Oi, meu nome é Daiane, tenho 19 anos, sou alta, quase 1,80m, olhos verdes, cabelos encaracolados e loiros vivos. Estudo no ensino médio e faço o terceiro ano. Estou aqui para contar em detalhes tudo que aconteceu e está acontecendo comigo desde que conheci Rafael, namorado de minha melhor amiga. Ele tem 23 anos e é muito alto, têm dois metros. Minha amiga tinha começado a namorá-lo fazia pouco tempo, mas o relacionamento já tinha aumentado de nível, eles já mantinham relações. Eu sempre fui reservada, cresci com a concepção cristã de me guardar ao meu marido, ao príncipe encantado por assim dizer. Não havia tido muitos namorados, na verdade tive apenas um e fiquei com ele dois anos, mas fui traída justamente por minha escolha de não ceder antes do casamento. Fiquei triste, mas passou. Era final do ano, as nossas provas iam começar e tínhamos trabalho até o reveillon. Naquele dia marquei com minha amiga para irmos fazer um trabalho na casa dela, só que ela tinha de estar com o namorado as sete, eles tinham uma programação especial e não poderiam se atrasar. Então para tornar as coisas cômodas para ela, estudaríamos das 9 da manhã até às 18h30min. Vesti-me normal como sempre me visto. Uma saia, não tão comprida e nem tão curta, uma blusa de malha fina verde, um casaco rosa, pois moramos em São Paulo e faz muito frio nessa época. Sapatos de detalhes brilhantes e meus adereços, um cordão banhado a ouro que ganhei de minha avó, brincos, pulseira e tornozeleira. A casa dele ficava numa parte afastada da cidade, um lugar que não era perigoso tão pouco se isentava de violência. Cheguei à frente e descobri se tratar de um apartamento num condomínio simples. Nada muito aspirante. Perguntei na portaria onde era o prédio de Rafael e fui informada que era no 4ª andar, subi as escadas. Não havia muitas pessoas circulando por ali. Bati a porta umas três vezes antes de ele abrir e me convidar a entrar. Perguntei por minha amiga e ele respondeu que ainda não tinha chego. Depois se retirou, foi até a sua cozinha, que não era muito longe, na verdade a casa era pequena. Havia a sala que também funcionava como quarto, uma cozinha e o banheiro. A cama dele ficava encostada num canto, havia uma mesa enorme no centro. Trouxe uma cerveja em lata, me ofereceu só que não bebo. Deixei minhas coisas em cima do sofá. Ele ligou o som alto, bem alto. Fiquei incomodada, mas não falei nada, tentei estudar e adiantar um pouco o trabalho enquanto minha amiga não chegava. Rafael ficou sentado bem perto de onde estava ouvindo o som, de vez em quando eu olhava pra trás e me sentia comida com os olhos. Já estranhava a demora de minha amiga, deu 10h30min e nada. Olhei pra ele e comentei: A Mônica está demorando. Ta sim. Ele respondeu e sorriu ao mesmo tempo. Encarei aquilo como normal e corriqueiro, alguma coisa em mim dizia que ele ainda estava me comendo com os olhos. Começou a me dar sede e pedi um pouco de água pra ele. Prontamente fui servida. Tomei tudo e como estava com bastante sede pedi mais, ele pegou mais uma vez e quando estava terminando de tomar comecei a ficar com sono, meus olhos pesaram, esfreguei-os e quando voltei a abrir levei uma tapa forte na cara. Não tive ação, somente fui pra trás e cai sobre a mesa, espalhando meus livros. Não sei o quanto dormir, mas quando acordei tinha fome, e estava amarrada, pois apesar de ter ficado com os olhos turvos por algum motivo que desconhecia, quando tentei me movimentar não pude. Logo senti as cordas apertadas sobre minhas mãos. Abri meus olhos e estava completamente nua. Entre minhas pernas tinha um cabo de vassoura que me forçava a ficar com as pernas inconvenientemente abertas. Quando levantei o rosto, Rafael estava em minha frente. Nu e com uma cerveja nas mãos olhando para mim. Nervosa, tentei me movimentar e nada. O que você está fazendo? Não resisti você tão gostosa na minha casa. Me Solta agora. Gritei com ele. Fui respondida com um tapa na cara que balançou todo meu corpo. Cala a boca, tu vais me servir em tudo que eu quiser. Gritei por socorro e levei outro tapa na cara antes dele colocar uma enorme bola em minha boca. Fiquei com os lábios totalmente abertos, meu queixo doía de tão grande que era aquilo. Meus gritos eram totalmente suprimidos com aquilo na minha boca e também pelo som alto. Ele me rodeou, ergueu minha face pelo queixo e pode ver meu rosto em lágrimas. Cuspiu na minha cara e foi pra trás de mim, tentei me virar para mantê-lo em meu campo de vista, mas não pude. Você se acha uma puta esperta que nem a Mônica não é? Hum, hum. Se está esperando que ela venha te salvar estás muito enganada. Ela não vem. Eu não podia responder. Ele começou com um cinto a bater na minha bunda e nas minhas costas. Seu cinto era tão pesado quanto sua mão. Deixava-me mais e mais ardida a cada lapada. Já chorava muito quando ele parou, passou mão pela minha bunda para avaliar os vergalhões deixados em meu corpo. Depois foi para a cozinha. Eu não parava de chorar e tentar me soltar. Ele voltou de lá trazendo uma cenoura bem grande, um pepino e uma banana. Saiu foi à porta. Eu não pude escutar, mas depois vi entrar mais um homem, tinha menos corpo que o Rafael, era mais baixo também. Foi por esta vagabunda que me ligaste e me fizeste vir lá da casa do caralho até aqui? Por quê? Não gostaste? Eu te mataria se não me chamasse. O outro se aproximou e alisou minha bunda dizendo: Olha só que buraquinho lindo. E estes vergalhões estão perfeitos, está aprendendo bem. Eu ia pegar uma mina já no papo, amiga desta, mas essa deu sopa primeiro. Hoje vai ser o bicho. Eu escutava desesperada. O que será que eles iam fazer comigo? O outro se despiu na minha frente, para que eu pudesse ver seu membro descomunal, apesar de baixo. Mais baixo que eu até. Ele tinha um pau maior e mais grosso que o de Rafael. Ele veio e também me bateu com o cinto. Rafael armou umas três câmeras que o outro havia trazido. Enquanto ele preparava tudo o recém-chegado castigava mais minha bunda e também batia nos meus seios dizendo que deviam estar com o bico duro. Rafael se aproximou e falou em meus ouvidos: Você só sai hoje daqui se fizer direitinho tudo que a gente quiser. Depois se abaixou e pôs-se a chupar meu sexo. Dava lambidas fortes e enfiava a língua no meu clitóris, tentando talvez me excitar. Eu não sentia nada, somente dor. O outro trouxe dois pregadores de ferro, abriu e os fechou perto dos meus olhos, pelo que ele falou antes já imaginava o que ele ia fazer com aquilo. Deu um apertão nos meus seios, puxou meu mamilo esquerdo e colocou o primeiro prendedor, lágrimas escorreram dos meus olhos. Rafael nessa hora estava ocupado lambendo minha vagina. Ele tentou abri-la com os dedos quando seu amigo colocou o outro prendedor, balançando-os juntos o que doeu muito, pois eram pesados. Quando ele soltou o peso puxou meus mamilos para baixo. Olha isso aqui César, a puta ainda é virgem. Mostra aqui. O Outro abriu ainda mais minha vagina, senti forçar pela abertura meu lacre. Ele olhou bem fundo e voltou com um sorriso de orelha a orelha. É Mesmo, a puta é virgem. Quer dizer que vamos ser os primeiros da cadelinha é? Não fiz nada. Rafael puxou meus cabelos com força pra trás me fazendo olhar no fundo dos seus olhos enfurecidos e disse: Quando perguntarmos algo dê seu jeito de responder está entendendo? Eu acenei com a cabeça. Meus mamilos doíam, minha bunda estava ardida e os vergalhões latejavam sobre meu corpo. Aquilo ainda não era nada. Eles desamarraram meus punhos e a primeira coisa que fiz foi tentar tirar aquele maldito prendedor que tanto me incomodava. Fui advertida com o cinto no lombo. Não tire isso, sua vadia desobediente, ou obedece a gente ou vai apanhar até aprender. Chorei muito. Já estava toda babada pela bola, meu queixo já tinha se acostumado. Fui trazida para o centro da sala. Fiquei de joelhos, Rafael me colocou uma coleira que tinha uma corrente presa junto a ela, onde estava escrito exatamente assim: “Sr. Rafael”. Mandei fazer exatamente no tamanho do teu pescoço. Isso mostra que és minha escrava. Ele disse escrava, estava perdida e não soube o que fazer. Ele tirou a bola da minha boca e eu fiquei em silêncio massageando minha mandíbula amortecida. Ele veio querer me beijar, mas eu virei o rosto. Ele ficou tão bravo que me pegou pelos cabelos, com sua mão forte e me arrastou até porta, me colocando pra fora. Depois trancou a porta. Eu estava fora e nua. Tirei os prendedores e tentei tirar a coleira, só que estava presa e ao que parecia só se abria com a chave, estava apertado. Agora estava com medo de alguém aparecer e me ver daquela forma, sem roupas e usando uma coleira. Bati na porta. Quem é? Eu não sabia o que responder. Limitei-me a bater de novo. Quem é? Sou eu. Eu quem? Você sabe. Não houve resposta. Já estava desesperada com medo de alguém aparecer, lembrei do que estava escrito em minha coleira. Sou eu Sr. Rafael, a Daiane. A porta se destrancou. Hora, eu não te mandei embora o que ainda faz aqui? Minhas roupas, me devolva que tudo ficará aqui, eu só te peço isso. Juro que não conto pra ninguém, mas não me deixa ficar nua aqui fora. Aqui você não entra mais, a não ser que concorde em me obedecer em tudo. Naquele momento ouvi passos na escada, tinha gente vindo. Não tive outra escolha e acenei que sim com a cabeça. Eu não ouvi resposta nenhuma. Falou mais alto Rafael. Eu Aceito, me deixa entrar, por favor. Só entra em minha casa se vier de quatro e antes tem de beijar meus pés. Os passos estavam cada vez mais próximos. Eu instantaneamente me abaixei como ele ordenou e beijei seus pés. Não é assim que se beija os pés do seu Senhor. Eu implorei dando verdadeiros chupões em seu pé sujo e suado. Eu imploro meu… Senhor… Deixa tua cadelinha entrar…Quando ouviu isso ele me puxou de voltar pelos cabelos e eu quase cai de bruços no chão. Os dois riram de mim. A partir de Agora se tu me desobedecer eu vou te botar pra fora e tu vai ter que voltar pra casa nua do jeito que veio ao mundo. São quantos quilômetros? Como vai apanhar o ônibus? Estava nas mãos deles, não podia ir embora do jeito que estava e ficar significaria sofrer horrores. Era tudo parte da tortura psicológica para me dominar e me humilhar ainda mais. Rafael apertou mais minha coleira. Disse que eu havia afrouxado lá fora, tive de ir lá de novo para pegar os prendedores que eu havia deixado no chão. Sempre ia de quatro e levando uma surra de cinta do outro, o baixinho que gostava de bater muito em minha bunda. Rafael foi quem colocou em meus mamilos. Apertando ainda mais. Fui até o centro da sala, onde podia ver as três câmeras me filmando em ângulos diferentes. Rafael se sentou no seu sofá e me puxou pela corrente: Chupa meu pau cadela. Mas eu nunca fiz isso, por favor… Calei com outra cintada. Por acaso é assim pra responde a mim? Abaixei a cabeça e respondi: Não Senhor. Aproximei-me devagar. Impaciente, Rafael me agarrou pelas orelhas e enfiou seu pau na minha boca. Era grande, tinha a cabeça igual a um cogumelo enorme, tinha de abrir a boca mais do que quando estava com a bola nos lábios. O outro veio por trás e começou a lamber meu buraquinho apertado. Eu não podia reclamar de nada ou então o Rafael me colocaria para fora. Concentrei-me em chupá-lo. Por causa da minha inexperiência. Ele cadenciava a minha boca conforme queria, metia bem fundo, tocando a minha garganta, Foi quando eu senti o outro enfiando dois dedos no meu cuzinho. Eu me retrai e tirei tanto o pau do Rafael de minha boca quanto o dedo do outro. Fui advertida com um tapa ardido na bunda e outro na cara. Pedi perdão e continuei a chupar. Agora o outro mexia seus dois dedos alargando um pouco meu buraco. Lágrimas já escorriam a vontade de meus olhos banhando o pau de Rafael com lágrimas e saliva. O outro me segurou com as duas mãos e eu já sabia o que me esperava. O outro cuspiu na entrada da minha bunda e eu senti escorrer pra dentro. Continuava a chupar um pau quando meu mestre me alertou: Ele só gosta de comer o cu, se gritar ou de alguma forma tentar impedi-lo, ou ainda parar de me chupar você vai embora entendeu? Sim senhor. Respondi parando por um momento de chupar para responder do modo devido, mas logo voltei a obedecer às ordens. Com as duas mãos o outro me abriu o quanto pôde e começou a enfiar. Nunca senti uma dor tão forte, o pau do baixinho era muito grande e grosso. Ia me rasgando e por mais que ele tentasse meu buraco minúsculo não cedia. Mas isto não o fez desistir só lhe deu mais vontade. Rafael ordenou que eu o chupasse para que ficasse mais perto. Assim o fiz, Tentei enfiá-lo em minha boca, mas também não cabia. Abri o quanto pude e o outro amigo de Rafael começou a fuder com minha boca, na certa imaginando que era meu cuzinho. Engasguei diversas vezes e enchi seu pau de saliva. Vira de quatro de novo, Cadela. Fiz como ordenado e dessa vez não havia o pau de Rafael para evitar meus gritos. Ele enfiou lentamente em mim, apreciando cada centímetro que afundava. Eu gritava, não conseguia suportar tanta dor e dizia: Por favor, eu imploro, Sr Rafael, o manda parar, não deixa ele fazer isso comigo. A única misericórdia de Rafael fora seu próprio pau dado para que eu não gritasse tanto. Agora além de suportar a dor tinha de me concentrar para não morder o pau de Rafael, se o fizesse estaria mais perdida do que nunca. O amigo de Rafael chegou até o talo, senti seus testículos batendo em minha bunda vermelha. Eu chupava descontroladamente para tentar amenizar a dor, o outro metia e enfiava feroz, tinha vezes que chegava a sair, mas ele depois metia de novo. Não sei quanto tempo passei assim. Ele me levantou pelas suas pernas, segurando nas minhas coxas, eu