a calcinha dela enquanto ela me chupava e meteu bem fundo naquela bucetinha que já tava toda molhadinha. Era um vai e vem delicioso. O Ricardo não quis ficar pra trás, me colocou de quatro de frente pra Ana e meteu na minha buceta pedindo que eu beijasse a Ana. Nossa! Que momento, eu e a Ana começamos a nos tocar e a nos beijar como duas amantes enlouquecidas. Então resolvemos trocar, o Marcus veio me fuder e o Ricardo foi comer a mulherzinha dele. Nós suávamos feito bicho e os corpos já estremeciam de tanto tesão, foi quando o Marcus sentou e pediu que eu sentasse com meu cuzinho no pau dele. Foi o que fiz. Que tesão, que porra de caralho. Comecei a cavalgar sem parar, o Ricardo adorou a cena e pela frente meteu aquele caralho enorme na minha buceta. Parecia um sonho, aqueles dois homens deliciosos me comendo ao mesmo tempo. Foi então que gozei feito uma cadela. Depois de gozar, esfreguei minha buceta na boca da Ana pra ela sentir o meu gozo delicioso. Pedi então que o Marcus comesse o cuzinho dela. Ela gemia de tanto tesão até que o Ricardo foi comer a buceta dela também. Eu fiquei me masturbando olhando aquela cena maravilhosa dela sendo comida por aqueles dois gostosos. Foi então que a Ana gozou. A cadela gritava sem parar de tanto tesão. Aproximei-me dela, acariciei-a e roubei um beijo delicioso. Essa foi a melhor noite de carnaval da minha vida e com certeza espero repeti-la, já estou até me masturbando só de lembrar.
Sempre fui um cara liberal e sempre tive algumas fantasias. Uma delas era de ver a minha querida esposa com outra, coisa que nunca aceitou. Mas gostou da idéia de sair só com homens e na minha presença. Tivemos algumas boas experiências e eu sempre arrumando um jeito para fazê-la ficar com uma mulher. Ela é loira, seios médio-grandes e adora chupar uma pistola bem grande. Ai descobri a famosa casa do Raul que fica na Pampulha. É uma casa de swing. Tenho um amigo que freqüenta a casa e chamou eu e minha esposa para conhecer. Por incrível que pareça ela topou na hora, alegando que iria só para conhecer sem compromisso de ficar com alguém e que ele teria que levar uma amiga. Ao chegarmos ele mostrou toda a casa e ficamos encantados com ela. Com vários quartos íntimos para namoro, alguns só de vidro para ficar olhando e duas salas interessantes. Uma era a sala do escurinho, onde ficam todos se ralando uns no outro, sem ninguém ver ninguém, e a outra é uns quartos de vidros que você fica vendo os casais transarem e quando eles deixam tem dois buracos onde você enfia a mão ou o pênis e fica bolinando as pessoas. Começamos a beber, bater papo e dançar. Mais tarde fui dar umas voltas com a minha esposa onde sempre tinha um casal se agarrando. O meu casal de amigos sumiu. Depois voltamos para a mesa e começamos a beber. Só a minha esposa que nunca bebeu, tomou oito doses de Martini rose. Ai começa agarrar aqui e ali e ela ficando preocupada com pessoas vendo e foi se soltando. Quando começou o strip de mulheres, fomos dar uma olhada. Ai começou a dança com muitas mulheres maravilhosas dando aquele show onde os homens e mulheres passavam as mãos nas modelo. Quando para a minha surpresa a minha esposa fala. Vai meu amor passe a mão nela também, e assim fui passar a mão na bunda e nos seios dela ficando de pau duro na hora. Retornei e vi que a minha bela e adorável esposa ficou numa boa. Aí já comecei a ficar animado. Voltamos para a mesa e aparece o casal. Começamos a bater papo falei que estava cansado de subir para ver os casais e como ainda era cedo quase não via ninguém. Ai o Renato chamou minha esposa para subir. Disse que iria mostrar para ela como estava o escondidinho (quarto escuro) e assim ela foi numa boa deixando eu com a amiga de Renato batendo papo. Quando entrou no assunto de vaidade, ela me confidenciou seu interesse por fotos sem saber que sou fotógrafo profissional. Pronto, ficamos mais amigos ainda. Combinamos de marcar um encontro para futuras fotos. Em um determinado momento ela brinca: É os dois vão demorar. Concordei com ela e falei que eles estavam certos e nós também. Cada um na sua. Ai ela falou que reparou a forma dela olhar para ele, e via os olhos dela brilhar pelo Renato. Para mim isto não era o problema e sim a possibilidade de ficar nós quatro juntos. Passa um tempo, eles aparecem e começam a contar o que viram sem entrar em detalhes se fizeram ou não alguma coisa. Ai em um bate papo chegamos à conclusão de ficarmos os quatro no mesmo quarto, porém cada um com a sua parceira. Fomos passear um pouco na casa e vimos de tudo. Começamos a procurar os quartos íntimos onde todos estavam ocupados. Aí o Renato encontrou uma salinha bem pequenina onde tinha só um sofá. Tiramos as roupas. A Claudia já foi logo chupando o Renato e minha esposa não ficou atrás. Chupou-me também. A coloquei de quatro e comecei a enfiar os dedos e a pistola nela, coisa que adora. Ela ficou com o rosto na barriga de Cláudia e a mesma começou a cariciar os seus cabelos, depois a beijar a sua testa, rosto e foi procurando sua boca onde foi correspondida por minha mulher. O Renato saiu de Claudia e meteu na minha esposa e eu chupava a Claudia enquanto as duas se beijavam. Peguei a mão de minha esposa e coloquei na bucetinha de Claudia e ela enfiou logo três dedos. Fiquei olhando a minha esposa beijando Claudia com os dedos enfiados nela e o Renato metendo em minha esposa que não parava de gemer. Foi delicioso ver o gozo formidável que a Claudia teve nos dedos de minha esposa. Minha esposa começou a chupar o Cláudio até ele gozar em sua boca. Quando fomos olhar as horas tivemos que sair correndo sendo os últimos. Já eram cinco horas da manhã. Fomos fechar a conta e outra surpresa, a Cláudia do nada vai e abraça a minha esposa bem gostoso sem falar nada. Deixou claro a sua satisfação pelo encontro, e na despedida as duas deram um selinho. Fomos ainda para o motel, descansamos um pouco, metemos mais um pouco e ficamos o dia inteiro pensando no Renato e Cláudia. Na parte da tarde não resistimos e ligamos para o Renato, mas ele não atendeu. Estamos ansiosos para falar com os dois para saber o que acharam. Esperamos que este seja um inicio de uma boa amizade porque adoramos o encontro. Quem gostou da nossa história e ainda não teve coragem e quiser algumas dicas, podem contar com a gente.
Meu nome é Carlos e pensei muito antes de contar as emoções que me enlouquecem e me assustam. Sou médico, 38 anos de idade e dez de um feliz casamento. Sou de bem com minha conta bancária, com a vida. Um homem bonito, como dizem. Lúcia minha esposa, é juíza federal e é uma bela mulher de 35 anos que sempre representou para todos os amigos a mulher ideal. Ela é independente, profissionalmente bem colocada, uma menina no café da manhã, brilhante nas mesas de audiência e de noite uma puta na cama.
Mas, também, nós sabemos brincar. Ela sabe que sussurrar certas estórias malucas e proibidas no ouvido do seu garanhão o leva para um galope que começa nas planícies da imaginação e termina no paraíso.
