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Publicado por sexoeseducao as 20:04

doutoradosTrabalhávamos como professores na mesma escola, e logo que nos encostamos, a eletricidade do sexo falou mais alto. Vi os seios dela pela primeira vez através do decote ousado. Pareciam querer saltar para fora. Me aproximei mais da cadeira que Tereza ocupava na biblioteca para melhor admirar. Levei o maior susto quando ela levantou a cabeça, olhou nos meus olhos, pegou minha mão e colocou dentro do decote. Fiquei com a mão ali, parado, depois comecei a alisar. Tereza desceu a alça da blusa e peguei forte, beijando tudo. Disse que nunca tinha sentido um cheiro tão bom, uma pele gostosa. Ela se levantou, abriu minha camisa, beijou e mordiscou meu peito e ficou dando bitocas no meu ouvido, deixando-me arrepiado. A cena era a seguinte: lábios escorregando pelo pescoço, peito arfando, Tereza gemendo baixinho e enfiando as mãos na minha camisa. A mestra do prazer abriu meu zíper, soltou o botão da casa, puxou para baixo e se voltou ao centro das minhas pernas. Pegou meu pau e ficou beijando, enfiando na boca e tirando. Tereza continuava com a boca, língua, mãos, até que falei gemendo, que ia gozar. Foi ótimo! Depois, me deitei na mesa grande da biblioteca onde estávamos. Tereza enxaguou a boca na pia, e em seguida veio para cima de mim. Pegava as carnes duras dela, enquanto beijava os peitinhos de novo. Senti o tesão subindo na proporção em que ela descia a boca pelo meu peito, barriga, até que chegou lá de novo, onde eu tanto esperava, e admirou aquela cabeçona antes de engolir com sua generosa boca. Engoliu, beijou, chupou como se fosse picolé. Quando não estava agüentando mais, pedi para que Tereza se sentasse. Meu pau deslizava todinho dentro daquele corpo. Assim que entrou inteirinho, ela fechou os olhos, apoiando-se no meu peito, e começou a dançar, se contorcendo no compasso do sobe-e-desce. Via como Tereza estava gostando de ter aquilo tudo dentro dela. Apoiava-se com força no meu peito e comprimia as nádegas com força para depois relaxar, abrir os joelhos e engolir o mastro todo novamente. Senti o cheiro forte de sexo e continuei duro dentro daquela buceta polpuda. Tereza se ergueu, jogando a cabeça para trás, e sentou novamente em cima de mim. Mais uma foda! Depois da calmaria, começamos a nos beijar e novamente meu pau ficou duro. Passei a boca gulosa ora num mamilo, ora em outro. Quando ouvimos o sinal do recreio, Tereza quis continuar a brincadeirinha e foi se enfiando no meu pau novamente. Eu nunca tinha passado da segunda. Pensei que, na terceira vez em que estivesse fudendo Tereza, eu demoraria mais a gozar. Nada disso. Foi tão maravilhoso como a primeira vez. Querendo inovar, Tereza ficou me mostrando aquela bunda grande e branca. Achei que não fosse caber ali. Salivei meu cacete, abri as pernas para ficar na altura e comecei a penetrar. Antes mesmo de tudo entrar, ela já gemia. O meu pau tinha entrado meio mole, mas agora crescia e ficava duro. Tereza me ajudava, mexendo a bunda e meu caralho foi sumindo dentro daquele cuzinho, sumindo, sumindo. Que maravilha! Dez, nota dez, estávamos doutorados em tesão.

