Olá.
Meu nome é Thamires, tenho 18 anos, sou loira, olhos verdes, 1,68m e 45 kg. E o que vou contar a vocês aconteceu em janeiro nas minhas férias.
Moramos no litoral, onde o ano inteiro meu pai tem negócios e minha mãe trabalha em um órgão federal.
Um dos negócios de meu pai é uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul onde tem algumas cabeças de gado de corte.
Tenho um namorado de 19 anos, lindo, gosta de mim, namoramos há dois anos e até acho que pode dar certo, mas o que aconteceu me balançou muito.
Quando meus pais decidiram entrar em férias e passar uns dias na fazenda, eu torci o nariz na hora. Queria ficar em casa e curtir a praia. Mas meus pais não deixaram eu ficar sozinha em casa por 10 dias. Meu namorado trabalha e iria aos fins de semana pra lá.
Acabei indo contra a vontade.
Meu pai recém tinha contratado um capataz de estância e um peão ajudante (ambos com suas famílias e filhos também trabalhariam na fazenda.
O capataz, Chico tinha um filho de 19 anos e o peão Valmir tinha um filho de 18 anos. Mas isso tudo só fiquei sabendo e conhecendo esses pessoas lá mesmo.
Na chegada, fomos recebidos com festa pelo pessoal. Minha mãe, minha irmã e eu não íamos na fazenda tinha quase um ano.
Depois de alguns minutos, chegam os dois garotos a cavalo.
Fiquei paralisada quando vi aqueles garotos de jeans sujo e rasgado, sem camisa e de chapéu. Seus corpos bem bronzeados e depiladinhos. Nossa!!! A barriga deles era um verdadeiro tanque. Bem melhor que a gurizada de academia.
Não falei nada. Apenas cumprimentos.
À noite teve um churrasco na campeira e todos participaram e a essas alturas eu já pensava neles…nos dois…vê se pode.
Vesti uma bermuda legging branca bem curtinha e coloquei uma blusinha regata. Minha mãe nem me falou nada porque o ambiente era familiar mesmo. Mas minha idéia era provocar eles.
Não deu outra. Passou um tempo no churrasco e eles se sumiram. Mais uns minutos e o churrasco ficou pronto. Junto com a irmã de um deles, fomos chamá-los para jantar.
Quando chegamos perto de onde eles estavam eu ouvi claramente um comentar com o outro de como eu era gostosa. Mas me fiz de boba.
O churrasco estava animado com músicas e tal. Fomos dançando uns com os outros e conversando. Foi então que os meninos me convidaram para no outro dia andar a cavalo e ir até a cachoeira. No outro dia meu pai foi a cidade com os peões, minha mãe ficou fofocando com as mulheres deles e eu e a irmã de um deles fomos passear pelo campo.
Mesma roupa, só que com biquíni por baixo. Chegamos ao rio e fui logo apresentando o corpinho com tudo em cima que tenho.
Os olhares deles vinham direto em minha bunda e peitos. Mas eu estava pra provocar mesmo. Excitada com aquilo tudo, mas transar seria demais.
Deu 5 horas e a Lucia, irmã do Rodrigo foi pra casa ajudar a mãe com algumas tarefas. Os dois disseram que lá pelas seis iriam e eu fiquei na cachoeira.
Eu não queria nada com eles, mesmo porque nem tinha como escolher um deles. Foi quando começamos com brincadeiras na água de empurrar o outro. Rodrigo me pegou no colo e me jogou na água e Mateus veio e me agarrou por trás pra me levantar. Neste exato momento senti bem certinho no meio da minha bunda o seu pau duro. Só que eles ficavam mais dentro da água e não dava pra perceber direito. Gostei da brincadeira e fui pegar eles também. Mateus (18 anos) se afastou um pouco e Rodrigo me disse que o Mateus estava afim de mim. Eu dei uma risada e disse que estava era afim dele e não do Mateus. Daí Rodrigo me disse que também estava afim de mim, mas não queria por causa do Mateus que tinha dito antes. Eu sei que foi bem rápido e nem sei o que se passou na minha cabeça, o fato é que chamei o Mateus e o beijei, depois beijei o Rodrigo. Sei lá, pensei que ia ficar só nisso. Mas não. As brincadeiras não eram mais de se empurrar, eram de se agarrar. Os dois me agarravam; eu beijava um, depois o outro. Um me agarrava por trás e me beijava as costas, a orelha e o pescoço e o outro me agarrava pela frente me beijando e passando as mãos em mim. Estava maravilhoso tudo aquilo. Era demais.
Mateus por trás começou a passar a mão na minha bunda por dentro do biquíni e Rodrigo na minha xaninha. Fui deixando e gostando até que nos abaixamos para dar a água pelo peito. Sem perder tempo, apenas senti o pau do Mateus entre as minhas pernas. Já com o biquíni arredado, ele meteu. Entrou a seco e rasgando aquele pau. E segui beijando o Rodrigo. Estava ajoelhada dentro da água e levando pau por trás. E pela frente um homem me tratando com todo o carinho.
Chupou-me os peitos bem gostoso. Daí o Mateus tirou o pau, Rodrigo sentou e eu fui de frente no seu colo. Não tinha visto ainda o tamanho do mastro dele. Minha xana já estava pronta porque o Mateus já havia metido, mas quando sentei no pau do Rodrigo, aquela cabeçona emperrou custando a entrar. Eu gemia e ela ia entrando. Mateus tapava minha boca por trás até que ele levantou e me deu seu pau pra chupar. Foi demais. Mexendo numa pica enorme e chupando outra. Mexi, mexi e gozei muito naquele pau.
Bem louca e cheia de tesão, deixei Mateus bater uma punheta e gozar na minha cara. Gozei novamente. Rodrigo começou a gemer e gostando da idéia do Mateus, me tirou do colo, levantou, deu umas 3 punhetadas na minha cara e jorrou aquele leite quente em meu rosto, pegando na minha boca. Mas não senti nojo. Nos refizemos e fomos pra casa conversando. Os dois me disseram que faziam isso sempre com a irmã de Rodrigo. Numa boa me disseram isso. Os dois comem ela quase todos os dias e ela fazia de tudo, até dupla penetração. Eu dava o cuzinho pro meu namorado, mas era raro e bem devagar.
Marcamos outro passeio no dia seguinte.
Chegamos em casa, fui pro banho e à noite fui falar com a Lucia. Nem precisou eu dizer que sabia, ela mesma já sabia e também me contou deles. Rodrigo disse pra ela ir junto no dia seguinte pra gente brincar.
O dia chegou e lá estávamos nós, na maior loucura. Depois de ter chupado dois paus, dar para os dois e ver a Lucia dar o cuzinho pro Mateus e o irmão dela, chegou a tão esperada dupla penetração. E Rodrigo não perdoou o cuzinho de sua irmã. Fizeram-na gemer de dor e tesão.
Depois foi a minha vez de ser currada. O pau do Rodrigo tinha uns 21 cm e era bem grosso. O do Mateus, uns 17 cm, mas grosso também.
Escolhi o Rodrigo para comer meu cuzinho primeiro, pois já estava me apaixonando.
Colocou-me de quatro e lambeu meu cu. Meteu um dedo, depois 2 e 3….se ajeitou e me enrabou sem dó.
Mateus não se agüentou e enrabou a Lucia do meu lado também de quatro.
Me sentia em um filme pornô. Nunca imaginei aquilo tudo e estava fazendo.
Levei pau no cuzinho gritando de dor e urrando, mas agüentei até as bolas batendo na minha xana.
Mateus saiu da Lucia e entrou em baixo de mim. Deu uma ajeitada e seu pau entrou em minha xana apertada do pau do Rodrigo no meu cuzinho.
Gozei duas vezes e eles estavam urrando. Mateus saiu de baixo e meteu sua porra na minha boca. Lambi e engoli tudo.
Rodrigo meteu tudo até as bolas e deu um urro. Gozou dentro do meu cu e eu senti 2 jatos fortes de leite quente lá dentro.
Tirou o pau sujo de lá e me ofereceu ele pra chupar. Com nojo eu não quis e ele deu pra irmã dele chupar todo.
Ela chupava. Os dois já eram amantes naquela fazenda.
A orgia entre nós quatro durou todos aqueles dias. Foram seis encontros. Meu namorado veio no sábado e foi num domingo e eu nem dei pra ele.
Thamy
Oi pessoal, este é meu primeiro conto neste site. Me chamo Gabriela ou simplesmente Gabi, sou morena, bronzeada, peitos médios, durinhos e bicudinhos, cabelo curto, 1,65m e 52kg, e 18 anos.