Vou falar mais de minha fêmea. Desde menina faz balé e por isto mesmo tem pernas esculturais, cinturinha bem fina e uma bunda grande que ela sabe usar maravilhosamente. Mas, o mais delicioso é a desenvolvida musculatura pélvica que faz da sua vagina uma verdadeira chupeta, como diz o povo. Seu botãozinho rosado, quando estimulado, cresce como se fosse um dedinho de criança e ali esta o seu ponto mais sensível. Ela é muito esguia, seios pequenos de menina moça, mamilos pontudos e sensíveis que nunca amamentaram. Seus olhos são verdes esmeralda, os cabelos castanhos e anelados. São moldura para um sorriso de enlouquecer um monge de pedra.
Moramos em um condomínio fechado, em uma casa cercada de jardins com uma grande piscina e uma sala de estar aconchegante. Temos uma suíte enorme com uma banheira de hidromassagem, tamanho família, que é nosso parque de diversões. Amigos não faltam: muitos dela e muitos meus.
Ai começa a estória. No início de janeiro marcamos um jantar com o casal Eduardo e Gabriela, ele juiz, ela advogada. Jantar de comemoração, pois Eduardo havia sido transferido para a entrância da capital e, finalmente, deixaria de ter que viajar todas as semanas para o interior do estado. Estávamos sem empregados, era sábado, e nós mesmos preparamos, desde cedo, uma deliciosa comida italiana deixando a massa prontinha, somente necessitando ajustes finais na hora de servir. Resfriamos algumas garrafas de Châteauneuf-du-Pape. Todos nós adoramos um bom vinho.
Os amigos chegaram às oito horas. Eduardo é um pouco mais velho que eu e Gabriela um pouco mais jovem que Lú. Ele um tipo atlético e ela uma morena gostosona, cheinha de carnes, uma bunda redonda arrebitada e seios grandes realçados por um vestido preto que quanto mais tentava cobrir mais teimava em mostrar. Chegaram alegres e abraçados e Lú ao recebê-los foi logo dizendo brincalhona. Querida, você esta linda e parece mal intencionada; vai dar algum presente para o Eduardo hoje?
Sorrimos, entramos e o jantar transcorreu feliz. Cheio de conversas inteligentes, aquelas que nos deixam orgulhosos do que somos e dos amigos que temos. Às onze horas já havíamos bebido três garrafas de vinho e sentíamos que a noite era uma criança alegre e festeira. Quando estávamos na quinta garrafa de Châteaunuf observei que seria difícil eles voltarem para casa dirigindo.
Nosso quarto de hóspedes esta sempre pronto para os amigos, disse Lúcia.
Você tem razão e se não se incomodarem eu vou dar aqui mesmo o presente que trouxe para Eduardo, respondeu Gabi com uma voz rouquinha.
Estávamos todos recostados, lado a lado, em um grande e largo sofá que temos frente ao home-theater e os primeiros movimentos de Gabriela eu não me esqueço. Ela encostou a cabeça no ombro do marido e foi se virando lentamente. Seus lábios procuraram os dele numa voracidade terrivelmente sensual e sua mão entrou camisa adentro arranhando o peito do Eduardo. Logo ela estava sobre o marido, com seu maravilho traseiro voltado para mim e se desenhando sob o vestido meio puxado nas costas.
Eduardo a princípio apenas recebeu o beijo, mas, aos poucos, fui vendo que ele queria continuar a receber o seu presente. Com uma das mãos invadiu o decote da mulher pondo seu seio duro e rosado para fora e com a outra começou a acariciar a sua bunda. Gabriela passou completamente a perna sobre o colo do marido e com o vestido já repuxado se deixou escorregar, abriu a calça de Eduardo e começou a gulosamente chupar o seu enorme cacete. Para mim, a menos de meio metro de distancia, era alucinante a visão daquela fêmea fogosa de joelhos no largo sofá, mamando intensamente a pica do marido enquanto ele acariciava os seus seios.
Eu estava completamente desligado da Lú, absolutamente excitado com a cena dos amigos, quando senti a mão da minha mulher por dentro da minha camisa, seus lábios procurando os meus e seu corpo repetindo os mesmos movimentos de Gabriela. Ficou de joelhos sobre o sofá e engoliu minha pica com sua boca quente. Eu também acariciei seus seios pequenos apertando de leve os mamilos rosados e puxei seu vestido deixando completamente à mostra a fenomenal bunda.
Imaginem a cena das duas belíssimas fêmeas de joelhos, com minúsculas calcinhas, bundas para cima, chupando os cacetes de seus machos e ronronando de prazer. Quanto mais eu olhava mais enlouquecido eu ficava, mais eu queria que tudo aquilo não terminasse e mais eu tinha medo do que me passava na cabeça. Foi Edu que tomou a iniciativa e em um lento movimento levou a minha mão do seio de Lúcia para o seio de sua mulher.
Dois machos, dois machos me pegando, sussurrou ela.
Lúcia, fazendo um movimento com o corpo em direção a Eduardo, me disse baixinho: Eu também quero amor, eu também quero.
Indeciso eu me debatia entre a enorme explosão de desejos e com a certeza que depois daquilo a minha vida seria completamente diferente.
Deixa, deixa meu amor, implorou minha mulher.
E eu deixei. Busquei também a mão de Eduardo colocando-a no seio de Lúcia, ele pegou com prazer e ela gemeu alto. Senti seu grau de excitação pela forma como sugou minha pica, como se quisesse beber todo prazer do mundo. A escolha havia sido feita e deste momento em diante mergulhei no turbilhão do sexo e nada mais neguei a mim ou a ninguém.
Nada mais conseguiria deter o que já estava sendo feito e de repente as lindas mulheres nos deixaram e se procuraram. As suas pernas se enlaçaram e se beijando elas se tocavam e levemente roçavam seios contra seios, sexo contra sexo, se chupando e se lambendo como esfomeadas. Estávamos os quatro absolutamente descontrolados e inebriados pelo vinho e pelo cheiro forte de sexo e prazer que exalava no ambiente. O movimento seguinte até que pareceu ter sido combinado. Eduardo e eu nos levantamos e procuramos cada um a fêmea do outro e elas gulosas se soltaram e abocanharam as nossas picas. Revezavam-se em nos chupar.
Muito aconteceu naquela noite e as cenas voltam a minha mente como se fossem trailers de filmes. Da sala passamos para a piscina. Forramos o deck de madeira com todos os almofadões usados para tomar sol e eu busquei toalhas e dois tubos de lubrificante. Assim poderíamos até ficar independentes. Tiramos nossas roupas e o lugar mais se parecia um teatro de Roma antiga. Continuamos bebendo nosso vinho e a fuder nossas mulheres de todas as formas possíveis. Quando estávamos melecados de gala nos jogávamos na piscina, quando cansávamos parávamos até podermos voltar novos para a arena.
Como posso esquecer Lú, recebendo o enorme pau de Eduardo na boceta, sugando avidamente o meu e, ao mesmo tempo, tendo os peitinhos chupados por Gabriela. Como posso não relembrar de Gabi oferecendo a bunda para o meu deleite, recebendo minha pica nas suas entranhas e urrando de prazer.
Mete toda, fode meu rabo, bombeia fundo no meu cu. E as palavras de Eduardo vendo sua mulher ser enrabada
Abre cachorra, abre este cu para ele cachorra vadia.
Como esquecer Eduardo e minha mulher sozinhos. Ela de quatro e ele com o enorme cacete todo enterrado no seu cu batendo forte na bunda gostosa. Como esquecer que depois minha mulher sentou sobre minha pica e implorou: Quero duas picas, quero ser lascada, quero uma dupla penetração, é o meu sonho.
