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Publicado por sexoeseducao as 16:53

minha-amiga-se-tornou-minhaMeu nome é Lena e a história que passo a contar, aconteceu comigo recentemente. Primeiro devo dizer que sou casada, 49 anos, morena baixinha (1,50) coxas grossas e seios médios para grandes, apesar da idade ainda bem bonitos.
Sou bissexual por opção. Eu e meu marido temos uma cumplicidade muito grande e sempre que podemos vamos a clubes de swing e a bares gls, onde adoro paquerar lésbicas. Vamos aos fatos. Tenho uma amiga da minha idade que nos conhecemos ha muito tempo, trabalhamos juntas atualmente. Sempre fomos muito amigas mas nunca chegamos a trocar confidências. De uns tempos pra cá vinha sentindo que ela me tratava de forma diferente. Pegava-me constantemente, se encostava em mim e coisas afins. Um belo dia ela não foi trabalhar na parte da tarde e me liga dizendo que precisava muito conversar comigo. Prontamente atendi e fui a casa dela que fica próximo do nosso local de trabalho. Cheguei lá por volta das 14 horas e fui recebida por ela vestindo um robe de seda, pois tinha acabado de tomar um banho. Estava extremamente cheirosa com um perfume delicioso. Entrei, fui recebida com um beijo no rosto muito perto de minha boca. Aquilo já mexeu comigo e sentia que alguma coisa estava no ar. Ela prontamente, pois o calor estava muito grande, me perguntou se não queria tomar um banho pra refrescar, o que aceitei de imediato. Ela colocou no banheiro toalha e um robe também de seda, mas só que mais curto do que o dela. Fui tomar meu banho e quando voltei à sala, ela estava sentada no sofá com duas cervejas. Me ofereceu e começamos a conversar coisas amenas e de trabalho. Até que ela foi a cozinha buscar outra cerveja e quando retornou ficou abaixada próximo de minhas pernas que estavam de fora. Colocando a mão nelas disse que tinha algo muito importante e sério pra me dizer. Meu coração disparou pois ela jamais poderia imaginar que eu era bi e adorava mulheres. Meu marido até me incentivou a ter uma amante. Ela então começou dizendo. “Sabe Lena, vou confessar a você algo que me incomoda ha muito tempo. Você sabe da nossa amizade e não quero perdê-la de jeito nenhum. Mas tenho que te dizer que sou muito, mas muito apaixonada por você.” Aquela confissão me deixou surpresa, pois jamais imaginei que minha amiga fosse igualmente bi como eu e se declarava estar apaixonada por mim. Inclusive em algumas ocasiões quando transava com meu marido, ele sempre falava do tesão que sentia só de imaginar eu e minha amiga juntas. Peguei na sua mão e disse a ela que também gostava muito dela e que estava surpresa com a declaração que ela acabava de me fazer. Foi inevitável o nosso primeiro beijo, que começou bem suave e depois foi ficando cada vez mais violento. Eu a beijava, passava a língua em toda a extensão de sua boca, pescoço, orelhas e fui descendo até abrir o seu robe e ver os seus lindos seios, que segurei com muito carinho e fui chupando cada um. Ela se contorcia toda e gemia. Ela se levantou me pegou nas mãos e fomos para o seu quarto. Que maravilha tudo o que aconteceu. Nos abraçamos e nos beijamos como loucas deixando os robes caírem no chão onde ficamos nuas. Ela me deitou na cama e começou a me beijar na boca bem molhado onde pude sentir todo o sabor de sua saliva. Que delicia. Desceu mais um pouco e alcançou meus seios que estavam pra lá de duros com os biquinhos empinados de tanto tesão. Ela me chamava de meu amor e que queria que o tempo parasse para podermos ficar juntas. Ela foi descendo com sua língua felina até alcançar minha buceta que estava mais do que molhada. Começou a passar a língua em toda a minha buceta me deixando louca. Chupou até não mais agüentar e gozar na sua boca. Ela feito uma cobra, veio subindo pelo meu corpo com a boca toda melada do meu gozo e nos beijamos mais molhado ainda. Ai foi a minha vez que dar aquela mulher todo o prazer que ela havia me proporcionado. Fui beijando sua orelha, pescoço, e um beijo alucinante que demorou muito tempo. Ela me dizia que me amava e queria gozar como eu. Passei a chupar seis seios com muita vontade e fui descendo até chegar a sua buceta maravilhosa que lambi, mordi até que ela chegou a um gozo nunca visto por mim. Derramou uma grande quantidade de líquido. Esfreguei meus seios na buceta dela levando a minha amante a loucura. Depois levei meus seios até a sua boca pra que ela provasse do seu próprio gozo.
Ficamos abraçadas e repetimos a dose mais uma vez, até que a tarde caiu e fui embora. A partir deste dia nos tornamos amantes, e pelo menos uma vez por semana nos encontramos para nossas tardes de amor. No trabalho as coisas continuam iguais sem que ninguém tenha percebido nada.

Publicado por sexoeseducao as 11:32

017o6kEntrei no meu trabalho atual, bem tímida quase não falava com ninguém, até que fui conhecendo a galera.
A minha Chefe era uma mulher linda, séria, meio brava, e que não falava muito comigo, me via como uma simples estagiária. e eu também não gostava dela, mas com o tempo ela começou a sorrir mais p/ mim, e falar mais comigo, não só coisas de trabalho.
Um dia eu estava na copa tomando um café ela veio trocou idéia comigo e parecia que estava se insinuando, mas eu achei que estava louca, e fiquei na minha, 2 dias depois ela chegou em mim e me perguntou se eu queria ir tomar alguma coisa, sem entender muito bem, eu aceitei.
Quando vi chegamos na casa dela e ela pegou uma cerveja e ficamos bebendo na cozinha. depois de algumas cervejas fomos p/ sala e depois de mais algumas fomos pro quarto \”ouvir música\” ela colocou um cd da adriana calcanhoto e me olhou com muito tesão, eu estava sentada na cama, e ela veio com tudo e começou a me beijar loucamente.
Fui arrancando a roupa dela, as vezes nos olhavamos e davamos um sorrizinho…. deixei ela nua, e ela fez o mesmo, arrancou toda a minha roupa, tirou minha calcinha com os dentes, e começou a lamber minhas coxas, depois foi subindo e começou a me chupar, ela me chupou como uma profissional, eu olhava aquela mulher que no inicio nem me olhava, estava agora rendida entre minhas pernas, me chupando como louca, me dando muito prazer. aquela mulher que todos respeitavam, e tinham medo estava com a lingua dentro da minha buceta e sugando todo o meu gozo…. estava como uma puta rendida no meu poder. Isso me dava mais tesão…depois de gozar algumas vezes peguei ela pelos braços e joguei na cama, e comecei a mandar nela, falei p/ ela que ia sentar na boca dela p/ ela continuar me chupando em outra posição ela disse: vem logo com esta buceta molhada p/ eu chupar.
Eu fui, sentei na boca dela e ela me chupou mais.
Depois eu fui por cima dela, nos esfregamos mto….
Ela gozou, e eu desci com a boca na buceta dela que estava encharcada…. chupei ela muito, ela gemia, gritava, me xingava, falva assim: chupa sua chefinha vagabunda, me da prazer…. e eu obedecia, enfiei um dedo nela e ela uivava de tesão.
Depois sentei nela e disse que eu era a chefe agora, e ela disse: Pode mandar que eu obedeço, faço tudo.
Ela veio em cima de mim e enfiou o dedo na minha buceta p/ eu gozar denovo.
Depois ela me chupou e eu dava uns tapas nela e dizia: Você agora que me obedece eu que mando em você, sua puta, vagabunda, e ela ria, ficava com mais tesão e me chupava muito.Depois de gozar eu fui embora.
No dia seguinte no trabalho o clima no inicio foi meio constrangedor, mas depois ficou normal, e hoje meus colegas percebem que ela tem uma certa proteção comigo, e sempre pedem p/ eu ir falar com ela certos assuntos, e eu vou, e depois já marco um encontro, e nós trepamos a noite toda.
Ainda ficamos, mas agora ela arrumou um namorado e está mais complicado.
só sei que minha chefinha é muito gostosa e chupa mto bem!!!!!!