Desde que perdi minha virgindade tenho dando muito, mas sempre para um apenas. No último sábado, estava eu de rolé na praça de minha cidade e encontro um amigo, Lucas, que tem 18 anos, já fiquei algumas vezes com ele, mas pra ele nunca havia dado. Ele estava com mais dois amigos, e me apresentou. Um chamava Julio, era muito bonito, e o outro que era mais ou menos, se chamava Robson. Conversamos bastante sobre diversos assuntos, até que Lucas me disse que queria beijar na minha boca, dei uma risadinha e respondi que era pra ele me atacar então. Nos beijamos por muito tempo ali na praça, com os amigos deles ao lado. Certa hora, Lucas se atreveu e disse para mim: Gabi, você é muito gostosa, ah como queria te comer. Fiquei envergonhada, mas respondi bem baixinho pra ele, também quero dar pra você mas onde? Robson ao ouvir aquilo disse na hora, na casa da minha avó. Ela não está lá mesmo, mas eu também quero! Topei, seria minha primeira vez com dois homem ao mesmo tempo, Júlio só observava! Chegamos e ja foram logo me agarrando. Robson passava a lingua em minhas buchechas, em meu pescoço, enquanto Lucas já me lambia as costas e dava beijos em meu bumbum. Deitei na cama e Lucas tirou o cacete dele pra fora, pra falar a verdade até me decepcionei, deveria ter uns 15 cm, e não era muito grosso, mas chupei, lambia a cabeça, chupava as bolas dele, dava um trato naquele cacete pequeno, mas bem gostosinho, momentâneamente Robson deliciava-se com minha buceta, e meu cuzinho, sentia aquela lingua quentinha me foder vagarozamente, Julio só assistia sentado no sofá do quarto. Mudamos, Lucas colocou o cacete dele pra cima, e eu sentei naquela vara, estava bom, subia e descia, bem rapidamente e as vezes maneirava o ritmo, rebolava naquela rola e chupava o pau de Robson, que era bem maior do que o do Lucas, deveria ter uns 20cm e era grosso. Aquele estava bão de chupar, chegava engasgar. Os dois gozaram quase junto, um melecou minha buceta, e o outro a minha cara. Enquanto os dois recuperavam as energias, corri e sentei no colo de Julio. Ele sorriu e me abaixou, arrancou a pica dele pra fora e me fodeu, sem dó, de quatro. Aí lá veio o Lucas socando a pica dele em minha boca, e Robson se pôs a dividir a minha boca com ele.
Então Lucas disse, deite-se Julio, sentei naquela vara, era mediana e ele veio com seu pau no meu cu, forçou e entrou com uma certa facilidade, pois sempre dou meu cu, quando faço sexo. Era uma DP maravilhosa. Enquanto isso chupava Robson. Julio gozou na minha buceta, mas continuei com aquela pica nela, mesmo mole, Robson gozou de novo, agora engoliria tudinho sua porra, e então finalmente Lucas jorrou porra no meu cu.
Nunca tinha feito sexo a não ser com um, mas adorei e sempre dou pra mais de dois, já dei até pra cinco, mas isso é outra história.
Meu nome é Drica, hoje na casa dos 34 anos, ruiva verdadeira, 1,68 de altura, seios pequenos para médios, e uma bunda que chama muito a atenção dos homens. Todos os meus antigos parceiros já tentaram tirar meu cabaço anal e por eu ser muito sensível a dor nunca deixei que fossem até o final. Já fui casada, mas meu casamento acabou por que meu primeiro marido descobriu um caso que eu tinha com um antigo chefe, mas não é sobre isso que vou contar aqui. Depois tive um namorado que também terminou pelo mesmo motivo, logo após me casei novamente e me acalmei. Isto infelizmente acabou após uns 6 a 7 anos deste novo relacionamento. Eu comecei a sentir falta de algo que não sabia o que era, até tive um novo encontro com meu velho chefe e amante. Foi bom como sempre, mas ainda sentia que faltava algo e já não sabia o que era. Até que um dia descobri o que estava faltando em minha vida, por favor não me rotulem de vadia, puta ou algo parecido, só dei vazão aos meus instintos e desejos. Tudo começou a se revelar um dia que fui fazer uma caminhada, era um dia de folga do meu serviço e portanto dia de semana. Não me recordo bem, mas acho que era uma sexta-feira ou quinta, estava vestindo um conjunto de ginástica e tênis. Estas malhas que aderem bem ao corpo, mostrando a minha forma física e realçando minha bunda, mesmo com um moletom sobre ele. Ao passar por uma obra, uma reforma de uma casa que estava sendo transformada em uma loja, os homens que ali trabalhavam pararam o que estavam fazendo para me admirar. Juro que não tinha a intenção de provocar ninguém, mas quando aqueles homens brutos e suados começaram a me chamar de gostosa e assobiar, senti meu rosto vermelho e os bicos dos seios intumesceram, minha buceta ficou encharcada. Me senti a mulher mais desejada do mundo e não sei o que fiz pois estava vestida de forma normal, mas isto me deu uma idéia do que eu estava sentindo falta. Era de puro desejo por um homem ou muitos. Continuei minha caminhada e a voz daqueles homens me chamando de gostosa não me saia da cabeça, para voltar para casa fiz o mesmo caminho só para dar uma olha mais naqueles operários da construção. Só que desta vez tirei o moletom que cobria minha bunda e como costumo usar calcinhas pequenas que entram no vão das minhas nádegas e com aquela malha colada ao corpo, só queria ver a reação deles, quer dizer ouvir pois não teria coragem de olhar diretamente para eles. Fui chegando próximo e meu coração não parava de tanta ansiedade, só tinha um deles lá na frente. Quando me viu, deu um assovio para os outros que vieram como um enxame de abelhas, e ficaram novamente me chamando de gostosa só que quando viram minha bunda ficaram como loucos e até ouvi um deles dizer que se acabaria na minha bunda. Fiquei louca de desejo, fui o mais rápido que pude para casa me tranquei no banheiro e gozei como fazia tempos que não conseguia. Só de pensar naqueles homens rudes e o que eles fariam comigo se tivessem a oportunidade. Deste dia em diante, não pude deixar mais de dar uma passadinha pela obra, só que um dia o pior aconteceu. Como era inverno, a noite vem mais cedo e eu sem me dar conta disto, passo pela obra quando já estava meio escuro. Estava usando o uniforme a minha empresa que é tipo um conjunto de calça e terninho. Quando olhei, a rua estava mais deserta do que de costume, acho que com o frio todas as pessoas estavam se recolhendo mais cedo. Ao me avistarem dois deles vieram falar comigo coisas que não me lembro. Só sei, que quando dei por mim estava dentro se uma sala já reformada e um monte de homens sedentos por mim. Me senti uma ovelha em meio a uma matilha de lobos. Mais do que depressa um deles avançou sobre mim e me beijou sem que eu tivesse tempo de reação. Quando vi estava semi-nua, só de calcinha e sutiã branquinhos como minha pele e aqueles homens já nus a minha volta, quando todos eles avançaram me tirando o resto de roupa, fiquei completamente nua e indefensa. Me ajoelharam á força e colocaram uma pica em minha boca e outras duas em minhas mãos. Como já estava ajoelhada, veio um por baixo e começou a me chupar a buceta e a tentar enfiar um dedo no meu cu, mas como já falei tenho medo da dor e não deixo ninguém tocar nele. Só que desta vez não pude fazer nada, pois toda vez que largava o caralho que estava batendo uma punheta, vinha na mão o dono e me obrigava a voltar a punheta-ló. Tive que deixar, foi meu erro. Ele pensou que eu tinha consentido naquela caricia, mas como estava muito bom aquela chupação continuei sempre com um caralho na boca. Foi quando decidiram quem seria o primeiro a me possuir. Fiquei de quatro e o que parecia ser o encarregado da obra veio por atrás me enfiando seu caralho na minha buceta, soltei um gemido e gozei sem parar. Ele também não demorou e gozou sobre a minha bunda. Quando ele saiu veio outro. Estava levando pica na buceta e ainda chupando o que me davam, eu já tinha gozado umas três vezes de quatro quando um deles decidiu que queria ser cavalgado e lá fui eu cavalgar obrigada por um daqueles peões, ele fez com que eu me curvasse para poder chupar meus seios, foi quando minha bunda ficou a mercê dos meus amantes. Um deles começou a chupar e lamber meu cu e a tentar enfiar seus dedos naquele orifício que logo não seria mais virgem. Foi quando veio novamente aquele que parecia o capataz e tomou para si a tarefa de tirar meu cabaço. Ele veio com tudo, quando fui avisar que era virgem, ele já tinha enfiado quase a metade do seu caralho no meu cu. Eu tentei me livrar daquele caralho que não era pequeno, mas foi inútil. O cara que estava embaixo de mim me prendeu as pernas, o capataz me segurava pela cintura, foi enfiando e eu gritando de dor, quando me socaram um caralho na boca para que parasse de gritar pois a obra era em um bairro residencial. Os vizinhos poderiam ouvir e até chamar a policia pensando se tratar de um estupro. Voltando agora, estava com um caralho na buceta um no cu e outros na boca, estava me sentindo nas nuvens, a dor tinha sumido e aquela sensação de ter dois homens dentro de mim estava sendo demais. Eu gritava mais, mais. Me fodam. Sou a puta de vocês, façam o que quiserem, só quero gozar mais, quero mais. O que estava embaixo saiu e outro tomou o seu lugar. Ele me deu seu pau pra chupar e gozou na minha boca me obrigando a engolir seu gozo e logo também o capataz também gozou o meu cu que até então era virgem. Assim que ele saiu, veio outro que aproveitou o gozo dele que facilitou muito sua penetração, ou era o meu cu que já estava arrombado e veio metendo também, agora que já estava mais relaxada foi melhor e gozei novamente. Todos naquela sala já tinham me comido a buceta e o cu pelo menos uma vez e eu estava exausta te tanta pica, quando me lembrei do meu marido e do meu filho, olhei no relógio e já tinham se passado 3 horas de muito sexo. Me limpei como pude e fui correndo pra casa, lá chegando meu filho disse que o padrasto ainda não havia chegado e ele veio me dar um beijo. Eu não deixei, dizendo que uma criança havia vomitado em mim, porque estava cheirando a sexo e porra. Fui correndo pro banheiro antes que meu novo marido chegasse e levei a roupa pra lavanderia, minha buceta e o cu estavam vermelhos e inchados de tanto levar piça, disse para meu filho que estava com dor de cabeça e que não era pro seu padrasto me acordar. Fui deitar e acordei no outro dia muito feliz, mas não podia contar pra mais ninguém esta minha aventura que durou pouco, pois logo a obra terminou e como se tratava de gente muito simples não quis dar meu telefone ou endereço para eles. Até mudei meu itinerário para ir trabalhar para que não descobrissem onde moro, mas sempre que vejo uma obra olho para ver se meus amantes não estão por ali, para fazerem mais um servicinho em mim. Fiquei um tempo sem sentir estas sensações novamente pois não queria me arriscar a perder meu marido e nem que meu filho soubesse a mãe que tem.