Publicado por sexoeseducao as 12:23

O dia já estava amanhecendo, tínhamos passado a madrugada conversando e ouvindo música. Como já era muito tarde, achei melhor que meu amigo dormisse aqui na minha casa, então resolvemos ir dormir. Ele dormiria no meu quarto, na minha cama e eu em outro quarto, pois minha mãe estava em casa. Fui arrumar a cama pra ele dormir, enquanto ele tomava banho. Ele saiu do banho, demos boa noite e foi a minha vez de ir pro banho. Entrei no banheiro, tirei a roupa e fui pra baixo do chuveiro. Só em saber que meu amigo estava no meu quarto, dormindo na minha cama e imaginar o que poderia acontecer se eu entrasse no quarto, já fiquei louca de tesão. Deixei a água do chuveiro caindo sobre meu corpo imaginando ele me tocando. Sai do banho, coloquei minha camisola e não resisti ao desejo e tesão. Entrei no quarto bem de mansinho e tranquei a porta. Cheguei bem pertinho dele e disse que tinha vindo desejar uma boa noite. Começamos a nos beijar loucamente. Ele subiu minha camisola e começou a chupar meus seios deliciosamente, nessas alturas eu já estava molhadinha de tanto tesão. Sentei em cima dele, e fui descendo. Passando a língua por todo seu corpo até chegar na parte mais deliciosa, seu pau. Já estava bem duro e esperando pra ser chupado. Chupei-o com muita vontade, ora engolindo todo seu cacete, ora passando a língua só na cabecinha, que pau gostoso!!! Meu amigo delirava de tesão. Foi a vez dele me chupar, senti sua língua gostosa na minha buceta, meu corpo todo estremeceu de tanto tesão, que chupada deliciosa. Com os pés, sentia que seu pau estava muito duro e não via a hora de sentí-lo dentro da minha buceta. Ele veio pra cima de mim e foi enfiando seu pau, senti ele entrando bem gostoso na minha buceta e metemos bem gostoso, num vai e vem maravilhoso. Quando íamos mudar de posição, ele começou a me chupar de novo e de novo delirei. Meu amigo chupa como ninguém. Deitei ele de costas e sentei naquele pau gostoso, cavalgando loucamente, sentindo ele todo dentro de mim. Gozei deliciosamente. Quando meu amigo já estava perto de gozar, tirou o pau da minha buceta e comecei a chupá-lo até ele gozar na minha boca. Engoli todo seu leitinho quente. Ficamos abraçados, extasiados e saciados de prazer. Foi uma trepada maravilhosa.

Publicado por sexoeseducao as 12:21

A consulta do dentista estava marcada para as 15h, mas às 14h já estava no consultório, torturado por uma dor de dente. Tinha ido ali recomendado por amigos, sempre satisfeitos com o atendimento da equipe de dentistas da clínica. Após folhear algumas revistas velhas, chegou a minha vez. Ao entrar na sala, a dor desapareceu. Ia ser atendido por uma dentista linda, com um vestido curto a delinear pernocas fantásticas. Nem liguei para a anestesia ou o barulho do motor. Ficava só pensando como Alba, a dentista, devia ser por baixo daquele vestido. Os peitos fartos e o decote generoso facilitavam meus pensamentos. Pela cara, a bucetinha tinha toda pinta de ser do tipo cabeludona, com pentelhos fartos para os lados. Mas, como conquistar aquela deusa de branco e mãos firmes? A consulta terminou e eu fui para casa sonhar com a dentista. Uma punheta foi a única alternativa para extravasar todo o meu tesão por aquela gostosona. Na verdade, tive que recorrer ao mano a mano duas vezes: antes de dormir e ao acordar. Ela merecia o singelo ritual. Dois dias depois, estava de volta ao meu trono, boca escancarada e pau duríssimo. Alba notou meu interesse e não deixou por menos. Quando foi pegar um instrumento, roçou com o braço no meu caralho. Dali em diante, a coisa fluiu. Terminado o tratamento, elogiei o serviço e lamentei não poder encontrá-la mais. Ela devolveu a gentileza: “Será que poderia me dar uma carona? Você é o último paciente e meu carro está com problemas. Estou morrendo de fome.” Fomos para um restaurante fora do Centro, onde entre uma taça de vinho e outra, derramei toda a minha lábia. Alba jogava recuado, reclamando dos homens e coisa e tal. ‘Estou pensando até em virar sapatão’, brincou com coisa séria. ‘Não faça isso antes de provar um homem de verdade’, disse com ar superior. Antes que ela falasse mais alguma coisa, tasquei um beijão de cinema entre os dentes perfeitos de Alba, ao mesmo tempo em que ela apertava meu pau por baixo da mesa. Fomos direto para um motel, transbordando tesão. Como não dava para segurar, parei no meio do caminho, num terreno baldio, e continuei os trabalhos. Ao desabotoar o vestido de Alba, pude beijar um par de seios de fazer inveja à Cicciolina. Passei a mão na calcinha dela e pude sentir o canal de prazer em que se transformara a xota da dentista, que foi logo tratando de me vestir uma camisinha. Nunca tracei uma rachinha tão apertada, deliciosa e inesquecível. Ela gemia a cada estocada mais forte, gozando de olhos abertos e pedindo mais. Para apimentar a história, cravei um dedo naquele cuzinho fechado, arrancando um gemido profundo de Alba e elogios: ‘Que loucura! Isso é ótimo.’ Quando sentiu que eu ia gozar, Alba me deu um empurrãozinho, tirou a camisinha e passou a chupar o meu pau. Desde então, o esperma deste felizardo passou a ser a pasta preferida da minha dentista.”