Publicado por sexoeseducao as 9:51

02Depois de um mês de ferias, estava voltando para meu trabalho de secretária. Usava uma mini preta, com uma blusinha bem cavada de cor branca….sem calcinha e sem sutiã… afinal, era assim que meu patrão gostava de me ver quando ficavamos a sós…Ia entrando no elevador e vi Roberto, o seguranca da firma, falei oi e entrei….ele parou o elevador e me pediu pra esperar porque a filha do chefe iria subir no elevador da presidência junto comigo. Lembrava dela, menina meiga, ingenua, quase não falava…quando ela entrou, levei um susto….Loira, cabelos longos muito lisos, boca carnuda, pernas grossas, cintura fininha e uma bunda de tirar o folego….com seus 18 anos era um monumento. Olhei e a cumprimentei, e ela sorriu de volta. Entrou no elevador e apertei o botão do 13 andar. Começamos a subir…de repente, parou!9 andar, as luzes de emergência acenderam e eu fiquei esperando, mas nada. Olhei pra Dani e ela estava palida, tremendo, então falou que tinha claustrofobia, tremia tanto que eu a chamei pra perto de mim, e ela me abraçou, bem apertado. Liguei pra Roberto e perguntei o que estava acontecendo e ele disse que era manutenção e eu expliquei o problema da Dani, ele disse que iria demorar mais ou menos uma hora até a gente poder sair. O elevador era só espelho,e todo lugar que eu olhava via o rosto dela apavorado.Sentei com ela no chão,e ela deitou a cabeça no meu peito…Tremia muito e eu comecei a afagar os cabelos dela,de repente notei que minha blusa estava torta e meu mamilo rosado aparecendo…ela também notou,se aconchegou mais em mim,e sem querer,tocou no meio das minhas pernas…notou que eu estava sem calcinha…se afastou um pouco,mas logo deitou no meu peito novamente,e começou a tocar no meu mamilo…era uma sensação maravilhosa…assim mesmo,tentei afasta-la,mas ela disse que ficaria mais calma,tocando em mim.Deixei,e me entreguei ao prazer…ela mamava meu peito com uma ânsia,com uma vontade,que estava quase tendo um orgasmo,então ela me pediu pra levantar e colocou uma de minhas pernas no encosto do elevador…abriu meu frelinho e me chupou ,chupou…e chupou…eu estava em transe,como aquela garota timida poderia ser tão gostosa? Eu gozei na boca dela,e ela lambia os labios com o meu mel…eu a segurei pela cintura,tirei a saia dela,e comecei a tocar-lhe a bucetinha…grelinho duro,molhadinha…enfiei o dedo no cuzinho dela e ela gemeu gostoso,enquanto que com a lingua eu chupava sua xana ,seu grelinho…passei a lingua pelo cuzinho dela e ela quase caiu…entao peguei meu vibrador,e enfiei na sua xota…e maravilhada vi ela gozar…lambi sua bucetinha…era doce,rosada e com poucos cabelinhos…que delicia,ficamos namorando ali por muito tempo…quando Roberto viu que tinhamos acabado, porque o sacana viu tudo pela camera do computador…ele me ligou e disse…agora vai funcionar e muito obrigada pelo melhor orgasmo da minha vida…vocês pareciam duas cadelinhas no cio… Saimos do elevador e vimos o pai dela nos esperando…deve ter notado, mas nada falou. Depois de tudo ainda nos encontramos…sempre em lugares escondidos,em bares,em cinemas…mas ai e outra história.

Publicado por sexoeseducao as 15:05

amigas-da-faculdadeSou a Paula e quero dividir com vocês minhas aventuras. Essa diz respeito ao inicio das minhas experiências com outras mulheres. Na época da faculdade haviam poucos rapazes na minha sala e na maioria das vezes em que fazíamos trabalhos em grupo só haviam mulheres em nosso grupo. Estávamos em final de semestre e tínhamos um trabalho muito longo pra fazer. Éramos em cinco mulheres e resolvemos dividir as tarefas para conseguirmos entregar o trabalho dentro do prazo dado pela professora. Numa tarde de sábado resolvemos nos encontrar para finalizarmos tudo, pois a apresentação seria na semana seguinte. Era quase fim de ano e fazia muito calor naqueles dias. Eu estava com uma minissaia, uma calcinha minúscula e um top que deixava minha barriguinha a mostra. Nos encontramos no apartamento de uma das meninas do grupo que morava sozinha, a Renata, uma loira escultural, muito bonita, cortejada por todos os rapazes da faculdade. Fui a primeira a chegar e vi que Renata também estava bem à vontade com um shortinho e uma camiseta regata. Logo em seguida chegaram as outras meninas: A Lu que estava com um vestido florido, a Carlinha, que chegou muito cheirosa e por fim a Andréia que estava com uma saia e uma camisete. Todas estavam vestidas de acordo com a estação, porém eu e a Renata estávamos mais à vontade. Iniciamos nossas atividades e conversavamos sobre muitas coisas, sobre a formatura que se aproximava, sobre as matérias que ainda teríamos prova e coisas do tipo. A hora passou bastante rápido e logo as meninas tinham terminado suas partes e só faltava eu concluir a minha. Notei Renata conversando com as meninas enquanto eu estava no computador finalizando minha parte. Renata voltou para a sala e logo as outras também voltaram. Andréia disse que teria que ir embora e com um sorriso maroto se despediu de nós. A Carlinha e a Lu olharam para Renata, piscaram para ela e trataram de inventar uma desculpa qualquer e saíram sem mais justificativas. Achei normal, afinal elas já tinham terminado suas partes no trabalho, só não estava entendendo aqueles olhares maliciosos. Enfim ficamos eu e Renata. Ela disse que iria tomar um banho e que era para eu ficar à vontade pois logo voltaria. De onde eu estava era possível ver o banheiro. Renata fez questão de deixar a porta aberta e continuava conversando comigo enquanto tirava a roupa. Sem que eu percebesse comecei a acompanhar seus movimentos enquanto ela se despia. Nunca tinha estado com uma mulher e até então meu negócio era homem. Aliás eu gozava muito com meu ex-namorado. Mas aquela situação estava realmente mexendo comigo e comecei a fantasiar coisas. Quando ela terminou seu banho, se enrolou em uma toalha e se aproximou de mim. Tentei disfarçar mas ela percebeu minha inquietação. Eu já havia terminado meu trabalho e ela perguntou se eu não gostaria de tomar um banho também. Eu estava muito cansada e achei que seria uma boa idéia tomar um banho para relaxar um pouco. Enquanto eu tomava meu banho, Renata providenciou uma roupa limpa para mim. Só que percebi que ela trouxe apenas uma calcinha e mais nada. Vesti a calcinha e fui procura-la para que ela me desse algo mais para vestir, mas ela disse que estava muito calor e se eu não gostaria de permanecer daquele jeito. E eu sem perceber acabei aceitando sua sugestão. Então Renata foi até a cozinha e voltou com uma garrafa de champagne e duas taças nas mãos. Ela abriu a garrafa e encheu as duas taças. Nos sentamos no sofá e começamos a conversar. Eu estava confusa em meus pensamentos sem saber se era fantasia da minha cabeça ou se realmente estava rolando algo entre nós. Eu perguntei a Renata como ela se sentia sendo desejada por todos os rapazes da faculdade e ela me revelou que não gostava da situação pois na verdade ela preferia estar com uma mulher. Diante daquela resposta tive certeza de que não era fantasia da minha parte. Tomamos quase toda a champagne e estávamos muito alegres, rindo de tudo. Ela se aproximou de mim e disse que eu era muito bonita. Fiquei um pouco sem graça e retribui o elogio dizendo que ela também era linda. Ela passou a mão pelos meus cabelos, me acariciou no rosto e foi se aproximando falando coisas no meu ouvido. Eu estava toda arrepiada e um tesão incontrolável percorria meu corpo. Ela tocou meus lábios suavemente e depois me beijou com muita paixão. Eu correspondi a seus beijos enquanto dizia que aquilo tudo era loucura. Renata me tranqüilizou e disse para nos entregarmos as nossas sensações e foi o que fizemos. Renata levantou-se e desenrolou a toalha de seu corpo. Pela primeira vez na vida tinha uma mulher nua tão próxima de mim. Ela me deitou no sofá, tirou minha calcinha e ficou me beijando e dizendo que meu corpo era lindo. Beijou meus seios e foi descendo por minha barriga, até chegar na minha bucetinha. Ela afastou um pouco minhas pernas e começou a me chupar. Sua língua era deliciosa e aquela sensação de ter uma mulher me chupando era indescritível. Ela chupava com muito tesão, enfiava toda sua língua em minha xaninha e eu me derretia de prazer. Quando ela introduziu seu dedo em mim e continuou chupando meu grelinho não agüentei e gemi muito gostoso. Percebendo que eu gozaria logo, Renata intensificou os movimentos e logo eu estava gozando na boca de outra mulher. Foi o orgasmo mais gostoso da minha vida até então. Diante de tudo aquilo fiquei interessada em saber como seria chupar uma buceta e Renata me deu a chance de saber. Eu queria muito retribuir a ela todo aquele prazer que eu acabara de ter. Fomos para o tapete e comecei a beijar Renata. Ainda podia sentir o gosto do meu gozo em sua boca. Fui beijando seus seios que eram lindos, uma perfeição. Desci por sua barriguinha, beijei seu umbigo e fui seguindo aqueles pelinhos loiros que me conduziram até aquela buceta maravilhosa. Ela era muito cheirosa. Seu perfume se misturava com o cheiro inconfundível de uma buceta sedenta por sexo. Comecei lambendo seu grelinho e seus lábios. Que sabor delicioso tinha aquela xaninha e eu sem conhecer aquilo tudo. Suguei seu clitóris com força e ela começou a gemer me pedindo para continuar. Percebi que ali era o ponto onde eu deveria me concentrar e tratei de fazer com muita vontade. Abri sua bucetinha com as duas mãos e enfiei minha língua bem fundo nela. Renata gemia como louca. Eu não via a hora daquela mulher gozar na minha boca. Ela me pediu para enfiar o dedo em seu cuzinho pois ela queria gozar. Assim que enfiei meu dedo em seu cu ela começou a rebolar e gritar. Ela segurava em meus cabelos dizendo para não parar. Eu podia sentir que ela estava prestes a gozar então pedi que ela gozasse em minha boca pois queria que ela fosse a primeira mulher de quem eu sentiria o gozo. Ela me brindou com seu néctar maravilhoso. Minha cabeça estava a mil e a sensação de ter uma outra mulher gozando na minha boca me fez gozar novamente. Estávamos exaustas no chão. Nos abraçamos e tiramos um breve sono. Ao acordar beijei novamente aquela boca deliciosa e agradeci por tudo. Ela disse que não precisava agradecer e com um sorriso no rosto disse que em breve teríamos mais noites como aquela, afinal nossas amigas também iriam me provar. Finalmente entendi porque elas tinham saído tão apressadamente. Estava tudo combinado entre elas. Renata me revelou que ela e nossas amigas se amavam regularmente e que apostaram para ver quem me pegaria primeiro. Depois dessa noite tivemos outras na companhia das demais, mas isso eu conto depois. Espero que tenham gostado. Beijos meninas.