Meu nome é Paulo, tenho 33 anos, e essa história que eu vou contar agora é verídica e aconteceu há dois meses. Sou funcionário Público em Florianópolis-SC. Eu estava em uma praia bastante deserta na ilha de Florianópolis, andando pela areia, quando vi passar perto de mim a esposa do meu chefe (ela não me viu). Ela é uma mulher muito bonita, deve ter uns 27 anos, tem dois filhos, mas é muito bonita e gostosa, é loira, aproximadamente 1,70, seios volumosos e firmes, cinturinha fina, bundinha redondinha que eu vivia secando, quando ela passava no meu serviço. Realmente muito gostosa. Ela era uma mulher aparentemente séria e respeitava o marido (meu chefe). Quando ela passou por mim, ela não me reconheceu, observei que ela estava sozinha, e com um biquíni muito ousado, enterrado naquela bundona gostosa dela, e passou rebolando bem alegre, em direção à parte mais desertada da praia. Resolvi segui-la de longe para ver aonde ela ia, e o que ela iria fazer. Quando chegou próximo ao costão, onde não havia ninguém por perto, ela esticou a toalha e se deitou. Eu entrei pelo meio do mato e fui me aproximando sem que ela me visse, cheguei bem perto dela. Ela estava deitada de bunda pra cima, com as pernas voltadas para o mar e a cabeça bem próximo de onde eu estava, porém fiquei bem escondido de modo que ela não conseguiria me ver. Fiquei só observando por uns cinco minutos, quando vi sair de trás do costão um homem negro de aproximadamente 40 anos, bastante forte e alto. Ele foi se aproximando e passou bem devagar pertinho dela, olhando pra bunda dela. Ela quando viu o homem se aproximando, afastou um pouco as pernas e arrebitou a bunda. Ele foi passando e quando ele já havia passado por ela, a esposinha do meu chefe (que vou passar a chamar de Juliana), virou a cabeça e sorriu para ele. O homem parou e ela perguntou o nome dele, que disse se chamar Carlos, e em seguida Juliana perguntou se ele podia passar bronzeador nela, no que ele prontamente atendeu. Ela continuou deitada de bruços e ele começou passando o bronzeador nas costas e braços dela. Ele desamarrou o laço do biquíni das costas e continuou a espalhar o bronzeador, foi descendo até a bunda dela e foi passando. Segurava firme com as duas mãos, aquela bunda gostosa e afastava, olhando o biquíni todo enterrado na bunda, foi passando as mãos pelas partes internas da coxa, tocando na bucetinha dela, por cima da calcinha. Ela se abriu toda e deu um gemidinho, nisso eu já estava com meu pau na mão batendo uma punheta. Carlos então, afastou a calcinha para o lado e passou o dedo no cuzinho e em seguida na xoxotinha, enfiando um dedo ali. Ela gemia e se contorcia toda, rebolava na mão do negão. Eu não podia acreditar no que estava vendo, a esposinha do meu chefe babaca, rebolando com um dedo de um desconhecido na buceta. Ele tentou tirar a calcinha dela, mas ela disse que não, falou que podia aparecer alguém, e era perigoso, que era casada e o marido não poderia ficar sabendo. Ele então se ajoelhou no lado dela perto da cabeça, abaixou a sunga que estava usando, e tirou seu pau pra fora. Ela quase deu um grito de espanto pelo tamanho do pau do cara, era enorme. Ela não resistiu e pegou o pau com as mãos, tinha que ser com as duas mãos para conseguir abraça-lo, tentou colocar na boca, mas não cabia, passou então a passar a língua de cima embaixo. Ficou nesse esfrega, por uns cinco minutos, ele então virou-a de barriga para cima e caiu de boca naqueles peitos deliciosos, amassava eles com as mãos, e mamava muito, em seguida foi descendo a mão até a sua calcinha, botando a mão por dentro, e masturbando aquela xoxotinha. Nessa altura ela já estava entregue aos caprichos do negão. Carlos segurou a calcinha com força, e sem que ela pudesse esboçar qualquer reação arrancou a calcinha e caiu de boca na bucetinha dela. Ela por sua vez, abriu bem as pernas para facilitar a invasão daquela língua em seu buraquinho. Juliana estava completamente nua na praia, podendo passar alguém a qualquer momento, com um negão chupando sua buceta, e gozava muito, gemia alto, pedindo mais e mais. Carlos colocou-a de quatro, e aproveitando que ela estava completamente melada e a sua mercê, colocou a cabeça de seu caralho na portinha da buceta dela e começou a forçar passagem. Como o cacete dele era muito grande e ela não estava acostumada ela tentou sair, deitando-se, ele continuou em cima dela e a forçar a passagem, ela pedia para ele parar, mas como ela já estava deitada não tinha mais como fugir. Ele não ligava para seus apelos e foi forçando até que entrou a cabeça, ela deu um berro de dor tão alto que a praia toda deve ter escutado. Ela chorava e pedia para parar, mas ele ao contrário forçava e enfiava cada vez mais. Ele ficou parado por alguns instantes até que ela se acostumasse e começou um vai e vem bem devagar. Juliana começou a se acostumar e a gemer. Não mais de dor, mas de prazer. Ele ficou bombando nela bastante tempo e estavam tão envolvidos que não notaram a aproximação de dois rapazes. Eram joven,s deviam ter no máximo 20 anos. Carlos observou a aproximação deles, porém Juliana não, pois estava com o rosto grudado na toalha e um caralho monstruoso na buceta. Carlos fez sinal para os dois adolescentes se aproximarem, eles foram chegando e já baixando o calção que vestiam. Quando Juliana viu, eles já estavam ao seu lado, e com os paus na mão. Eram de tamanho normal, ela quis sair, mas foi segurada por Carlos que continuou bombando. Ela falou que não queria mais e pediu para parar, Carlos então falou: Sua vadia você provocou, agora vai ter que agüentar e fazer tudo o que eu quiser. Chupa o pau deles. Dito isso, mandou os dois sentarem e colocar o pau na boca dela. No começo ela não queria chupar, mas depois de alguns tapas fortes na bunda, que já estava ficando vermelha, ela começou a chupar, dizendo: Por favor não me deixe marcada, para meu marido não desconfiar. Enquanto tudo isso acontecia, Carlos continuava bombando na buceta dela, e eu ali só observando, não acreditando no que via. Aproveitei que eles estavam fazendo barulho e o vento mexendo com o mato, tirei algumas fotos da cena, e sai bem devagar sem fazer barulho, indo em direção ao costão, saindo do mato logo em seguida, sem que me vissem, e voltei caminhando pela praia em direção a eles. Como ela estava ocupada chupando dois cacetes, e com outro gigantesco na buceta, não notou a minha aproximação, fui chegando perto e Carlos fez sinal para mim participar também. Nesse momento Carlos aumentou o ritmo e começou a gozar, ao mesmo tempo que um dos adolescentes gozou na boca de Juliana, que foi obrigada a engolir tudo. Sem perder tempo, eu coloquei-a de quatro. Quando ela olhou para mim e me reconheceu, ela quase teve um ataque. Ficou branca, me olhando com os olhos arregalados, fiz sinal para ela ficar quieta e me preparei para penetrá-la, lambuzei meu pau na buceta dela e coloquei na portinha de seu cuzinho. Ela disse que não queria que nunca tinha dado o rabinho, nem pro marido dela. Eu falei: Fica quieta sua vadia, tu vai levar pau nesse rabo gostoso, e vai ficar quietinha, senão seu marido vai ficar sabendo disso tudo, sua vagabunda. Nesse momento ela começou a chorar, ela sabia do que eu estava falando, e os outros não perceberam que eu já a conhecia. Comecei a forçar passagem naquele cuzinho virgem, fui forçando e os gemidos de dor dela eram abafados pelo pau do adolescente em sua boca. Quando vi, meu pau que não é pequeno, já estava todo atolado no cuzinho dela. Ela ainda estava sentindo dor, estava parada, quando comecei a bombar fazendo um vai e vem frenético. Segurava no seu quadril com força e estocava com violência, quando estava quase gozando sai de trás dela e mandei-a chupar. Ela começou a chupar o meu pau, enquanto isso o negão, que já estava com o pau duro novamente, se posicionou atrás e começou a pincelar o seu pau monstruoso no cuzinho dela. Ela quis falar alguma coisa, sabendo que não iria agüentar, mas eu a segurei firme pelos cabelos e enterrei meu pau na sua boca. Quando o negão forçou a cabeça de seu pau no cuzinho dela, ela soltou um grito abafado pelo meu pau. quis sair, mas foi segura por nós dois, ele então deu outra estocada com força e aquela geba desapareceu por completo no rabo dela. Ela se contorcia tentando sair, mas não conseguia. Ela perdeu a