tive de me esforçar para me manter chupando, com as mãos no chão para não cair. Aquilo incitou mais Rafael que se sentou com embaixo de mim e ficou metendo e tirando seu pau, até passar minha goela. Fui comida por trás pela primeira vez por um completo desconhecido, aquilo consumia meu coração enquanto agüentava aquelas estocadas que me tiravam sangue. Ele me virou de outra posição. Deitou-se e ordenou que eu sentasse no seu pau, mas ficasse de frente para Rafael. Eu fui cumprir a ordem quase esquecendo que deveria responder: “Sim, senhor” a qualquer ordem, o que me custou mais alguns tapas antes de o fazer. Eu sentei, seu pau entrou mais fundo, não me fora permitido apoio algum. Eu fiquei bem aberta para o Rafael que não perdeu tempo e foi pra cima de mim. Tirou os meus pés do chão abrindo mais minhas pernas e me perguntou: Foi assim que imaginou sua primeira vez? Com um pau no cu e fazendo DP, hein cadela? Não senhor. Eu respondi e chorei por que ele enfiou tudo de uma só vez, sem tempo de preparações com qualquer coisa do tipo. Senti-o no fundo e uma pressão indescritível dentro de mim. Meu corpo suportava dois paus imensos. Meteram em mim naquela posição por mais ou menos meia hora. Fiquei anestesiada e gemia alto de dor. Escorria sangue de meus dois buracos e Rafael apertava os prendedores em meus seios e beijava-me a boca. Eu tive de correspondê-lo entre gemidos. Ele explorava minha língua assim como estavam explorando meu corpo. Os dois gozaram juntos. Rafael em minha buceta e o outro no meu cu. Fui assim liberada e cai no chão completamente arrombada. O outro cuspiu em minha cara e me disse: Seu cu foi o melhor que já comi. Tu és muito gostosa. Rafael me puxou pela coleira para que eu limpasse seu pau. O fiz e quando limpava cada centímetro o outro se vestiu e se despediu dizendo: Vou gravar e editar essas cenas. Depois eu volto com teu resultado. Tudo era gravado e agora teria uma fita, um filme comigo sendo arrombada. Eu estava em poder de Rafael e enquanto chupava seu pau grosso e grande me dava conta disso. Seu pau ficou rijo logo, fui levada ao sofá onde deitei colando bem meu corpo junto ao dele. Abri minhas pernas sem que ele precisasse me ordenar o que me levou a ser premiada. Muito bem cadela, está começando a aprender que tem de abrir ao máximo pra mim. Eu de lado empinei mais ainda a bunda e abri o que pude as pernas e novamente Rafael estava me comendo a buceta. Ele tirou os prendedores e beliscava, acariciava meus seios. Eu virei o rosto para que ele pudesse explorar mais minha língua, o movimento de seu pau imenso dentro de mim estava começando a me estimular, sentia um fogo crescente que nunca havia sentido. Eu só pensava em obedecer. Fui comida mais quatro vezes depois dessa. Rafael era incansável. Gozou na minha boca me obrigando a beber seu leite que eu já não recusava. Quando deu 18h00min ele me liberou e eu me vesti sem ousar sair da presença dele para isso. Quem diria, para uma recatada puta até que você fode bem. Obrigada Senhor. Respondi e me ajoelhei. Eu iria ser submissa para evitar que meu suplicio caísse no conhecimento de todos. Imaginei antes dessa decisão meu pai tendo um infarto com o filme e meus familiares me rejeitando. Até que resolvi tomar a postura de escrava como fui. A escrava do Sr. Rafael. Já vestida e toda dolorida ele me disse que não iria tirar a minha coleira, somente a corrente. Deveria usar como um cordão. Deu-me instruções para que voltasse lá todos os dias depois da aula, à tarde. Eu concordei com tudo. E não usarás mais cacinha está entendendo? Sim senhor. Agora vá embora cadela. Eu beijei seus pés e me dirigi de quatro até a porta. Ele abriu e me deu um ponta-pé na bunda, depois fechou a porta. Eu me encaminhei para a rua toda arregaçada. Cheguei em casa e meus pais ainda não tinham chego do trabalho. Tomei um longo banho e chorei o resto daquela noite.
13h47min esta em frente ao portão de desembarque no aeroporto. Olha para o relógio e parece que os minutos transformam-se em horas. E horas intermináveis. Peito dói, coração acelerado, boca seca, pernas bambas, mãos suadas. Esta um poço de nervosismo, mas excitada e desejosa desse encontro. Meses se passaram desde que se conheceram em um site de relacionamentos, não imaginava jamais que estariam agora frente a frente. Vestida em sua saia justa, seu corpo parecia incomodado com suas vestes. Mas precisava estar linda para esse momento. Escolhera com muito apreço, carinho e dedicação às peças que estaria vestida, obedecendo às ordens daquele que já fazia parte da sua vida: Quero-te de saia cadela. Justa! Blusa fina, sem sustentar as tetas e sem calcinha. No máximo um fino fio dental. Cadela não veste peças íntimas. Salto alto. Lembrava-se dessas palavras, o tom firme de um Dono experiente, também tão desejoso de estar dominando presa inexperiente, mas dedicada e honrosa de suas ordens. Um frio percorreu sua espinha, e levantando o olhar logo o abaixa, pois seu Dono já está a sua frente. Como se portar de agora em diante? Seu coração bate tão forte, teme que ele escute. Teme que sinta sua insegurança. Parada fica em frente a ele e sente mesmo sem ver seu sorriso de satisfação. O gelo é quebrado com apenas um OI. O Dono dá a volta em torno de sua presa e em suas costas, chega perto de seu pescoço e levantando seus cachos com delicadeza sussurra em seu ouvido fazendo-a arrepiar-se por completa. Sua intimidade se derrama e sente escorrer em suas pernas o mel de seu desejo. Estás linda cadela. Cheirosa. Só não gostei do sustenta teta, disse que não queria nada que sustentasse, pagará caro quando chegarmos ao hotel. Cadela estava sem sutiã, mas como a blusa que escolhera era fina, achou que não seria problema usar uma camisetinha por baixo. Sentiu a força de seus dedos apertando seu braço e temeu o que estaria por vir. Sendo guiada foi levada para o estacionamento, pegaram o táxi para irem ao hotel onde ele se instalaria. Dentro do carro não ousou olhá-lo, nem sequer dirigir uma palavra. Sentiu seu corpo vibrar ao toque da mão do Dono explorando sua perna, subindo levemente sua saia. Apertando suas coxas, estava chegando à sua virilha, não se incomodava com o olhar indiscreto do taxista, apenas suspirou e se não chegassem logo ao hotel teria ali mesmo um orgasmo. Ele retira a mão e sorri. Sente o desejo da cadela, está satisfeito. Ao chegarem no hotel ele a toma pelo braço e se dirigem à recepção. Toma um susto quando o escuta dizer que gostaria de uma bela suíte de casal, Senhor e Sra. Murtinho. Seu coração ia sair pela boca, mas se controlou, tentou se acalmar. Meio passo atrás dele, espera que termine o registro. Ele passa por ela e lhe dá a mão, ela estende a mão, mas não ousa de forma alguma olhar em seus olhos. Entram no elevador e ele aperta o botão do andar. Parada ao seu lado ele a puxa e subindo a mão por baixo da saia seus dedos encontram uma boceta molhada de desejo. O inevitável aconteceria. Pôde então olhar em seus olhos, observando seus traços tão lindos e desejados. Como queria estar daquela forma com seu Senhor. Afrouxou o nó da gravata, tirou o terno e desabotoou a camisa branca. Abriu o cinto e a calça veio ao chão, pegou então as peças e as dobrou colocando em um sofá. Voltando, ajoelha-se perante o seu Senhor aguardando ordens. Ele estende a mão e ela entende que deve tirar a cueca. Então salta seu mastro duro como ferro, sente o cheiro e ele esfrega o caralho na cara dela. Cadela fecha os olhos sentindo o cheiro forte, abre a boca e recebe então seu amado Dono. Ouve um gemido, sabe que está agradando e continua a chupá-lo, não sabe ao certo se bem ou mal, mas gosta de ouvi-lo gemer e intensifica a chupada. Dono segura sua cabeça e enfia de uma vez seu mastro até sua garganta. Sente ânsia, mas se controla. É muito excitante. Ele solta sua cabeça, ela se desequilibra e cai. Rindo Ele se afasta dela e senta numa poltrona. Venha minha pequena! Cadela se Põe de quatro e rasteja até seu Dono. Senta sobre os calcanhares e continua a chupá-lo com mais carinho, olha para ele e pede apenas com olhar, ele entende e consente com a cabeça que ela possa segurar seu mastro enquanto o chupa. Ele segura novamente sua cabeça, sustenta seus cabelos, e vai sentindo o vai e vem que ela vai fazendo. Aumenta o frenesi, chupa com gosto ele segura mais uma vez o caralho em sua garganta. Faz movimentos com a cabeça, num vai e vem gostoso. Fecha os olhos, sente o momento. Cadela tira o caralho da boca e vai lambendo toda a extensão, lambe as bolas dele, sente o cheiro gostoso de macho, isso a deixa alucinada, engole mais uma vez e vai fazendo movimentos mais fortes. Olha ligeiramente para ele, percebe que está gostando, seus olhos fechados o denunciam, enterra mais uma vez o caralho na boca, sobe e fica lambendo a cabeça vermelha, vai punhetando com delicadeza e engole mais uma vez até a garganta e sobe até a cabeça novamente. Como ele é gostoso. Ele segura sua cabeça, ela o sente pulsar, geme e jorra seu leite em abundancia na boca dela. Lágrimas escorrem e ela não acredita que ele gozou em sua boca. Dono segura o rosto e a faz abrir a boca certificando que engoliu tudo. A deixa no chão e segue até uma maleta. Abre e retira alguns brinquedinhos. Vai ao banheiro e molha uma toalha, volta e ordena que ela fique de quatro, ela nua e exposta, o sente abrindo bem suas pernas, deixando sua boceta e cu bem arreganhado. Amarra ao pé da cama suas mãos e entre as suas pernas um bastão que também amarra aos seus calcanhares, dessa forma ela não poderia de forma alguma fechar as pernas. Sentiu que seria usada. Mas como? Um medo e prazer enorme tomaram conta de seu corpo, ela tremia, mas desejava muito viver tudo aquilo. Não brincava. Estava ali para se entregar a seu Dono e assim faria. Sem temer nada, mesmo que doesse, mesmo que sangrasse, era isso que ela queria. Dar prazer ao seu Senhor. Uma venda é colocada em seus olhos. Já sentia sua vagina vazar, escorrer entre suas pernas todo desejo e excitação que sentia. Sente uma dor na bunda, ele bate nela com a toalha molhada. Sente escorrer a água em suas pernas. Dói, mas adora. Gosta da dor. Ele bate mais, mais, e muito mais. Não pode vê-lo, mas sente que está satisfeito. Não consegue sequer gritar, dizer que dói. Seu prazer é muito maior. Segundos se passam, e sente novamente a toalha molhada lhe chicoteando a bunda. Dono para um instante. Aproxima-se de sua presa e passa seus dedos na vagina dela. Está doendo cadela? Acha que merece seu castigo? Te dá prazer apanhar de seu senhor não é? Sim meu Senhor, te dar prazer é meu dever, sou tua meu Amado, tua. Sei que mereço ser castigada. Aceito meu castigo por amor ao meu Senhor. Dono passa a mão pela bunda dela. Alisa as marcas deixadas pela toalha. Linda cor vermelha em pele tão branca. Dá um sonoro tapa sobre as marcas, cinco de cada lado. Pega um consolo de porte médio e enfia no cu dela. E enquanto bate mais em sua bunda, gosta de ver ela se contorcer com o consolo enfiado. Vai a sua frente e põe seu caralho na boca dela. Segura seus cabelos e enfia em sua boca. Faz fortes movimentos de vai e vem ela geme. Que delicia ter um caralho no cu e outro na boca, o gosto é delicioso, sente que está prestes a gozar. Dono percebe. Não te é dado permissão para gozar cadela. Eu terei esse prazer. Não goze entendeu? Com o caralho na boca apenas confirma balançando a cabeça. Ele então intensifica as estocadas. São fortes, precisas, sai, e retirando o consolo do cu dela, a penetra sem aviso algum. Mete com força. Seu caralho é muito mais grosso que o consolo. Ela sente suas entranhas rasgando. Ele ri. Solta gargalhadas de satisfação. Ela sangra. Seu cu está sangrando e para ele esse é seu melhor prêmio. Ela chora, grita. Ele apenas estoca com mais força. Bate em sua bunda. E com um carinho, ele esfrega seus dedos na vagina dela. Mete dois dedos. Ela agora está sentindo prazer. Ele parece querer maltratar, mas ela sente carinho em sua ação. As estocadas antes fortes e violentas agora são calmas, mas intensas. Gosta do desejo que ele está sentindo e seu desejo aumenta. Seu grelo duro e melado recebe os dedos de seu Amado Dono, está prestes a gozar. Sente seu corpo tremer. Goza minha cadela. Agora te deixo gozar. E intensifica os dedos na vagina e as estocadas no seu cu. Cadela treme o corpo, é quase uma convulsão, e se derrama em líquidos, jorrando nas mãos de seu Senhor seu gozo. Ele continua e geme forte, está gozando também. Ela sente seus jatos de porra inundando seu interior e apesar da dor, o prazer é muito maior. Ele se joga sobre a bunda dela e parece querer descansar. Ele passa a mão pelas costas, ainda com o caralho dentro dela. É de meu agrado cadela. E retirando a venda ele sai de dentro dela. Desamarra suas mãos e pernas. Ela desaba no chão. Mas se rasteja e chegando aos pés de seu Dono, beija-lhe os pés e agradece ao Dono pelo prazer recebido. Cadela sente-se feliz meu Senhor, obrigada por me deixar proporcionar seu prazer meu Amado. Dono estava satisfeito com o agradecimento de sua cadela. Estende a mão e ajuda que se levante. Dá um abraço forte nela, sente que sua entrega é completa, que não haverá resistência mesmo em uma seção mais forte. Cadela pousa sua cabeça no peito de seu Senhor e suspira feliz. Ele sente seu amor, afaga seus cabelos e a leva para a banheira. Juntos tomam banho, conversam e se conhecem melhor. Cadela satisfeita ao estar ao lado de seu Senhor mostra sua dedicação, passa esponja em suas costas, peito. Riem como crianças com as espumas. Ele a olha nos olhos, ela sente seu poder e mais uma vez se aninha nos braços do Dono. Sente-se protegida. E jura que o honrará em todos os momentos de sua vida.