Publicado por sexoeseducao as 4:02

amor-a-distanciaOlá! Este relato é o mais difícil, porque não se trata de apenas uma noite, um caso ou somente sexo. É fácil relatar momentos, mais quando tem amor ai tudo muda. Em janeiro, foi quando comecei a teclar com a Linda. Uma menina mulher de 18 anos, não imaginava que aos 20 anos poderia me apaixonar loucamente por uma pessoa que nunca havia visto, mais aconteceu. Por varias vezes nos declaramos e também fizemos amor pelo MSN. Não suportava mais continuar da forma que estava. Queria sentir o gosto dos seus beijos, seu cheiro, sua pele, seu toque e seu sexo. Moramos muito distante, mais não era o grande problema. Decidi e prometia a Linda que ia passar uns dias em sua cidade, marquei uma data e não deu. Linda chegou a dizer que estava enrolando e que já tinha perdido a vontade de me conhecer pessoalmente. Marquei uma nova data e essa não falhou, tinha que ir ver e mostrar a ela que estava sendo verdadeira. Fui e logo na chegada, vi que nem tudo estava acontecendo da forma que havíamos combinado. Cheguei à rodoviária e ela não estava me esperando e mesmo assim não desisti de tê-la. Fui pro hotel e mais tarde sai pra conhecer a cidade. Apenas na parte da noite que nos falamos. Linda me ligou umas três vezes, dizendo que só no outro dia poderíamos nos ver. Nossa na hora o meu peito gelou, em outra ligação disse a ela que estava frio e ela disse que se estivesse lá ia me esquentar. Uma doce provocação… Não dormi durante a noite, não parava de imaginar nós duas cara a cara. A hora demorou á passar e quando foi umas cinco horas da tarde, Linda me ligou dizendo que estava a caminho. Fui ao encontro dela e de sua tia. Cheguei primeiro no local, de repente escuto um assobio e quem era? Linda e sua Tia. Levantei-me e fui em sua direção, estava nervosa e muito feliz em vê-la. Fomos as três a um barzinho. Sua tia tomou uma cerveja e nós duas refrigerante. Tomei refrigerante a pedido da própria Linda. Batemos papo e depois de um tempo a Tia disse que tinha que ir, mais que Linda poderia ficar e até mesmo passar a noite comigo. Linda disse que ia embora só que mais tarde. Fomos para o hotel e no caminho conversamos, estava nervosa, não sabia o que dizer e nem o que fazer. Chegando ao hotel brinquei passando a mão sobre a cama, ela estava um pouco tensa. Afobada fui logo beijá-la e nada, fiquei sem graça. Deitei na cama e começamos a conversar. Ela ficou em pé, depois sentou na cama e depois de um tempo, disse que tinha que ir embora. Havia dito que a levaria então me levantei e foi quando Linda disse que ia passar a noite comigo. Fiquei tão feliz que imediatamente corri e a abracei, mesmo assim saímos para andar um pouco. Voltamos para o hotel e depois de um tempo fui tomar um banho, por varias vezes tentei beijá-la e nada. Depois de um tempo ganhei um selinho, que por sinal delicioso. Linda tem uma boca, que nunca vi de tão linda e gostosa. Ela é sincera, engraçada, tem opinião própria, é carinhosa, meiga e é Linda. Linda estava dividida entre três pessoas e falamos sobre isso. Disse a ela tudo que sentia e o quanto a amava. Estávamos uma fazendo carinho na outra, não resisti e tentei beijá-la e desta vez fui correspondida. Cheguei a pensar que não ganharia um beijo e ela disse que estava esperando parar de ficar pedindo. Não acreditava e a cada beijo e carinho recebido, mais e mais ficava excitada. Parti para o ataque, mas percebi que ela estava travada e não insisti. Novamente nos beijamos, peguei a sua mão e coloquei no meu peito fazendo com que Linda os acariciasse e me levasse ao delírio. Depois de um tempo, peguei a sua mão e a coloquei no meu intimo. Como imaginei, ela me tocou como ninguém havia me tocado. Amor, paixão e muito tesão me fazia com que tivesse iniciativa de sentir tudo que sentia. Gemi e rebolei muito, uma coisa que nunca havia acontecido e que não foi legal, é que falei uns palavrões, mais tudo bem, já ta feito. Passamos a noite em claro. Outro momento que me marcou, foi Linda fazendo carinho e me beijando. Não quero e nem vou relatar muitas intimidades, porque pessoas e momentos como estes não tem como relatar. Linda ficara marcada em mim, pro resto da minha vida. Vim embora marcada por ela em todos os sentidos. Não posso deixar de falar dos arranhões. Gostaria de ir novamente ao seu encontro e viver tudo novamente, com menos afobação, nervosismo e medo. Infelizmente parece que tudo isso teve um fim. Meu amor continua e a cada dia aumenta mais. Decidi ser apenas amiga dela, pelo fato da mesma estar dividida. Não quero ser uma duvida mais sim a certeza dela. Sinto também que ela ama uma outra pessoa, de uma forma que queria que me amasse. Sei e não tenho duvidas do carinho dela por mim, é isso que me deixa um pouco feliz. Infelizmente não mandamos em nossos corações, mais mandamos e mudamos as nossas atitudes. Linda é a mulher mais sincera que conheci e que tem muitas qualidades, quero muito que ela seja minha por completo. Defeitos ela tem, mas as suas qualidades os superam. Amo você amor. Isso não é um relato sexual e sim de alguém que te ama e te venera a cada dia. Pode ser que nunca mais nos encontremos, mas pode ter certeza que te encontro todas as noites em meus sonhos. Estarei aqui sempre e desejo que você ame alguém e que esse alguém te ame da mesma forma. Jamais vou dizer que uma pessoa vai te amar da forma que a amo, porque sei que ninguém vai te amar como eu.