respiração e quase desmaiou de dor, mas com o tempo foi se acostumando e relaxando. O negão começou a estocar primeiro lentamente, depois com mais força e velocidade, e eu fodendo a boquinha dela, não agüentei a situação e gozei fundo na garganta dela. Fiz ela beber tudinho, lambendo meu pau até deixa-lo limpinho. Os dois adolescentes que só estavam olhando, estavam esperando o negão sair para também comerem o cuzinho dela. Nisso ele começou a gemer e a enterrar com mais força seu pau no cu de Juliana, anunciando que iria gozar, e encheu o cuzinho dela de porra. Quando ele tirou o pau, é que se pode ver o estrago que ficou. Seu cu estava completamente esgarçado, com a porra do negão escorrendo, misturado com sangue. Os dois adolescentes nem se importaram e também meteram um de cada vez no cuzinho dela enchendo mais ainda ela de porra. Ela já nem gemia mais, em virtude de estar alargada e os paus dos jovens eram bem menores que o do negão, que a esta altura já estava se afastando, seguido logo em seguida pelos outros dois. Fiquei sozinho com ela, jogada na areia quase desfalecida, com o cuzinho sangrando, toda esfolada. Ajudei-a se levantar, levei-a até dentro da água e a ajudei a se limpar. Ela vestiu a roupa e voltamos caminhando pela praia. Foi aí que eu falei pra ela: Antes de eu chegar, estava escondido no mato e fotografei tudinho. De hoje em diante você vai ser a minha putinha e fazer tudo o que eu mandar, senão o seu casamento está perdido. Ela baixou a cabeça quase chorando e não falou nada. Fomos até o carro dela (eu estava de ônibus), e disse que eu iria dirigindo. Ela sentou-se do meu lado, e no caminho eu a fiz chupar o meu pau até gozar em sua boquinha. Mas isso não termina por aqui, no próximo conto eu vou contar uma festinha que eu fiz com a esposinha do meu chefe e alguns amigos meus, onde nós abusamos dela de todas as formas, depois de eu fuder ela na escada do prédio dela, enquanto o marido trabalhava.
Depois que minha linda esposa, Carla, transou com o negão começamos a imaginar como seria com mais de um macho a sua disposição. Sendo a nossa cidade pequena, nem pensar em tentar por lá. Mais uma vez uma viagem resolveu a questão. Dessa vez foi para o Rio de Janeiro, apesar da violência e a criminalidade a cidade continua linda de se curtir. Uma vez instalados no hotel, alugamos um carro e saímos para um passeio. Carla estava tão somente com um biquíni fio dental branco bem pequenino e um pouco transparente. Dava para perceber os mamilos enrijecidos cheios de tesão e a tatuagem do beija-flor no peitinho direito ficava quase todo de fora. Tinha uma pequena canga amarrada na cintura de pilão, deixando o bumbum volumoso e arrebitado de fora. Mal cobria a frente. Estava uma tentação de se ver. Quando percebemos estávamos numa das favelas da cidade. Sem saber como sair e voltar para o hotel parei o carro então próximo de um boteco e pedi a Carla que fosse se informar. Quando minha linda entrou no boteco ela contou oito homens entre negros, mulatos e brancos. Um arrepio misto de tesão e medo percorreu sua espinha molhando a xoxotinha gulosa de varas grossas. Os sujeitos pararam o que estavam fazendo, sendo que dois mais atirados justamente os negros mais avantajados, se aproximaram da minha loira e já começaram a passar as mãos por todo seu corpo lindo. Como não perceberam reação viram que a loura queria mesmo era ser bem fodida. Já foram tirando sua canga e logo após o sutiã, deixando-a tão somente com a calcinha fio dental. Seus peitinhos médios e empinados foram acariciados e chupados pelos dois sujeitos fazendo minha Carla ficar bem tesuda com os bicos dos seios duros de tesão e encharcar mais ainda a calcinha fio denta, com a xana depilada sedenta por ser devorada por todos aqueles paus. Até que eles então mandaram ela desfilar pra eles formando um corredor. À medida que ela passava era bolinada por mãos e bocas ansiosas, fazendo-a sentar no colo de cada um deles e ter uma prévia de cada um. Sentindo os paus duros por baixo da calça em sua xana e rabo, até que um sujeito fechou a porta do bar e então mandaram ela subir na mesa de sinuca já sem a calcinha e dançar. Carla caprichou mostrando a xana depilada e o rabo para todos verem e ansiarem por foder a loura foi feito um sorteio para ver quem ia comer primeiro a loura. Cabendo ao negão bem forte a incumbência, ele tirou rapidamente a roupa exibindo um pau bem grande e grosso. Pegou Carla pela cintura e fez ela deitar na mesa de sinuca passando a chupar seu corpo todo, com atenção especial aos seios médios e empinados que foram lambidos, chupados e mordidos fazenda minha linda uivar de tesão. As mãos e língua dele não paravam reconhecendo todo aquele corpo que seria devorada pela sua pica. Quando chegou a xoxota depilada exalando um cheiro delicioso de fêmea sedenta por ser fodida, ele simplesmente endoidou, fazendo acrobacias com a língua e os dedos alternadamente em sua xana e rabinho, sugando o suco que jorrava de sua xana depilada. Fazendo Carla gozar rapidamente com aquela língua áspera e ligeira. O negão então se preparou para comer aquela xana, segurando com uma das mãos em sua cinturinha de pilão e com a outra posicionou o pau duro para a sua xana ensopada de excitação, esfregando a cabeça do pau em sua xana, fazendo Carla suplicar pra que o negão a fodesse com aquela vara. O negão então enfiou a cabeça do pau que foi engolida com rapidez e passou a estocar com calma no início, até que a vara grossa e comprida fosse toda engolida pela xana gulosa da loura e sentir as contrações gostosas da xoxota em seu pau. Com as estocadas, ele percebeu que seu pau já tinha entrado tudo. Passou a fode-la com socadas fortes e rápidas, chegando a suspender minha linda da mesa. O negão não parava de falar como a lourinha tinha a xana gostosa e apertadinha, chamando-a de minha putinha perguntando a ela se estava gostando de levar um pau bem grosso na xoxota. Ao que ela retribuía gemendo forte e pedindo pro negão não parar de fodê-la. O pau escorregava pra dentro dela com facilidade, pois Carla estava tendo vários pequenos orgasmos fazendo a xoxota ficar ensopada com seus sucos, tendo aquele pau grosso devorando sua xoxota e sabendo que todos aqueles caras que assistiam teriam sua vez, até o gozo forte do negão que encheu sua xana de porra. Antes que Carla recuperasse o fôlego outro sujeito já tomou o lugar do negão e sem cerimônias meteu direto na xoxota inundada de porra. Quando ela começou a curtir o novo pau, menor que o do negão, com as estocadas em sua xana, outro cara pediu espaço fazendo Carla ficar por cima do cara que comia sua xana. Expondo seu rabo gostoso e suculento que foi devidamente untado com manteiga e depois de meter dois dedos meio afoitos para facilitar a entrada enfiou de uma estocada só um pau bem grosso fazendo Carla gemer de dor e de prazer ao mesmo tempo. Devido ao calibre do pau que invadiu seu rabinho, quando então ela passou a ser fodida por dois paus ao mesmo tempo, fazendo minha loira sentir-se no paraíso com a realização de uma fantasia sua. Sendo comida por dois paus grossos e gostosos, minha linda gritava para que os dois continuassem fodendo sua xana e seu rabo sem parar. Mandava os sujeitos estocarem sem dó que ela queria se acabar arrebentando as pregas da xana e rabo de uma só vez, sendo comida por aqueles paus gostosos. Para felicidade de Carla os dois sujeitos demoraram a gozar fazendo-a ter vários orgasmos, até que os dois ao mesmo tempo não agüentaram mais e gozaram bem fundo sua porra. Assim que os dois tiraram seus paus outros já correram para ocupar os buracos deliciosos de minha lourinha rapidamente, até que depois de horas fodendo-a de todas as formas e posições, alguns perderam a conta de quantas vezes socaram seus paus em Carla. Os sujeitos cansados e saciados foram saindo um a um do bar, deixando Carla em cima da mesa de sinuca com o corpinho lindo totalmente inundado de porra, com a xana e o rabo esfolados de tanto trepar, soltando rios de porra. Ficou apenas o dono do bar, o negão que a comeu primeiro e um primo dele também negro. Quando minha linda recuperou um pouco das forças pediu pra tomar um banho, pois não podia sair daquele jeito. Aí o negão a pegou no colo, pois ela não conseguia se manter em pé e a levou para o fundo do bar, onde tinha um