E eu com as mãos ajudando a abrir aquela bunda deliciosa para Eduardo penetrar. E nossos membros se encontrando dentro de minha mulher, as contrações da sua buceta sugando meu pau e o entra e sai da pica de Eduardo no seu cu.
Como esquecer as duas juntinhas se beijando se chupando, o botãozinho crescido de minha mulher na língua de Gabriela. Como não lembrar elas com os rostos colados, punhetando nossas picas, Gabi dizendo: A minha é maior. Lú respondendo aos risos: A minha é mais grossa, para no fim beberem o jorro de porra que lançamos sobre seus rostos e suas bocas. Como esquecer que elas se lambiam e se chupavam pedindo mais pica e mais gala para beberem?
Exaustos ficamos ali mesmo e eu fui o último a dormir. Joguei uma grande toalha sobre o corpo de cada um deles e quando acordei com o frio da manhã Eduardo e Gabriela tinham saído à francesa. Levei minha mulher para nosso quarto, liguei o ar condicionado e somente acordamos novamente às onze horas. Calados tomamos o café da manhã, um evitando olhar nos olhos do outro, até que Lúcia voltou-se para mim e disse carinhosa: Foi muito bom, você foi ótimo, mas não quero falar no assunto; estou muito confusa ainda.
Não voltamos a conversar desde então, pelo menos explicitamente. Mas agora, quando fazemos amor e deixamos nossas loucuras correrem soltas, as estórias que minha mulher me conta são muito mais picantes.
Na verdade nossa primeira troca, também foi a primeira troca de nossos parceiros. Era uma noite de sábado e também era o dia do aniversário do Cássio. Pra comemorar, fomos tomar uma cervejinha nos bares da orla, ficamos lá até meia-noite aproximadamente, quando resolvemos voltar pra casa e terminar nossa comemoração particular de forma mais intima. Assim que chegamos ao prédio que moramos, encontramos um casal de vizinhos que moram no andar de baixo (a Paula e o Mauro). Ela moreninha, olhos verdes, cerca de 23 anos, bundinha arrebitada, coxas malhadas. Ele moreno-claro, alto, uns 38 anos, um homem bem bonito. Cumprimentaram-nos e em tom de brincadeira nos perguntaram o que estávamos fazendo fora de casa tão tarde. Foi quando mencionei que era o aniversário do Cássio, e eles fizeram questão que voltássemos com eles para a boate onde eles estavam para comemorarmos juntos. A boate fica em frente à praia e ficamos sentados na varanda da boate (pois fazia muito calor e lá fora estava mais fresco). Brincamos, dançamos e bebemos muito. Quando resolvemos sair da boate já eram mais de 3 da manhã. Fomos para casa e quando chegamos o Cássio convidou o Mauro e a Paula para tomarem a saideira em nosso apartamento. Assim que chegamos deixamos nossos convidados na sala e fomos para a cozinha para fazer uns tira-gostos e preparar mais uma caipirinha. Quando retornamos a sala estranhamos, pois havíamos deixado a lâmpada da sala acesa, e estava tudo na penumbra, o Mauro tinha colocado uma musica no aparelho de som e estava dançando bem sensualmente com a Paula. Eu e o Cássio ficamos assistindo aquilo calados, e o Mauro estava no maior amasso com a Paula. Ele dançava com ela, amassando a bunda dela e puxando sua saia pra cima, e às vezes colocava a mão dentro da blusa dela acariciando os seios, a Paula que também já estava bastante tonta, gemia e se esfregava no Mauro. Recuamos um pouco pra eles não perceberem que a gente tava olhando, ai o Mauro colocou o pau pra fora e a Paula segurou no pau dele, eu e o Cássio não agüentamos de tesão. Agarramos-nos e nos beijamos. Quando olhamos pra eles a Paula estava dançando só de sutiã e calcinha e o Mauro de cueca, nosso tesão foi aumentando ainda mais, eu sentia o coração acelerado. O Cássio me abraçou por trás e colou o pau duríssimo em minha bundinha, apertando meus peitos, tirei a mão direita dele do meu peito e coloquei dentro da minha calcinha (minha xoxota tava encharcara), na verdade estávamos todos meio bêbados e quando percebemos estávamos os quatro na sala dançando. Ai a Paulinha pegou a mão do Cássio e puxou ele pra dançar, mas antes disse que tínhamos que ficar todos iguais. Logo o Cássio ficou de cueca e eu fiquei só de calcinha, pois não estava de sutiã. Uma nova proposta foi feita pela Paulinha, que todos ficássemos nus. Eu e o Cássio ficamos um pouco sem graça e com vergonha, mas como eles já estavam se despindo, resolvemos tirar o restante das nossas roupas também. O Mauro veio dançar comigo e senti o pau dele endurecer entre minhas pernas. Fiquei com uma vergonha de morrer, mas logo vi que o Cássio já estava grudado nos seios da Paulinha, mamando como uma criancinha. Fiquei com tanto ciúmes que abri um pouco as pernas e o pau do Mauro deslizou até a entrada da minha xoxota. Deu-me um tesão tão grande que suspirei, me veio uma vontade de foder tão grande que eu sentia meu corpo inteiro queimar. O Mauro percebeu empurrou o corpo pra frente e a cabeça do pau dele entrou na minha buceta que já estava toda melada. Quando vi, a Paulinha estava de quatro no tapete, com o corpo apoiado no sofá e o Cássio com a pica totalmente enterrada na xoxota dela que já estava tão molhada quanto a minha. Meu tesão já era maior que meu ciúme, pedi ao Mauro pra deitar no tapete e sentei no caralho duro dele e cavalguei até ele encher minha xota de porra quentíssima. Deitei no peito dele e minha bunda ficou arrebitada. O Cássio veio por trás e senti a cabeça do pau dele entrando no meu cuzinho que latejou na hora (adoro sexo anal), eu nunca imaginava que uma pessoa normal pudesse agüentar uma dupla penetração, eu pensava que só era coisa pra profissionais, o Cássio foi enterrando a rola no meu cuzinho e eu gozava sem parar. Ai que loucura. Não sei quantas vezes gozei, eles tiraram as picas meladas dos meus buracos encharcados de porra. A Paulinha veio por cima de mim e começou a me lamber. A língua quente dela parecia um pincel pintando meu corpo, ela foi me chupando todinha, centímetro por centímetro, eu sentia descargas elétricas por todo o meu corpo, meu gozo parecia prolongar, foi uma coisa diferente, delicioso, ela foi subindo, subindo, e quando chegou frente a frente com meu rosto, pela primeira vez beijei outra mulher. Fizemos um 69 e gozei novamente na boca da Paulinha. Foi maravilhoso. Gozamos como loucas. Era a primeira vez da Paulinha também. O Mauro e o Cássio estavam em pé batendo uma punheta vendo a gente se chupar. Depois eles fizeram uma dupla penetração na Paulinha também, só que o Mauro comeu a bundinha dela, por que o Cássio tem o pau muito grosso, e eu já estou acostumada. Fomos os quatro para o banheiro e eu e a Paulinha demos um show especial pra eles enquanto os dois nos olhavam batendo uma punheta e gozando em nossas bocas. (detalhe, o Mauro gozou na minha boca, e o Cau na boca da Paulinha). Já faz mais de um ano que transamos assim pelo menos duas vezes no mês.