Publicado por sexoeseducao as 12:18

Ela morava num sobrado sofisticado. Frequentava a igreja todas as semanas e era tida como exemplo por suas amigas. Namorei com ela por cerca de 2 anos ,e pude ver como o tesão transforma uma pessoa. Sempre ficávamos namorando no corredor de seu quintal que era bem escuro, mas ela não me deixava tocá-la. O tempo foi passando e aos poucos sua resistência as minhas carícias foram dando lugar ao tesão. Comecei acariciando os seios, depois de um tempo já os estava chupando. Difícil mesmo, foi acariciar sua bucetinha virgem pela primeira vez. Quando deixou, a fiz gozar feito louca. Depois deixou chupar sua xaninha e finalmente chupou meu pau gostoso. Mas ainda faltava algo, apesar de várias gozadas em sua boca, meu maior desejo era quebrar aquele cabacinho. Isso aconteceu numa tarde de sábado, seus pais foram a um restaurante e ficamos sós.
Sem perder tempo comecei com as carícias, logo ela estava gozando em meus dedos. Em seguida chupei gostoso aquela bucetinha molhada. Pedi que ela ficasse de quatro e ela com tesão me obedeceu, comecei a roçar meu pau na entrada daquela xoxota melada e ela gemia de prazer. Quando não aguentou mais, pediu pra que eu começasse a meter. Comecei devagarinho e ela pedia mais. Entrou a cabeça, o tronco e ela insaciável. Comecei a bombar com força e gozei minha porra quente dentro de sua buceta desvirginada. Ela se assustou com o sangue, mas a tranquilizei e depois disse que sempre que quisesse poderia comê-la e que não iria mais sangrar. Até hoje continuo a fuder essa gostosinha.

Publicado por sexoeseducao as 12:14

Estava assistindo a um vídeo pornô quando o telefone tocou. Era um ex-namorado, mandando uma conversa boba de que estava com saudade e que queria me ver. As cenas do filme tinham me deixado excitada, mas não o suficiente para cair naquele papo. Optei por uma siririca longa e prazerosa. Esfregava o grelinho pensando no meu vizinho do apartamento do lado, o Paulo. Era um cara mais jovem, atlético, cheio de disposição. Vivia dando festinhas super animadas e sempre me convidava. Nunca tinha ficado com ele, mas como a esperança é a última que morre, continuava investindo. Resolvi pôr em prática um plano maluco, que se desse certo, teria aquela pica musculosa ainda no final do dia. Tirei a tomada do vídeo e fui até o apartamento de Paulo chamá-lo para consertar o aparelho. Solícito, ele apareceu vestido com um shortinho que realçava aquelas coxas grossas e maravilhosas. Trouxe nas mãos uma caixa de ferramentas e uma garrafa de vinho tinto. Aquilo me deixou com mais esperança de que alguma foda aconteceria. Olhou o vídeo de um lado, olhou do outro e descobriu minha fraude com um sorriso. ‘Ah, é só isso, está pronto’, disse, ligando o aparelho e se deparando com um boquete colossal que a lourona da fita aplicava num negão nervoso. Em questão de segundos, a pica de Paulo virou uma rocha sob o short. Para provocá-lo ainda mais, disse que ia pegar o saca-rolhas na cozinha, quando passei por ele, deixei a bunda roçar um pouquinho naquela maravilha. Sentindo o clima de sacanagem, ele me agarrou por trás e encostou com força o caralho no meu traseiro. Nunca pensei que fosse tão grande! Precisava ver melhor e foi o que fiz, me virando e arriando o short de Paulo. Era um mastruço para égua nenhuma pôr defeito. E como tal, fiquei de quatro para ser penetrada por aquele animal. Na primeira estocada, senti que a coisa era maior do que eu pensava. Parecia crescer dentro de mim, pronta a explodir a qualquer momento num mar de porra. Paulo ía e vinha, metendo com toda força, sem dó. ‘Mais depressa, não pára de jeito nenhum, mete mais, meu amorzinho’. Pedia de olho no vídeo em que agora a mulher, também de quatro, tinha o cuzinho comido pelo negão. Aquilo parecia inspirar Paulo, que resolveu tirar da xota e começou a forçar a entrada do meu rabinho. Sem saliva, creme ou lubrificante, o danado foi enfiando como se trepássemos há anos. A loura gritava na telinha e eu segurava o meu grito ali de quatro, escancarada para meu vizinho. Não demorou e ganhei um recheio quente e delicioso. Quando acabou, Paulo me deu um longo beijo na boca, mordendo meus lábios e dizendo que queria mais. Só paramos para beber o vinho. Foi uma noite fantástica, com trepadas ao vivo e em cores.