banheiro. Primeiro a fez forçar toda a porra a sair de sua xana e seu rabo, depois a carregou até o chuveiro e de forma inusitada e suave lavou seu corpinho lindo. O contato das mãos dele com o corpo gostoso de Carla fez o pau dos dois levantarem novamente. Aí o dono do bar segurou-a pelo bumbum levantando-a facilmente, abriu suas pernas fazendo-a enlaçá-lo pela cintura e passou a foder sua xana gulosa totalmente aberta pelo seu pau grosso e duro, enquanto o primo observava a cena se masturbando. Apesar da quantidade de paus que a foderam, sua xoxota parecia que não tinha limites. Ansiando por mais um pau socando-a freneticamente como aquele negão fazia. O negão mudou de posição, colocando-a de quatro enfiou de uma estocada só na xana. Fazendo-a soltar um gemido rouco de tesão, enquanto que com as mãos acariciava seu rabinho enfiando vários dedos em seu rabo gostoso. Quando Carla começou novamente a gozar e gemer alto o outro negão enfiou o pau em sua boca pra uma chupada caprichada da loura. Até que o primeiro jorrou sua porra pra dentro da xana gulosa, sendo substituído rapidamente pelo outro que a colocou sobre uma mesa e fodeu sua xana enquanto chupava ora um, ora outro peitinho lindo de Carla, até que sem aviso o sujeito passou a foder seu rabinho até gozar e enchê-la de mais porra quente. Após um breve intervalo deram um novo banho nela e deixaram-na vestir o biquíni, a canga e sair. Carla me falou que depois de todos aqueles caras foderem sua xana e rabinho ela precisava de um bom descanso. Chegamos ao hotel e enquanto Carla recompunha as forças na banheira de hidromassagem cheia de sais de banho, ela me fez ficar com o pau a altura de sua boca e brindou-me com uma chupada bem caprichada. E pela primeira vez, quando anunciei que ia gozar ao invés de terminar com as mãos como sempre fazia Carla passou a caprichar mais ainda até que ejaculei gostosamente em sua garganta. Ela engoliu toda a porra deixando meu pau limpinho.
***Conto enviado pela leitora Carla de Curitiba – PR***
Olá. Chamo-me Claudia. Sou casada e resido em Porto Alegre/RS. Sou morena, possuo 33 anos, 1,60m, 52 kg, cabelos pretos e curtos, seios médios, bunda grande e sempre uso a buceta e o cuzinho depilados. Meu marido é moreno, 1,77m, 62 kg, cabelos curtos e preto, 37 anos e pênis de 17×4,5 cm. Eu e o meu marido já tivemos algumas experiências em swing e ménage. Em certa ocasião transei com cinco homens e em outra participamos de uma festinha onde havia quatro mulheres e nove homens. Bem, a história que passo a relatar é verídica. Ela teve inicio no começo do mês de dezembro de 2008, após eu receber um e-mail de um homem que havia visto o meu sex-log. Após ver minhas fotos, ele me escreveu dizendo que fazia parte de um grupo de homens bem dotados que faziam orgias com mulheres e casais. Perguntou se eu estava disposta a participar de uma festinha e avisou que eles possuíam um apartamento no centro de Porto Alegre/RS, onde ocorriam os encontros. Fiquei bastante interessada, sendo que conversei com meu marido sobre a proposta. Meu marido disse que era eu quem tinha que decidir e que por ele tudo bem. Então, mandei um e-mail pedindo mais informações sobre os componentes do grupo. Fui informada que eram oito componentes, a maioria negros bem dotados, com membros acima dos 20 cm de comprimento. Após várias trocas de mensagens por e-mail ou msn, resolvi marcar um encontro com apenas três deles. O mais bem dotado, além, é claro de meu marido. Confesso que fiquei com medo de transar com o grupo todo, pois todos eram bem dotados e eu não estava acostumada. Tal encontro ocorreu no dia 19/12/08, uma sexta-feira, às 20h00min, no apartamento deles, onde teria um churrasco. Estava um dia muito quente. No mesmo dia, aproveitei o horário do almoço para ir ao salão de beleza, onde fiz as unhas e depilei a buceta e o cuzinho mais um pouco. À tarde recebi uma ligação do meu contato informando que um dos escolhidos por mim, justo o mais bem dotado, não poderia comparecer na festinha, pois ele havia tido um problema de família para resolver, sendo que ele perguntou se poderia substituir tal pessoa. Disse que sim. Por volta das 19h40min chegamos ao apartamento deles. Tratava-se de um apartamento pequeno, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de serviço e uma sacada fechada com vidros, onde estava a churrasqueira. Eu estava com um vestido florido, que ia quase até os pés, uma calcinha fio dental preta e um tamanco de salto alto. Fomos atendidos por um negro alto, forte e bonito, sendo que haviam outros quatro homens sentados no sofá, alguns deles só de cueca. Eles eram bem brincalhões, me olharam e disseram que iam me deixar louquinha. Eu e meu marido nos olhamos assustados, pois o combinado eram apenas três homens do grupo, foi quando quem nos atendeu disse que apenas dois daqueles homens seriam para mim, sendo que os outros seriam para um outro casal que iria chegar. Bem, passado o susto, fomos aos cumprimentos. Alguns deles, já meio bêbados pela cerveja ingerida (havia várias latinhas vazias na mesinha de centro), foram bem ousados. Deram-me beijos na boca e pescoço, apertaram meus seios e minha bunda. Deixaram-me bem molhadinha. Daí meu marido sentou-se em uma cadeira e eu me sentei no sofá com três deles. Começamos a beber cervejas também. Estavam ótimas: bem geladinhas. Quando um deles, aquele que havia tratado comigo, pediu para conferir se minha buceta estava lisinha mesmo, foi ai que levantei o vestido até a cintura e puxei a calcinha para o lado, mostrando minha xaninha depilada pra eles, sendo que um deles aproveitou para me dar umas lambidas e meter o dedo. Também pedi para ver as ferramentas deles. Realmente, todos eram bem dotados. Não medi, mas acho que todos tinham o pênis acima dos 20 cm, além de serem grossos. Quando vi, já estava chupando três deles. Fomos interrompidos pela campainha da porta. Era mais um componente do grupo, outro negro alto e forte. Ele fazia parte do grupo do outro casal. Quando ele viu que a festa já havia começado, ele foi direto ao banheiro tomar um banho, para entrar na “rodinha”. Antes dele retornar, novamente a campainha tocou. Desta vez era o casal. Aqui cabe um parênteses para a apresentação deles: ambos eram jovens, bonitos e brancos. Ele era alto, moreno, magro e pênis não muito grande. Ela era loira, alta (mais do que eu), cabelos compridos, seios pequenos, bunda grande e buceta depilada com pelinhos em cima. Ela é muito bonita e como os homens diziam muito gostosa também. Quando tal casal chegou, a mulher ficou um pouco constrangida em me ver chupando três homens, foi quando eu parei para me apresentar a ela. Nisso o homem que havia ido até o banheiro retornou pelado, com o pau já meio duro. Pedi ajuda a ela para chupar os homens. Eu fiquei com dois e ela com dois. Meu marido e o marido dela ficaram tirando fotos da gente. Logo a porta do apartamento abriu de novo. Eram mais dois homens, desta vez brancos. Um deles era aquele que não viria por causa do problema familiar. Porém, o mesmo conseguiu vir na última hora, tanto que não avisou nada aos amigos e encontrou o seu colega já no elevador. Só lembrando, ele era o mais bem dotado da turma. Os dois foram direto tomar banho, mas antes o mais bem dotado fez questão de mostrar sua ferramenta, que mesmo mole, era imensa. Ele a pegou na mão e disse: Quero ver quem vai agüentar isso tudo. Logo perguntou pra mim: Foi você quem me escolheu né? Eu respondi que sim. Ai ele continuou: Então agora você vai ter que agüentar tudo na buceta e no cuzinho. Eu respondi positivamente com a cabeça, afinal não podia falar, pois estava com dois pintos na boca. E o homem continuou: Vou te arrombar todinha querida. Percebi que a loirinha assistiu a tudo espantada. Como a sala estava pequena para todos, o outro casal foi para um dos quartos com os quatro homens escolhidos por eles, enquanto eu e meu marido fomos para o outro quarto com os dois que sobraram á espera dos outros dois que estavam tomando banho. No quarto, eu fiquei chupando um dos homens, enquanto o outro chupava a minha buceta. Logo chegou outro homem do banho e me ofereceu o pau dele para eu chupar também. Meu marido tirava foto de tudo. Em seguida, o homem que faltava, aquele muito bem dotado, também apareceu trazendo várias latinhas de cervejas e colocou aquele