Após um tempo de sermos contatados via e-mail, por um casal de swingers sulistas, eu e minha esposa, estávamos às vésperas de recebê-los em nossa querida cidade de Belo Horizonte. Programamos de levá-los no Swing Club BH. Uma casa excelente, ampla, espaçosa e luxuosa que temos aqui. Ficamos no começo apenas observando como os outros casais, mas por dentro fervíamos uns pelos outros entre nós quatro. Mas como estava cedo ainda, ficamos papeando e tomando uns drinks. Isso foi até a hora dos shows, Todos prestaram atenção nos profissionais, mas o delírio mesmo foi quando algumas esposas resolveram botar para fora seu lado exibicionista fazendo shows de stripe tease. Após os shows, percebemos que a sala estava ficando vazia e então fomos procurar um ambiente mais apropriado ao que estávamos sentindo e querendo. Chegamos a uma sala em penumbra e pudemos perceber vários casais sentados em sofás espalhados pela sala e até aquele momento, todos os casais estavam se curtindo entre si. Resolvemos sentar em um sofá que ainda estava vazio com as nossas mulheres ficando sentadas ao centro tendo os maridos sentados nas pontas. Ficamos ali nos curtindo e prestando atenção no que rolava em volta e já tinha vários pares de casais se embolando, com os gemidos chegando até nós como uma sinfonia de prazer que nos levava a querer também entrar naquela festa. Eu já estava com a mão entre as pernas da Liliana, minha esposa, e foi um nada para alcançar sua bucetinha. Fiquei tarado ao perceber que sua calcinha estava ensopada, o que demonstrava claramente estar gostando de ver, e mais ainda, ouvir os outros casais swingando. Incentivado pela sua atitude de abrir as coxas para que eu melhor dedilhasse sua buceta, levei a mão por uma das cavidades do seu vestido e avancei sobre seus seios, ela levou sua mão até minha rola, e ainda por cima da calça ficou apertando e gemendo em meu ouvido, dizendo que queria meter muito. Ainda bem que meu pau queria algo mais que uns apertões e pedi a ela que o libertasse daquela prisão de roupa e, enquanto ela liberava meu pau, pude perceber que os sulistas já estavam mais avançados. A mulher chupava o seu marido e, na posição que ela estava a bunda dela ficava inteiramente virada para mim. O marido dela, vendo que eu apreciava aquele momento, fez-me um sinal para alisar a bunda de sua esposa. Assim que levei minha mão até a bunda dela, ela sentindo que não era seu marido que a acariciava, trouxe uma das mãos para trás e alisou também a bunda de minha esposa que respondeu ao carinho com um gemido mais forte e uma leve mordida em meu pau. A sulista então largou seu marido e virando-se para nosso lado, foi puxando devagarzinho a minha mulher até levar os seios dela a sua boca. Como era excitante ver minha mulher sendo acariciada por outra mulher, coisa que até então eu não achava tão interessante, pois ela não é bi. O marido dela que, até esse momento apenas assistia a iniciativa de sua mulher, também resolveu participar acariciando as coxas da minha esposa. Eu copiei a atitude dele e acariciei as pernas da mulher dele, até alcançar sua buceta e para minha surpresa, ela estava sem calcinha e bem receptiva aos meus carinhos. Ela recebeu com facilidade o meu dedo dentro de si, as duas estavam se beijando, minha mulher batia uma punheta para o sulista e a esposa dele repetia em mim o mesmo que seu marido recebia. Eu já achava aquilo o máximo, mas quando ele ficou de pé em frente a sua esposa eu fiz o mesmo com a minha e juntas chuparam os nossos paus, cada uma chupava o do seu marido, depois as duas chupavam o pau de um e de outro, uma passava a língua no saco e a outra engolia o pau, depois repetiam com o outro marido. Tenho certeza que meu pau não estoura, porque se estourasse seria naquele momento, a cabeça do caralho chegava a doer de tão dura que estava; eu tinha que tomar uma atitude mais ativa ou gozaria nas bocas daquelas gostosas taradas. Eu então me ajoelhei em frente da sulista e fui beijando seu pescoço, desci pelos seios onde chupei com desejo, ela gemia e ronronava que era gostoso e eu podia saber, mesmo sem ver, que o trato dado a minha esposa era algo semelhante, porque também escutava seus gemidos de tesão. Deixando um rastro de beijos vim das tetas para a buceta e ao mesmo tempo em que chupava, enfiava um, dois dedos naquela gruta perfumada e molhada e enquanto sugava com força seu grelinho, ela rebolava a buceta na minha cara, segurava em minha cabeça e me puxava pra dentro de sua xana. Com a mão livre escorreguei pelas coxas de minha mulher indo até a xana. Senti o dedo do sulista dentro dela, como seu cuzinho estava livre, ali eu fiquei roçando a ponta do dedo na portinha e foi o que faltava. Minha mulher começou a gozar e gritar de tesão. Incentivada pelos gritos da minha mulher, a sulista também gozou. Ficamos os dois, esperando elas se recuperarem um pouco, quando ele disfarçadamente colocou uma camisinha em minha mão, um claro sinal de que iríamos trocar na penetração também. Quando dei por mim, a Liliana, com uma carinha deliciosamente safada, vestiu a camisinha no pau do novo amigo e ela mesmo direcionou o pau para dentro de sua buceta e cruzando as pernas nas costa dele deixou bem claro que queria ele inteirinho dentro de si. Vesti a camisinha e ainda de joelhos no chão puxei a sulista pelas ancas até a borda do sofá e mandei-lhe a rola. Ela tombou o corpo para o lado e agarrou minha esposa. Enquanto seu marido e eu as fodíamos, elas se chupavam nas tetas, se beijavam, gemiam, pediam para serem fodidas com força. Passavam as mãos nas bucetas e pegavam o que sobrava dos cacetes dos seus maridos. Eu consegui me segurar o quanto pude e aproveitei ao máximo para socar o mais forte e rápido possível, como normalmente faço e podia ver que a minha esposa não estava sentindo minha falta, pois o sulista era bem vigoroso também. Não agüentando mais eu gozei como um louco, enchendo a camisinha de uma porra produzida por uma foda e tanto. Quando percebeu que eu estava gozando a esposa do sulista me implorou para não parar que ela também estava gozando, e apertando as minhas costas enfiou as unhas. O que me vez me grudar nela e socar o pau até o fim numa ultima estocada. Abraçados e recuperando o fôlego tivemos o prazer de assistir o marido dela e minha esposa também chegando a um orgasmo violento. Ele chegava a urrar como um cão, o rosto de minha esposa parecia se deformar pela careta do gozo intenso que ela estava alcançando. Ainda sentado no chão, foi que percebi que tínhamos nos tornado o centro das atenções, os outros casais ali presentes estavam todos de pé e em volta de nós quatro e posso garantir que não nos sentíamos envergonhados.