Publicado por sexoeseducao as 12:11

Me chamo Karina, tenho 19 anos e sempre fui muito quieta em relação ao sexo. Até começar a namorar com Sandro, meu ex-namorado.
A partir daí, comecei a praticar muito com ele. De tudo em relação ao sexo. Inclusive tirei algumas fotos mais ousadas para meu namorado Aconteceu aí, o que eu nunca poderia imaginar. Ele passpou minhas fotos para o computador, e como forma de comemoração, transei muito com meu namorado. Não notei que havia esquecido o micro ligado. Meu primo havia ido visitar meu irmão, e me pediu um dvd com os vídeos de algumas bandas e eu disse para pegar no meu quarto. Com isso, sem eu saber ele enviou minhas fotos para o e-mail dele.
Comecei a receber trotes em que me diziam que eu era uma puta, devassa e que logo as fotos cairiam nas mãos de minha mãe. Implorei para que não fizesse isso, mas a voz do outro lado da linha dizia que só não faria algo, se eu fizesse tudo que ele quisesse. Como eu não tinha muito escolha, topei e marquei o encontro em um motel. Cheguei no local, parei meu carro na vaga da garagem e entrei no quarto, mas não encontrei ninguém. Assim que fechei a porta alguém me agarrou por trás e já pude sentir o volume do pênis da pessoa contra minha bunda. Fiquei nervosa com isso, mas nessa hora me virei e vi que era meu primo. Não acreditei. Ele na hora já veio me dizendo: Quantas vezes já bati punhetas para você priminha gostosa. E agora vou gozar em você toda. Nessa hora ele disse: Agora me obedece ou senão fotos na mão da titia. Me mandou sentar na cama, tirou o pênis para fora e começou a bater punheta (era um pinto razoável). Ele bateu até gozar dentro da minha boca. Eu estava puta com isso, mas não acabou. Me mandou ficar de quatro e começou a penetrar meu cuzinho que até então era virgem. Ele gozou novamente no meu cú, dizendo que a partir dali eu seria a puta dele.
Fui embora aquele dia muito triste. Mas a partir dai me transformei numa verdadeira puta. Terminei com meu namorado e dei várias vezes para meu primo.