pauzão na minha frente, enquanto bebia. Eu apenas o lambia, pois era muito grande para eu colocar na boca, não cabia. Nesse momento, o meu marido foi tomar um banho para também entrar na festinha. Eu já estava explodindo de tesão, quando um dos homens que eu chupava resolveu meter na minha buceta. Aquele que estava me chupando sentou-se em uma cadeira para assistir. Quando o pau do outro homem que eu chupava ficou duro, ele também quis comer minha buceta. Os dois ficavam se revezando na minha xaninha. Meu marido retornou do banho e colocou o seu “pintinho” para eu chupar. Até era engraçado: De um lado eu tinha o pau do meu marido, do outro tinha o pau do homem-cavalo (como ele próprio se denominava) que era umas três vezes maior do que o de meu marido. Tão logo o pau do meu marido ficou duro, ele pediu que um dos caras que estavam comendo minha buceta deitasse na cama, para eu sentar em cima dele e cavalga-lo, sendo que o meu marido aproveitou para estrear o meu cuzinho naquela noite. Após aplicar bastante ky no meu botãozinho, meu marido meteu tudinho enquanto eu estava montada em um negrão. Após o meu marido gozar, o rapaz que estava esperando tomou o lugar dele no meu rabinho. Confesso que doeu um pouco, pois o pau dele era bem maior e mais grosso do que o de meu marido, além do que o outro pau na buceta diminuía bastante o meu espaço interno, mas deu para agüentar. Passado uns minutos, o cara que me enrabava também gozou no meu rabinho. Eu continuava lambendo o pau do homem-cavalo, que já estava bem grande e duro. Só para se ter uma idéia do tamanho daquela vara, ele pegou duas latinhas de cerveja e colocou uma em cima da outra ao lado de seu pau. O tamanho e a grossura eram o mesmo. O homem que estava comendo a minha buceta saiu debaixo de mim para meter no meu cuzinho, foi ai que o homem-cavalo meteu na minha“bucetinha. Mesmo eu estando muito excitada e lubrificada, o pau dele não entrava em mim. Foi quando ele colocou um pouco de ky na cabeça de seu pau e pediu que eu sentasse com calma. Parecia que não ia entrar, mas aos poucos aquilo foi entrando, até que não sobrou nada para fora. Meu marido nem acreditava. Ele dizia: Nossa você engoliu tudo. Como que eu vou te comer agora sua cadela. Eu cavalgava aquele pauzão até que gozei. Nesse momento, o cara que antes estava comendo minha buceta aproveitou que eu parei o movimento, aplicou um pouco de ky no meu cuzinho, e meteu nele. Ficou bombando até gozar. O cara que estava assistindo, resolveu entrar na festinha. Primeiro ele me deu o seu pau para eu chupar, enquanto eu cavalgava o homem-cavalo. Quando o pau dele ficou duro ele me tirou de cima de seu amigo, me colocou de quatro e meteu firme na minha buceta, agora bem arrombada. Ficou bastante tempo ali, mas não gozou, até que o homem-cavalo quis meter no meu rabinho. Confesso que fiquei com medo, mas não pude impedi-lo. Ele aplicou ky no meu buraquinho e no seu pau, segurou forte na minha cintura e começou a meter. Parecia que eu ia ser rasgada no meio. Se agüentar aquilo tudo na buceta já era difícil, imaginem no cuzinho. Mas dada a experiência dele, quando percebi, já estava sentindo as bolas dele batendo na minha bunda. Ele tirava e botava tudinho bem devagar. Todos ali ficaram espantados com a facilidade que eu recebi o nosso amigão no rabo. Confesso que até eu fiquei. O homem que não havia gozado, entrou por baixo de mim e meteu na minha buceta. Os outros dois homens saíram para adiantar o churrasco. O meu marido assistia a tudo e tirava fotos. Passado alguns minutos, passamos a escutar gritos da outra mulher. Não precisava ser gênio para saber o que estava acontecendo. Ela estava sendo enrabada. Meu marido foi até o outro quarto e acabou trazendo ela para o nosso para eu ajuda-la. Quando ela chegou, viu-me fazendo anal com o homem-cavalo, com aquilo tudo dentro do meu cu. Ela deu uma risada, não sei se era de alegria ou de nervosa. Um dos homens disse para eu ajudar a loira. Foi ai que eu parei de dar, peguei o frasco de lubrificante e comecei a passar no cuzinho dela. Ali eu percebi porque ela estava gritando, pois estava muito seca, além é claro de ter o cuzinho bem apertadinho. Como ela estava de quatro, meu marido ofereceu o pau para ela chupar. Logo outros homens fizeram a mesma coisa. Passados alguns minutos, o cuzinho dela já estava pronto (eu metia três dedos nele), sendo que eu pedi para o meu marido foder ela primeiro, pois como o pau dele era mais fino, ajudaria a levar o lubrificante para dentro. Meu marido a comeu até gozar. Quando ele acabou, um negrão pauzudo tomou o seu lugar, sendo que ela parou de gritar, talvez, até, por que estava chupando outros homens, que afinal estavam todos ali. A cama de casal até ficou pequena. Eu, por minha vez, fui colocada de quatro novamente pelo homem-cavalo, ele passou lubrificante no meu cuzinho e voltou a meter nele. Mas logo o negrão que comia a loira acabou gozando, foi quando o homem-cavalo disse que ia meter nela. Ele trocou a camisinha e, primeiramente, meteu na buceta dela. Logo, pegou o restante do ky, passou em seu pau, e passou a introduzi-lo no cuzinho da loira. Ela arregalava os olhos e tentava sair dali, mas como estava bem segura teve que agüentar tudinho. Quando não tinha mais nada para entrar, o homem começou o movimento de entrada e saída. Eu continuava de quatro. Só que desta vez recebendo na buceta. Havia uma fila atrás de mim. Dois homens batiam punheta e esperavam a vez deles. Foi ai que percebi uma coisa. O marido da loira parecia estar excitado, embora seu pau estivesse murcho, sendo que eu o chamei para perto de mim e passei a chupá-lo. Seu pau custou a endurecer. Passado uns minutos, o homem que estava comendo a minha buceta, retirou o pau, retirou a camisinha e gozou nas minhas costas. O próximo da fila resolveu comer o meu cuzinho. Ficou ali pouco tempo, pois logo também gozou. Só que ele resolveu gozar na minha cara, enquanto eu continuava a chupar o pau do marido da loira. Engraçado que tal homem gostava de carinho em suas bolas enquanto ele gozava. Então, enquanto ele gozava, eu agarrei as bolas dele e as coloquei na minha boca, sendo que ele urrava de prazer e gozava mais e mais. Fiquei com o rosto todo melado. Em seguida, o marido da loira também gozou só que na minha boca. Ele expeliu bastante “leitinho”. Além de levar porra na cara, eu continuava a ser comida na buceta pelo homem que estava na fila. Ao olhar para o lado, percebi que a loira estava fazendo uma DP, sendo que o homem-cavalo continuava comendo o cuzinho dela, além disso, ela também estava suja de porra no rosto, cabelos e nas tetas. Logo o homem-cavalo saiu do cuzinho dela, tirou a camisinha e gozou nas costas dela. Depois fez ela lamber o pau dele. Enquanto a loira lambia o pau do homem-cavalo, ela cavalgava o pau do negrão que estava embaixo, até que ele também gozou. Após, outro homem comeu a buceta dela de quatro. Os homens foram deixando o quarto um a um, rumo ao banheiro, onde tomaram banho, só ficando aquele que comia a loira, eu, meu marido, a loira e o marido dela. Após o último homem gozar, recolhemos as camisinhas usadas, cerca de umas 20, e eu e a loira fomos tomar banho, pois estávamos toda sujas de porra. Lá pude perceber o estragado na loira. Seu cuzinho estava enorme e sua buceta arrombada. Não que eu estivesse diferente, segundo a visão dela. Já eu me sentia ótima e realizada como mulher. Após o banho, enquanto os homens assavam a carne e bebiam cervejas, eu e a loira descemos para ir a uma farmácia comprar mais ky, pois o que eu tinha levado havia terminado e sabe como é, depois do churrasco, tudo podia acontecer, como realmente aconteceu. Rolou muito sexo, até a madrugada. Transamos todos juntos. Eu e a loira demos tudo para todos, inclusive o marido dela que mais gostava de tirar fotos do que transar acabou entrando na festa e me comeu. Sabem que o safadinho era bem gostoso, até gozei na piroca dele uma vez. Além disso, eu e ela tivemos relação homossexual, apesar de que os homens não nos deram muita trégua. Sempre que começávamos algo, aparecia um pau para chuparmos ou nos comer. Mas, no final das contas, foi tudo muito bom e esperamos em breve marcar outro encontro. Bem, vou parando por aqui, por que senão o conto vai ficar muito extenso, se é que já não está. Espero que tenham gostado.