Sábado à noite, fomos visitar os meus pais e voltamos para casa só nós dois.
Ele me falou que queria uma puta vadia para maltratar quando chegasse ao quarto. Eu fui para o quarto e comecei a me vestir rapidamente, vesti um corpete preto, cinta-liga, uma calcinha fio dental com abertura frontal, sandálias de salto 12, me maquiei como uma verdadeira puta. Após me arrumar comecei a separar os apetrechos masoquistas, prendi meus mamilos com prendedores de mamilos de pressão, coloquei a coleira e a focinheira, coloquei um plug no rabo e esperei de 4.
Ao entrar ele falou que seria um dono impiedoso, que me torturaria bastante, daria tapas na cara, chibatadas, e me comeria sem limites, que eu seria sua putinha e só poderia gozar quando ele permitisse. E me mostrou o que tinha na mão, a gag-ball que me impediria de falar. Disse que se eu desejasse poderia para naquela hora, ou teria que agüentar tudo até o fim. Eu apenas baixei a cabeça e disse sim. Ele então me colocou a gag-ball, eu me senti molhada com a humilhação de ser impedida de falar, a coisa mais humana que existe é falar, se você não pode fazer isto vira um bicho mesmo. A seguir, me deu um tapa bem forte na cara e falou: O que está esperando pra ficar de joelhos sua puta? Hoje vou acabar com você sua vadia. Escravinha insolente.
Mal podia acreditar, mas novamente minha fantasia começava a se realizar, estava virando um pedaço de carne a disposição do meu amor. Obedeci a ele rapidamente me ajoelhando. Ele removeu a gag-ball e falou: Chupe gostoso meu pau, sua puta sem vergonha. Disse ele. Comecei a chupar meio lentamente, quando ele ordenou: Pare sua puta imprestável. Não sabe nem chupar uma pica, você merece ser castigada para aprender. Abra suas pernas e feche os olhos. Obedeci prontamente. Foi quando senti um chicote batendo com força na xota, que estava quase toda de fora, pois eu estava de fio dental. O chicote pegou nos lábios, deu uma ardência forte que me deu muito tesão, mas também dor. Não agüentei e gritei: Não grite puta, merece ser castigada novamente por ter gritado, feche os olhos vadia. Ele colocou de novo a gag-ball. e disse que não queria ouvir reclamação. Fechei os olhos e balancei a cabeça dizendo sim. Instantes depois recebi duas chicotadas na xota ainda mais violentas que a primeira. Meus lábios ardiam. eu só dei um gemido baixo, e deixei sair lagrimas. Enquanto eu gemia ele puxou a calcinha de lado, retirou o gag-ball de minha boca e ordenou: Me chupe sua vadia imprestável. Chupe o pau que vai te currar bem gostoso. Comecei a chupá-lo com muita vontade e ele parecia estar gostando muito, quando de repente: Pare senão vou gozar escrava insolente, não quero gozar ainda. As palavras de humilhação que ele dizia me deixavam cada vez mais excitada. Abra a boca escrava. Neste momento ele cuspiu três vezes dentro de minha boca, ordenando que eu engolisse tudo. Logo depois recolocou o gag-ball, bem mais apertado do que estava antes, ele disse que iria me comer e não queria que eu pedisse pra parar, amordaçada e com o gag-ball, eu não conseguiria dizer nada. Ele me deitou de bruços, veio por cima de mim com seu pau duro, colocou em minha portinha e empurrou de uma só vez, confesso que me escorreram lágrimas nos olhos naquele instante, mas agüentei firme. Fui às nuvens, ele estocava forte, ao mesmo tempo me dava severos tapas na cara e ainda mordia na nuca, até que não resisti e gozei fartamente. Percebeu que eu havia gozado e disse: Acha que acabou? Claro que não. Putinhas tomam leitinho, engolem tudo. Neste momento ele retira meu gag-ball e me ordena que abra a boca. Começa a fuder a minha boca como se fosse uma buceta. Ele soca forte na boca, enfiando e tirando. Mandando-me chupar, enquanto quase me engasga com o pau. Quando não agüenta mais, ele goza fortemente e ordena que eu engula e mostre a ele que engoli. eu engulo toda porra e mostro minha boca vazia, sem uma gota da porra do meu macho. Acabando ele me amordaça novamente, me amarra todinha, põe um vibrador em meu rabo e outro na xota, liga na velocidade máxima e vai tomar um banho, me deixando naquela situação por uns 20 minutos, sem poder me mover direito, com aquela vibração gostosa em meus buracos (foi difícil demais agüentar) quando ele voltou eu estava quase gozando só com a massagem que os vibradores nos meu buracos. Ao voltar ele me deu vários tapas fortes e ficou apertando o vibrador no meu clitóris. Disse que a puta ia gozar assim, toda rasgada e com o vibro enterrado no rabo. E eu gozei fartamente.
Ele me jogou de bruços sobre a cama, eu amarrada, de gag-ball e olhos vendados. Não disse uma palavra. Os golpes do chicote começaram. Eu gemia de dor, a perna repuxava e o corpo estremecia pelo ardor intenso. Não sei quantos, mas foram muitos (nunca suportei tanto). Novamente ele soca um plug no meu rabo sem delicadeza e sem lubrificação. Forçou tanto que senti rasgando minhas pregas. Doeu tanto que gritei de dor. Ele nunca havia feito isso antes, não dessa forma. Depois vieram os golpes de chicote de novo. Não suportei e comecei a chorar e gritar. O grito era abafado pela gag-ball, mas eu me negava a usar a palavra de segurança. Ele parou porque meu corpo ficou inerte e eu me calei estava tonta de tanta dor, mas ainda sentia prazer. Estava me sentindo um lixo, mas sentindo prazer com isto. Querendo mais. Ele continuou com o chicote Eu me contorcia gemia e chorava muito, mas em vão, pois ele segurava forte o meu pé e batia com o chicote na parte de baixo dele. Eu estava gemendo de dor e prazer. Meu choro era convulsivo, eu balançava toda a cama, mas ele se mostrava frio e completamente alheio à minha dor. O sadismo em pessoa havia tomado conta dele. E a vontade de sofrer tinha tomado conta de mim. E eu não desistia. Ele me pegou à força pelos cabelos e puxou para trás, e sem dizer uma palavra, me fez ficar com o rabo para cima e toda aberta e eu só olhava com cara de prazer e dor, ele segurou em meus quadris e me penetrou o rabo lentamente, sem pausa, começou a socar meu cuzinho me fazendo delirar de tanto prazer, eu rebolava naquela rola e ele gritava: Gostosa, delicia de cu rasgado, fodido e esfolado. Eu estava enlouquecida de tanto tesão, minha xota piscava e estava ensopada. Ele levou as mãos por baixo e abriu minhas pernas, em seguida introduziu seus dedos na minha vagina brincando com ela e dizendo: Ta molhadinha sua puta safada, quer sentir minha rola nessa xota quente quer? Eu gemia com as caricias que ele me fazia. Ele então introduziu um dos dedos na minha xota e eu gozei, ele começou a introduzir outro e mais outro e logo socava minha buceta com os dedos como louco. Eu comecei a rebolar naqueles dedos grossos como uma vagabunda, ele me mordia na nuca com violência dizendo: Pede sua putinha, pede para o teu macho te fuder sua piranha, te fuder te rasgar ao meio. Eu não consegui falar com a gag-ball, mas murmurava e sacudia a cabeça dizendo sim, sim. Ele sem perder tempo, se jogou sobre mim arreganhou o máximo que pode minhas pernas e meteu o pau na minha xana melada, meteu com força e me fez gritar de prazer, ele socava com força e me beijava, eu de bruço e ele socando forte, eu jogava mais o corpo em direção a seu pau, ele então me pegou pela cintura e me levantou. Quase caímos mais ele conseguiu se equilibrar, me jogou contra a parece e metia a rola na minha buceta com tanta força que pensei que iria me rasgar, eu olhava para seu rosto enfurecido e cheguei a sentir medo da expressão que vi nos olhos do meu macho, a violência que ele usava em me penetrar arrancava o ar de meus pulmões, eu sentia aquele pau bater no meu útero e gemia num misto de dor e prazer. Perdi a conta de quanto tempo ele socou sua pica na minha buceta, meu corpo já doía de encontro à parede, ele vendo minha expressão falou: Ta cansada vagabunda? Eu ainda nem comecei, vou te dar muito mais e você vai ficar caladinha, senão vou te machucar muito. Ao terminar de falar ele me puxou e me jogou na cama novamente caindo sobre mim e continuou a me socar forte a buceta, ele suava como um touro mais não mostrava sinais de cansaço, então eu senti seu pau aumentar de volume, sabia que ele iria gozar, ele gemia alto e gritava: Vou gozar sua vagabunda, vou encher essa sua xota de leite é agora. E gozou dentro de mim, me deixando toda melada com sua porra. Exausto se deixou cair por sobre meu corpo, minha bucetinha estava ardida e meu corpo doía por conta dos solavancos que havia recebido com a penetração. Ele se levantou, me olhou e disse: Gostou sua piranha? Tenho muito mais para você, mais se quiser vai ter que implorar por minha rola, vadia gostosa. E saiu rindo e fechando a porta atrás de mim. Eu fiquei ali caída na cama, sem forças para me mexer, amarrada e com a gag-boll. Eu adormeci algum tempo. Acordei com ele me beijando com força, enfiando sua língua na minha boca com violência, beijava meu pescoço mordiscando e me fazendo gemer, desceu para meus seios e começou a mamar avidamente, sugava com força como se quisesse engolir, mordia os bicos e puxava com os dentes, quando fui retrucar por estar me machucando ele me agarrou pelos cabelos e disse: Sei que você gosta disso sua putinha safada. Então me virou de costas, levantou uma de minhas pernas e enterrou seu pau no meu cu, me fazendo gemer alto, começou a meter com força, ele dizia entre os dentes: Adoro seu cu, não me canso de fuder essa bundinha deliciosa. Eu disse o que ele queria ouvir e gritava para ele meter com mais força, ele então me puxou, me colocou de quatro na beira da cama, segurou nos meus quadris e começou a meter no meu cu novamente. Sem aviso levei um tapa na cara que me tirou o ar, seus olhos estavam furiosos, vestia uma calça de seda preta e o dorso nu, quando fui esbravejar ele deu-me outro. Lágrimas saíram dos meus olhos, ele agarrou-me pelos cabelos e disse: Vagabunda, sua rameira, achou que ia ficar se exibindo com aquele nordestino e eu ia deixar barato? Eu falei que ia acabar com você sua piranha e quando eu terminar você não vai querer rola por um bom tempo, sei do que você gosta e vou te dar. Eu estava à mercê da fúria dele, era excitante demais, minha xota piscava alucinada. Vendo o tesão nos meus olhos ele saiu de dentro de mim, me puxou pelos cabelos e me beijou, abri a boca para receber aquela língua quente que ele enfiou até minha goela, em seguida me jogou novamente na cama. Para estigá-lo, arreganhei as pernas mostrando o grelo para ele, comecei a acariciar a xoxota já toda babada, enfiava os dedos na buceta e lambia, olhava para ele e dizia: Meu fodedor nordestino é muito mais gostoso, me come como homem macho. Ao ouvir isso ele me puxou pelas pernas, e me penetrou com tanta força que eu gritei alucinada, passei as pernas por sua cintura puxando-o mais para mim, nos beijávamos com fúria, desejo e loucura, ele empurrava o pau na minha buceta com tanta força que eu sentia contrações no útero, ele gritava: Vou te fuder tanto cadela, que você não vai conseguir sentar ou tocar nesta xota e cu, ficarão ardidos por dias, toma filha da puta, vagabunda. Gritávamos juntos, eu puxei seus cabelos afastando seus rosto e dizendo: Quero ver, vem soca, me soca amor deixa eu ver seu pau na minha buceta. Ele então arreganhou minhas pernas e iniciou um entra e sai da minha xota, eu olhava aquele pau entrando e saindo, ele tirava lentamente até a cabeça dar sinal e empurrava com força até sentir o pau bater nas minhas entranhas, eu tremia alucinada, com aquilo. Ele então começou a socar com mais força e mais rápido, rugia como um lobo no cio, então gozou enchendo minha buceta de leite. Ele retirou a rola e me colocou de quatro na cama, começou a socar meu cu, enfiava um dedo, depois outro e mais outro, eu sentia meu ânus sendo dilatado com a força daqueles dedos, ele rodopiava os dedos dentro do meu cuzinho e eu gritava para ele meter logo no meu rabo, sem mais esperar ele colocou a cabeça, gozei só de sentir aquela pica no meu cu, ele então tirou a cabeça e eu gritei: Não. Não tira gostoso, mete mais, mais fundo, enterra esse pau no meu cuzinho. Ele deu um tapa na minha bunda e me chamou de cadela. Em seguida meteu os dedos na minha buceta colhendo o creme do meu gozo e esfregou no meu cu, então meteu aquela cabeça saliente no meu rabo. Ai, delicia, mete amor, mete mais, soca no meu cu, soca na sua putinha. E ele começou a socar no meu rabo com força, agarrou nos meus cabelos puxando-os com força, parecia domar uma égua selvagem, com a outra mão apertava com força meus peitinhos que sacolejavam, meus joelhos doíam e eu pedi para ele mudar de posição mais ele dizia: Quero teu cu piranha, só paro quando encher esse cu de leite sua vagabunda. Perdi a conta do tempo que ele ficou socando a rola no meu rabo, ao sentir minhas pernas fraquejarem, ele tirou o pau do meu rabo e me levantou me pondo de pé, então se sentou na poltrona que havia no quarto e me virou de costas, me mandou sentar na sua rola, eu atendi prontamente, fui descendo o cu naquele pau e sem ele esperar cai sentada com força naquele cacete. Ele gemeu alto, em seguida apoiei os pés nas bordas da poltrona criando um apoio para as pernas e comecei a empurrar a bunda de encontro ao seu cacete. Nossos gemidos se misturavam, ele segurando nas minhas tetas me puxava contra seu corpo e então gozamos juntos.