Publicado por sexoeseducao as 12:08

Olá, meu nome é Isadora, tenho 19 anos, sou professora de inglês para crianças. Tenho um namorado que se chama Luís. Ele é magro, alto e delicioso na cama. O que ocorre, é que até outro dia meus pais não deixavam a gente sair a sós. Eu sempre tinha que levar meu irmão mais novo, aí você imagina o que tínhamos que fazer, pra conseguir trepar sem meu irmão perceber.
Certa vez, fomos a uma festa que teve no interior. Aqui perto da nossa cidade, e como sempre meu irmão foi junto. A minha sorte é que foram mais pessoas conosco, e ele ficou se distraindo com algumas garotas. Quando ele estava bem animado com a bebida e as garotas, eu fugi com o Luís. Fomos dar uma volta na cidade, a procura de um lugar mais tranquilo para que pudessémos transar dentro do carro. Enfim encontramos, daí começamos a nos acariciar com vigor, eu já estava toda molhada com a situação. Não podíamos demorar, meu irmão podia se dar conta. Então logo levei uma estocada bem fundo, gemi e quase fui a loucura, é que o pau de Luís é enorme. Chego até sentir bater no meu útero. Não demoramos muito a gozar juntos, mas ele queria mais, tivemos que nos abaixar no banco do carro umas duas vezes, para que o pessoal que passava na rua, inclusive policiais, não nos vissem. Como eu falei, ele queria mais, colocou o pau dele na minha boca para que eu sugasse toda a porra, daí eu já podia sentir ele dar sinais de vida. Comecei um boquete alucinante, modéstia parte sou muito boa nisso. Ele forçava seu pau que batia na minha garganta. Eu ainda conseguía continuar sem enguiçar, e vez ou outra, eu lambia seus ovos e mordiscava a cabecinha do seu pau. Ele foi ficando cada vez mais louco, o pau dele chegava a latejar na minha boca, daí ele começou a massagear meu cú. Eu achei estranho, ele nunca tinha feito isso, mas deixei estava muito bom . Ele passava os dedos na minha xaninha molhada e massageava meu cú, nossa eu tava toda arrepiada. Era uma sensação nova e deliciosa. Até que veio a pergunta que eu estava com medo de ouvir: Deixa eu experimentar esse cú apertadinho? Eu fiquei calada pensando, e falei em seguida: Espera aí, você vai me arrombar. Seu pau é muito grande e o meu cú é virgem. Mas eu lhe prometo que vou ser carinhoso, assim como eu fui quando comi sua xaninha pela primeira vez lembra? Daí eu lembrei que realmente ele havia sido muito carinhoso comigo, e que a minha primeira vez foi maravilhosa. Nem dor eu consegui sentir, então resolvi tentar. Vamos mas, meta devagar por favor. Tá, não se preocupe, eu prometo que vai gostar. Ele começou a molhar meu cú com o líquido que saía do seu pau e ao mesmo tempo ía massageando meu grelinho. Quando eu estava gozando na mão dele, ele enfiou o pau com toda força numa só estocada. Eu dei um grito, ele parou pra que eu me acostumasse e começou a estocar fundo. Eu já estava gostando e já tinha esquecido a dor. Ele não demorou muito a gozar, logo eu senti aquele leite quentinho no meu cú pela primeira vez. Foi maravilhoso e depois desse dia, sempre damos um jeito dele comer minha xaninha e meu cuzinho também é claro!!!

Publicado por sexoeseducao as 12:05

Era uma quarta-feira, eu estava em casa sossegado até tocar o telefone. Era minha cunhada, pedindo pra mim ir na casa dela arrumar o computador pois tinha travado e não queria ligar. Disse tudo bem, tomei um banho e fui para casa dela. Chegando lá, perguntei do meu irmão e ela respondeu: Ele está trabalhando a tarde e só volta de madrugada. Tomamos café que ela fez questão que tomasse, conversamos um pouco e estava correndo tudo bem até quando perguntei o que ela tinha feito pra travar o micro. Ela meio nervosa: “Não fiz nada travou sozinho”. Achei estranho mais deixei prá lá. Ela foi pra cozinha e eu fiquei no quarto arrumando o micro. Quando consegui ligar ele, logo chamei ela e disse: Você estava navegando em um site pornô né? Ela estava meio sem jeito, então eu disse: “Tudo bem, é normal eu também vejo sites pornôs”. Ela logo se interessou e disse: Mas você namora, porque você ía ficar olhando site pornô? E até então você é casada. Então ela disse: Sabe o que é? Seu irmão vem sempre cansado depois do serviço, e eu estou louca pra, você sabe né? E ele não agüenta, é difícil. Assim fica chato né? No meu caso é ao contrário, é minha namorada que não esta me aguentando. E ela com uma cara de safada: Nossa, desse jeito não vou ficar do seu lado. Senão você vai me agarrar indo em direção do banheiro. Eu falei: Cuidado, eu agarro mesmo.
Nessa brincadeira eu fiquei com meu pau já fazendo volume, e como ela estava de vestidinho acabei ficando com mais tesão. Então ela saiu do banheiro com uma cara diferente e foi a cozinha pegar refrigerante e bolacha para comermos. Percebi que ela estava um pouco estranha, mas nada fora do normal. Passados alguns minutos, tinha pedaços de bolachas no chão. Foi nessa hora, que ela se abaixou pude ver tudo. A visão do paraíso. A safada da minha cunhada, havia tirado a calcinha deixando a mostra toda a gruta lisinha. Fiquei paralisado por alguns instantes, logo cortado pela pergunta se eu tinha gostado do que vi. Mais rápido possível disse que sim, indo pra cima dela. Jogando-a sobre a cama eu disse que eu ía agarrá-la. Então ela se sentou na cama e pediu para me levantar, ela abaixou minha calça de moleton, colocando meu pau pra fora. Ele já estava pra lá de duro. Ela começou a chupá-lo, parecia uma criança chupando um sorvete pela primeira vez. Não aguentei e me deitei na cama, fizemos um 69. Subi seu vestidinho e comecei a chupá-la também e com meus dedos enfiando em seu rabinho apertadinho, ela começou a gemer. Ficamos nisso por alguns minutos até gozarmos, coloquei ela de 4 e passei a comer sua xaninha, que estava pra lá de molhadinha. Foi aí que ela me pediu para comer seu rabinho, ficamos nisso por algumas horas. Fomos tomar banho, terminei de arrumar seu micro e voltei pra casa. Já esperando a próxima vez que ela me chamaria para arrumar seu micro de novo.