Publicado por sexoeseducao as 6:58

Quem nunca teve vontade de sair com uma vizinha gostosa? Essa sempre foi minha vontade, desde que me entendo por bissexual. O desejo de ter uma vizinha em meus braços sempre me deixou curiosa. Eu nunca fui uma mulher que se vestisse como um homem, sempre tive minha feminilidade definida. Vestindo-me como mulher com sensualidade, usando brincos, salto alto e batom, de preferência que chamasse a atenção de homens e, principalmente, de mulheres. Afinal, uma mulher chama atenção de outra, sempre reparando a outra mais que o homem e gosto muito disto, pois elas não desconfiam que eu as reparo, mas de outra forma: na intenção de devorá-las. Observo principalmente seus seios e suas bundas, por diversas vezes Ramon me flagrou olhando uma mulher e chamando a atenção dele para que olhasse também.

Sempre esbarrava com Laura no elevador e sempre nos cumprimentávamos de forma rápida e objetiva. Quando ela dava as costas, eu olhava aquele imenso traseiro. Laura é uma loira com seus 40 anos, baixinha de um corpo de causar inveja para qualquer mulher de 20.

Certa vez ao sair do elevador, ela puxou papo comigo. Tive a impressão que ela notou que dei uma olhada para o decote que ela usava. Sempre fui fascinada por bicos de seios, não importava se eram seios durinhos ou caidinhos, o que me importava era como eles ficavam salientes em uma blusa decotada. Notei que ela estava sem sutiã tornando-os mais aparentes. A partir daquele dia, sempre parávamos na portaria de meu prédio para conversar.

Tinha confiança em Laura, ainda mais sabendo por alguns porteiros que era louca por sexo, inclusive tendo dado para um deles e que tinha um fogo que nenhuma água apagava. Adorava dar o cuzinho, segundo soube. Toda vez que eu parava para conversar com ela, eu recordava o que o porteiro de meu prédio havia falado sobre aquela gostosa, e dava mais atenção. Tínhamos muito em comum, “adorávamos sexo”, só não sabia como tocar no assunto de nossa sexualidade. Então, chamei-a para umas cervejinhas, depois de duas garrafas de cerveja, comentei com Laura sobre minha opção sexual. Surpreendi-me quando ela disse que ela nunca teria algo com outra mulher, não era dela sair com uma mulher, que até tinha amigas que gostavam e que em sua adolescência beijou uma menina de faculdade, nada, além disto.
Ela adorava ser enrabada por um homem. Comentou que aquela época ela estava saindo com um homem casado, que ele a comia muito, não havia cobranças e eles trepavam como ninguém. Animei-me com o papo, ela estava ali, desabafando comigo. Quando dei conta, já estávamos na quinta ou sexta cerveja não lembro muito bem. Recordo-me apenas que não tínhamos mais dinheiro, e ela me chamou para tomar um vinho em seu apartamento. Laura era uma mulher que qualquer homem gostaria de ter, independente tinha sua vida estabilizada e morava sozinha. Não recusei seu convite mesmo sabendo que ela não curtia mulher. Acabei vendo Laura com outros olhos e sempre atenta as suas histórias que me chamavam atenção. Fomos tomar um vinho e comer queijo na casa dela. Não pretendia demorar-me, afinal não queria constrangê-la pelo fato de ser bissexual.

Ela colocou vinho apenas no meu copo, dizendo que já havia bebido muito. Sentou-se diante de mim, e olhava-me fixamente nos olhos. Não tínhamos mais o que dizer, e pedi para ver seu sutiã. Ela permitiu que eu tocasse em seu colo, e em seguida, ela segurou em minha nuca e me deu um beijo à força pegando-me desprevenida.
Arrastei-a para o sofá da sala e passei a beijá-la intensamente, ela me abraçava como se tivesse abraçando um de seus machos, em uma carência incrível, eu me coloquei na posição que ela queria protegendo aquela fêmea e devorando-a como desejava. Passei a representar um macho, coisa que eu nunca sonhara fazer antes.
Sentei-a no sofá e arranquei-lhe a saia, em seguida, a camisa. Logo estava arrancando a calcinha com a boca. Laura exalava um cheiro maravilhoso e eu adorava aquele cheiro de xota. Eu estava certa sobre o quanto àquela mulher de 40 anos era gostosa. O corpo maravilhoso, toda depilada e com uma xoxota rosinha. Abri suas pernas, coloquei minha cabeça entre elas, na tentativa de ter minha língua cada vez mais dentro de si, ela me prendia com as mãos. Devotada a seu grelo e metendo meu dedo dentro de seu buraquinho apertadinho, eu possuía minha fêmea.
Ela ficou de quatro, pedindo que eu lambesse seu imenso rabo, encostada e segurando firme o encosto do sofá, pedia que eu lambesse devagar seu cuzinho e metesse o dedo em sua xana deliciosa e toda melada. A safada estava a ponto de gozar, mas era muito difícil chegar a um orgasmo assim. Fiquei por vários minutos com minha língua em seu rabo na tentativa de proporcionar prazer a Laura que se negava a gozar em minha boca.

Logo, ela levantou-se e segurando-me pela mão, levou-me para a cama dela. Não esperava que ela fosse fazer algo comigo, afinal existe algumas regrinhas para a homossexualidade. Acreditava que estava iniciando uma mulher. Os termos passivo e ativo eram adequados para aquele momento de professora e aluna. Eu julgava-me a ativa, e Laura, a passiva.

Não esperava dela uma reação quanto a fazer algo comigo. No entanto, entendi que quando duas mulheres se desejam, não existe hierarquia no prazer. Eu ainda estava vestida. Ela fez questão de despir-me e me dizia baixinho que sempre desejou os meus seios imensos, e que sempre sentiu tesão por mim. Isto me surpreendeu, afinal ela me dissera que não desejava uma mulher na cama.