Olá! Meu nome é Paloma, tenho 19 anos e vou relatar uma experiência muito gostosa que vivi no início deste mês. Estava saindo com um coroa bem dotado que me satisfazia muito, além disso, me cobria de presentinhos (não que eu fosse puta, mas não sou burra, se ele me dá presentes é porque pode e porque quer, nunca pedi nada). Certo dia ele me propôs que fossemos a uma casa de swing. Topei na hora, sempre quis participar desse tipo de orgia e só de pensar minha buceta ficou molhadinha e doida para dar. Fomos então numa sexta feira, estava linda, coloquei meu vestido vermelho, fui sem calcinha e de salto alto deixando uma parte da minha bunda à mostra. Chegando lá sentamos numa mesa e começamos a observar. Havia muitos casais: alguns bebendo e conversando, outros trocando olhares e alguns mais assanhados dançavam de maneira insinuante. O Marcos (o coroa que eu estava ficando) me levou para uma parte da casa de swing dizendo que eu iria gostar do que eu veria. De fato, eu gostei; era uma parte reservada para o sexo, havia várias cabines: umas fechadas, outras abertas. Havia também um sofá muito grande e confortável onde os casais trepavam a vontade. Mas o que eu gostei mesmo foi do quarto escuro, neste quarto só se entrava despido e não dava para enxergar nada. Decidi então que começaria minha farra neste quarto. Entrei com o Marcos, mas logo senti alguém me puxando e de repente várias mãos começaram a me tocar, sentia muitos dedos me masturbando, línguas me penetrando, mal sabia se eram homens ou mulheres, ou quem sabe até as duas opções. Fiquei entregue e não me movia, sentia medo e tesão. Foi então que me jogaram no chão, abriram minhas pernas e a penetração começou pra valer. Sentia vários paus de espessura e tamanhos diferentes, gritava, gemia pedia mais e recebia tudo que queria. O fato de não ver quem e quantos me comiam me excitava ainda mais. Arreganhava minha buceta que latejava de tanto ser explorada. Colocaram-me de quatro, enfiavam na buceta e no cú, delirava com a força com que eu era encurralada. Passou um bom tempo, eu já estava exausta e percebia que aquela orgia não ia parar nunca, cada vez mais pessoas entravam naquele quarto, foi então que com muito esforço saí de lá. Vesti minha roupa que estava do lado de fora e me recompus. Estava suada e cansada, mas não satisfeita. Procurei o Marcos e não encontrei. Sentei no sofá e comecei a reparar os casais fazendo sexo, abri minhas pernas e comecei a me masturbar. Um homem que estava do meu lado perguntou se a namorada dele poderia me chupar, eu concordei e ela começou a passar a língua bem devagar na minha buceta que estava melada de tanta porra que tinha recebido. Os movimentos da língua dela ficavam cada vez mais rápidos e profundos, fui ficando louca de tesão. Ela percebeu e colocou um dedo, depois outro e assim por diante até arrombar minha buceta fazendo a mão dela caber todinha dentro de mim. Delirava e gemia como uma cachorra no cio. Então foi minha vez de chupá-la. Chupei com toda vontade e ela me agradeceu deixando escapar seu gozo gostoso em minha boca. O marido dela se empolgou com a cena e resolveu comer nós duas. Tirou o pau para fora e meteu na buceta dela que estava de quatro. Enquanto isso abri o cuzinho da garota e comecei a lamber. Depois ele veio e meteu na minha bunda sem dó nenhuma, bombava rápido com muita vontade. Senti o gozo dele entrando no meu cú, que já estava ardido de tanto tomar leitinho. Despedi-me do casal com um longo beijo na boca de cada um deles e trocamos telefone para continuar com a orgia um outro dia. Na saída me encontrei com o Marcos que disse ter observado tudo de longe e elogiou minha performance. Disse que como era minha primeira vez numa casa de swing, ele não esperava que eu ficasse tão à vontade. Fomos para casa e não trepamos naquela noite porque eu estava muito cansada.
Eu e Bina estavamos a fim de experimentar coisas novas, a convidei para irmos a uma casa de Swing. Logo de cara Bina disse que não queria de forma alguma, mas conforme o tempo passou ela acabou topando. Escolhemos na internet uma boa casa de Swing e decidimos ir em um sábado, pois haveria festa para casais.
Chegando a casa notamos um ar misterioso e excitante, alguns casais já estavam tomando drinks e coquetéis para iniciarem a festa que para nós era ainda desconhecida.
Sentamos em uma mesa com quatro lugares, pedimos ao garçom dois coquetéis de maracujá, conforme o tempo ia passando observávamos a movimentação dentro do ambiente. Quando estávamos um pouco mais a vontade devidamente sobre o efeito dos coquetéis, reparei a aproximação de um casal em nossa mesa. A mulher era loira, alta, olhos claros, falante e muito sensual, o homem de altura média, físico atlético e muito reservado.
A mulher perguntou se poderia sentar-se ao nosso lado, senti uma estranha sensação mas concordei com a cabeça. Para minha surpresa Janis sentou-se ao meu lado e Raul sentou-se ao lado de Bina, começamos a conversar e tomamos mais alguns coquetéis. O casal logo perguntou se estávamos ali apenas para conhecer, ou se já éramos freqüentadores de Swings. Respondi que era a nossa primeira vez, mas que gostaríamos de participar até o final.
Pelo que reparei o casal já freqüentava casas de Swing e sabiam muito bem o que estavam prestes a fazer.
Janis pediu para que nos beijássemos enquanto eles assistiriam a cena, começamos então a nos beijar, comecei a sentir-me muitíssimo excitado. Quando olhei, Janis e Raul se beijavam loucamente com o olhar fixo para nós dois, continuamos então a nos beijar e conforme a excitação aumentava as mãos começavam a ganhar vida, pude confirmar que Bina estava completamente excitada quando passei a mão sobre sua buceta e observei o calor intenso que irradiava, pedindo por sexo.
A festa já tinha começado e outras pessoas estavam mantendo relações sexuais próximos da gente.
Senti o corpo de Janis se aproximando, sua mão tocou suavemente sobre minha virilha e sua boca tocou em minha orelha, me virei para ela e começamos a nos beijar. Bina ficou estática por alguns instantes… Raul também se aproximou e começou a beijar o pescoço de Bina, ela neste momento mantinha os seus olhos em mim e em Janis, passou sua mão sobre meu colo e começou a acariciar meu pênis já duro de tanto tesão. Raul continuava a beijar seu pescoço e a acariciar seus peitos, Bina abriu o zíper de minha calça e começou a chupar meu caralho rígido. Janis passava a língua em meu pescoço, em minha orelha e voltava com ela para minha boca, ao mesmo tempo sentia a boca quente de Bina sugando meu caralho. Escutei um gemido forte da Bina, quando notei Raul tinha abaixado suas calças e chupava sua buceta com muita vontade, a excitação tomava conta de nossos corpos.
Janis e Bina revezavam em meu caralho, Raul continuava a lamber e chupar a buceta de minha noiva. Comecei a masturbar Janis, introduzindo meus dedos em sua buceta, Raul já com as calças arriadas e seu pênis rígido aproximou-se mais, Janis imediatamente agarrou-se e começou a chupa-lo.
Posicionei-me atrás de minha noiva, agarrando suas nádegas com força, comecei a meter em sua buceta completamente molhada, Bina estava de quatro, foi quando Raul aproximou-se e ela começou a chupa-lo, eu continuava a fuder sua xota com todo meu tesão, enquanto meu pau entrava e saia, Janis colocava sua boca próxima ao rabo de Bina ficando assim, lambendo um pouco seu cú e um pouco sugando meu caralho.