Ser corno é a arte de equilibrar os sentimentos, ciúmes, excitação, frustração, tesão, mas acima de tudo; amor. O corno ama e por isso divide.
A Lu, minha namorada passou a morar mais tempo no meu apartamento do que na casa dela. Isso me proporcionou a felicidade de a ter mais comigo, teóricamente.
Paralelamente ela também passou a me chifrar mais e mais. Pelo menos 2 vezes na semana ela saia para dar as escapadinhas dela, e pelo menos uma vez na semana, ela trazia os machos dela para comer em casa, na nossa cama. Não era raro eu estar em casa e ela chegar da rua e ao me beijar, eu sentir o gosto de porra na boca e na língua dela.
A gente ia transar e ela me contava tudo, mostrava as marcas que os machos deixavam nela e sempre me pedia para olhar a buceta recém fudida e o cuzinho inchado de levar vara.
Na sexta-feira ela chegou mais cedo em casa e trouxe um rapaz. Moreno, forte e bem apessoado. Ela me apresentou como o marido dela e o convidou para sentar na varanda. Me pediu para pegar cervejas na geladeira enquanto ela tomava um banho. Levei a cerveja para o rapaz e a Lu voltou do banho, nua, linda e cheirosa. Ela sentou no colo do rapaz, Max era o nome, e o beijou longamente na boca. Ela levanta e o puxa em direção ao quarto, ao passar por mim diz: – Amor vou ali no quarto com o Max, ele vai me fuder bem gostoso, depois a gente faz companhia para você. Dito e feito, ficaram mais de uma hora no quarto e eu na sala esperando, volta e meia ouvia os gritos da Lu.
Quando voltaram o Max disse: – Rapaz, essa tua mulher é uma máquina de fuder heim?
-Vou fazer o seguinte, vou ligar para uns amigos e trazer eles aqui. Não tem problema não né? Nisso ele já tinha pego o celular e começou a ligar para os amigos.
A Lu me abraçou com aquele corpo estonteante, nua e suada de tanto trepar. Ela me disse que o Max era fantástico na cama e que ela havia gozado horrores no pau dele.
Não deu 15 minutos e os dois amigos do Max chegaram. Fizeram sala e a Lu andava pela casa pelada, instigando os rapazes. Sentava no colo de um, beijava o outro até que ela se ajoelhou e colocou o pau do Max na boca denovo. Essa foi a senha para os rapazes, Jonas e Nico tirarem a roupa.
O Max então disse: – Olha, essa mulher é uma putona, vamos fazer um pouco diferente; Vem aqui Lu. Ele pegou a mão dela e a levou para a sala. Colocou ela sentada no sentido contrário num banquinho de bar onde a bunda grande ficou totalemente exposta e ela tinha apoio, equilíbrio e conforto para ficar na mesma posição por um bom tempo. Pronto, ai galera, ela vai ficar nessa posição por um bom tempo, e quem tiver pau duro é só chegar ali e meter.
Nico foi o primeiro, pegou firme nas ancas da minha mulher e meteu tudo de uma vez.
Demorou uns 10 minutos e gozou na xoxota da Lu. Logo em seguida veio o Jonas e repetiu a façanha do amigo. Em menos de 15 minutos havia esporrado a buceta da minha mulher. O Max então refeito e cheio de tesão se aproximou da Lu e passou um dedo na porta da buceta dela, pegou um pouco de porra que escorria pelo grelo e lubrificou o anus da Lu. Vi nitidamente que ela se arrepiou toda e já suava em profusão.
Ela me olhou com um olhar cheio de cumplicidade e passou a língua nos lábios. O Max se ajeitou e começou a lhe penetrar o cuzinho. A Lu não parava de me olhar nos olhos e quando o Max havia colocado o pau dele até o talo, ela fechou os olhos e suspirou.
O Max demorou a gozar, uns 30 minutos enrabando a Lu e ela gozando diversas vezes no pau dele. A cada gozada ela espremia porra para fora da buceta, que pingava no chão. Quando o Max terminou, os dois rapazes levantaram. O Nico se posicionou na frente dela, sentando no balcão do bar e o Jonas atrás dela. O Jonas enfiou o pau dele no cu arrombado da Lu e o Nico meteu o pau dele na boca da Lu. Dessa vez os rapazes demoraram mais para gozar e a Lu foi devidamente fudida, na boca e no rabo. O Nico disse: – Rapaz, essa mulher tem um rosto lindo e eu vou esporrar essa carinha toda.
Dito e feito, logo em seguida ele começa a lançar jatos de porra no rosto da Lu. A Lu pede para ele colocar o pau novamente na boca para que ela possa limpar o que sobrou.
Nisso o Jonas começa a gozar denovo, enchendo o rabo da minha mulher com mais leitinho. Os três vão para a cozinha pegar mais cerveja e a Lu diz para mim: -Me beija.
O Nico volta da cozinha já de pau duro e o coloca na buceta exposta da minha mulher enquanto eu beijo os lábios esporrados dela. Ela geme na pica do rapaz, e já pingando de tanto suar me pede para lamber o rosto dela. Quando o Nico goza, a Lu treme e novamente se arrepia toda. Senti o jato no colo, que delicia. Disse ela.
O Max então a liberta da posição da cadeira e a ajuda a ficar em pé. Dá uma chupadinha aqui. Disse ele e a Lu, obediente, ajoelha e começa a chupar o pau dele. Pouco depois ele esporra o rosto e o cabelo da minha mulher. Os três se vestem e vão embora.
Quando eu volto para a varanda, depois de deixar os rapazes sair do apartamento, vejo a Lu de quatro no sofá. Ela fala: – Me lambe toda e depois mete a pica em mim.
Eu me posiciono atrás dela e começo a lamber a xoxota da minha mulher, cheia de porra. Passo para o cuzinho inchado de tanto dar. Ta gostando seu corno? Pergunta ela. Gostou de ver a sua putinha levar vara heim? Tu é muito corno mesmo, me chupa toda, grita ela, para logo em seguida gozar na minha língua. Não agüentando mais levanto e meto a pica no cuzinho inchado dela e enfio tudo naquele buraco lubrificado pela porra dos rapazes. De forma prazerosa demoro um tempo me deliciando com as imagens da minha mulher sendo comida na cadeira, pelos amiguinhos dela.
Gozo forte e demoradamente. A Lu desaba no sofá.
Olá, vou contar a vocês uma de nossas aventuras. Foi no carnaval de 2008 numa casa de swing em Balneário Camboriú-SC.
A casa estava lotada, chegamos pouco antes da meia noite. Sentamos e ficamos olhando os shows da noite, streep masculinos e femininos com homens e mulheres bonitas. Em torno de uma da madruga a coisa começou a esquentar, minha mulher e eu começamos a olhar aquela bagunça. Minha esposa só olhava, pois tinha vergonha de começar, tomar a iniciativa. Foi ai que vi um moreno alto encostado num canto, ela entrou em um quarto escuro puxei o rapaz e atirei para cima dela. Ele em seguida atacou sem dó e nem piedade;
Começou a beijá-la por trás, passando a mão por todo o corpo dela,que ja se entregava com tesão para o garanhão que iria possuí-la, mais que depressa ele tirou toda a roupa dela passando a mão em sua buceta quente e molhada. Eu estava morrendo de tesao por ver aquela gostosa sendo preparada para ser fudida de um jeito que nunca tinha sido antes. De repente ele apontou aquele pausão longo e grosso para a buceta dela e enfiou bem devagar, ela gemia e dava uns gritinhos de tesão que soavam suave naquele quarto escuro, tornado o ambiente no mais puro e ardoroso tesão que a galera parecia que ia explodir. De repente o moreno pegou ela pelos cotovelos e começou a levantar e baixar ela no seu pau, ele não aguentou e gozou gostoso. Nisto ja tinha juntado uma turma de homens ao nosso redor, foi quando mais 4 homens comeram ela na frente de todo o clube. Saimos dali e fomos para outro quarto, estavamos observando outro casal transando a mulher me puxou, e comecei a comê-la gostoso na frente da minha mulher e do marido dela. A louca parecia que ia morrer de tanto que gritou, enquanto isso um dos streepers do clube chegou correndo no quarto e arrastou minha mulher para outro lugar, começou a beijá-la e a tirar a roupa dela. Quando terminei de comer a mulher e cheguei junto deles ele ja estava terminando, de tanto tesão que estava pois ela tinha provocado ele antes na dança do relógio, onde os casais trocam de pares quando para a música, tipo dança das cadeiras, só que as mulheres provocam os homens e elas conduzem as mãos deles. Ele foi o 6º e é claro depois de tudo isto eu tive que comer gostoso aquela buceta que ja estava bem amaciada. Hoje quando lembro daquela noite fico com o pau duro, pensando no dia em que minha linda esposa trepou com sete homens, sete paus penetraram aquela buceta que eu tanto amo,
É isso ai. Esta foi uma das nossas muitas aventuras, espero que tenham gostado e tenham sentido bastante tesão com ela.