Publicado por sexoeseducao as 12:03

Era uma morena clara, olhos castanhos, cabelos curtos, ainda ninfeta, mas se mostrava mulher como eu jamais havia visto antes. Eu a conheci em uma situação um tanto desagradável. No meio da agitação da danceteria, ela estava com um babaca tipo pegajoso que a segurava pelos braços, forçando-a a beijá-lo. Cheguei junto e tratei de afastá-lo, sem sucesso. Acabamos brigando e saí bastante machucado. Logo ela veio em meu auxílio. Disse se chamar Priscila, me perguntou onde eu morava e ao mesmo tempo, umedecia um lenço que levava ao pescoço e limpava os ferimentos. ‘Tenho de ir para a rodoviária. Não sou daqui, vim só curtir com uns amigos’, expliquei a Priscila. Ela me disse que morava ali perto e me pediu para dormir na casa dela, assim teria mais tempo para cuidar de mim. Meio desconfiado, fui assim mesmo. Priscila ficou cuidando de mim na varanda com um kit de enfermagem completo. Sofri um bocado nas mãos dela, enquanto ela tentava me acalmar contando mais sobre sua vida. Meus olhos viajavam nos dela e no seu corpo. Meu coração ia a galope a cada momento que a observava. Olhos, boca, ombros, colo, seios que marcavam o tecido que os vestia. Ela percebeu que eu já estava sarando. Nos aproximamos e demos um beijo logo de cara. Priscila imediatamente me levou para a garagem onde poderíamos ficar mais à vontade. Puxou-me e sentou-se no capô. Começou me beijando na boca, pescoço, peito, lambendo e mordendo os bicos. Me afastou e abriu seu vestido quase todo. Tirou o sutiã de renda, alça por alça, e pude acariciar aqueles seios pequenos e tesudos. Meu pau já estava tão duro que chegava a doer. Mas permaneci caindo de boca nos peitinhos, um a um, sem pressa. Priscila gemia baixinho, sussurrava no meu ouvido. Às vezes os mordia com força, deixando-os mais inchados e sensíveis. Trouxe o corpo ao encontro do meu, afastei-lhe as pernas e encostei meu membro na xoxotinha dela. Eu a sentia quente, me esfregava nela e ela em mim. Juntei suas coxas novamente, enrolando a calcinha e tirando-a. Priscila se deitou no capô, abri os lábios da xereca dela com os dedos e beijei, com fome de amá-la. Confesso que, às vezes, até mordia de tanto tesão. Enfiava a língua toda e lambia o grelinho. Enquanto isso, eu me masturbava. Haveria depois outras formas de treparmos. Priscila apertava meu rosto contra o sexo e tremia. Pude sentir que ela ia gozar e acelerei a masturbação. Em segundos, estávamos os dois gozando. Ela, numa explosão, com um gemido mais alto. Rapidamente voltamos à casa dela. Fez um lanche para mim e improvisou uma cama no sofá. Depois disso, houve um romance por um bom tempo.