Deitou-me na cama e passou a me devorar de tal forma que eu nunca senti antes. Parecia experiente naquilo, nunca imaginei que aquela mulher pudesse me fazer gozar, o que de fato ela fez muito bem. Éramos apenas nós duas ali na cama, ela poderia fazer o que quisesse comigo. Levava sua língua por todos os cantos de minha xota, melando minha rosinha todinha com sua quente saliva, metendo um dedo no meu cuzinho e o outro na xoxota e, com perícia, lambia meu grelo rapidamente, sugando-o puxando para dentro de sua boca e mordiscando-o de vez em quando, bem devagar. Gozei muito e demoradamente, mas, ainda não estava satisfeita.
Joguei meu corpo contra o dela e encostei meus seios no dela, bico com bico, ambos estavam durinhos e começamos um longo beijo, roçando xoxota com xoxota. Manifestávamos ali o desejo uma pela outra e caímos em uma breve paixão dedicando-nos uma a outra. Mais uma vez passei a chupar sua xota na tentativa de fazê-la gozar em minha boca. De professora, passei a aluna e tentei fazer o que ela fez comigo minutos antes. Laura demorava a gozar, mas em certo momento senti em minha boca o seu mel, o seu gozo. Ela gemia bem baixinho para não despertar suspeitas nos vizinhos. Ficamos ali deitadas olhando para cara uma da outra por um bom tempo. Levantei tomei um banho. Estávamos em silêncio as duas, ela me levou até a porta, e me perguntou se eu não gostaria de dormir aquela noite com ela. Respondi que não. Na porta, me deu um beijo de despedida, ela estava enrolada no lençol, eu parecia um de seus amantes que tinha que ir para casa e fuder com a esposa, o que não era verdade. Pela manhã, eu tinha que trabalhar.
Por algumas vezes nos encontramos no elevador, mas nunca mais comentamos sobre o ocorrido. Sinto que até hoje ela quer mais uma foda, no entanto, não abro brecha, deixo no ar aquela vontade de irmos mais uma vez ao delírio. No fundo, tenho medo de me apaixonar de verdade por Laura. Ela é uma mulher fantástica e tem tudo que uma mulher e um homem desejam: a experiência de uma mulher de 40 anos que me fez gozar como louca aquele dia, e a simplicidade de uma mulher que quer ser amada.
Penso às vezes em chamá-la para sair, porém no fundo gostaria de vê-la dando aquele rabo maravilhoso para o Ramon. Creio que ele adoraria, se lambuzaria e desejaria sempre mais. Penso em chamar Laura para mais uma cervejinha, quem sabe ela ficaria mais solta e faríamos tudo e muito mais, outra vez? Quem sabe não assisto Ramon fuder minha doce Laurinha?

***Conto enviado pela leitora Aline Mendes do Rio de Janeiro***

Publicado por sexoeseducao as 16:38

Moro em um prédio enorme com vários blocos e play intercalando-os. Como passo sempre o dia inteiro fora, mal tenho tempo para aproveitar as mordomias do meu condomínio, mas na ultima semana tive uma folga e como meus filhos estavam pra casa da avó, resolvi aproveitar a piscina. Chegando lá ela estava deserta e me estiquei ao sol. Um pouco depois vejo uma adolescente bonita entrar na piscina, continuou a tomar meu sol quando de repente senti pingos de água em minhas costas, virando a cabeça deparei-me com um par de coxas roliças e de pelinhos loirinhos. Levantando um pouco os olho,s vi aquele rostinho me olhando atentamente. Dei um oi e ela foi logo me perguntando se eu era a psicóloga da cobertura. Disse-lhe que sim e vi que na mesma hora ela se sentiu a vontade. Pedindo licença se esparramou do meu lado e me disse que precisava muito conversar com alguém. Começamos a falar, eu lhe disse que faria o que fosse possível para ajudá-la. Ela meio titubeante começou a me dizer que estava com 18 anos e sentia coisas estranhas, mas que não conseguia falar com a mãe sobre o assunto. Achando que era mais uma adolescente com duvidas sobre sexo me senti a vontade para realmente ajuda-la. Ela começou a me contar que já tinha tido alguns contatos com o sexo oposto. Sem, no entanto nunca chegar aos finalmente, me deixando claro que era uma menina preocupada e que sabia se cuidar e mesmo sendo virgem tomava anticoncepcionais. Falei que nos dias de hoje isso só não bastava, que era muito importante o uso de preservativos. Ela fez um sinal afirmativo com a cabeça e deixou seus olhos deslizarem sobre o meu corpo. Confesso que adorei aquilo. Senti na mesma hora um formigamento em minha xana, mas sacudindo a cabeça firmemente tirei a idéia da cabeça. A menina estava ali para me pedir conselhos e não era a hora de eu ficar fantasiando em como seria gostoso lamber aquele corpo todinho. Ela me disse que eu era linda e modéstia parte apesar dos meus 41 anos sou uma mulher muito atraente. Ficamos ali de papo sobre meninos e comportamentos, quando nos avisaram que estava na hora de deixarmos o local, pois naquele dia seria feito a manutenção da piscina. Ela fez um muxoxo e disse que era uma pena que estava adorando conversar comigo. Chamei-a para subir em minha cobertura, onde poderíamos conversar um pouco mais já que tinha a tarde livre. Ela prontamente aceitou e fomos para meu apartamento, fomos para o terraço, aonde tenho por baixo de um telhado ornando por sempre-vivas um colchão grande cheio de almofadas. Ela se jogou ali, antes dando uma paradinha para retirar a canga. Seu corpo delgado me despertou um tesão enorme e novamente espantei meus pensamentos, retirando minha saída também. Peguei uma vodka para mim e lhe ofereci um refrigerante. Ela aceitou mais me pediu que colocasse um pouco de vodka no seu também, o que não vi nada demais já que ela tinha 18 aninhos. Começamos a falar novamente sobre sexo e talvez liberada pela bebida ela confidenciou-me que nunca tinha chegado aos finalmente com nenhum menino porque eles não a excitavam direito e que ela ficava muito mais molhadinha vendo os filmes pornôs de seu pai quando duas mulheres se amavam. Aquilo na mesma hora mexeu com meus hormônios e lhe perguntei se ela gostava de admirar mulheres. Ela disse que sim e um pouco envergonhada afirmou que sempre ficava me olhando quando entrava e saia do prédio. Perguntei se ela queria experimentar comigo uma relação e que se ela não gostasse pararia no mesmo instante. Ela fez uma carinha de duvida que só me acendeu mais e disse que sim. Fui me chegando devagarzinho e dando-lhe pequenos beijinhos em seu rosto. Com extrema delicadeza comecei a lhe afagar os peitinhos que cabiam todinhos em minhas mãos. Ela deu um suspiro gostoso e se aconchegou mais a mim. Incentivada pela reação dela fui abaixando a cabeça e segurando seu ceio na mão comecei a mamá-lo, entremeava as mamadas com pequenas lambidas e mordidinhas. Ela sacudia a cabeça de um lado para o outro dizendo como aquilo era bom, que eu fazia muito melhor que os garotos do condomínio. Continuei a mamá-la e desci minha mão até adentrar pela calcinha do biquíni. Na mesma hora ela se abriu em flor, forçando sua bucetinha em minha mão. Tentei enfiar meu dedo médio, mas a xaninha era tão apertada e com a calcinha atrapalhando resolvi despi-la. Ela já fazia movimentos de vai e vem com o corpo tentando alcançar alguma coisa, sem saber o que. Abaixei meu corpo, tirei-lhe o biquíni e dirigi minha cabeça para o meio de suas pernas. Ela ficou meio assustada e quis recuar. Eu lhe disse que se não gostasse eu pararia. Ela recostou novamente e se abriu para mim, coloquei minha boca naquela xaninha quente e comecei a lambê-la, primeiro nas laterais de seus lábios vaginais até alcançar seu grilinho. Quando comecei a sugá-lo ela dava gritinhos até que finalmente teve seu primeiro orgasmo. Largando aquela xaninha molhada de prazer voltei a beijá-la, alternando sua boca e seus peitinhos. Voltei a manipulá-la com as mãos e ela se esfregava com força se arreganhando toda. Comecei novamente a enfiar-lhe o dedo e ela se contorceu mais ainda querendo que eu fosse mais fundo. Em determinado momento pude sentir seu celinho na ponta de meu dedo. Forcei um pouquinho, ela se queixou de dor, mas pediu que eu não parasse. Voltei a masturbá-la tirando e enfiando meu dedo repetidamente até que a fiz gozar de novo. Tirando o dedo de sua buceta levei-o aos lábios e senti o prazer de lamber seu melzinho. Ela continuava esparramada em minha frente toda alargadinha. Eu fui me esticando por cima daquele corpo novinho e comecei a fode-la gostoso friccionando meu corpo ao dela. Eu estava enlouquecida. Sentia minha buceta piscando e toda melada, mas como era o primeiro contato da menina não podia pedi-la que me satisfizesse também. Ela gozou novamente com aquele roça roça e puxando minha cabeça disse-me em meus ouvidos que queria ser deflorada por mim. Perguntei se ela tinha certeza e sacudindo a cabeça ela confirmou. Deixei-a deitada e desci novamente o corpo me encaixando entre suas pernas, às dobrei e voltei a chupá-la e suga-la com força. Ela gemia e pedia mais, forçando a xana em minha boca. Sem parar de chupá-la comecei a enfiar-lhe o dedo devagarzinho até chegar ao seu selinho. Estiquei um braço até os seus ombros e a segurei firmemente para que não conseguisse escapar na hora que eu exercesse a pressão para romper o lacre. Comecei a forçar, ela choramingou dizendo que estava doendo e eu lhe disse que já iria ficar gostoso. Finquei com força na xaninha dela rompendo aquela barreira, ela deu um grito e tentou fugir, mas a segurei firmemente. Comecei a enfiar e tirar cada vez mais rápido sentindo o calor gostoso do mel e do sangue do seu cabaçinho recém estourado. Chupava seu grelo com força e ritimadamente até que ela finalmente gozou. Toda feliz disse que tinha sido uma experiência maravilhosa e que no dia seguinte seria seu aniversário e queria comemorar comigo. Perguntei-lhe se poderia trazer meu marido junto naquela comemoração, deixando-lhe claro que ele só participaria se assim ela quisesse, mas que seria interessante ela ter uma experiência com um homem maduro e experiente. Ela aceitou. Marcamos de jantar e depois irmos a um lugar gostoso e discreto. Dei-lhe um beijo na boca na porta de meu apartamento e nos despedimos. Eu corri na mesma hora ao celular para contar ao meu marido o programa gostoso que tínhamos para a noite seguinte.