Amigos, relato o que já vivi, assim fica mais fácil. Não preciso inventar nada, basta trazer a memória aquilo que me deu prazer.
Sou casado com uma mulher linda mas que não gosta de sexo, ela sente mais tesão em gastar dinheiro do que comigo. Como casei jovem e sempre cuidei do meu corpo, ainda tinha uma porção de ex-namoradas para me divertir.
Contudo, já passado um ano de casado, conheci uma garota ao meu estilo, corpulenta, mas não gorda, a legítima gostosa, alta, loira, com bunda e seios deliciosos, da mesma idade que eu, 28 anos. Estávamos juntos ha quase dois anos, quando ela me relatou que tinha um desejo de ter dois homens com ela na cama.
Relutei com a idéia, mas como ela não era minha esposa mesmo, era só minha amante, optei por experimentar. Ela não tinha quem chamar, eu também, então fomos buscar na internet alguém com o porte parecido comigo. 1,88, claro, e de corpo atlético.
Encontramos, marquei só com ele em um café, se aprovasse, ligaria para ela que já iria esperar no motel. Enquanto que eu e meu novo amigo Luís, chegaríamos juntos. Gostei do cara, simpático, bem arrumado, tem um bom papo então caminhamos para o motel.
Chegando lá ela ainda estava tímida e de roupa, mas quando viu o cara seu sorriso já mostrou a aprovação. Luís, bem mais desinibido, se apresentou com um beijo na boca e não largou mais. Deixei eles se amassarem por alguns instantes e não demorou muito ela alisava o pau do Luís ainda dentro da calça. Fiquei com muito tesão, não pude me segurar mais, me aproximei por trás dela, comecei a me esfregar em seu rabo delicioso, quando ela inclinou o corpo pra frente, abriu a calça do cara e começou a chupar seu pau. A sensação em ver aquilo foi muito boa. Depois de chupar bem aquele caralho ela se virou para mim e me beijou na boca, estranhei no começo mas depois aceitei. Enquanto ela me beijava, ele ia abaixando as calças dela, tirou sua calcinha e deitou ela na cama.
Fomos os três pra cama e enquanto ele chupava aquela buceta maravilhosa ela me chupava, depois invertíamos. Teve um momento que ela pegou os dois paus e revezava na boca. Chupava um pouco um e depois o outro.
Transamos com ela em todas as posições possíveis, e ela urrava como uma gata no Cio. Seu corpo adorava quando saía um pau e entrava outro. Ao final, ela gulosa como ninguém, fez questão que gozássemos em sua boca. Fomos os três para o chuveiro e logo após, fomos pra segunda, sem pressa e com muito oral.
Embora eu seja hétero, naquela noite não me importei de ter encostado no pau do cara algumas vezes, ou mesmo beijá-la depois de chupar o pau dele. Nos divertimos bastante, e agora estou esperando a minha vez. Ela me prometeu e estamos a procura de uma mulher.
Espero que tenham gostado, pois eu me diverti muito.
Venho aqui para narrar uma aventura minha e de minha esposa, que aconteceu em um clube de swing chamado liberty em Balneário Camboriú – SC.
Era a primeira vez que fomos a este clube, descoberto por acaso, pois estavamos de férias no litoral. É uma casa muito bonita, luxuosa, uma piscina enorme.
A proprietária:que atende pelo nome de Marisa. Uma morena linda e muito gostosa nos recebeu na porta muito simpática, beijos e abraços como se fosemos velhos conhecidos; uma exelente anfitriã.
Entramos e começamos a assistir os shows de exelentíssimo nível, com belos modelos de ambos os sexos.
Nas 4 salas, muito limpas e amplas muito sexo rolava solto, mas não encontramos ninguém que nos chamasse a atenção; então no final da noite, alugamos um dos quarto que tem nos fundos e com muito tesão começamos a transar, foi quando provoquei minha esposa para transarmos com os streepers, ela disse que não, ai transamos gostoso quando terminei de gozar ela me disse que queria transar ainda, e com o cara (o streeper) ela jamais imaginou que eu toparia. Então me vesti e voltei ao interior do clube que ja estava praticamente vazio, procurei a Marisa e perguntei se ela não conhecia nenhum casal legal para nos apresentar, pois éramos novos neste assunto e não sabíamos como funcionava. Ela prontamente me explicou que não era assim, dependia de afinidades pra depois partir pro ato. Ou na hora do calor nas suites, mas tem que rolar o clima e tal, então fui direto e perguntei a ela se os streepers dela faziam programa. Ela disse que sabia que o rapaz sim, mas a garota não, tinha namorado e o negócio dela era só streep mesmo.
Pedi a ela para perguntar aos dois, o rapaz topou, a garota não. Então pedi a ela (Marisa) para chamá-lo;
Era um rapaz muito bonito, nos apresentamos, se chamava Lucas. Sua fantasia no show era de Dom juan, moreno estatura mediana corpo atlético…
Perguntei a ele se fazia um programinha conosco, ele disse que sim mas cobraria, conversa vai conversa vem, acabamos fechando em R$200,00.
Pedi a ele para ir na frente pois ela teria vergonha de começar na minha frente, quando chegou lá, ela levou um susto pois estava dormindo, ela não imaginava que eu ia fazer aquilo, entregá-la para um garoto de programa, não sabia ela que era uma das minhas taras.
Esperei um pouco para deixá-los a vontade, quando cheguei abri bem de leve a porta do quarto e vi uma cena maravilhosa, ela de sutiã e calcinha asa delta(brancos), beijando Lucas com muito tesão. Ela me viu e pediu pra eu sair um pouco só pra se soltar, sai mas não demorei nem um minuto. Eu queria era ver. Cheguei perto, ela me olhou sensualmente e me disse: “Seu louco”, e respondi: “Eu falei que ia fazer!” agora era só aproveitar.
Ela me puxou e começou a pater uma punheta pra mim, não aguentei e subi na cama. Ela ja estava pelada e de quatro, comi aquela buceta que estava toda molhada, gozei quase que na ora enchendo toda a buceta dela de porra. Ele então educadamente pediu pra ela tomar um banho, pois estava toda melecada. Ela tomou e voltou; Era uma sensação maravilhosa ver minha mulher andando nua e tomando banho na frente de outro homem.
Ela veio ja vestida com o sutiã e calcinha, Lucas começou beijá-la novamente, eu ficando louco com aquela situação de puro tesão. Colocou ela de quatro na cama, afastou a calcinha de lado e começou a bulinar no cuzinho dela. Ela disse não e ele responde fica tranquila. Ele sabia fazer aquilo, eu e ela tinhamos tentado umas duas vezes mas ela disse que meu pau é muito grande e coisa e tal, mas deixou ele; porém via que ela estava assustada, fez ela empinar bem o rabinho, juntou os joelhos dela, então começou a enfiar devagarinho, aquele pau não muito volumoso no cu da minha amável esposa. Até hoje, ela diz que sentiu mais dor do que prazer, porém eu não consigo esquecer daquela cena, um pau arrombando o cuzinho gostoso dela, foi demais aquela noite. Lucas não demorou muito para gozar, pois a bunda dela é muito gostosa ainda mais um cuzinho quase virgem; ele disse que não deu pra aguentar e confessou que viu nós no interior do clube e disse que não imaginou que nós poderiamos fazer aquilo, pois éramos acima de qualquer suspeita. Sabe aquele casal que você olha e diz que nao são capaz de fazer estas coisas? Pois é, nós somos assim. Então quando ele entrou no quarto e viu que era ela, ja ficou cheio de tesão.
Ao sair fui pagar ele, que me disse: Cara esta tua mulher é muito gostosa mesmo, desculpa mas não pude aguentar muito tempo de tão boa que ela é.
Voltando ao anal, ela disse que não gostou , mas em outro dia que voltamos lá, ela pediu para transar com ele. Ele que prontamente atendeu, agora pela metade do preço, parece loucura mas pagar alguém pra comer a esposa desperta um baita tesão, sai do quarto e deixei os dois fazendo a festinha deles…