Publicado por sexoeseducao as 12:21

Antes de iniciar devo dizer que a estória é veridíca, somente os nomes são fictícios.
A gostosa da Nice, colocou a mão dentro da bermudinha para coçar a coxa, levantando a bermuda e deixando aparecer a calcinha. Nice é esposa de um amigo, 42 anos, mãe de 2 filhas, baixinha, bunduda e peituda. Bem gostosa, mas o que me chamava mais atenção é que ela já tinha deixado entender em papos descontraídos que ela dava a bundinha para o marido. Naquelas férias estava louco para comê-la, e naquela semana em particular, minha esposa tinha ido passa-la com a mãe. Marcos marido de Nice, voltou a São Paulo para trabalhar, meu filho e os deles tinham saído com o pessoal do condomínio, ido ao cinema naquele dia. Nossas casas são vizinhas no condomínio no interior de SP e tão logo a moçada saiu, ela me convidou para tomar um café. Entramos e ela como sempre dava um jeito de eu ver a sua calcinha, enfiando a mão por dentro da bermuda. Quando vi a sua calcinha fiquei louco de tesão, dominei a tensão e falei:
: – É Creme. E ela surpresa:
- Creme??
Colocando a minha mão por sobre a dela, falei: – A calcinha é creme. Ela me olhou fixo nos olhos sem responder, mas não fez nada para tirar a minha mão de sobre a sua calcinha e coxas. Louco de tesão falei:
- Quero lamber creme, chupar o creme e depois comer todo o seu creme.
Ela suspirou e eu a beijei acariciando aquela bunda, ela me empurrava levemente simulando uma resistência, mas correspondia aos beijos. Quando passei a beijar e mordiscar seu pescoço, ela gemia baixinho:
- Não, não, não….
Empurrava-me de leve e nada mais. Retirei sua camiseta, deixando aqueles lindos seios apenas com o sutiã, beijando seu colo cheguei aos seios, retirei o sutiã e comecei a sugá-los com avidez, mordiscando os bicos, tentando colocá-los inteiros na boca. Chupei, mordisquei, lambi aqueles seios tesudos, fui descendo, beijando e lambendo a sua barriguinha, mordiscando de leve e ela só gemendo e suspirando. Fui descendo em direção a sua xoxota, chegando no umbiguinho, enfiei a língua e comecei a chupá-lo, enquanto retirava sua bermuda deixando-a só de calcinha. Parei de chupá-la e olhei-a só de calcinha, apreciando aquele tesão de mulher, quando ela falou com voz languida:
- É creme, pode lamber, chupar, comer, vai tesão.
Voltei a chupar o seu umbiguinho e fui descendo em direção à sua gruta que pelo odor já estava ensopada, beijando e lambendo, mordiscando-a fui tirando a calcinha me maravilhando com a visão da sua xoxota. Linda, peluda, comecei a meter a língua em seu grelo, em seus grandes lábios, mordiscando o seu clitóris, lambendo e sugando o seu sumo delicioso. Ela pegou em meu rosto e puxou levemente, fazendo-me levantar. Beijou-me demoradamente, pegou minha mão e me levou para o quarto, onde me jogou na cama e começou a me beijar, descendo até o meu pescoço. Tirando minha camiseta, foi beijando e lambendo meu peito e descendo até a bermuda, que retirou juntamente com a cueca e caiu de boca no meu caralho. Era uma visão divina a Nice chupando, sugando o meu caralho, dando leves mordidas na glande, chupando de leve toda a sua extensão e após engolindo o caralho inteiro. De vez em quando olhava para o meu rosto com uma cara de safada. Virei ela de forma a iniciar um 69 e comecei a chupar aquela buceta gostosa, enquanto ela dava um trato no meu caralho. Enfiei o dedo em sua xoxota molhada, lubrificando-o e após comecei a introduzir em seu cuzinho de leve. Não ofereceu muita resistência, comecei a enfiar outro e fui fazendo movimentos de vai e vem com os dedos naquele cú gostoso. A Nice chupava o meu pau como uma desvairada, enfiei o terceiro dedo no cú da Nice e ela suspirou, enquanto eu mantinha o vai e vem.
Não agüentando mais de tesão ela veio por cima de mim e falou:
- Quero o seu caralho, enfia na minha buceta, me fode.