Publicado por sexoeseducao as 12:58

A história que vou contar aconteceu no último fim de semana, quando minha prima Paulinha me convidou para ir com ela numa festa à fantasia. Eu argumentei que não tinha fantasia, mas minha prima disse saber de uma loja que alugava roupas por um preço bem baratinho. Chegando à loja, Paulinha insistiu que eu alugasse uma fantasia de anjinha. Eu até gostei da fantasia, mas tinha preferido outras. Porém minha prima insistiu que aquela seria a fantasia perfeita. Ao contrário de mim, Paulinha sempre foi meio sacana, e não perdia uma oportunidade de me zoar pelo fato de eu ser tímida, CDF, atrapalhada, etc. Só à noite, quando estávamos nos arrumando para festa, entendi o porquê da insistência de minha prima: Ela iria vestida de Diabinha. Realmente fizemos um par perfeito. A Priminha meiga e doce de Anjinha e a prima safadinha e espevitada de Diabinha. Chegando à festa, nos divertimos muito. Paulinha já chegou comprando um monte de tíquetes de cerveja. Não demorou para ela encontrar suas amigas. Elas dançavam e rebolavam ao som do funk enquanto eu assistia a tudo do cantinho do salão. Paulinha e suas amigas me puxavam para o meio da pista e tentavam fazer eu me descontrair, mas eu sempre fui meio desengonçada para dançar. Mesmo assim tentei entrar no clima. Vendo que eu parecia deslocada, Paulinha me aconselhou a tomar uma cerveja para “descontrair”. Eu a lembrei que eu não bebia, mas Paulinha, fazendo jus à sua fantasia de diabinha, acabou me convencendo a tomar uma Ice. E depois outra, e depois outra…  Algumas garrafinhas depois eu já estava no meio das meninas rebolando e empinando a bunda. Não demorou a juntar vários marmanjos em volta de nós. Eles pareciam um bando de lobos em volta da comida. As meninas rebolavam e desciam até o chão. Faziam caras e bocas pra lá de provocantes e dançavam uma coladinha na outra. Elas estavam adorando provocar os coitados que se juntavam à sua volta. Paulinha, a diabinha, parecia a mais empolgada. Minha prima e suas amigas começaram então a dançar e se esfregar também nos caras. Era só um sujeito chegar com uma latinha de cerveja ou uma Ice que ganhava alguns minutinhos de dança. Mas logo que a cerveja acabava, o coitado era abandonado e Paulinha voltava a dançar comigo e com suas amigas no meio do salão. Em certo momento, Paulinha me puxou para o centro da roda e começou a me dar Ice no canudinho enquanto eu rebolava o popozão. As outras meninas vibraram e começaram a me dar pequenas palmadinhas no bumbum. Realmente deve ter sido uma cena deliciosa, ver a diabinha corrompendo a anjinha no meio do salão ao som do batidão do funk. Lá pelas tantas, Paulinha e a maioria de suas amigas desapareceram. Preocupada, resolvi procurar Paulinha. Depois de muito rodar pelo salão, achei minha prima atrás do paredão de caixas de som. Eu precisei limpar as lentes dos meus óculos para acreditar. Paulinha estava no maior amasso com um rapaz negro. Até aí tudo bem, mas o problema era que, ao mesmo tempo em que minha prima rebolava a bundinha no pau no negão (que estava atrás dela, sarrando, roçando e lhe beijando a boca), ela metia a mão dentro da calça de outro carinha que se encontrava ali, paradão ao lado dos dois. Fiquei estática observando a cena. O cara negro sarrava a bunda de minha prima ao mesmo tempo em que beijava sua boca e passava as mãos por todo o seu corpo sem se importar dela estar punhetando um amigo ao seu lado. Depois de um longo tempo, Paulinha me viu. Sem o menor pudor, deu uma mordidinha nos lábios e fez sinal me convidando a participar da “festa”. Sem saber o que fazer, saí correndo e voltei para a pista de dança. Depois de um tempo, minha prima chegou e, com a maior cara de cínica, me perguntou se eu estava me divertindo. Com a cara meio emburrada, eu disse que gostaria de ir embora para casa. Para minha surpresa, Paulinha concordou em ir embora. Como estávamos muito bêbadas, Paulinha sugeriu que dormíssemos num motel ali perto. Eu disse que nunca havia entrado em um motel e isso foi motivo para que minha prima, mais uma vez, zombasse de minha cara. Ela se escangalhou de rir do meu medo que o recepcionista do motel pensasse que éramos um casal de lésbicas. Como sempre, acabei convencida por Paulinha a entrar no motel. Chegando ao quarto, Paulinha já foi testando a iluminação, o som, preparando a hidromassagem, etc. Fiquei espantada com sua familiaridade com o ambiente, mas tentei não fazer nenhum comentário. Porém não me contive em relação ao assunto da festa: Você fez jus à essa sua fantasia de diabinha hoje. Disse eu. Mesmo sem eu ser direta, Paulinha sabia que eu estava me referindo aos dois caros que ela namorou atrás das caixas de som. Ela riu e falou: Ah, minha Anjinha, você precisa aprender tanta coisa. Isto me fez lembrar que eu ainda estava com a fantasia, resolvi tirar a aureola da cabeça, mas Paulinha pediu que eu não tirasse ainda. Estranhei. Paulinha abriu o frigobar, pegou uma Ice e se aproximou de mim lentamente. Adorei te corromper esta noite, anjinha. Disse minha prima com um sorriso malicioso nos lábios. Eu realmente me soltei esta noite. Disse eu meio que orgulhosa de mim mesma. Você ainda não viu nada minha anjinha. Falou minha prima com a boca colada em meu ouvido. Senti um arrepio correr a espinha. Minha prima então passou a pontinha das unhas nas minhas costas e subiu até minha nuca. Fiquei paralisada. Eu não esperava aquilo. Paulinha colocou o gargalo da garrafa na minha boca fazendo-me beber um longo gole da bebida. Depois olhou dentro dos meus olhos e lentamente aproximou sua boca da minha. Estranhamente, não fiz qualquer menção de resistir. Talvez levada pela bebida, talvez pela emoção da noite, não sei. Só sei que fechei os olhos e me deixei beijar. Senti as mãos de minha prima percorrendo meu corpo até chegar em minhas nádegas. Ela apertou firmemente minha bunda me fazendo soltar um gemido. Sua boca percorreu meu pescoço e uma de suas mãos subiu pelas minhas costas até alcançar minha nuca. Senti um arrepio no corpo seguido de um calor enorme. Eu estava totalmente nas mãos daquela diabinha. Ela me conduziu até a cama e levantou meu vestido de anjinha. Delicadamente, beijou minhas pernas e foi subindo a boca até o meu sexo. Tirou minha calcinha com delicadeza e começou a dar beijinhos em volta de minha xaninha. Fique calma minha Anjinha. Vou ser bem delicada com você, ta? Disse minha prima com doçura. Fechei os olhos e suspirei como se consentisse. Ela então começou a lamber minha rachinha. Eu suspirava e fazia movimentos circulares com o quadril. Sua língua era muito hábil.  Vez por outra ela parava de beijar e dedilhava de forma muito gostosa o meu clitóris. Eu gemia e pedia mais. Paulinha aumentou a freqüência de seus dedos e caiu de boca na minha grutinha com a maior voracidade. Insana, eu puxava sua cabeça contra meu sexo e proferia palavras sem nexo. Paulinha passou a me penetrar fundo com os dedos enquanto me castigava o clitóris com uma majestosa siririca. Eu me contorcia e gritava para ela penetrar mais fundo. A sensação de prazer era tão forte que tive orgasmos múltiplos. Paulinha então me abraçou me deu um beijo demorado e novamente falou: Adorei te corromper esta noite, minha anjinha querida.