Raul começou a fuder Janis de quatro, enquanto elas se beijavam, nós dois continuávamos a fude-las. Então veio o momento de trocarmos de par, Raul passou para trás da Bina e eu fui para trás de Janis. As duas ficaram imóveis apenas observando, coloquei meu caralho bem devagar sentindo o calor de sua buceta, Janis estremeceu e pediu para que eu a fudese com força. Comecei então a dar estocadas fortes como tinha me pedido, ela gemia de prazer e dor. Bina empinou bem a bunda e esperou pela vara de Raul, que também não teve pena e mandou ver em sua buceta, trocamos diversas vezes de posição e de par, a cada momento o tesão aumentava, foi quando Janis sentou de costas sobre meu caralho e o enterrou por inteiro em seu cu. Chamou Raul e pediu para que ele introduzisse na sua buceta e assim foi feito, fodiamos Janis com muito prazer. Chegou a vez de Bina experimentar a dupla penetração, fiquei por baixo, ela trepou sobre mim e começou a cavalgar, arregacei bem suas nádegas com as mãos deixando seu cu bem a mostra, Bina sentiu que seria arrombada por trás pelo caralho de Raul e logo tratou de empinar bem seu rabo, Raul enfiou seu pau de uma só vez, Bina deu um grito de dor misturado com prazer, fudemos por um bom tempo minha noiva, até cansarmos…
No final, colocamos ambas de joelhos e jorramos toda nossa porra em suas caras, elas lambiam nossos paus e se beijavam ao mesmo tempo. Depois dessa noite não voltamos mais àquela casa de Swing e nunca mais encontramos com Janis e Raul. Assim foi nossa primeira experiência de Swing…
Essa historia e verídica, os nomes foram trocados e qualquer semelhança é casualidade.
Nossa história se resume em algo que nos mudou completamente, tanto em nossos conceitos como na maneira de saber viver. Primeiramente uma pequena apresentação. Minha mulher e eu casamos logo após nossa formatura na universidade, sou administrador e ela professora. Nosso casamento foi realizado como toda festa tradicional, que gerou por conseqüência um casal de gêmios como filhos. Nossa vida teve tudo que era de normal, pois normal para nós era ter alguns casais amigos para troca de visitas, participar da sociedade de forma como casal perfeito, vida social perfeita, viajar e conhecer culturas e assim por diante. Depois de alguns anos começamos a ter aquela situação de rotina. Sexo poucas vezes no mês, o que era muito diferente no início quando casamos, pois parecia que nunca era suficiente. Nossa situação atual começou a mudar ha 2 anos, quando percebemos que estávamos indo para uma mesmice sem graça nenhuma, e resolvemos mudar. Começamos a participar de academia, caminhadas, exercícios e alimentação controlada. Tudo isso nos deu um novo ânimo que não tínhamos mais. Sim, isso mudou nosso visual, passamos a ser mais interessantes, não que não fossemos bonitos pois sempre fomos, mas sim o conjunto; Bom, meu nome é Paulo e atualmente estou com 1:78, 76kg, loiro, olhos azuis, a Cris do tipo mignon, com 1:65, 54kg, loira, cabelos longos até o bumbum, olhos azuis, seios firmes, atualmente sem barriguinha que aconteceu com muita malhação.
Depois de um tempo que podemos dizer que hibernamos, começamos a rever tudo que havíamos feito e sentido no passado, muito sexo e prazer. Começamos a não mais nos limitar em o que o outro iria pensar se…, o que o outro acharia se…, e assim por diante…Começamos a alimentar nossos prazeres usando roupas e ações que provocassem um ao outro, também começamos a perceber que as outras pessoas nos observavam e passamos a nos sentir apreciado pelos outros. Nossa imaginação quando transávamos começou a mudar, começamos a colocar outros parceiros nas nossas fantasias, e isso nos dava um plus muito interessante em nosso sexo, pois a imaginação nos dava o prazer daquilo a mais que queríamos. Isso se sucedeu por um bom tempo, até que um dia a Cris me perguntou o que poderia acontecer se colocássemos em prática o que imaginávamos quando o sexo acontecia. Eu me surpreendi com aquilo, fiquei sem saber o que dizer no momento, não que eu já não tivesse pensado nessa possibilidade, mas sim pelo fato que ela tomou a iniciativa de perguntar. Bom fiquei quieto por alguns instantes, e vi que ela ficou na espera de uma resposta ali, naquele mesmo momento, pensei, pensei e disse a ela o seguinte: Querida, quando transávamos e colocávamos outros personagens nas nossas fantasias, eu pensava como se fosse real, e que eu teria o maior prazer se fosse verdade. Pois o que estaríamos fazendo era de dar um plus no nosso sexo, e que eu não deixaria de amá-la se isso ocorresse, mas sim passaria a amá-la mais pois estaríamos fazendo algo juntos e coniventes sem esconder nada. Ela escutou e disse: Acho que estamos quase preparados para isso, mas que não queria se sentir vulgar, não queria me perder e tinha medo em onde ficaria o limite das coisas. Dei um beijo bem demorado nela que estava de lingerie preta, sapato super altos, arranquei o sutiã e passei a apertar com as mãos e chupar aquelas tetas gostosas e pontudas de forma intensa. Disse que eu era o Carlos, aquele amigo que estaria comendo ela na frente do marido e tornando-a uma puta gostosa. Ela pegou meu pau e passou a chupar como nunca havia chupado antes, agarrou o meu cacete e disse que iria fazer a festa necessária para ser bem comida, pegou e colocou ele todo dentro da boca, senti meu cacete entrando na garganta dela, não sei como ela suportou tudo aquilo pois tenho um membro grosso e de 18 cm, ainda bem que tenho ereção prolongada, senão teria acabado ali mesmo. Quanto mais palavras eu colocava naquele momento, mais vadia a Cris ficava, ela mesmo pedia para eu a chamar ela de puta, vadia, vagabunda, com isso ela gritava cada vez mais para que eu a fudesse e dizia que ela era uma puta. Tirei da boca dela meu pau e enfiei direto na buceta dela que estava totalmente molhada de prazer. Eu metia com força e dizia que queria ver ela agüentar meu pau e se ela aguentaria mais outro junto. Naquele instante ela acabou, uivou feito cadela no cio, gritou como nunca, acabei junto com ela. Foi um dos sexos mais gostosos que tivemos. E depois, quando ela estava encostada em meu ombro, ela disse que um dia a nossa fantasia seria realizada na real. Nossa, fiquei louco com aquilo, passei a pensar muito como seria ter mais pessoas no nosso relacionamento, os dias foram passando e nada mais falamos sobre isso. Fiquei na expectativa, aguardando. Surgiu uma ocasião de viagem a trabalho para mim em São Paulo, onde eu ficaria durante duas semanas, a Cris estava de férias e me acompanhou. Alugamos um apartamento mobiliado em SP, uma vez que morávamos em uma casa em Porto Alegre, e sempre desejávamos nos mudar para um apartamento, passou a ser um test drive para nós. Os filhos ficaram com a empregada na nossa casa no sul. Quando chegamos em SP, achei que a ocasião havia chegado e passei a montar uma estratégia para realizar a fantasia, a nossa fantasia. Claro não comentei nada para ela sobre o esquema, mas passei a por em prática a provocação da ocasião. Entrei num chat e acabei encontrando um casal, que estava no inicio, numa situação muito semelhante a nossa. Fiz contatos e acabamos marcando um encontro, eu e o outro marido para conversarmos. Levei algumas fotos da Cris e ele levou da Patrícia sua esposa, ela era uma morena muito linda, de cabelos longos também, 1,58 com 48Kg, gostei muito pois as nossas estaturas e portes eram semelhantes. Uma vez que nós dois nos afinamos nas idéias e aprovamos as mulheres envolvidas, passamos a montar o esquema. Nos encontramos 2 vezes até fecharmos nossas fantasias, pois acabamos sofisticando um pouco a idéia. Chegou o dia, assim como eu falei para a Cris que teríamos a visita a noite de um casal, o Pedro também falou que iriam nos visitar. Combinamos em que o vestuário a ser usado teria que ser bem sensual. Eu acho que a Cris entendeu logo, mas fez de conta que não para entrar no jogo. Comentei também que o Pedro era um colega de trabalho e a mulher a Patrícia sua esposa. Eu me ajeitei como sempre, roupas pretas, tudo na cor preta, a Cris ficou se arrumando e não quis se mostrar para mim até a chegada da visita. Fiquei maluco só de pensar. O casal chegou, tocou a campainha, e eu fui receber eles. Cumprimentei o Pedro, abracei a Patrícia e senti a beleza dela. Estava fantástica, linda como nas fotos. Estava de saltos altos, uma calça colada no corpo realçando o bumbum empinado que marcava presença, uma blusinha curtinha colada aparecendo o contorno dos seios, cabelos soltos tocando quase a bunda, e que bunda! Após as apresentações iniciais veio a Cris, nossa a Cris estava uma loucura, não imaginava ter aquela mulher como esposa, ela estava diferente ela estava magnifica. Colocou uma saia preta, uma blusa com decote grande que mostrava o volume de seus seios, um corte longo na barra da saia que chegava quase na altura da cintura, meias longas e saltos altos. Estava exuberante, aqueles cabelos soltos davam o algo mais no balanço.