Oi, meu nome é Paulo e sou bissexual. Com homem sou só passivo. Através de um chat de uma operadora de celular, conheci um carinha de uma cidade próxima a minha, conversamos bastante através do celular e ficamos de nos conhecer pessoalmente, marcamos em uma praça no centro de minha cidade. Peguei ele com meu carro e fomos ao motel. Tinhamos combinado que ele faria o que quisesse comigo. Então quando chegamos ao motel, ele me fez vestir calcinha, sutiã e me passou baton bem vermelho. Disse que era pra eu ficar bem puta pra ele. Confesso que fiquei muito gostosa e bem puta, meu corpo é muito bonito, parece de mulher, tenho as pernas torneadas, cintura fina e bundinha redondinha e empinada, sou todo depilado. Bom, aí ele amarrou minhas mãos pra trás, e me fez ficar ajoelhado em cima da cama. De repente me deu um tapa bem forte na cara que me derrubou, me chingando de cadela, me levantou puxando pelos cabelos, e foi me dando vários tapas na cara. Me deixou deitado de bundinha pra cima e veio com um cinto de couro. Começou a me bater na bundinha , eu gemia e chorava aquilo queimava minha bundinha, e ele não ligava para meu sofrimento. Ja com a bunda bastante castigada e doendo muito, ele parou de me bater. Enfiou o pau na minha boca me engasgando, me chingava de puta e foi fodendo minha boca. De repente senti um jato de porra inundando minha boca. Cheguei a engasgar, pois ele segurava minha cabeça forçando o pau pra dentro. Me fez engolir toda a porra e tive que continuar chupando até o pau dele endurecer de novo. Agora ele iria comer meu cuzinho, me colocou de quatro com a cabeça apoiada na cama e meteu o pau todo de uma vez. Me fez berrar de dor, ele falava cala a boca cadela, sua vagabunda, você agora é minha escrava. E meteu muito, meu cuzinho ardia, de repente começou a gozar. Senti meu cuzinho ficar melado e cheio de porra, aí ele me puxou pelos cabelos e me levou até o banheiro, dizendo que iria me dar um banho quente. Pensei que fosse me dar banho, chegando no banheiro me colocou de joelhos e me fez ficar com a boca aberta. Começou a mijar na minha cara e boca, tive que beber um pouco do mijo dele, quando acabou me deu um tapa bem forte que me derrubou. Me levantou puxando pelos cabelos, agora sim ligou o chuveiro me desamarrou. Me disse pra me lavar, pois eu estava imunda. Nossa, não sabia que dava tanto tesão ser escravizado por alguém. Espero que tenham gostado deste conto, em breve enviarei outros.
***Conto enviado pela leitora Emily de Rio Branco***
Oi, me chamo Emily tenho 22 anos, sou morena jambo, cabelos lisos, negros quase na cintura, 1,65 de altura e um corpo proporcional, coxas grossas, bumbum durinho e arrebitado, seios médios. Ha cerca de 1 ano e meio, conheci meu atual dono e senhor. Ele se chama Diego, tem 32 anos, 1,80 de altura, um corpo espetacular, musculoso, um rosto lindo, barba rala, olhos profundos e penetrantes de um cinza quase gutural. Nos conhecemos por acaso em uma rua próxima a empresa em que ele trabalha, eu estava saindo da academia e ele do trabalho. Nessa mesma noite saímos pra beber em um bar próximo, desde esse dia começamos nosso relacionamento que já dura 1 ano e 4 meses. Depois de apenas 6 meses, passamos a morar juntos, ele paga minhas contas e até minha faculdade, em troca sou sua cadela, meiga e obediente.
Bem, vamos ao conto que aconteceu uns 6 meses depois de passarmos a morar juntos.
O que você prefere? Meu senhor me perguntou segurando o cinto.
Já chorando, ergui o vestido. De quatro! Ordenou com raiva.
Obedeci, enquanto um arrepio percorria meu corpo. Meu Senhor ainda não satisfeito com minha posição, agarrou meus cabelos e forçou minha cabeça contra o colchão. Ainda não aprendeu como ficar cadela? Agora empina bem esse rabinho, que vou deixar ele bem vermelho.
Meu choro aumentou, sabia que meu senhor estava com muita raiva.
Quando foi me buscar na faculdade, flagrou-me conversando com Gustavo, e já havia me proibido de conversar com ele. Quando o vi saindo do carro, estremeci. Ninguém que passava por ele naquele momento, sequer percebia a fúria que continha em seus olhos. Somente eu, pois já o conhecia muito bem. Aproximou-se e o cumprimentou, em seguida pôs um braço ao redor da minha cintura em um completo gesto de posse. Sorri meio sem jeito e após uma rápida conversa, meu senhor tratou de me tirar dali, me conduzindo até o carro.
Abriu a porta e mandou entrar, obedeci imediatamente, assim que entrei tratei de baixar a cabeça em sinal de respeito. Tinha plena consciência de que seria castigada severamente. Meu senhor não me proibia de conversar com colegas na faculdade, mas do Gustavo ele tinha um ciúme quase doentio, apesar de nunca demonstrar ou fazer nada diferente na frente dele, mas só eu sabia o quanto ele o detestava, pois me castigava todas as vezes que me encontrava perto dele, podia ter várias pessoas ao redor, mas se Gustavo estivesse junto, era castigo na certa.
Estremeci quando meu Senhor entrou no carro e bateu a porta com violência. Ponha o cinto! Ordenou.
Seguíamos em completo silêncio, o que me preocupava ainda mais. Meu dono nem sequer me olhava. Paramos em um sinal, num cruzamento, ao lado do carro estava um ônibus lotado, muitos homens estavam em pé e olhavam para o carro, só que os vidros eram peliculados o que impossibilitava que vissem o interior. A surpresa. Enquanto eu olhava para fora do carro, meu senhor abriu a janela do meu lado, os homens imediatamente começaram a me olhar, então meu senhor ordenou que eu tirasse a calcinha, ali mesmo. Olhei pra ele incrédula, o que me custou um forte tapa no rosto. Obedeci constrangida, tirei a calcinha por baixo do vestido, ele estendeu a mão para que eu lhe entregasse, pelo canto do olho vi os homens olhando pra mim, e cochichando uns com os outros, morri de vergonha. Antes que o sinal abrisse meu senhor ainda me ordenou que colocasse a coleira que estava no porta luvas, temendo outro tapa, obedeci imediatamente.
O sinal abriu e seguimos, o silêncio reinava dentro do carro. Quando meu dono entrou no condomínio, uma rua antes da nossa parou o carro e me mandou descer, ergui as mãos para tirar a coleira, pois ele nunca havia permitido que alguém me visse com ela, dizia que era seu maior desejo, exibir sua cadela, mas não podia, devido a localidade em que morávamos, alguns de nossos vizinhos eram senhoras idosas que ficariam escandalizadas.
Desça com ela e vá direto pra casa. Olhei pela janela e vi algumas mulheres conversando perto do play ground enquanto seus filhos brincavam. Desci do carro e de cabeça baixa segui caminhando. Dei graças a Deus ao entrar no pátio, pois ninguém havia me parado pra conversar. O carro já estava na garagem. Ele havia feito aquilo de propósito apenas para me humilhar.
Entrei na sala, e engoli em seco. Estava com muito medo e confesso, um pouco excitada também. Subi as escadas e fui caminhando nervosamente até o quarto, quando entrei meu senhor me esperava ao lado da cama. Quando o vi não agüentei e comecei a chorar.
A primeira cintada doeu muito, e não agüentando passei a mão no local que ardia, outra cintada dessa vez nas coxas. Meu choro aumentou e eu soluçava.
Você sabe por que está apanhando, me desobedeceu! De novo encontrei você perto dele e essa desobediência vai lhe custar caro Emily.
Me perdoe Senhor, por favor.
Calada! E outra cintada estalou em minha bundinha que já doía muito, pois ele batia com força.
Vamos ver se depois disso você ainda se atreve a me desobedecer, e nada de escândalo. Meu senhor falava calmo e pausadamente, sua voz era gelada, e me causava arrepios.
Logo a surra deu início, o couro do cinto atingia minha bundinha com violência, deixando vergões vermelhos e inchados, a parte de trás das minhas coxas ardiam muito. Eu apenas chorava baixinho, algumas vezes soltava uns gritos abafados, que eram impossíveis de conter, o que me custava mais algumas cintadas. No começo eu contava, mas depois perdi as contas, só sei que foram mais de trinta.
Quando a surra acabou pensei que o castigo tivesse terminado, me enganei.
Fique exatamente como está. Ele foi até o armário do outro lado do quarto, e voltou com um vibrador e uma minúscula calcinha de latex. Era um dos grandes, tinha uns 20cm e era bem grosso. Ele foi enfiando o vibrador inteiro na minha bucetinha, aquilo me rasgava. Gemi baixinho, pois já estava bem molhada. Meu senhor mandou que eu vestisse a calcinha e me ajoelhasse ao lado da cama, em seguida sentou-se, tirou o pau de dentro da cueca e me mandou chupar, obedeci imediatamente, meu tesão já estava nas alturas. Enquanto chupava, senti o vibrador aumentar de velocidade, meu senhor controlava a velocidade por controle remoto, gemi alto, estava prestes a gozar.
Meu dono puxou meus cabelos me fazendo olhar pra cima sem tirar o pau da boca. Se gozar vai se arrepender. Olhei pra ele com olhar de suplica. Mas não adiantou, ele forçou minha cabeça pra baixo me fazendo sufocar e lagrimar. Fiquei chupando por uns dez minutos, o que foi uma verdadeira tortura, pois além de ter que me esforçar para agradá-lo ainda tinha que me controlar pra não gozar, o que não adiantou. Gozei muito enquanto o chupava, tinha certeza de que ele havia percebido, mas como não adiantava mais decidi aproveitar o momento. Quando ele estava quase gozando, empurrou minha cabeça com força pra baixo. Engoli tudo e engasguei, meu senhor gozou muito na minha boca, e tive que engolir toda sua porra.
Quando acabou, meu senhor me empurrou, me fazendo cair no chão. Eu o amava, e quando ele me tratava com desprezo eu sofria.
Foi novamente até o armário, e voltou de lá com algumas algemas de cordas e uma bollgag. Não me chamo Diego, se hoje você não aprender a me respeitar de uma vez por todas. Levanta! Impaciente meu senhor agarrou meus cabelos e me arrastou até um dos aparelhos de ginástica que havia no quarto. Era um daqueles em que tem uma espécie de prancha, onde se deita pra poder levantar pesos. Tirou minha calcinha e o vibrador. Quando o viu todo melado, ganhei um tapa no rosto, comecei a chorar, então meu senhor colocou em mim a bollgag. Eu odiava aquilo, pois não me permitia engolir a saliva, então eu ficava toda babada.
Meu senhor me mandou tirar o vestido que eu ainda usava. Depois de me deitar no aparelho, amarrou meus pulsos para trás nos ferros verticais, em seguida ergueu minhas pernas, amarrando cada tornozelo em um ferro, me deixando totalmente aberta. Minha bundinha ainda doía muito da surra, e eu gemia de dor cada vez que ele esfregava a prancha. Meu senhor foi novamente ao armário e voltou com alguns prendedores, colocou um em cada mamilo, tentei gritar, o que foi impossível.
Meu senhor ficou na minha frente, apenas me olhando, aquele olhar me machucava mais do que estar naquela posição, amarrada e subjugada.
Você me decepcionou muito Emily. Sua voz era macia e pausada.
Queria dizer o quanto eu estava arrependida por tê-lo desobedecido, mas não podia emitir nenhuma palavra, apenas ouvi-lo, o que era o pior dos castigos.
Quantas vezes eu mandei ficar longe dele? Meu senhor deu a volta e se aproximou do meu rosto, acariciou-o levemente com as costas das mãos. Estremeci, não conseguia desviar meus olhos dos dele.
Sabe o que eu devia fazer? Devia terminar tudo, e procurar outra cadela. Um desespero tomou conta de mim. Você quer que eu faça isso Emily? Fiz que não com a cabeça. Ele sorriu e disse: Então você irá me servir até eu me cansar. Acariciou minhas pernas e se posicionou, tirou seu pau que eu adorava de dentro da cueca, e começou a brincar com ele na porta da minha bucetinha, eu delirava. Se minha boca estivesse livre, a essa hora eu estaria implorando pra que ele me fodesse. Meu senhor colocava a cabecinha bem na portinha, enfiava um pouquinho e tirava, eu ia nas alturas com aquilo, até que ele enfiou tudo de uma vez, vi estrelas. Ele bombava forte, eu gemia como louca. Fui fodida naquela posição por uns vinte minutos, gozei umas duas vezes, até que meu senhor gozou também, me enchendo de porra. Quando terminou, foi até o banheiro, tomou banho e desceu. Fiquei ali, toda melada de baba e porra, não sei por quanto tempo, sei apenas que adormeci, mas antes olhei pela janela e vi a lua através da cortina, já devia ser mais de dez horas.
Fui acordada com o estalar do cinto na minha bundinha, não sabia quanto tempo havia dormido. Meu senhor me olhava zangado, ele trazia meu celular na mão, comecei a chorar na mesma hora. Sua vadiazinha! Então achou que ia me fazer de idiota? E me bateu novamente com o cinto. Quer que eu leia a mensagem? Me desculpe se te causei algum problema, acho que seu namorado não gostou de me ver com você, que pena pra ele. Ele me olhava com ódio. Meu senhor tirou a bollgag da minha boca, senti um alívio, pois poderia me defender.
Senhor me perdoe, nem sabia que o Gustavo tinha meu número. Ele me calou com um tapa na cara. Se pronunciar o nome dele de novo, vai ficar sem falar por uma semana! Ele gritou.