E foi sentando e encaixando a xoxota no meu pau, fazendo ele entrar naquela buceta molhadinha. Após entrar tudo ela suspirou e começou a cavalgar como uma doida, gritando, gemendo, falando para fodê-la. Ela cavalgou por uns dez minutos quando começou a gozar gritando e jogando seu púbis de encontro ao meu caralho, não agüentei e gozei também. Ela caiu por cima e ficamos quase que desmaiados. Após alguns minutos ela suspirou fundo e me olhou nos olhos, puxei-a e beijei-a longamente. Ficamos nos beijando e trocando caricias até que os dois estivessem novamente prontos. Deitei-a na cama e coloquei-me por cima, enfiando em sua buceta com movimentos bem devagar, até entrar tudo. Comecei a aumentar o ritmo bombando e socando na sua xoxota. Peguei suas pernas e coloquei em volta do meu pescoço, fazendo um frango assado delicioso, socando, bombando, chupando seus peitos e beijando. Virei ela e coloquei-a de quatro, enfiei em sua xoxota e bombei. Soquei tudo naquela buceta gostosa, ela começou a gritar:
- Vai fode, enfia tudo, mete tudo, me fode. Vou gozar, vem goza comigo, goza, goza.
Não agüentamos e gozamos novamente caindo sobre a cama. Tiramos uma soneca de mais ou menos meia hora, levantamos e fomos tomar um banho. No banho começou a rolar novas carícias, beijos, ela se ajoelhou e começou a chupar gulosamente meu caralho até deixá-lo em ponto de bala, pronto para outra foda. Saímos do banho, nos enxugamos e fomos para a cama, ela me beijou e falou, meigamente, com beicinho:
- Agora eu quero que você coma a minha bundinha, estou louca de tesão pelo seu pau no meu cú, vem.
Pegou um pote de vaselina na comoda e me entregou, ajoelhando-se na beira da cama, empinando a bundinha para facilitar a penetração. Lambuzei-lhe o cú e coloquei a cabeça do pau naquele cuzinho tão sonhado. Fui enfiando devagar e o buraquinho ofereceu pouca resistência. Ela foi gemendo enquanto enfiava meu pau no cú dela até entrar tudo, até o talo, ela me segurou alguns instantes e depois com as mãos, começou a me empurrar e puxar bem devagar. Comecei os movimentos bem devagar, ela gemendo baixinho, abrindo as nádegas com as mãos para facilitar a penetração, fui aumentando o ritmo, bombando, socando e enfiando meu caralho naquele cuzinho maravilhoso, que agasalhou meu caralho, apertando, sentindo as veias do caralho pulsando no cuzinho da Nice. Ela gemendo, chorando e rebolando no meu caralho. Fodemos um bom tempo assim, até que ela pediu para tocar de posição pois estava doendo os seus joelhos. Deitamos na cama, ela de quatro e eu socando naquele cu. Ela jogava o corpo para trás de encontro ao meu pau que enterrava inteiro no seu cuzinho. Após uns cinco minutos nessa posição, deitei-a na cama, coloquei suas pernas em volta do meu pescoço em novo frango assado, só que desta vez enfiei no seu cu, e comecei a socar com violência, entrando tudo, arregaçando o cu da Nice. Ela gemia alto , suspirava, rosnava e pedia mais. Eu bombando, socando o caralho naquele cu delicioso, comecei a pular em cima do corpo dela, jogando todo o peso do corpo junto com o cacete nas estocadas. Ela urrando e recebendo todo o peso do meu corpo no seu cuzinho, grunhia, gemia, fodemos assim por vários minutos até que urrando comecei a gozar e ela começou a gritar que estava gozando pelo cu. Nossos corpos suados se colavam, se soltavam e voltavam a se colar numa cavalgada selvagem dentro do cuzinho da Nice, caímos desfalecidos. Quanto tempo ficamos assim, não sei dizer, mas extenuado que estávamos apenas tomamos banho, mal conseguindo se enxugar. Antes de sair da casa dela, ela me beijou longamente agradecendo pela transa inesquecível e me falou que gostaria de ter dois caralhos dentro dela e que estava tentando convencer o maridão a topar. E que desde que ela tinha essa fantasia, eu era o parceiro que ela tinha escolhido, mas que minha esposa também deveria participar para o Marcos não ficar melindrado e que a Simone, minha esposa teria que dar o cuzinho pra ele e que era para ela se preparar, pois o caralho dele era grande e grosso e que ele iria arrombar o cu da minha esposa como fez com o dela. Disse que assim que ele topasse, ela iria dizer quem era o casal escolhido e que até lá eu teria que convencer a Simone.

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