Sentamos e começamos a conversar, aqueles papos praxe, viagens, trabalho, futebol…
Pegamos um whisky e passamos a tomar algumas doses, notamos que as mulheres estavam tomando mais que normalmente, até porque tomamos socialmente, já que a Cris raramente tomava, e quando tomava era uma dose no máximo. Bom, papo pra ca papo pra lá…. de repente começamos a falar de sexo, mais uns goles de bebida e já estávamos falando de nossas fantasias. Quando começamos neste assunto percebi que as mulheres começaram a se soltar mais, provocando, dando sinais que algo poderia acontecer. Sentamos no sofá ao lado das esposas, estava a Cris, eu a Patrícia e o Pedro na ponta. O Pedro começou a falar com a esposa dele, Eu e a Cris começamos a nos beijar, nossa como beija a Cris, o clima começou a esquentar e passei a acariciar ela, tocar em suas pernas, puxando um pouco o vestido da Cris para provocar o outro casal. Funcionou, notei que eles passaram a ser espectadores também, aos poucos além de beijar minha Cris, passei a tocar na Patrícia, devagar mas tocando e vi que ela estava adorando, passei a tocar na perna dela de forma mais firme e a subir com as mãos, passei a chegar perto da xana. Ela relutou um pouco mas vi que deveria insistir e Patrícia acabou consentindo, abaixou a mão e abriu o fecho. Para mim foi o sinal, avancei e passei a tocar a xana da Patrícia, não demorou muito a Cris se levantou, achei que ela estaria fugindo, mas não. Ela colocou uma música, subiu na mesa de centro e começou a dançar, se mexendo daquela forma que provocaria qualquer um, quando viu que estava com toda a atenção, passou a fazer um strip, não podia acreditar minha Cris fazendo aquilo tudo na frente de nós. O Pedro levantou e foi tocar a minha Cris que dançava, passou a tocar ela toda, eu não sabia se iria censurar ou não, pois era nossa primeira vez, eu só sei que eu senti um prazer como nunca havia sentido, ele passou a chupar os seios dela, passar a mão nas pernas, e os movimentos passaram a ser cada vez mais intensos. O Pedro começou a tocar a Xana de minha Cris. Senti um tesão incontrolável com a cena. A Cris olhou bem nos olhos de Pedro e disse: Quero que você seja aquele que vai me tornar puta. Nossa, fiquei maluco, não sabia que minha Cris poderia ficar daquele jeito, não imaginava que fosse possível ser tão depravada e ainda na nossa frente. A Cris abaixou e pegou o pau de Pedro que era semelhante ao meu, uns 18cm e passou a mamar, chupar de forma fantástica tentando engolir ele todo de forma parecida como havia feito comigo quando nos libertamos nas nossas fantasias sexuais. Aquele pau entrava todo dentro de sua boca, com certeza entrando garganta abaixo. Durante alguns minutos eu e a Patrícia ficamos apreciando surpresos o que estava acontecendo, estávamos como espectadores. Mas entramos logo no jogo também, beijei a Patrícia e passamos a nos tocar, tirando o resto da roupa que tinha. Ela pegou meu pau e sugava com forca, querendo engolir ele todo como a Cris havia feito. Enquanto a Patrícia estava me sugando e o Pedro dando inicio a penetração em minha Cris, a minha Cris me olhava com uma cara de sem vergonha querendo mostrar que estava adorando tudo e que as fantasias estavam se realizando.
Nisso Pedro entra firme dentro da xana, enfiando todo o seu cacete de forma violenta e forte, fazendo a Cris entrar em orgasmo na hora.
Não poupei a Patrícia, pois eu estava louco de prazer vendo minha mulher sendo fodida por outro, gostando e gritando de prazer. Meti na xana da Patrícia com igual intensidade que Pedro fez. A Patrícia começou a falar palavras: Paulo, enfia, enfia, me come todinha, arromba minha buceta, me maltrata de prazer. Pedro veja, estou sendo comida pelo Paulo, agora sim eu Patrícia sou uma Puta. Enfia esse caralho bem fundo para que Pedro venha ver o que você esta fazendo comigo, que aquilo que ele sempre quis e que eu evitava esta acontecendo e que eu Patrícia estou adorando. Nisso Pedro tira a sua estaca da xana e começa a jorrar porra na cara de minha Cris. Jogava volumes de porra, minha mulher adorou e passou a lamber tudo com prazer. Eu continuei a fuder a Patrícia mesmo ela tendo acabado vendo o seu marido Pedro jogando porra na Cris. Eu tenho ereção prolongada e continuei a bombear dentro da buceta da Patrícia. O Pedro chegou e começou a acariciar por trás a Patrícia e disse o seguinte: Agora você vai receber duas varas em sua buceta. Naquele momento achei que iríamos cortar ela no meio, pois a bucetinha da Patrícia era apertadinha, eu sentia meu pau apertado lá dentro, eu estava fudendo pela frente e o Pedro se ajeitou por trás dela forçando a entrada na buceta da mulher dele estando o meu ainda lá dentro. Forçou, Forçou, não dava para acreditar estava entrando duas varas dentro da Patrícia. Era um prazer enorme, eu sentia o pau de meu amigo junto com o meu, entrando apertadíssimo na buceta dela, e ela estava adorando, adorando as duas varas que entravam e saiam juntas e justas em sua buceta. E depois de um bom tempo assim a Patrícia disse: Adoro, amo isso, dois paus como sempre sonhei entrando em minha buceta. Viu Pedro como eu agüento? Sempre nos sonhos eu falava e agora estou realizando na real. Sou uma mulher que sei muito bem me arranjar com vários homens ao mesmo tempo. Nunca imaginei que uma buceta pudesse abrir tanto assim, e entramos num ritmo alucinante de prazer e orgasmos até acabarmos juntos caindo ao prazer.
A Cris louquinha de tesão, pois só estava assistindo desta vez, começou a nos tocar querendo que nossas varas erguessem novamente agora para ela. Após alguns instantes já estávamos prontos, Pedro e eu passamos a nos revezar na buceta da Cris, e ela bem sem vergonha disse: Você Patrícia levou dois paus na buceta, eu vou quer um na buceta e outro no cuzinho. Uma vez dada a ordem Pedro e eu passamos a obedecer. Entrei na buceta de minha mulher e o Pedro se ajeitando começou a penetrar o cuzinho de minha Cris. Foi complicado no inicio, mas depois de um certo tempo entramos num sincronismo preciso de prazer, fazendo sentir o sexo ao máximo. A Cris começou a ter orgasmos simultâneos, continuamos fudendo ela de forma mais forte, arrombando tudo com prazer, até cairmos sem forças para continuarmos.