Arrancou de uma só vez os prendedores dos meus seios, gritei de dor. Desamarrou minhas pernas, e depois meus braços. Agarrou meus cabelos e me arrastou até uma poltrona encostada na parede, me atirou sobre ela. Eu já não tentava me defender, apenas aceitava obediente, ser tratada daquela forma.
Meu senhor me deitou no braço da poltrona, de forma que minha barriga se apoiasse nela e minha bundinha ficasse totalmente exposta. Só percebi sua intenção, quando senti seu pau duro feito pedra encostar em meu rabinho. Gemi e tentei sair, mas ele era muito mais forte e não permitiu. Sexo anal entre nós sempre foi muito restrito, pois eu era demais apertada e meu senhor tinha um pau muito grande e grosso Por tanto, mesmo com vontade ele sempre era delicado quando comia meu rabinho. Mas dessa vez senti que seria diferente.
Está com medo vadia?
Por favor senhor não me machuque.
Calada! E antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, meu senhor enfiou seu pau enorme em meu cuzinho de uma só vez. Quase desmaiei de dor, gritei tão alto que os vizinhos poderiam ouvir. Fiquei ali, chorando muito e pedindo pra que ele parasse, mas não adiantou, meu senhor tirava seu pau quase todo, para depois voltar a enfiá-lo sem dó, apenas para me ver sofrer. Ele me comeu daquele jeito por uns quinze minutos, antes de gozar muito, me enchendo com sua porra quente. Quando terminou, vendo como eu estava, melada de sangue e porra, meu senhor me pegou no colo e me levou para o banheiro. Me deu banho, me secou e depois me levou pra cama. Me aconchegou em seu peito e disse com carinho acariciando meu rosto.
Não gosto de fazer isso Emily. Prometa que não vai mais me desobedecer meu amor, meu ciúme é tanto que perco o controle.
Soluçando eu respondi. Me perdoe, sou sua e de mais ninguém. Nunca mais falarei ou chegarei perto dele de novo.
Meu senhor me deu um beijo delicioso, e depois adormecemos juntos.
***Conto enviado pelo leitor Caio de São Paulo***
Gisele é vendida.
O encontro com seu Mestre.
Colocada à venda pelo Casarão, Gisele foi vendida e deverá, doravante, ser propriedade exclusiva de um único Mestre. Um senhor viu uma foto da escrava e desejou comprá-la para tê-la a seu serviço. Aqui Gisele relata seu primeiro encontro com o seu Senhor:
Passamos vários dias nos correspondendo e falando ao telefone. Meu Senhor me parecia seguro e sedutor, fato que veio se comprovar após conhecê-lo pessoalmente. A medida em que me passava suas instruções e me passava seus gostos e exigências, crescia em mim a vontade de conhecê-lo. Tesão e medo se misturavam e me impeliam em sua direção.
Chegou o dia de conhecê-lo. Teria que me apresentar no local indicado, vestida conforme me recomendou em todos os detalhes, que incluíam saia e uma fita vermelha no pescoço, representando a coleira de uma escrava.
As únicas informações que tinha sobre o meu senhor me levavam a imaginar que era um homem de estatura grande. Enquanto aguardava em frente ao restaurante no qual deveríamos almoçar, prestava atenção em cada tipo que passava.
Num dado momento, um homem do outro lado da rua olhou para mim, e em seguida olhou o relógio. Estava mal vestido e um tanto descuidado, porém um tipo grande e eu pensei que poderia ser quem eu esperava. Gelei só de pensar que poderia ser ele. Me preparei para fugir dali rapidamente. Mesmo sabendo o tipo de castigo que o Casarão impõe às escravas fujonas. Me livraria daquele homem, mas na certa ficaria presa por alguns dias no Casarão, nua e amarrada por uma coleira, tendo que comer e beber em vasilhas no chão como uma cadela, e ainda por cima receber seqüências de chicotadas que poderiam acontecer a qualquer hora do dia ou da noite. Esse é o castigo que dão para as escravas desobedientes, porém não teria estômago para aceitar aquele homem. Felizmente, enquanto pensava isso tudo, ele passou diretamente por mim. Enfim, não era esse.
Em seguida, meu Senhor chegou. Sorriu, me cumprimentou e determinou que entrássemos no restaurante. Como havia me instruído, o senhor à frente e eu atrás. O senhor deveria ser o primeiro a fazer tudo, sentar-se à mesa, começar a comer, e tudo o mais.
Eu estava tentando disfarçar a timidez. Me via perplexa diante daquele homem que, em breve, seria o senhor total de todas as minhas vontades. E em meio ao movimento do garçom, servindo o vinho e os pratos, o senhor me surpreendeu, perguntando se eu queria realmente ser sua escrava. Essa pergunta teve para mim, naquela hora, dois significados. O primeiro seria a inusitada possibilidade de opção. Neste caso, é claro que eu queria. Algo nele me agradava muito. O segundo seria o conteúdo que a minha resposta teria. Isso porque, ao perguntar-me isso olhando sério e fixamente nos meus olhos, pude perceber que o meu “sim” significaria aceitar incondicionalmente tudo o que viria depois. Mas, arrisquei o “sim”. E não deu outra, pois o senhor já foi determinando então que eu fosse ao banheiro, tirasse a calcinha e lhe entregasse. Entendi isso como um sinal de que, a partir daquele momento, meu corpo estaria totalmente à sua disposição.
Almoçamos e fomos de carro para um lugar onde poderíamos ficar a sós. No carro, o senhor me deu uma coleira de couro e mandou que eu a colocasse no pescoço.
Quando chegamos lá, o senhor tirou do carro uma caixa que parecia ter muitos objetos dentro. Minha cabeça girou só de pensar no que poderia estar tramando para fazer comigo. Me mandou tirar toda a roupa, pois queria me examinar totalmente. Acho que, para verificar se tinha feito uma boa aquisição. Me olhou, conferiu se eu estava toda depilada como queria e mandou que eu me ajoelhasse, tirasse seus sapatos, meias, e beijasse os seus pés. Fiz isso com devoção como deve fazer uma boa escrava. O senhor deve ter gostado de me ver assim, pois logo tirou toda a roupa e me fez tirar a sua cueca, quando pude ver que seu pau estava completamente duro.
Mas, como um Mestre competente, não se apressou. começou me testando. Conferiu meu beijo e se eu estava com a xoxotinha molhada. Eu me sentia tímida diante daquele homem me observando e me apalpando daquele jeito, com aquela autoridade.
Aí o senhor começou a me usar para valer, e a fazer tudo o que havia premeditado (não sei se tudo). Mas antes me colocou de joelhos presa nas suas pernas e me deu umas palmadas bem fortes, quando eu pude sentir um pouco da sua força. Eu ainda estava sentindo minha bunda queimar, quando o senhor me mandou ficar de quatro e começou a enfiar uma pedra de gelo no meu cuzinho. O senhor enfiou, segurou lá dentro e eu senti queimar. Depois que derreteu, o senhor enfiou umas bolinhas. Não sei quantas eram. Iam entrando uma a uma e eu comecei a sentir que não era mais dona de mim. O senhor enfiaria tudo o que quisesse em qualquer lugar e quantas vezes quisesse.
Depois começou a me amarrar. Primeiro prendeu meus pés e mãos com correntes e cadeados. Agora estava, decididamente, em seu domínio total. Poderia fazer o que quisesse comigo. É claro que senti muito medo. Ora me fazia carinhos, muitos carinhos, ora judiava de mim. E a cada vez, me amarrava mais, agora com cordas que se entrelaçavam com as correntes. Apertou meus seios com as cordas até ficarem bem estufadinhos e depois colocou prendedores, muitos deles, e eu senti muita dor, misturada com o prazer de estar dando prazer ao meu senhor com isso. Esse era o meu maior prazer, que me fazia me contorcer de tesão…e dor, juntos. Abrindo as minhas pernas e amarrando mais, para que ficassem bem presas e que eu não pudesse fechá-las, o senhor colocou prendedores na minha xoxota. Muitos também. Me senti como se estivesse sendo estuprada. Exposta, escancarada e à mercê daquele homem que, na verdade, eu mal conhecia. E o senhor tirava fotos, muitas fotos, de todos os ângulos, o que aumentava a minha sensação de exposição.
E as coisas íam se alternando, ora o senhor metia seu pau em mim, ora enfiava coisas, me amarrava mais, me dava palmadas com força.
Quando eu estava totalmente imobilizada, o senhor buscou uma mangueira plástica com a qual havia prometido me dar uma surra, em função de uma falha que eu havia cometido quando iniciamos a nos corresponder. Por isso, me virou de bruços e me deu uma sova. Acho que como estava ainda testando a minha resistência, desta vez não judiou muito de mim, mas senti que fazia algum esforço para se controlar. Mesmo assim, me aplicou alguns pingos de vela que me fizeram gritar.
Depois o senhor me fez muitos carinhos. E me disse que considerava tudo o que fazia comigo como carinho. E que me castigava porque eu precisava disso (e eu sei que preciso). E depois que o senhor já tinha gozado muito, e me feito gozar muito também, ainda me fudeu no chão, me botando de quatro como uma cadela, me xingando de vadia, piranha e muitos outros nomes.
Mas em tudo o senhor foi sempre muito elegante e cuidadoso, e é por isso que sinto um grande prazer de ser sua escrava, e desde que me despedi dele, penso em como será nosso próximo encontro, principalmente porque agora o senhor conhece um pouco mais de mim, o que com certeza, o levará a premeditar coisas mais ousadas.
Eu sei que serei mais exigida mas desejo ser sua escrava enquanto o senhor quiser.
Estarei à espera desse encontro, obediente como deve ser uma escrava que tem a chancela do Casarão.
simplesmente gisele
***Conto enviado pela leitora Aline Mendes do Rio de Janeiro***
Cuidadosamente falo de minhas sacanagens, aventuras e devaneios. Falo de uma mulher antes solteira hoje namorando. Tudo o que passei até aqui foi muito bom, relatando minhas taras, repassando a realidade de cada fato minuciosamente, leio e releio tudo o que fiz.
Vou voltar um pouco no tempo, foi a maior loucura que fiz em busca do prazer. O telefone tocou do outro lado da linha, era o Heitor. Falava comigo com um sotaque bem carregado no português, dizia que havia comprado minhas passagens e que em poucos dias eu estaria embarcando para Portugal. Eu o conheci em um chat e logo o adicionei no mesenger. Todas as noites fazíamos sexo virtual e eu exibia meu corpo e me masturbava diante da webcam, ele do outro lado do oceano via minha performance e ficava louco com tudo o que eu fazia ali. Ele também se exibia mostrando seu imenso cacete, eu gostava muito. Ficava horas o olhando se masturbar aparentemente só para mim, se bem que os homens virtualmente fazem isso para muitas ao mesmo tempo. Isso não me importava, eu o via ali, um homem 30 anos mais velho que eu se mostrando para mim e aquilo me dava tesão, nossas conversas se tornavam cada vez mais loucas, eu o chamava “de meu português safado” e ele de “minha menina”. Não pensei muito e aceitei seu convite, quando vi estava no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro embarcando para Lisboa, Portugal.
Disse para meu pai que ia trabalhar e para minha mãe que havia encontrado o meu amor. De certa forma havia o interesse de conhecer um outro País, apesar de ter ido apenas para a Colômbia, País vizinho do Brasil, porém a trabalho e não pelo sexo, como eu fui a Portugal conhecer “o meu português safado”.
Quando estava no avião, me dei conta que estava prestes a cometer a maior loucura de minha vida, mas não poderia pular de pára-quedas, teria que continuar com a minha façanha. Chegando a Lisboa fui interrogada pela alfândega sobre o que eu ia fazer naquele país. Respondi que estava a passeio, apenas isso, e eles deixaram eu entrar, mas no fundo eu queria que me embarcassem de volta no primeiro avião para o Brasil. No entanto, meus instintos sexuais falavam mais alto e fiquei feliz por entrar no país.
No saguão do Aeroporto o Heitor me esperava, com um sobretudo preto e de gravata, bem alinhado. De cara levei um certo susto, pois ele aparentava mais do que a idade que havia me dito, eu o abracei meio encabulada e dei um tímido beijo na sua boca.
Ele me conduziu até o estacionamento do aeroporto e ao entrar no carro ele já foi tirando seu membro pra fora da calça e pedindo pra que eu pagasse um boquete ali mesmo no estacionamento. Estava muito frio e eu fiz o que meu dono mandou, afinal a partir dali eu seria sua escrava e teria que o satisfazer de todas as formas possíveis. Chupei-o no estacionamento até ele gozar; apesar de sua aparência ele me dava tesão, não sei explicar. Talvez pelo fato de eu estar me arriscando daquela forma e o desejava realmente e loucamente, era uma adrenalina. Estava muito frio naquele dia e eu estava com uma saia abaixo do joelho preta, salto alto e um casaco azul que dava para perceber o meu decote. Por baixo da saia eu tinha uma cinta-liga e um sutiã, ambos pretos, nada adequado para o clima frio daquele País. Em todo o trajeto eu segurei seu pau o acariciando. Chegando em sua casa fomos direto para o quarto, eu queria descansar. Fui apresentada a sua empregada que pouco falava a não ser um “Olá!” bem frio conforme o frio que fazia naquela estação de inverno. Observei que na sala havia uma pessoa, que ele apenas disse que era a sua velha mãe e não me apresentou de cara àquela senhora moribunda, que não parava de falar coisas sem sentido e que eu não entendia devido seu sotaque carregado do norte de Portugal.
Como eu estava cansada, ele me acompanhou até seu quarto. O ambiente de sua casa era antigo e frio, os móveis eram bem antigos, uma casa bem grande e um pouco sombria. Em seu quarto grande me deitou na cama mandando apenas que eu tirasse a roupa, pois ele queria me ter, sem questionar. Apesar de estar cansada, eu fiz o que o meu “dono” mandava, ele me chupou, logo em seguida me penetrou e gozou, adormeci ali mesmo. Quando acordei ele já não estava, era noite, estava escuro e a casa aparentemente estava vazia. Eu sozinha já não via ninguém, fui à cozinha, comi alguma coisa, voltei ao quarto e dormi a noite toda.