Publicado por sexoeseducao as 14:49

Oi, sou a Karol, tenho 25 anos, e hoje acordei lembrando de um fato que aconteceu comigo há algum tempo atrás. Meu pai era colecionador de revistas de sexo. Eu escondida dele, pegava pra ver, ficava molhadinha com aquelas histórias picantes. Muitas delas tinham histórias de mulher com mulher, eu adorava. Pegava uma caneta, e ficava esfregando no meu grelo até gozar. Isso que eu era apenas uma garotinha entrando na adolescência. Meu pai fazia faculdade, minha mãe já não morava conosco, e toda noite vinha uma garota ficar comigo. Ela era nossa vizinha de rua. Numa dessas noites contei pra ela meu segredo (da revistinha) e dei uma de mulher com mulher pra ela ver. Fiquei ali, admirando seu corpo enquanto ela lia. Ela tinha lindos seios, que eu já havia notado em outras ocasiões, redondinho, ela não usava sutiã e às vezes o biquinho ficava duro. Depois que ela terminou de ler, vi que a cara dela era de tesão, e perguntei o que ela achava. Não sei. Ela me respondeu. Ficamos ali, deitadas na minha cama, que era de casal. De repente virei pra ela e pedi: Posso chupar seus peitos? O máximo que ela podia dizer era um não, mas pra minha surpresa, ela deixou. Comecei chupando apenas o biquinho, bem devagar, lambia a pontas dos seus mamilos, e ela não se conteve, deu um gemidinho. Ela estava com os olhos fechados, e mordendo os lábios, aí comecei a chupar de verdade, com força. Peguei com as mãos os peitos dela e apertava e chupava. Que delícia. Eu já estava toda molhadinha, e pedi: Posso mexer na sua boceta? Sem resistência ela deixou, então enfiei minhas mãos no meio das pernas dela, e iniciei uma massagem no seu clitóris, ela se contorcia de tesão. Estava toda molhadinha, e como nas revistas, fui descendo com a cabeça, lambendo seu corpo, e abri seus grandes lábios. Admirando sua xoxota, comecei a chupar seu clitóris. Ela gemia alto, e eu não parava. Tinha um gosto maravilhoso, meio salgadinho. Lambi tudo. Com o dedo médio, fui enfiando devagar no buraquinho dela, ela gritou, e dizia pra mim: Não para, não para. Logo ela começou a gozar, parecia um xixizinho. Voltei e chupei mais um pouquinho os lindos seios dela, ela tremia e estava ofegante. De repende o barulho do carro do meu pai. Ele estava chegando da faculdade, nos arrumamos rapidinho. Ela me fez prometer não falar pra ninguém, e até hoje tinha cumprido minha promessa. Aquela garota era muito boa, nos dias que seguiram fizemos de conta que nada tinha acontecido, e eu comecei a me interessar pelos garotos. Até hoje, sou vidrada é numa boa pica dura!

Gostaram? Comentem…

 

Publicado por sexoeseducao as 12:52

Eu estava de férias escolares e aproveitei para viajar e curtir uma praia, afinal aquele fim de ano estava muito quente.

Como boa baiana que sou, adoro curtir um sol uma areia e melhor ainda, pessoas passeando a beira mar. Aquele dia eu estava muito quente. Não estou falando só do calor, mas também de um fogo que subia das minhas entranhas e me deixava suando e molhada (não era molhada de suor se é que me entende).

Pois bem coloquei uma bermudinha, meu biquíni por baixo, uma mochila que considero parceira mortal de aventura e fui saindo de casa. Peguei minha moto na garagem de casa e fui a caminho da praia.

Depois de algumas horas eu já estava lá sentindo o ventinho e o cheiro de maresia que faz bem pra qualquer um. Fui direto a uma pousadinha que sempre me hospedo quando estou na cidade e deixei minhas coisas, como já estava no meio da tarde resolvi ir ate uma lanchonete próxima fazer um lanche e depois voltar pra pousada, deixaria para curtir a praia mais a noite ou no outro dia de manhã.

Pois bem fui à lanchonete, sentei e pedi o cardápio. Estava lotada, afinal em época de temporada as praias lotam. Dei sorte de ter encontrado um mesa vazia, pois até no balcão tinha gente.

Enquanto eu escolhia indecisa o que comer no cardápio, percebi a entrada de uma menina, bom mulher, muito bonita por sinal, aparentava ter seus 18 anos, comparando aos meus 19 anos a diferencia era bem pouco notável. Percebi que ela procurava um lugar para se sentar mais não havia espaço. A chamei e ofereci que ela se sentasse na cadeira vazia que estava na minha mesa se ela não se incomodasse é claro. Ela agradeceu e se sentou com um belo sorriso.

Quando ela me sorriu senti certo tremor muito estranho, mas mantive minha postura e continuei a folhar indecisa, o cardápio.

Ela vendo minha duvida sobre o que pedir perguntou se eu queria uma dica, respondi que queria sim e ela me disse: Aqui vende uns petiscos maravilhosos porem a porção e bem grande pra uma única pessoa se você quiser podemos dividir. Claro respondi e assim pedimos a nossa primeira refeição.

Ela era super simpática, tinha uma estatura mediana, morena clara, uma boca perfeita, um olhar forte e castanho e pra completar o pacote ela tinha um papo que deixava qualquer um na dela.

Apresentamos-nos e ficamos conversando sobre a cidade as novidades de verão, enfim assunto não faltava. Tempo menos ainda já que o que mais tinha na lanchonete era gente pra ser atendida. Entre um assunto e outro ela me perguntou se eu estava sabendo da festa que estaria acontecendo na cidade mais tarde, como eu não sabia que festa seria eu a pedi mais informações. Ela deu um sorriso de menina danada e disse que eu talvez não gostasse, mas a festa daquela noite era uma festa GLS. Se eu quisesse conhecer um pouco mais que estava convidada. De imediato eu deixei que ela não descobrisse que eu sabia mais daquele mundinho do que ela poderia imaginar. Fiquei na minha e me fiz de inocente perguntando onde era, como fazia para chegar ao local da festa, essas coisas e por final perguntei se ela iria e se estaria acompanhada. Ela respondeu que não estaria com ninguém e que se eu quisesse ir ela poderia me acompanhar. Aceitei sem deixar transparecer meu interesse, dei o endereço de onde eu estava e marquei o horário para ela me encontrar. Nesse tempo veio nosso petisco, conversamos, mas um pouco e depois cada uma foi para casa pra poder se preparar para logo mais a noite.