Satisfeitos estávamos todos os quatro, pois atingimos as nossas fantasias. Dormimos todos abraçados, caídos e exaustos. Quando acordamos nos despedimos e hoje vejo que a coragem faz a diferença em alcançar ou não nossas fantasias.
Oi, tenho 35 anos, casada ha 15 anos, sou loira, olhos claros, seios grandes, pernas fortes, um corpo todo em cima, gostosona, meu marido tbem tem 35 anos, um gato, me adora e quer que eu esteja sempre gostosona para ele, somos muito felizes justos e estamos até hoje apaixonados um pelo outro. Agora que vocês me conhecem quero dividir uma experiência que tive em uma casa de swing de São Paulo, depois de sairmos de um show muito legal, queríamos dançar e resolvemos conhecer uma casa de swing, chegando lá sentamos em uma das mesas e logo vimos vários casais nas mesas ao lado se acariciando de forma mais liberal, de cara ficamos excitados e meu marido logo colocou sua mão em minhas pernas (estava de vestidinho curtinho), fiquei toda arrepiada, estava assustada, tremia por dentro, mas o tesão era tanto que não consegui resistir, ele foi devagarzinho subindo suas caricias até chegar em minha bucetinha, eu usava uma calcinha fio dental que já estava toda molhadinha de tesão..eu então abri um pouco mais as minhas pernas, dando sinal verde para ele continuar me acariciando uhhhhh que gostoso estava…., mais tarde um pouco chegou um garçom para comandar as bebidas, meu marido não se intimidou e continuou me acariciando, deixando o garçom ver minha bucetinha, fiquei constrangida e ao mesmo tempo excitada… que sensação deliciosa… então meu marido me beijou gostoso e disse: vamos dançar gata… Eu já tinha bebido alguns drinks então estava bem a vontade, era minha vez de provocá-lo, dançava bem pertinho dele e comecei a roçar meus peitinhos no seu peito, deixando ele sentir com sua coxa minha buceta quente.., me afastava para provocá-lo deixando de vez em quando minha mão tocar em seu pau, ele já estava louco de tesão, podia sentir sua rola enorme, doido para me comer todinha…. Foi quando um striper forte e gostoso me chamou para dançar em um pequeno palco, olhei para meu marido e fui, nossa sentia o pau daque striper forte e cheiroso roçando minha bundinha… que tesão, suas mãos fortes passando por todo o meu corpo, descendo pelo meu corpo todo, nossa.. .estava sem ar, quando olho chega outro striper pela frente, sentia agora um pau duro e grande roçando minha bundinha e do outro minha bucetinha, que tesão, estava louca, quase gozando, ahhhhhhhh!!!!!! Ahhhhhhhh!!!! foi quando a música acabou… que tesão eu estava, naquele momento o que mais queria era sentir a rola daquele cara gostoso e cheiroso me fudendo… iria gozar na hora…!!! Depois desta loucura foi me recompor no bar com meu marido, ficamos lá tomando uns drinks e namorando, mais tarde resolvemos conhecer o labirinto, estava lotado e ao caminhar vários homens me encaravam e passavam a mão na minha bundinha, alguns aproveitavam o aperto para ficar roçando seus paus na minha cocha, no começo não estava gostando, sentia que era falta de respeito, mas depois foi relaxando e percebi que era desta forma que as pessoas se comunicavam ali e então comecei a curtir e passei até a provocar alguns bonitões passando a mão despretensiosamente pelo pau deles parecendo que foi sem querer…, eles vinham atrás e então eu colocava meu marido entre a gente rsrrss.. Em uma destas brincadeiras passei a mão no pau de um cara fortão, gostoso, que estava com uma garota linda toda arrumada, ele ficou doido por mim e aonde íamos ele ia atrás, esperando uma oportunidade… Eu me excitava provocando os homens, meu marido se excitava olhando os casais transando nas salinhas, seus olhos brilhavam quando via um casal transando, depois de um tempo chegamos a uma sala grande com sofás na lateral e uma cama no meio, resolvemos dar uma parada lá, sentamos no cantinho e ficamos vendo dois casais transando na cama, enquanto a garota chupava um pau, o outro homem comia sua buceta ela gemia de tesão e isso estava deixando a gente louco, foi quando percebi que aquele gostosão que tinha provocado lá atrás estava sentado do meu lado, ele me encarou, sem tirar os olhos de mim ficou de pé do meu lado e sua namorada começou a acariciar seu pau por cima da calça, estava curiosa e com tesão, não conseguia parar de olhar, então ela abriu o zíper bem devagar e tirou uma pica deliciosa e cheirosa, primeiro bateu uma punheta bem devagarzinho pegando de vez em quando nas bolas… ela ficava olhando para mim com sensualidade e então passou a língua nos seus lábios carnudos, deu um sorrisinho e começou a chupar aquela pica deliciosa, e que pica, nossa…., não tinha como eu não olhar, estava do meu lado, sua perna chegava a encostar na minha e ele safado me comendo com seus olhos enquanto sua namorada engolia seu pau. Meu marido vendo que eu estava louca de tesão com aquele pau, ficou de joelhos e começou a chupar minha buceta, uhhhhhh estava ficando louca…e me chupava cada vez mais rápido, mais rápido…uhhhhh!!! de repente o gostosão tirou o pau da boca da sua namorada e colocou do lado do meu rosto, eu estava com tanto tesão que não consegui afastá-lo, ele então começou a acariciar a minha cabeça com suas mãos, eu já estava quase gozando com boca gostosa do meu marido, não resisti e peguei no seu pau, comecei a bater uma punhinha para ele e então eu puxou gentilmente minha cabeça e colocou seu cacete dentro da minha boca, que sensação gostosa chupar um outro pau que não era do meu marido, uhhhh… e que pau!!! branquinho, grosso, com uma cabeçona que dava até medo…enchinha a minha boca… Quando meu marido parou de me chupar ele ficou em pé então tirei aquela picona da minha boca e comecei a chupar o pau maravilhoso do meu marido, uhhhhh!!!! ele estava louco de tesão e eu então nem se fala, estava doida, olhei para o lado e percebi que nosso amigo estava colocando uma camisinha, fiquei imaginando ele enfiando aquela pica grossa e gostosa na sua namoradinha, foi quando ele olhou para meu marido, meu marido olhou para mim querendo saber se eu queria… fiquei com medo, o tesão era tanto, tanto, que era impossível resistir, fiz que sim com minha cabeça, ele então enfiou gostoso aquela pica em mim, forte, do jeito que eu gosto, ficou lá bombando, bombando, bombando, sentia sua veia pulsando de tesão, eu olhava para meu marido para ver se ele estava aprovando e então ele começou a me beijar na boca dizendo no meu ouvido, goza gostoso vai… goza… Estava quase gozando quando o cara gostosão que estava me fudendo tirou seu pau para sua namoradinha chupar, nesta hora, meu marido me segurou forte pela cintura, olhou nos meus olhos por alguns segundos… então enfiou duro sua pica gostosa na minha buceta, que tesão, nunca tinha sentido seu cacete tão grande, comecei a gemer de tesão…vai…vai…vai…. forte …forte…forte…nossa… uhhhh!!! vai não para uhhhh!!! vai, vou gozar, vou gozar, vou gozar, uhhhhh ahhhhhhh! foi neste momento que gozamos gostoso, nossa que gozada… inesquecível!!! Quase gozei de novo só de lembrar deste dia…. beijos