No dia seguinte Heitor não voltou e eu achei estranho, mas não questionei. Pela manhã conheci a mãe do Heitor nada lúcida. Ela passava a maior parte do tempo em sua poltrona a me olhar; cada passo que eu desse pela casa ela prestava a atenção, porém sem dizer muitas palavras, parecia que já estava acostumada com outras mulheres que estiveram ali nas mesmas circunstâncias que a minha. No dia seguinte, à noite, ele retornou, jantamos e ele me fodeu na sala de jantar se servindo da comida e de mim. Ele me tinha em suas mãos e eu não conseguia reclamar, gostava. Aquela noite ele dormiu comigo e ordenou que eu dormisse o chupando com o pau dele em minha boca e eu não questionei. De manhã o servi mais uma vez e assim sucessivamente, um dia sim e outro não ele dormia em casa. E quando estava em casa eu o tinha como um dono e eu a escrava dele, apenas me dava sem esperar mais nada em troca, cozinhava, arrumava a casa e trepava com meu homem.
Volta e meia ele me levava para um restaurante, mas eu tinha que em todo o caminho o chupar ou o masturbar. Eu era obediente, uma escrava brasileira que se sujeitou àquelas coisas e não poderia dizer um “não”, afinal eu escolhi aquilo.
Nos restaurantes, por debaixo da mesa eu não soltava seu cacete sempre duro e prestes a ejacular a qualquer momento. Ele sempre mandava que eu fosse ao banheiro e tirasse a minha calcinha e ficasse sem ela todo o jantar. Íamos nas lojas fazer compras para mim, ele que escolhia o que eu vestiria e comprava tudo, me vestindo sem que eu tivesse o direito de escolher, o que me excitava muito.
Certa vez ele ligou e disse que estaria em meia hora na esquina de sua casa e era para eu descer e o aguardar. Ele me pegaria e eu deveria estar pronta e bem arrumada, pois ele iria me levar a um lugar. O carro parou na esquina e ao entrar ele me elogiou, coisa que não fez desde o dia que eu havia chegado lá. Eu estava bem vestida, coloquei a minha cinta-liga preta e um vestido vermelho, calçava uma bota de cano fino e como estava muito frio eu usava luvas, estava muito linda com uma bela maquiagem, cabelos negros e lisos cumpridos. Confesso que eu nunca me vi daquela forma, o perfume era bem leve, um batom vermelho nos lábios, uma típica puta brasileira na Europa, assim que me sentia, escrava de um homem que eu mal conhecia. Eu o queria muito e o desejava daquela forma, mandando em mim sem agredir.
Aquele dia ele não ordenou que eu o masturbasse, muito menos que o chupasse no carro, até tentei sem que ele mandasse, mas ele recusou. No caminho todo ele falou pouco, eu não questionei, confiava nele. Seguimos para o Centro de Lisboa, saímos do carro e ele pediu que eu o esperasse do lado de fora, estava muito frio e não havia ninguém nas ruas, pouco via a cidade, estávamos em uma pequena rua de paralelepípedos e escura. Logo ele voltou, segurou em minhas mãos e me levou a um prédio antigo, mas bem bonito. Entramos no elevador e logo estávamos em um escritório onde ele trabalhava. Ele fez uns trabalhos e pediu que o esperasse do lado de fora de sua sala enquanto ele acabava uns trabalhos pendentes. Fiz o que me mandou, logo ele saiu e pediu que eu levantasse o vestido. Ele tirou a calça e me colocou de quatro e meteu sua rola na minha buceta sem que eu tivesse tempo de dizer que não ou que sim, tirava de minha xota seu pau e colocava em minha boca, tirava de minha boca e colocava em meu cu, me chamava de sua puta brasileira que eu gostava de tudo que estava acontecendo, que eu era uma boa escrava, porém tinha que melhorar mais, ser mais mulher, deixando de ser uma idiota e submissa, metia tanto que me rasgava, metia com raiva por alguns instantes. Minhas lágrimas caíam e eu dava loucamente, extremamente melada, me contorcendo de prazer, até que ele gozou e eu também.
Demorou muito aquele dia pra gozar, mas gozou, deu um grito de alívio por ter me falado aquelas coisas, sabia que eu só entenderia ele à base do sexo. Logo se vestiu e pediu que eu abaixasse o vestido, fomos a um restaurante jantar, ele pagaria tudo que eu pedisse naquele dia. Eu era a sua puta e poderia pedir o que eu quisesse. No carro de volta pra casa ele parou em uma praça que dava de frente pra um quartel e mandou que eu saísse do carro e ficasse ali só de lingerie. E eu fiz. Estava muito frio, parecia que eu estava completamente nua, me arrepiava dos pés à cabeça. Ele me debruçou de quatro no banco do carona e mais uma vez me comeu ali mesmo, metendo rapidamente para que ninguém percebesse o que de fato estava acontecendo, pediu que eu não limpasse o gozo dele que ainda escorria em minha xota e bem quente era o que me aquecia e eu mais uma vez obedeci meu dono. Fomos pra casa e aquela noite ele prometeu que iria mudar e me dar mais atenção. Conversamos e ele fez alguns planos, tiramos fotos juntos, acabei me apaixonando por ele. Com o passar dos dias ele não cumpriu com o prometido: Um dia ficava comigo e outro fora de casa, passou a ser insuportável eu ficar algumas vezes a esperar por ele para me foder, mesmo porque eu adorava tudo o que ele fazia comigo na cama. Sua mãe estava cada vez mais enlouquecida, era muita pressão, eu já não suportava ficar praticamente só naquela casa fria. As únicas companhias que tinha eram da mãe dele e da empregada que me chamava algumas noites para jantar na sua casa quando eu estava só, mas não nós entendíamos bem, porque ela não falava bem português, era marroquina.
Durante o dia e a noite estava só esperando meu dono, a saudade do Brasil era grande e um dia pedi pra voltar pra casa. A saudade do calor daqui era grande, saudades dos meus amigos, dos homens brasileiros. Ele não queria que eu voltasse, mas eu estava determinada e não me questionou. Marcou minha passagem de volta, disse apenas que estava gostando de mim e aceitava a minha decisão. Havia coisas que eu precisava entender, mas ele não poderia falar e eu não perguntei o que era.
Ao voltar para o Brasil e fuçando na net descobri que ele tinha uma outra pessoa e que os dias que não estava comigo estava com ela. Era madura e era brasileira que havia estado da mesma forma que eu, havia morado com ele, porém não se tornou escrava dele, mas sim ele dela, por isso que ela o tinha mais que eu.
Um mês depois ele marcou de eu voltar, porém não aconteceu o que prevíamos. Quatro meses depois essa mesma mulher que o tinha, com a qual eu acabei tendo contatos pela internet, me falou que ele havia falecido e que ele gostava muito de mim. Ela sabia de mim e disse que me admirava, e contou que ele teve um derrame e veio a falecer.
Nossas aventuras vão estar registradas nessa história e como sempre eu fui amante, aprendi a gostar de ser escrava de um homem que pouco sabia quem ele era. Eu o amei e nunca irei esquecê-lo. Essa é mais uma história de uma amante submissa que foi para o outro lado do oceano só para foder.
Minha vida sempre foi normal, sem grandes aventuras. Mas isso estava para mudar no último Natal.
Estava as voltas com compras de última hora, com lojas superlotadas, filas em provadores, nos caixas, sendo que me atrasei e perdi o último ônibus para casa. Sem muitas opções, comecei a caminhar pelas ruas, agora já meio desertas. Apressei o passo e comecei a ouvir passos atrás de mim. Cada vez que começava a andar mais rápido, percebia que o passo atrás de mim também mudava o rítmo. Então resolvi correr. Corri umas 3 quadras e pensei que havia despistado quem quer que fosse que estivesse atrás de mim, contudo ao passar por um terreno baldio, ouço uma voz sair do nada dizendo: Onde a boneca vai com tanta pressa? Dizendo isso segurou o meu braço. Tentei me soltar, mas as mãos dele pareciam de ferro. Disse atrevidamente: Não é do seu interesse.
Ele soltou uma gargalhada e começou a me puxar pelo braço, me fazendo caminhar contra minha vontade. Perguntei para onde ele estava me levando, disse que não iria a lugar algum com ele, tudo em vão. Ele continuava a me puxar, e quando viu que eu ia criar dificuldades, me colocou nos seus ombros e me levou até uma construção que havia ali perto. Eu batia nas suas costas, esperneava, mas isso só o fazia rir mais.
Chegando na construção, ele me jogou numa cama de palha que havia num canto, e ao mesmo tempo, já foi segurando meus braços para impedir de esmurrá-lo. Prendeu meus pulsos na cama e depois prendeu minhas pernas deixando-as totalmente abertas. Depois rasgou minha blusa, expondo meus seios, cortou minha saia e minha calcinha me deixando totalmente à sua mercê. Como eu ainda me batia muito, me contorcia na cama, ele me deu uma bofetada que me deixou meio desacordada. Sentia suas mãos apertando meus seios, acariciando meu sexo, me penetrando com os dedos. Na semi-consciência, parecia que eu sonhava com o rapaz por quem sou apaixonada, ele me fazendo carinho, me masturbando, me fazendo gozar nos seus dedos. Quando voltei em mim, o cara ria, e dizia: gozou, né putinha!!! Agora é minha vez de gozar. E senti seu pau enorme me penetrando. Como havia gozado ha pouco tempo, a penetração não foi ruim, até me deu uma sensação de prazer, talvez porque minha buceta ainda estivesse muito irrigada, tive uma sensação de gozo na hora que senti aquele baita pau me possuir. Isso o instigou mais, e ele me penetrava com vigor. Mordia meus seios, dava tapas nas minhas coxas, me chamava de putinha, de gostosa e foi nessa loucurada toda que ele gozou e me fez gozar novamente. Ele ficou sobre mim um bom tempo, o pau dele parecia que não ia mais amolecer, eu o sentia duro ainda dentro de mim. Ele soltou meus braços, minhas pernas, e me fez ficar de 4 na beirada da cama. Primeiro penetrou minha bucetinha novamente, me chamando de cadelinha, dizendo que eu tinha um rabinho lindo, e batendo com força no meu bumbum vez por outra, ou puxando meus cabelos longos. Depois resolveu penetrar o meu rabinho, implorei que não, que nunca tinha feito sexo anal antes, mas ele não teve piedade, penetrou meu rabinho na seca. Doeu muito, gritei, chorei, e cada vez que gritava, ele estocava mais forte, ordenou que eu me masturbasse com um cabo de martelo. Como não fiz de pronto, ele me deu umas boas cintadas, e resolvi obedecer. Minha bucetinha estava melecada com a porra dele, e comecei a me masturbar, só sei que logo eu estava gozando novamente, foi uma loucura!! Ele me enrabando forte, me dando lambadas de cinta nas costas, no bumbum vez por outra, mas na hora do gozo, ele prendeu a cinta no meu pescoço e puxou, quase me deixando sem fôlego, gozei feito uma puta, uma cadela no cio. Caímos na cama extasiados. Tinha porra saindo do meu cuzinho, da minha bucetinha, e tudo doía. Dormimos assim, ele segurando a cinta que estava prendendo meu pescoço. No dia seguinte, acordei com ele me penetrando novamente. Ele disse no meu ouvido: Você é minha de hoje em diante. Você é minha putinha, minha cadela. Vou deixar você viciada no meu pau sua putinha, você vai vir aqui e implorar para eu te penetrar. Gozei, gozei, gozei. Depois ele me mostrou umas fotografias que tirou enquanto eu dormia. Eu toda nua, meu rabinho todo esporrado, minha bucetinha toda vermelha, e mais, ele me penetrando, ele me enrabando.
Depois disso, todos os dias, quando estou no meu trabalho ele me liga e diz: Quero você já! E eu tenho que largar tudo o que estou fazendo para ir atendê-lo, até porque, quando ele me diz isso, minha bucetinha já começa a piscar de excitação e não vejo a hora de sentí-lo me rasgando toda. Já perdi dois empregos por conta disso, mas continuo a serví-lo, até porque ele me disse que em breve não vou mais precisar trabalhar. Recentemente ele inovou, ao invés do cabo do martelo, ele trouxe um pivete que participa das nossas transas. Minha dupla penetração foi puro prazer e agora ele passa o tempo a fotografar eu e o pivete transando. Ele disse que vamos ganhar muito dinheiro com isso e a foto que mais vende é o pivete me enrabando de 4, eu com uma coleira de cadela, uma guia, e o pivete com um chicotinho na mão, segundo a guia. Nossa próxima experiência vai ser um filminho. Aguardem.
Eu sou uma pessoa aparentemente comum, pois mantenho em segredo alguns gostos meio diferentes, que não são tão bem aceitos na sociedade. Sou praticante de BDSM, mais especificamente uma sub. Entre meus maiores prazeres estão o rape, spanking bondage, humilhação e dominação psicológica.
Por esse meu gosto, digamos, fora do convencional, criei uma identidade virtual que corresponde ao meu eu real, tendo preservado o meu eu que a maioria das pessoas que convivem comigo acreditam conhecer, a fim de não me expor ao seu preconceito.
Então, mantenho meus contatos e encontros sempre em segredo. Tenho uma vida independente, apesar de me submeter às vontades de minha namorada quando nos encontramos. Não deixo minha vida e minha vontade nas mãos dela, somente viro sua escrava em nossos momentos íntimos. Temos um relacionamento aberto, porém nos amamos e temos respeito uma pela outra, mesmo que entre quatro paredes assumamos papéis tão distintos. Esse relacionamento existe há 2 anos, e me sinto completamente realizada ao lado dela.
A história que vou contar aconteceu no início deste ano. Não sei o que aconteceu com Alessandra de modo a fazê-la agir daquela forma. Ela foi me buscar em casa, como de costume, e me levou à casa dela (ela morava sozinha na época). Seu olhar estava diferente, o que me deixava curiosa.
– O que foi, Leka? – Perguntei.
– Ajoelhe-se!
– Mas, o que…?
– Mandei se ajoelhar, cala a boca e me obedeça.
As palavras que proferiu me deixaram excitada. Obedeci imediatamente.
– As mãos para trás – continuou. Fiz como ela mandou.
– Leka, eu…
– Senhora!!! Me chame de Senhora.