Tomei banho me produzi com o que eu tinha levado e aguardei na recepção da pousada por ela. No horário combinado ela estava na portaria perguntando por mim. Nossa ela realmente era linda. Quando a vi pela segunda vez meu coração disparou e eu sem saber o que dizer, acabei não dizendo nada. Melhor do que “vamos”.

Peguei um capacete com a dona da pensão emprestado e fomos à festa. Chegando lá começamos a conversar sobre o assunto GLS e discutir opiniões. Como eu estava dirigindo preferi não beber nada que tivesse álcool, então fiquei a base de sucos e refrigerante. Depois de uns dois drink`s sem que eu esperasse, me olhou e disse que estava muito afim de mim e que queria ter a oportunidade de poder me beijar naquela noite. Eu a olhei e sem dizer uma palavra a beijei intensamente por um bom tempo. Ela surpresa com minha reação perguntou se eu era mais antes de ela completar a frase eu a dei outro beijo. Sorrindo ela disse que iria considerar como um sim. Curtimos a festa por mais umas horas e ela me perguntou se eu estava hospedada em um quarto de casal. Acrescentei á minha resposta um convite para ela ir passar a noite no quarto comigo. Sem questionar ela me pegou pela mão e foi indo em direção a porta de saída da boate.

Quando chegamos a pousada eu já estava louca, só de pensar o que ela tinha em mente. Abri a porta ela entrou, eu a pedi que esperasse eu tomar um banho, pois a festa tinha me deixado muito suada e enquanto isso ela ficou lá deitada na cama vendo a tv sem parecer estar prestando atenção no que se passava.

Entrei no banho tomei o mais rápido que deu, sai do banheiro enrolada na toalha nada mais. Ela estava me esperando. Quando me viu vestida, ou melhor, despida como eu estava, levantou e se aproximou de mim bem devagar me olhando nos olhos. Eu mantive a respiração e fechei os olhos. Senti suas mãos em meus lábios, depois senti sua boca bem de leve sobre a ponta de minha orelha, ela passava sua boca pelo meu pescoço e suspirava forte, suas mãos que decaia sobre minha pele ia desentrelaçando a toalha molhada. Ela continuava a suspirar. Subiu a boca ate meu ouvido e disse bem baixinho em forma de gemido: Quero ter você esta noite. Eu já não tinha nenhuma vontade de dizer que não, naquela hora, deixei me levar pelo desejo, pela vontade de estar com ela.

Ela me beijava sedenta me acariciava delicadamente, de repente ela me puxou para a cama e me empurrou na direção dela. Sentei e ela veio em um encaixe perfeito e se sentou no meu colo. Segurou em meu cabelo forte e flexionou-se sobre mim. Naquele instante eu já estava louca de tanta vontade de poder tocá-la, mas daí ela se levantou de meu colo e pediu para tomar um banho. Boba e morta de vontade não disse nada, apenas apontei para a porta do banheiro e dei a toalha que estava sobre a cama.

Ela saiu do banho, não usava nada alem da toalha, seu cabelo molhado sobre o rosto, seus braços enroscados um ao outro e uma pele molhada e arrepiada, talvez do frio. Ou não. A luz do quarto estava apagada e ela ao perceber isto deixou a porta do banheiro entreaberta com a luz acesa, seu olhar parecia mais uma flecha ardente em chamas que me acertava o peito e deixava meu sangue fluir por todo o corpo em estado de transe.

Ela deu um paço em minha direção e deixou a toalha cair. Seu corpo estava despido. Eu sabia que eu poderia tocá-la. Eu queria ter logo o contato físico com ela, mas ela me seduzia, fazia um jogo que me deixava cada vez mais excitada. Eu estava pronta e precisava dela naquele momento. Levantei-me e a peguei pela mão, deixei que meu corpo quente encostasse-se ao dela, segurei com uma das mãos em sua nuca e com a outra percorri seu corpo. Não suportei estar tão perto e não poder beija a sua boca. A beijei. Desci minha boca pelo seu pescoço enquanto meu pulmão buscava ar na superfície de sua pele. Ela me segurou firme entre seus braços e me lançou contra a parede. Ela era firme quando tinha de ser, era dominadora e isso me deixava mais louca. Enquanto eu estava presa entre ela e a parede, senti que sua boca com hálito quente descia pelo meu corpo, senti o toque da sua língua em meu seio, senti seus dentes encostarem de leve sobre minha pele, senti o sugar dela sobre mim. Naquele instante a expressão: Vou te levar ao céu, fez sentido pra mim.

Fomos pra cama, ela deitou sobre mim, veio até meu ouvido e disse: Peça o que você quiser que eu faço. Eu não sabia o que pedir, ela parecia saber o que estava fazendo. Acreditava que ela poderia me surpreender. Não disse nada extraordinário apenas: Surpreenda-me. O poder da palavra foi atendido, ela estava ali me levando aos extremos. Desceu bem devagar sobre meu corpo despido, beijava minha pele de leve como o encontro de um beija flor e um lírio. Desceu mais, foi de encontro a minha virilha. Senti dessa vez algo mais que lábios, ela desceu mais e eu pude sentir o toque de sua boca sobre meu órgão. Senti seu gemido de satisfação por estar ali, na ora eu também gemi de prazer. Ela era lenta e sabia onde tocar, mal tinha começado e eu já me sentia em um estado elevado de prazer. Talvez fossem seus jogos, mas ela também dançava com sua língua dentro de mim, senti cada movimento que ela fez sobre meu clitóris, queria mais. Ela era calma e paciente, eu comecei a desejar mais e mais. De repente ela veio com o dedinho e me penetrou, gemi era gostoso, era leve e suave, ela me chupava como uma fruta doce. Senti movimentos novos ela começou a fazer círculos com a ponta da língua em minha vagina e eu não agüentei. Gozei em sua boca como nunca tinha gozado com ninguém.

Ela subiu sobre mim e me beijou, nossa senti aquele cheiro de sexo em sua boca, meu corpo se arrepiando, ela me mostrou o dedinho que estava me penetrando e o colocou na boca, chupou todo. Depois me beijou. Eu precisava retribuir tanto amor e queria muito saber como ela era, o desejo era tanto que eu queria estar dentro dela.

Enquanto nos beijava eu a deitei por baixo de mim e comecei a acariciar seu seio. Depois desci até eles e os chupei bem leve como ela havia feito com o meu, desci mais e fui direto a sua vagina. Eu queria muito. Estava louca pra sentir ela, pra devolver tanto prazer que eu havia ganhado.

Passei minha língua bem devagar em seu clitóris e senti-a pulsando em minha boca, ela gemia e eu estava ficando muito excitada com aquilo. Ela começou a se mexer sobre mim bem devagar, segurou em meus cabelos com força, mas de modo que não me machucou e junto a gemidos ela pedia pra eu a chupar. Eu me lambuzava em seu liquido que derramava de suas entranhas. Era doce. Senti quando ela puxou mais forte meu cabelo e pediu pra eu não parar, pois ela ia gozar. Aquilo foi muito gostoso de ouvir, não resistiria nem pararia se ela não quisesse. Continuei no mesmo ritmo minha busca pelo seu gozo e então ela gemeu mais alto e eu a senti gozando em minha boca. Ela vibrava de excitação e eu mais ainda. Da mesma forma que ela, subi por sobre seu corpo e deixei que ela provasse um pouco do seu gosto em minha boca.

O quarto se encheu com a magia do sexo naquela noite, estávamos ali só nós duas e tínhamos a noite toda para trocar ações e desejos…

 

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