– Sim, Senhora! A Senhora pode me dizer o que vai fazer comigo?
– Você saberá. Agora fique quieta e faça somente o que eu mandar. Só dirigirá a palavra a mim quando lhe for exigido.
– Sim, Senhora.
Mantive-me em silêncio, ansiosa ao que faria comigo naquela tarde. Alessandra pegou as algemas e prendeu minhas mãos atrás das minhas costas, depois pegou uma venda e tapou meus olhos, de modo a deixar-me completamente cega. Ela foi pouco a pouco tirando a minha roupa, e quando terminou de fazê-lo senti-me desprotegida e com frio, pois fazia muito frio naquela tarde. Ela me dirigiu ao seu carro, colocou-me no banco do passageiro e ligou a chave. No caminho de sei lá onde, ficou me dizendo coisas a tentar me assustar. Eu estava ansiosa, nervosa e excitada.
– Você vai adorar aonde vamos, minha querida. Há vários amigos esperando a nossa chegada. Trate-os bem.
Quanto mais ela falava, mais nervosa eu ficava, não queria me expusesse da forma como estava imaginando que faria. Estava muito frio, eu tiritava, e me sentia cada vez mais desprotegida por estar nua. Pensava em onde poderíamos estar naquele momento, se tinha alguém me vendo assim além dela. Comecei a sentir mais medo que excitação, e parecia ser isso que Alessandra queria.
Depois de um tempo indeterminado, que me parecia uma eternidade, chegamos. Percebi porque pude ouvir o carro parando, um portão se abrindo e se fechando logo em seguida, depois o carro sendo desligado e várias vozes a me cercar. Eram vozes mistas, pareciam haver vários homens e mulheres. Estavam todos a rir, eu imaginava ser de mim. Nessa hora senti tanto medo que tentei trazer minhas mãos ao rosto para afastar um pouco a venda dos meus olhos. No mesmo instante, senti uma estalada e uma ardência no rosto.
– Mas que mal-educada essa minha cadela!! Será que eu tenho que lhe dar mais aulas de boas maneiras?
– Desculpe, Senhora. Eu prometo que…
– Eu pedi pra você falar? – E me deu mais uma bofetada, dessa vez com a mão fechada, e senti o sangue escorrer aos jatos do meu lábio inferior. Quase senti vontade de chorar. Embora gostasse de tomar alguns tapas, aquilo realmente estava me deixando angustiada. – Você está ficando demasiadamente corajosa ultimamente! – Então me puxou violentamente pelo braço e foi me levando para dentro de algum lugar. As outras pessoas foram caminhando ao nosso lado, rindo, até a porta se fechar. No momento que isso aconteceu, senti meus ombros sendo empurrados com toda força para baixo, me fazendo desequilibrar e cair no chão. Como minhas mãos estavam algemadas para trás, meu rosto logo foi de encontro ao chão. Gritei. Várias risadas ecoaram pelo local, que eu imaginava ser um tipo de salão. Continuei caída no chão, tentando me levantar. Logo senti as mãos de Alessandra a abrir as algemas em meus pulsos.
– Fique quietinha, cadelinha. Se me obedecer, não terei que castigá-la.
Minhas mãos puderam enfim tocar o chão. Alessandra me colocou de quatro e afastou meus braços e pernas, me fazendo sentir-me mais exposta. Não resisti e comecei a chorar, não me atrevendo a dizer palavra alguma.
– Não precisa fingir, eu sei que você gosta de ser maltratada. – e riu – Agora você ficará nessa posição até que eu mande você mudar, ok?!
Acenei com a cabeça.
Em alguns segundos comecei a sentir meu corpo sendo tocado por várias mãos, em toda parte (rosto, braços, mãos, pernas, pés, cabelos, seios, bunda, buceta…). Eu não sabia quem eram aquelas pessoas, e estava com medo, mas isso também me deixava com muito tesão. De repente, senti alguns dedos entrando na minha buceta. Levei um susto, e involuntariamente me esquivei deles. Logo senti um tapa no meu bumbum. Foi outro susto, então gritei. E conseqüentemente comecei a sentir muitos tapas seguidos, com força. Senti minha pele ardendo, e me preocupava com as marcas que poderiam surgir dessa “brincadeira”. Novamente senti os dedos na buceta, mas mantive-me praticamente imóvel para não apanhar mais. Os dedos se remexiam dentro de mim de forma violenta, me causando dor e prazer. Quase cheguei a gozar, mas quando isso estava prestes a acontecer, os dedos foram se retiraram.
– Hahaha.. não agora!! – Era a voz de uma mulher, desconhecida para mim.
Eu estava suada e molhada da saliva de várias bocas que percorriam o meu corpo, me lambendo e mordendo. Várias vezes, dentes massageavam os bicos dos meus seios, fazendo lágrimas saírem disfarçadamente dos meus olhos vendados. Já não sentia frio, e meus joelhos doíam pela posição em que eu estava. Fiquei assim por aproximadamente meia hora, foi um tipo de “esquenta” para o que viria depois.
Quando pararam de bolinar meu corpo, eu estava exausta, somente pelo fato de ter ficado naquela posição por tanto tempo, e por ter ficado involuntariamente contraindo meus músculos a cada pequena dor que sentia. Permaneci assim, pois minha Senhora não me havia ainda permitido a mudança de posição. De repente, uma voz masculina:
– Vou meter nessa cadela até ela não conseguir mais se levantar.
Muitas risadas surgiram. Um arrepio percorreu a minha espinha. Eu nem o conhecia, como podia deixá-lo entrar em mim? E ele era homem! Eram pouquíssimos os homens com quem tinha ficado na vida, pois apesar de eu ser bissexual, meu gosto real é por pessoas do mesmo sexo. Eu quis protestar, mas pensei em Alessandra e nada fiz. Eu gostava demais dela para decepcioná-la. Senti meu cabelo sendo fortemente puxado para trás, e nádegas quentes a tocar as minhas costas. Ele depositou todo o seu peso em cima de mim. Meus joelhos quase não agüentaram, e meu corpo já estava sem forças para sustentar o meu peso mais o dele. Mas ficou sobre mim somente por alguns instantes. Senti logo aquele cheiro de pênis e a cabeça do membro roçando em meus lábios. Senti nojo. A voz masculina surgiu firme:
– Abre a boca, cadela, e bebe o teu leitinho.
A contra-gosto, abri a boca devagar, não acompanhando o ritmo com que aquele membro rijo penetrou em minha cavidade oral. Logo senti aquele gosto distinto de pênis. Minha boca foi sendo fodida arduamente, como se fosse uma buceta. Minha cabeça era movimentada com força, e cada vez mais eu era puxada em direção ao corpo suado do homem, tendo minha boca e minha goela preenchidas por aquele pau grosso e molhado. Não demorou muito para eu sentir a porra quente recheando minha garganta, fazendo com que eu me afogasse. Senti uma ânsia incontrolável, quase vomitei tudo. Comecei a chorar com vontade.
Nem deu tempo de eu me recuperar. Um dos outros homens que estavam ali presentes não demorou a se aproximar. Deu um tapa em minha bunda e enfiou seu pau com força em minha buceta. Doeu muito. Gritei e, deixando para trás as ordens de Alessandra, implorei para que parasse.
– Por favor, chega!! Eu não quero mais!! Quero ir embora!! – E continuei chorando muito. O homem manteve seu membro estático dentro de mim por um tempo, segurando fortemente meus quadris para impedir que eu me movesse. Depois começou a fazer movimentos rápidos e violentos, me causando uma dor insuportável.
– Castigo, por não ter obedecido sua patroa.
– Páraaaaaaa!! Por favor!!! Eu não agüento mais!
O mundo parecia ter desaparecido ao meu redor, nem pensava mais em meu pudor e nem em minha segurança, somente na dor. Pensei que aquele momento nunca ia acabar. Mas felizmente acabou, com um jato quente de porra a preencher o meu buraco já machucado pela violência que acabara de sofrer. O homem soltou-me e se afastou. Meu corpo estava mole e sem forças. Deitei-me sobre o chão gelado e continuei a chorar, não acreditando no que acabara de me acontecer. Não demorou a surgir a voz de Alessandra, me condenando pelo meu ato.
– Levante-se, cadela! Eu não mandei você se deitar.
Sem forças e exausta, demorei a conseguir obedecê-la. Por isso, levei uma bofetada na face esquerda.
– Senhora, eu quero ir embora. Por favor, já chega!
– Mas… claro que não! Eu ainda nem comecei a me divertir!
– Por favor?!
– O que vê em repetir tantas vezes essa palavra insignificante? Por que se faz de santa? Você sabe que não é. Mas vou fazer você pedir por favor, só que com certeza em situação que combina mais com a sua pessoa, ou melhor, com a puta que você é.
Eu continuava a chorar, agora novamente de quatro, a posição que minha Senhora tanto gosta. A voz dela mantinha-se inalterada e firme.
– Bernardo, agora é com você – disse – faz com ela o que tanto queria fazer, eu permito.
Nem deu tempo de eu sentir medo, logo um homem se aproximou e começou a alisar minha bunda e seios. Passou a língua neles, devagar, chupou com força e mordeu minha buceta. Ao mesmo tempo de dor, senti imenso prazer. Ele pegou uma de minhas mãos e me fez segurar seu membro rijo. Era enorme, maior que todos os que eu já tinha visto.
– Coloca na boca. – Disse, com voz firme.
Eu não queria fazer isso, mas não reclamei, pois tinha medo de ser castigada, como há pouco. Dirigi-me ao seu pênis, fiquei de joelhos à sua frente e, com minha mão, devagar, coloquei-o em minha boca. Quase não conseguia encaixá-lo devido à sua grossura.
– É só isso que sabe fazer, cadela? – Então me puxou violentamente pelos cabelos e me fez praticamente engolir o seu pau. Segurou-me nessa posição por vários intermináveis instantes. Tentei me esquivar, estava sendo sufocada por aquele membro. O homem me soltou por um instante e riu.
– Agora vou foder a tua garganta até você desmaiar.
Isso me assustou muito, não pude deixar de protestar.
– Não, por favor!!! Não faça isso!!!! – Gritei, desesperada. Alessandra logo se manifestou.
– Mandei você ficar quieta.
– Mas eu não quero…
– Se não me obedecer, nunca mais me dirija a palavra.
Com medo de ser deixada por Alessandra, passei a me manter em silêncio, mas estava muitíssimo nervosa. O homem enfiou novamente o pau em minha boca e começou a bombar rapidamente e com força. Às vezes parava um tempo com ele na minha garganta, segurando a minha cabeça, de modo que eu não conseguia respirar. Eu começava a me debater, mas não conseguia tirar minha cabeça das suas mãos. Não sei quanto tempo se passou enquanto eu estava assim. Quando ele gozou na minha garganta, foi muita porra. Eu queria cuspir, mas ele mantinha minha cabeça erguida, me segurando pelos cabelos, e eu não consegui fazê-lo. Meu estômago ficou muito embrulhado, e eu fazia muita ânsia, novamente quase vomitando.
– Engole, puta. – repetiu com voz firme e calma.
Com muita dificuldade, e superando meu nojo, engoli tudo. Depois comecei a chorar. Alessandra se aproximou.
– Sem ceninhas, minha querida, eu te conheço e sei que está excitada com isso. Agora chupa esse consolo.
Ela enfiou um consolo na minha boca, visivelmente bem menor que o pênis que eu acabara de chupar. Empurrou até minha garganta e fez vários movimentos de vaivém, depois o colocou cuidadosamente na minha buceta, de modo que não senti dor alguma. Então colocou o dedo indicador em minha boca e começou a massagear a minha gengiva, céu-da-boca e dentes. Depois colocou o dedo em meu cu, devagar, massageando as paredes com cuidado. Senti prazer.
– Tem mais três homens sentados ali do lado. Você vai chupar cada um deles e engolir toda a porra que mandarem você engolir.
– Senhora, por favor, eu não quero fazer isso. A Senhora sabe que para mim é a pior coisa. Eu lhe imploro, tenha piedade!
– Eu não pedi para que falasse, vou ter que lhe aplicar um castigo por sua desobediência.
– Claro, Senhora! Eu mereço seu castigo sim. Mas, por favor, não me obrigue a chupar aqueles homens. – Eu realmente não queria fazer aquilo, e nem sentia prazer fazendo. Qualquer castigo parecia mais razoável.
– Hum… Está bem, não vou obrigá-la a chupá-los, mas vai prometer que vai cumprir todas as ordens que eu lhe der até quando eu liberar você, em sua casa. E não poderá pedir mais para ser poupada.
– Sim, eu prometo!
– Então, peça para Bernardo comer o seu cu agora.
Fiquei nervosa, Bernardo era o homem que acabara de foder a minha boca, e o pau dele era enorme. Hesitei.
– Você prometeu, cadela. Agora, faça o que eu estou mandando.
Como havia prometido, não podia voltar atrás. Senti medo mas, baixinho, fiz o que ela mandou.
– Bernardo, come o meu cu.
– Não assim, putinha. Quero que você implore para ele comer o seu cu, que implore para ser violada, para ter as pregas do seu reto arrebentadas.
– Bernardo – disse eu, em um tom um pouco mais alto – Coma o meu cu, me viole, me arrebente!
Alessandra deu uma forte bofetada em minha cara.
– Vamos, vagabunda! Eu não estou ouvindo. Será que, além de arrebentar o teu cu, eles terão que gozar na tua garganta?
– Bernardo!!! – Gritei – Por favor, coma o meu cu, viole minhas cavidades, arrebente as minhas pregas. Eu te imploro!!
Alessandra parecia se divertir.
– De novo!
–Bernardo!!! – Gritei ainda mais alto, desesperada – Eu imploro, coma o meu cu, me viole, me arrebente!!!
Bernardo se aproximou.
– Sim, cadela, vou fazer isso e ainda mais. Agora venha aqui.
Segurou os meus quadris e, com o consolo ainda na minha buceta, tentou empurrar o cacete para dentro do meu cu. Mas, devido a não ter lubrificação suficiente, estava tendo dificuldade. Continuou a empurrar, sem conseguir. Então escarrou no meu cu e tentou novamente, dessa vez tendo sucesso. Enfiou o pau até o fundo de uma vez só, com tal força e velocidade que quase me fizeram desmaiar de dor. Gritei. Ele começou a fazer bruscos movimentos de vaivém, e eu podia sentir as minhas entranhas sendo estiradas e arrebentadas. Chorei e gritei muito, conforme ia sendo violada por aquele homem o qual eu nunca tinha visto. Foi uma tortura de uns quarenta minutos, aproximadamente. Cada vez que Bernardo ia gozar, parava para que isso não acontecesse, de forma a prolongar o prazer dele e o meu sofrimento. Pensei que nunca terminaria. Um momento a dor foi tanta que desmaiei, mas logo fui acordada para a continuação da “brincadeira”. Quando ele sentiu-se cansado, deu fim a tudo com uma estonteante gozada quente, que preencheu o meu intestino. Senti uma imensa vontade de defecar. Alessandra se aproximou, tirou o consolo da minha buceta e colocou em meu cu.
– Só quando chegar em casa.
Eu estava exausta, mas Alessandra não parecia se importar com isso.
– Me chupa, cadela. Faça-me gozar, agora.
Eu procurei-a com as mãos e logo encontrei sua buceta. Estava bem molhada e exposta. Minha Senhora estava em posição de frango assado, aguardando meus cuidados. Eu sorri. Era um enorme prazer para mim senti-la em meus lábios, o seu gosto em minha língua. Devagar, fui passando a língua em seu clitóris, fazendo movimentos ora circulares ora perpendiculares aos seus lábios vulvares. Ela gemia e se contorcia de prazer, e seu corpo suplicava por um final extasiante. Quando percebi que estava quase gozando, fiz movimentos um pouco mais fortes e rápidos, fazendo a gemer alto e deliberadamente de prazer. Para mim isso era o que de melhor eu podia esperar, era quando eu mais me sentia feliz. Saciada, e talvez querendo recompensar-me por ter sentido tamanho prazer, disse para eu deitar-me. Obedeci, e ela começou a lamber loucamente a minha buceta, fazendo com que em mínimo de tempo depois eu chegasse ao orgasmo. Quis agradecer, mas não o fiz pois ela não me havia permitido ainda a falar. Foi um orgasmo maravilhoso, e eu me sentia muito grata por tudo.
Após a “sessão de jogos”, minha Senhora levou-me novamente ao carro e instantes depois eu estava na casa dela. Quando cheguei, ela retirou a minha venda e o consolo do meu cu e permitiu que eu fosse ao banheiro. Enquanto eu defecava fezes com sangue e porra, sentindo muita dor, Alessandra se masturbava à minha frente. Quando terminei, ordenou que eu a chupasse novamente. Fiz com prazer, e logo ela chegou a um segundo orgasmo. Quando ia tirar minha boca da sua buceta, ela segurou meus cabelos, mantendo minha boca e nariz enterrados nas suas aberturas.
– Engole tudo, cadela.
Não deu tempo de eu pensar muito, logo fui sendo preenchida por aquele líquido quente, amarelado e de sabor inconfundível. Mas o volume era muito grande, e rapidamente encheu minha boca e vazou pelo meu queixo. Alessandra sabia que não era possível engolir tudo, mas acho que estava querendo um motivo para castigar-me.
– Eu mandei engolir, porra! Olha a sujeira que você fez. Limpe tudo, já!
Como ela mandou, com um pano limpei o chão do banheiro todo.
– Agora venha aqui.
Me dirigi a ela e logo fui deitada em seu colo, com as nádegas voltadas para cima, sobre o seu joelho esquerdo. Então ela pegou uma raquete e começou a bater nelas com bastante força. A dor e o prazer foram extremos. Isso durou em torno de 15 minutos. Quando ela terminou, minhas nádegas estavam ardendo e tinham uma cor vermelho-arroxeada, especialmente na parte inferior.
Após essa sova, Alessandra me liberou e tomamos banho juntas. Ela me lavou com cuidado, dando atenção especial às minhas partes íntimas. Então me deixou em casa. Fiquei vários dias sem conseguir me sentar direito, e minhas genitais doeram muito por algum tempo, principalmente quando urinava ou defecava. Mas essas dores conseqüentes me excitavam ainda mais, e foram muitas as vezes que me masturbei ao lembrar do que ela havia feito comigo. Eu nunca soube quem eram aquelas pessoas, e provavelmente eles olham para mim por aí e riem, sem eu perceber.
Essa foi uma das surpresas que minha amada Alessandra fez para mim.
Estávamos comemorando o aniversário de um dos nossos amigos num bar, muitas rodadas de cerveja. Todos estávamos bem ‘altinhos’ a esta altura. Neste dia notei que um dos conhecidos (vou chama-lo de Vicente) da nossa mesa, não tirava os olhos das minhas pernas. Eu estava de vestido com as pernas cruzadas, me senti poderosa. E passei a cruzar e descruzar com mais freqüência só para provocar. A idéia de outro homem me comer com os olhos, me deixava excitadíssima. Meu namorado estava ao meu lado na mesa e não notava nada. Sabia que o Vicente dali podia ver minha calcinha branca de renda. Lá pelas altas horas resolvemos ir embora. E nada aconteceu.
Fomos para a casa do meu namorado, vez ou outra eu dormia lá. Fui até a cozinha beber um copo d´àgua, meu namorado foi atrás começamos a nos beijar e ele a me acariciar. Ele não perdeu tempo, abriu o fecho do vestido. Me fazendo ficar apenas de calcinha. Abriu suas calças, deixando-as cair no chão. Continuou me beijando, colocou seu corpo sobre o meu na mesa da cozinha, me forçando a ficar de bruços. Na mesma hora me lembrei da cena da traição. Quando ele foi tirando minha calcinha, me levantei rapidamente dizendo que não queria. Não faria sexo anal com ele, ainda mais ali na mesa da cozinha. Aonde o peguei no flagra com ela. Pronto nossa noite tinha ido por água a baixo. Passamos a noite toda discutindo.
No dia seguinte fui trabalhar, trabalho em um consultório. Mas o ginecologista para o qual trabalho neste mês estava viajando, seria melhor assim. Sozinha pensaria melhor sobre minha relação, enfim tudo.
Estava quieta embargada nos meus pensamentos, eis que nem tinha ouvido a campainha tocar. Nem conferi quem era no olho mágico, abrindo direto a porta. Para minha surpresa estava Vicente parado na porta. Vicente era um moreno nem tão bonito de cara, devia ter apenas uns 3 anos a mais que eu, mas com um corpo saradíssimo. Tentei fechar a porta na cara dele, lembrando imediatamente das minhas provocações do dia anterior. Ele percebendo meteu o pé na porta, forçando sua entrada. Sai então andando. E ele falando:
- Nossa que recepção. Não parece estar feliz com minha chegada, ontem você estava mais calorosa.
- Desculpe por ontem. Acho que eu estava um pouco alta, com tanta bebida. Não era minha intenção te provocar.
- Mas agora é tarde. Não vou sair daqui sem conseguir o que quero.
Quando ia perguntar o que era. Ele me puxou para junto de si, me beijando com força. Suas mãos já estavam deslizando nas minhas costas, em direção da minha bunda. Me apertando o corpo contra o dele. Tentei reagir, empurra-lo. Mas ele era mais forte. Estava vestida com uma blusa , e uma saia soltinha . Tentou levantar minha saia, mas eu relutava puxando para baixo.
Consegui me desvencilhar dele, pedindo que parasse. Ele então me deu uma banda fazendo cair no chão, me deixando imóvel. Rapidamente levantou minha blusa, deixando os meus seios a mostra. Com uma das mãos deslizava por entre minhas pernas. Falando em meu ouvido:
- Te conheço putinha. Sei que gosta apenas de provocar. Mas hoje vou te comer até dizer chega, e te mostrar que quem manda sou eu.
Comecei a chorar e a pedir desculpas.
- Não quero, por favor. Desculpas
Ele então me deu tapas no rosto, e me disse que se eu falasse sem ele me mandar me bateria mais forte. Resolvi obedecer.
Vicente viu que eu não oferecia mais resistências, e levantou minha saia. Quando começou a puxar a calcinha pra baixo com força. A campainha insistia em tocar. Me perguntou se eu estava esperando alguém, respondi que não.
Me levantou do chão, puxando pelos cabelos. Me disse para não fazer um chiado. Pude então ouvir a voz do meu namorado.
- Amor sou eu, abre a porta. Vamos conversar.
Vicente estava colocado atrás de mim. Sussurando em meu ouvido que se eu quizesse podia abrir. Afinal eu estava nua, e seria difícil de me explicar. Resolvi ficar quieta para não complicar mais ainda minha situação.
Depois de alguns minutos ele foi embora.
Vicente então se virou pegou na maleta de mão dele, na hora fiquei com medo que fosse uma arma, canivete. Era uma maquina digital, me deu mais alguns tapas no rosto me mandando olhar para a câmera. Tirou fotos minha ali nua, de contra a parede. Guardou a maquina, se ajeitou. E eu ali nua com medo, não sabia o que fazer. Com uma voz calma, me beijou a boca e disse :
- Ainda não foi dessa vez. Te pego de jeito putinha.
Abriu a porta e se foi. Desmoronei. Chorei muito. Pensei em chegar em casa e contar tudo pro meu namorado. Talvez ele não me perdoasse e ainda achasse mesmo que a culpada era eu. Resolvi me calar.
Neste dia resolvi dormir na casa dos meus pais, e quando meu namorado ligou. Me limitei apenas a dizer que precisava de um tempo.
Dia seguinte fui trabalhar, disposta a esquecer tudo. E até fazer as pazes com meu amor. Me produzi toda, passei perfume no corpo inteiro coloquei um lindo vestido estampado, uma calcinha de renda branca minúscula enfiada na bundinha– do jeito que meu namorado gosta.
Mas logo ao chegar ao consultório, recebo uma ligação:
- Oi putinha ontem acabou que não pudemos chegar as vias de fato. Por conta disso fui pra casa e bati varias punhetas por você.
- Olha não quero mais falar de ontem. Nada aconteceu ontem. Vamos acabar por aqui sim.
Sua voz se alterou do outro lado da linha
- Quem manda sou eu. E se você não descer agora, e vir ao meu encontro. Coloco suas fotos nua na internet e ainda mando entregar pessoalmente ao corno do seu namorado.
Fiquei com tanto medo.
- Ok. Me diz aonde devo ir, para gente conversar.
- Ah assim é bem melhor. Tem um motel perto da esquina, esteja la dentro de 20 minutos. Quarto 202. Já estarei la a sua espera. Se você se atrazar mandarei as fotos via email pro seu ‘corno’.
E bateu o telefone na minha cara.
Sai correndo sem pensar 2 vezes, pegando apenas minha bolsa e meu celular.
Chegando lá meu coração estava disparado. A recepcionista me mandou subir, dizendo que o ‘sr’ já me aguardava.
Mal bati na porta e esta se abriu. Quando entrei devagar.
Vicente me puxou pelo braço, me jogando na cama. Celular e bolsa foram parar no chão.
- O esquema será o mesmo. Ou me obedece ou te machuco.
Ele já estava sem blusa, começou a se despir na minha frente tirou o cinto da calça e logo em seguida estava apenas de cueca. Me mandou tirar o vestido senão ele o rasgaria. Obedeci. Fiquei apenas de calcinha.
- Veio preparada para me dar não é putinha?
Não respondi. Ele me puxou pelos cabelos empurrando minha cabeça em direção ao pau dele.
- Quero que chupe, vou gozar na sua boca.
Nunca deixei ninguém gozar em minha boca. Não queria.
Comecei a chupa-lo, mas quando senti que ele iria gozar tirei da minha boca. Ele gozou em meus seios, mas logo depois me deu vários tapas no rosto.
- Mandei você tirar da boca? Agora irei te castigar.
- O que vai fazer?
- Você verá.
Me empurrou na cama, me pegou pelas pernas. Me virou de bruços e disse:
- Huumm. Que delícia de calcinha, toda enfiadinha na bundinha. Do jeito que eu gosto.
Puxou a calcinha pra baixo e eu comecei a implorar:
- Não. Nunca fiz sexo anal.
Pude sentir nesta hora, através da voz dele que ficou ainda mais excitado.
- Mas hoje você vai dar pra mim o que eu quizer. Incluse a bundinha.
Ele colocou vários travesseiros debaixo da minha bucetinha, deixando minha bunda empinada. Não sei o que me deu, senti que estava excitada com todas aquelas ordens.
Vicente abriu mais minhas pernas e sem dizer uma palavra. Começou a bombar com força minha bucetinha, logo depois ele já estava gozando também gozei .
Me puxando pelo braço me disse que iría me dar banho. Saiu me puxando para debaixo do chuveiro, água fria.
Debaixo d`água esfregava sabonete em minhas partes intimas. Fiquei imóvel.
Ao desligar a água procurei uma toalha para me enxugar. Quietdeixou me enrolar e quando caminhava em direção ao quarto me agarrou por tras, falando em meu ouvido
- Agora vou comer sua bundinha.
Tentei sair, fiquei com medo daquela voz tenebrosa.
Me empurrou na cama de bruços, puxando a toalha. Deitando seu corpo contra o meu, sussurando:
- Vou te comer de qualquer jeito. Mas se você me obedecer não irei te machucar. Então apenas faça o que eu te ordenar.
- Ta bom, por favor não me machuque.
Ele se levantou, mandando eu continuar de bruços, empinando a bundinha. Pegou uma pomada em sua maleta então começou a me beijar o pescoço, suas mãos alisavam minha bunda. Ele passava a pomada em meu cuzinho. Enfiou um dedo, enfiou dois dedos estava doendo. Pedi que parasse mas ele não parava.
Tirou os dedos e resolveu enfiar seu pau em ponto de bala. Senti forçar a entrada. Achei que não agüentaria.
Logo em seguida já sentia suas bolas baterem em minha bunda.
Nossa sentia como se ele fosse um gato selvagem transando com uma preza. Só me largou quando gozou, demorei a gozar. Tamanha a dor.
Quando terminou me beijou gostoso e disse:
- Apartir de agora será minha escrava sexual. E só transara comigo, e a hora que eu quizer.
Eu estava anestesiada com tudo que tinha acontecido… Não sabia o que pensar.. Mas esta historia não termina por ai, contarei mais outro dia.







